Sem aos Cem Anos

Meditação do dia 08/02/2018

Este é o registro da descendência de Sem: Dois anos depois do Dilúvio, aos cem anos de idade, Sem gerou Arfaxade.” (Gn 10.11)

Sem aos Cem anos – Esse simpático senhor, filho mais velho de Noé, tem pouca coisa descrita sobre si, mas não menos importe do que muitos outros. As vezes em um único versículo, ou parte de um, tem informação suficiente para fazer a história de alguém valer a pena. Nesse caso aqui, fica registrado que ele se tornou pai, aos cem anos de idade, exatamente dois anos após o dilúvio. Já sabíamos que toda a tripulação da arca eram exatas oito pessoas ou os quatro casais, Noé e seus três filhos e suas respectivas esposas. Outro detalhe que me chama a atenção, é o registro dos anos vividos pelas pessoas depois do dilúvio. Sem estava com noventa e oito anos quando aconteceu o dilúvio e depois na sequencia, registra que ele viveu mais quinhentos anos. Já é um registro considerável, visto que antes todos viviam uma longevidade muito maior. Aqui entra também as consequências e os resultados climáticos e atmosféricos que foram alterados para provocarem o dilúvio e então a vida pós diluviana não era mais a mesma de antes e diversos fatores contribuíram para isso. Podemos aprender com isso, pois em certas circunstancias das nossas vidas, algo acontece e muda definitivamente os rumos de tudo o que conhecíamos até então e nem sempre tem meios de se mudar o quadro. Quando não podemos mudar algo, a sabedoria nos ensina que devemos nos adaptar e aprender sobre a nova realidade. Como cristãos e filhos de Deus também somos afetados por mudanças que necessariamente não foram provocadas por nós ou por responsabilidade nossa. Crises provocam mudanças, empregos são perdidos, oportunidades passam, novas formas de se fazer e realizar tarefas surgem; tecnologias e enfim, o mundo ao nosso redor não está sob nosso controle. No Brasil em menos de cinquenta anos a população praticamente migrou do interior e da vida rural para as cidades e capitais de estados que ficaram cada vez maiores e com isso vieram todos os problemas de infraestrutura e tudo mais que vemos no nosso dia a dia. A maioria de nós temos nossas raízes, de pais e avós, vindos da vida pacata do campo, para a agitação das metrópoles. Nos últimos vinte anos as tecnologias se popularizaram e universalizaram em grandíssimas proporções; muitas pessoas ainda não se adaptaram e alguns resistem bravamente. Os cristãos de mais tempo de conversões estão se sentindo perdidos com os novos tempos e tendências na fé e nas igrejas. Parece, que o primogênito de Noé também teve que passar por experiências semelhantes e viver em tempo de transição não é nada fácil, mas podemos aprender e colher o melhor dos dois tempos. Provavelmente Arfaxade ouviu do pai histórias que pareciam meio mirabolantes, mas ele já nascera num época diferente da do pai. Como nossos filhos e netos na presente geração que ficam imaginando como era a vida sem um celular, sem net, sem shoppings, sem computadores, energia elétrica, leite de caixinha, comidas congeladas e tantas novidades para eles a cada dia, imagina para os pais e avós? Mas a igreja do Senhor também sempre experimentou tempos de transição e sempre prevaleceu. Ânimo!

 

Obrigado, senhor pelos desafios de cada dia e de cada geração, mas que bom que temos a tua promessa e a tua companhia conosco. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Ninrode, Qualquer Semelhança Não é Mera Coincidencia

Meditação do dia 07/02/2018

Des­sa terra ele partiu para a Assíria, onde fundou ­Nínive, Reobote-Ir, Calá” (Gn 10.11)

Ninrode, Qualquer Semelhança Não é Mera Coincidencia – Salomão disse que não há nada novo debaixo do céu… O que foi tornará a ser, o que foi feito se fará novamente; não há nada novo debaixo do sol (Ec 1.9). Vejamos a continuidade das páginas do livro de Abraão de Almeida, Babilônia, Ontem e Hoje: O Natal era celebrado em honra  do nascimento  do  filho  de  Semíramis  e  muitos  dos  costumes praticados  por  nós  neste  dia  seguem  em  linha  direta  aos dias  de  Babilônia.  Páscoa (em inglês: Easter),  era  uma festa  em  honra  da  deusa  Isthar;  a  sexta-feira  da  paixão, era  o  dia  de  lamentação  e  choro  pela  morte  do  filho,  que  diziam  ter  si do  martirizado.  Foram os mesmos idólatras que choraram  por  Tammuz,  uma  das grandes  abominações  cometidas  pelas  mulheres  judaicas nos  dias  de  Ezequiel. Então ele me levou para a entrada da porta norte da casa do Senhor. Lá eu vi mulheres sentadas, chorando por Tamuz (Ez 8.14). O dia  da  nossa  senhora,  em  25  de março,  era  celebrado  em  honra  do  nascimento  de Semíramis,  e  o  dia  8  de  setembro  em memória  da  sua  assunção.  Todo o sistema  religioso do  nosso  tempo,  bem  como  a  religião  do  Tibet  são praticamente o mesmo como o antigo sistema babilônico. O sacerdócio, o  celibato,  a  vestimenta  dos frades  e  freiras,  os  mosteiros  e  conventos,  a   confissão auricular,  a  missa,  o  purgatório, tudo foi instituído em Babilônia por essa mulher. O povo comum de Babilônia  era  feito  membro desta  igreja  prostituída  e  admitido  como  herdeiro  do  céu  pelo  batismo  na  sua  infância,  e  essa  falsa doutrina a cerca do novo  nascimento  por intermédio do batismo passou depois às igrejas chamadas cristãs, mas apóstatas. Mais tarde, e pela confirmação, essas crianças eram iniciadas nos mistérios da  religião babilónica, e cada candidato comia parte dum  bolo e jurava fidelidade à Rainha do Céu.” E as mulheres acrescentaram: “Quando queimávamos incenso à Rainha dos Céus e derramávamos ofertas de bebidas para ela, será que era sem o consentimento de nossos maridos que fazíamos bolos na forma da imagem dela e derramávamos as ofertas de bebidas?” (Jr 44.19). Vários pesquisadores das religiões  antigas foram surpreendidos pelas flagrantes  semelhanças existentes entre aquelas práticas e as que hoje se  observam no  catolicismo  romano.  Dão como  exemplo  os  conventos  e  as  monjas  existentes  muitos  séculos  antes de  Cristo,  em  Babilônia,  no  Tibet,  na  Índia  e   no  Japão.  As sacerdotisas de  Freya,  na  Escandinávia,  faziam  voto  de  virgindade  perpétua  e  viviam  como monjas.  Em Roma, a deusa Vesta,  chamada  de  Virgem Imaculada, possuía suas sacerdotisas, que também faziam voto  de  virgindade perpétua,  mas que eram,  na  realidade, muito pouco virgens…  No Peru, durante o  famoso  Império dos Incas,  idêntico costume  prevalecia  com  as  santas  virgens.  Prescott refere-se a estas monjas:  “Outra  singular  analogia  com  as instituições  católicas  romanas  podemos  ver  nas  Virgens do  Sol,  conhecidas  pelo  nome  de  eleitas.  Eram  donzelas dedicadas  ao   serviço  das  deidades,  as  quais,  desde  a infância,  se  separavam  de  suas  famílias  e  se  introduziam em  conventos,  onde  eram  colocadas  sob  os  cuidados  de  velhas matronas, chamadas – mamáconas.  Era seu dever guardar  o  fogo  sagrado  na   festa  Raymi.  Ao   entrar  para  o convento,  as  recolhidas  e am  obrigadas  a  uma  rigorosa clausura,  chegando  a  ser  privadas  de  toda  e  qualquer comunicação,  mesmo  com  as  pessoas  de  sua  família.  A desgraçada que fosse surpreendida na inobservância dessa disciplina,  segundo  a  lei  dos  Incas,  deveria  ser  queimada viva. É  maravilhosa a íntima semelhança que existe entre as  instituições  do  índio  americano,  do  antigo  povo romano e do moderno Romanismo,” da  sua  autoridade  espiritual.  Assim como a estátua de Júpiter é agora  adorada em Roma como a verdadeira  imagem  de  São Pedro,  assim  se tem crido que as chaves de Jano e Cibele representam  as  chaves  do  mesmo  apóstolo.” Ainda  segundo  as  doutrinas pagãs,  Tammuz  foi morto  por  um  javali,  e  por  isso se  observavam quarenta dias de jejum e pranto  (quaresma), até à festa de Isthar (páscoa). Findando a quaresma, Tammuz  “ressuscitou”  e esta “ressureição” passou a ser comemorada com frangos, ovos e coelhos. Em homenagem à Rainha do Céu faziam-se bolos com um  “T”, de Tammuz. Desta  antiga  prática vieram as hóstias. O politeísmo babilônico, caracterizado pelo culto de demônios  e  deuses-animáis,  era  cheio  de  mistérios.  “As grandes  orações  têm  sido  sempre  o  traço   distintivo das grandes religiões, mas na Babilônia e  na  Assíria  a  prece, em  sua  maior  parte, mal transpôs  o encantamento  e  a adivinhação.  Quando as coisas iam mal, a encantação era utilizada para remendá-las. Se havia temor da aproximação do mal, recorria-se às artes divinatórias a fim de afastá-lo. Nenhuma outra religião revelou tão grande desenvolvimento das artes divinatórias. Acreditava-se na predição de quase tudo, mediante o exame do volume, da forma, das marcas e peculiaridades do fígado de um animal sacrificado, pois havia a certeza de que nesta víscera se localizavam a  inteligência e as emoções… A astrologia adquiriu tal desenvolvimento, ao ponto de criar a idéia popular de contribuir aquela prática para a principal feição da religião…”

Senhor meu e Deus meu, a ti pertence a honra e a glória, o domínio e o poder para todo sempre, de eternidade em eternidade; porque antes que as coisas existissem, tu sempre eras e as criastes para tua honra. Somos teus filhos, comprados com o precioso sangue de Jesus, ter filho, a quem adoramos e reconhecemos como o Rei dos reis e Senhor dos Senhores! Só tu és Deus. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

 

Ninrode, o Desenvolvimento do Paganismo

Meditação do dia 06/02/2018

Des­sa terra ele partiu para a Assíria, onde fundou ­Nínive, Reobote-Ir, Calá” (Gn 10.11)

Ninrode, O Desenvolvimento do Paganismo – Estaremos continuando a transcrever a história de como chegamos ao grande desenvolvimento de um paganismo tão baixo, que de moderno e novo não tem absolutamente nada. Da união Ninrode-Semíramis, nasceu  Tammuz,  mas com  um  detalhe  significativo:  a  deusa   permanecera “virgem”.  Aqui está, talvez, a primeira tentativa satânica de dar um falso cumprimento à profecia bíblica relativa ao nascimento  de  Jesus  de  uma  virgem anunciada  uns setecentos anos antes de Cristo. Na Bíblia do padre Mattos Soares, traduzida da Vulgata Latina, registrou-se a versão grega de Tammuz, que é Adonis. Tammuz é o tipo do deus que morre e ressuscita, personificando as forças  vivas  da   natureza.  Morre com os calores estivais e ressuscita com a primavera.  Era conhecido em Sumer, segundo alguns, cerca de três mil anos antes de Cristo, mas consta, todavia, como filho do casal fundador de  Babilônia,  logo após o  dilúvio.  Penetrou posteriormente em outras nações e até mesmo no  recinto do templo  em  Jerusalém:  Então ele me levou para a entrada da porta norte da casa do Senhor. Lá eu vi mulheres sentadas, chorando por Tamuz. Ele me disse: “Você vê isso, filho do homem? Você verá práticas ainda mais repugnantes do que esta”.  Ele então me levou para dentro do pátio interno da casa do Senhor, e ali, à entrada do templo, entre o pórtico e o altar, havia uns vinte e cinco homens. Com as costas para o templo do Senhor e o rosto voltado para o oriente, eles se prostravam na direção do Sol. Ele me disse: “Você viu isso, filho do homem? Será que essas práticas repugnantes são corriqueiras para a nação de Judá? Deverão também encher a terra de violência e continuamente me provocar a ira? Veja! Eles estão pondo o ramo perto do nariz! Por isso com ira eu os tratarei; não olha­rei com piedade para eles nem os pouparei. Mesmo que gritem aos meus ouvidos, não os ouvirei”. (Ez 8.14-18). Semíramis, esposa de Ninrode, era filha da deusa-peixe Derceto e de  um jovem sírio. Após o trágico assassinato de seu marido, a “virgem” Semíramis deu à luz à Tammuz, em quem,  segundo  ela,   seu  esposo  havia  reencarnado.  Desses ensinamentos  procede  o  culto  da  virgem-mãe  e  do menino-deus.  Semíramis  proclamou  que  o  marido  era divino  e  que ela  era  a  esposa de  Deus,  a  rainha do  céu e  que,  sendo  o   seu  filho  estimado  o  próprio  pai reencarnado,  era  ela  a  mãae  de  Deus!  E  mais:  disse  que seu  filho  Tammuz  foi  destinado  a  ser  o  libertador da Humanidade do jugo tirânico do Criador. A  arqueologia  moderna  descobriu  nas  ruínas  de Babilônia as  mais  antigas  imagens  do  culto  pagão,  algumas  delas  de  dois  mil  anos  antes  de  Cristo:  a  mãe com um menino ao regaço. No Tibet e na China ainda hoje  se  encontram   imagens  a ídolos  representando  a  mãe e  o  filho,  que  eram  adorados  séculos  antes  da  era cristã.  Estas  imagens  têm  uma   perfeita  semelhança  com as  adoradas  na  Igreja  Romana.  Os  antepassados  romanos adoraram, entre outros deuses, a virgem e o filho na forma de Vênus e Cupido. Nas  notas  de  sua  tradução  da  Bíblia  Sagrada,   Sábado Dinotos vê  em  Tamar a  origem  de  Semíramis.  Ele afirma  que  Sêmele  (Tamar,  no   hebraico)  declina  de  Meri, que  é  amora  ou  tamarindo,  raiz  do   grego  Muriki.  Este nome  era  Tomyris  para  os  Massagetas,  e  para  os  assírios Semíramis. “A lenda  tebana  fazia-a  mãe   de   Baco,  quando,  em realidade,  foi  amante  e  nora.  Era, outrossim,  chamada  a Mãe  Terra  pelos  povos  do  Turquestão  russo…  Num relevo de Ara Pacis ela aparece com seus dois gêmeos ao colo, que foram  Perseu  e  Orion.”  Em  artigo  assinado  numa importante revista  portuguesa, E. W. Moser afirma que “o jejum  anual  e  as  festas  inauguradas  pelos  fundadores  de  Babilônia  foram os  seguintes:  Quaresma,  Páscoa,   Natal etc.

Pai celestial, oramos por sabedoria e discernimento verdadeiro do teu Espírito Santo para que a nossa fé seja pura, simples e fervorosa para ti, como Deus único e verdadeiro. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Ninrode, o Início dos Mistérios da Babilônia

Meditação do dia 05/02/2018

No início o seu reino abran­gia Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinear. (Gn 10.10)

Ninrode, o O início dos Mistérios da Babilônia – Para não degenerar em idéias pessoas ou devaneios, vou transcrever lpis litteris o conteúdo extraído do livro de Abraão de Almeida, da editora CPAD, entitulado Babilonia, Ontem e Hoje. Que é vasto e rico instrutivamente. “Enquanto mantinha amizade e comunhão  com  o  Criador,  o  ser  humano  não   conhecia  outro  deus. Mas  veio  a  queda  e  a  separação  entre  Deus  e  o  homem.  E este, longe de Deus e não sabendo como encontrá-lo , voltou-se para a s forças vivas da natureza  e  divinizou-as. O sexo, por  ser  um  meio  de  reprodução  da  vida ,  desempenhou importantíssimo  papel  religioso,  particularmente  em Babilônia.  A  liturgia  nada  mais  era  do  que  a  descrição  de relações  sexuais  entre  o s  deuses,  mediante  as  quais, segundo os babilônios, todas as coisas vieram à existência. Dentro  do  sistema  babilônio,  o   sol,  a  lua ,  os  demais astros e a chuva recebiam culto. Também os fundadores de cidades  foram  por  estas  divinizados,  como  Assur,  pai  dos assírios,  e  Ninrode,  de  Babilônia.  Para  que  o s  deuses parecessem  reais,  faziam-lhes  imagens  que  os representassem, vindo depois as próprias imagens a serem adoradas  como  deuses.   É  o  que  registrou  Paulo  aos romanos:  “E  mudaram  a  glória  do  Deus  incorruptível  em semelhança  da  imagem  de  homem  corruptível,  bem  como de  aves,  quadrúpedes  e  répteis”  (Rm 1.23.  Deste  modo  o  homem precipitou-se  do  monoteísmo  original  nu m  abismo  de inumeráveis  cultos  idólatras  politeísticos,  alguns  deles indescritivelmente  vis  e  abomináveis,  como  a  prática nefanda de queimar vivos inocentes bebês. Em Israel,  o  Baal  introduzido  por  Acabe,  nos  dias  do   profeta Elias, foi o Melkart, da cidade fenícia de  Tiro. Marduque,  Melkart,  Kemosh  (deus  de   Moabe)  seriam apenas  algumas  das  várias  representações  pagãs  de  Ninrode.  Afirma-se  que  o  centauro,  deus grego  –  um  cavalo  com  uma  cabeça  de  homem  e  com  uma  arca  na  mão  –  era  adorado  e m  memória  de  Ninrode, que  foi  o  primeiro  caçador  e  o  primeiro  homem  a  usar  o  cavalo  para  a  caça  e  a  guerra.  O  famoso  rei de Babilônia, segundo a religião desta ímpia cidade, casou-se com Semíramis, a mesma As tarte, Astorete, Ísis, Isthar, Afrodite,  Vênus,  Diana  etc.  A  imagem  desta  última,  em Éfeso,  com  sua  coroa  de  torres  na  cabeça,  representava  a mesma mulher e era adorada como a deusa da fortificação, por ter sido ela a primeira a fortificar Babilônia com muros e torres. “Astarte é   a  Isthar  de  Babilônia,  a  deusa  da  estrela matutina,  a  Vênus  da  guerra  e  do   a mor.  Deusa  do  amor, Astarte patrocinava a volúpia e a  fecundidade. Foi dotada de  uma  personalidade  tão  rica  que  muitas  outras  deusas acabaram fundindo-se nela, de tal modo que pode a Bíblia falar  de   Astartes  no  plural  para  designar  todas  as divindades  femininas  locais.  Contudo,  a  Escritura  não desconhece  que  Astarte  foi  a  deusa-tipo,  a  rainha  do  céu, exercendo  em  todos  os  tempos  seu  poder  sedutor sobre o temperamento feminino.” Na Bíblia, ela é citada em diversas passagens. (Is 47; Jz 2.13; 10.6; I Sm 7.3,4; 12.10; 31:10; II Rs 23.13).

Senhor Meu Deus, único e soberano sobre tudo e todos , a ti o meu louvor e reconhecimento para todo sempre e sempre.

Pr Jason

Ninrode, o Poderoso Caçador

Meditação do dia 04/02/2018

Cuxe gerou também Ninrode, o primeiro homem poderoso na terra. (Gn 10.8)

Ninrode, o poderoso caçador – Seguindo as preciosas instruções paulinas de que devemos aprender muito sempre que for possível, Examinai tudo. Retende o bem. (I Ts 5.21).  Com essa mentalidade vou escrever hoje sobe Ninrode. Propriamente nas páginas da Bíblia temos sua história bem resumida nesses versos que descrevem os descendentes de Noé e a colonização da terra no era pós-diluviana. A vida desse homem deixou legados que perpetuaram e se desenvolveram, embora nada de tão bom e proveitoso do ponto de vista de uma vida cristã monoteísta e de adoradores do Deus de Israel. A primeira descrição que se faz dele nas Escrituras é essa aí do texto base, como sendo o primeiro homem poderoso na terra. Leia-se nas entrelinhas, o primeiro homem com iniciativa de usar e valer-se da força para se impor e apropriar de posses e dominar pessoas. Ele tinha liderança forte e fez uso disso para suas próprias conveniências e ambições que se mostraram desmedidas. Em linguagem atual, ele começou a formar sua “gang” que se tornou uma “milícia” armada e daí uma orda de mercenários com intuitos de invadir, pilhar e dominar cidades, desde as pequenas até as maiores e mantendo-as sob seu domínio, ele foi formando um império. Ele foi o pioneiro nisso. Ele era um habilidoso caçador, algo que era muito útil e necessário para a subsistencia e provisão da família, mas que lhe deu vantagens sobre os demais e ele soube tirar proveito também para seus fins. Segundo estudos e pesquisas ele se destacava tanto em sua habilidade de cavalgar, que dava a impressão que ele e o cavalo eram uma só peça, tamanha a sincronia e destreza. Daí, o misticismo que tem o patrocínio dos infernos, já pegou a deixa e criou a figura do que hoje conhecemos na mitologia como “Centauro,” o cavalo com tronco e cabeça humanos, ou um homem com corpo de cavalo. Na Astrologia, ele representa o signo de Sagitário. Então o mal foi se apossando da figura e habilidade de um homem tendências e atitudes de rebeldia contra Deus e sua ordem de estabelecerem-se como civilizações espalhadas e espalhando-se por toda a face da terra, para colonizar e difundir o conhecimento e a adoração ao Deus Criador. Ninrode, opôs-se a se espalhar e começou a juntar pessoas e cidades sob a bandeira da rebeldia e da violência para montar seu império. Claro que uma idéia trás outra e de uma se passa para a outra e quando um homem desses morre, seu legado e cobiçado e normalmente dividido entre seus mais chegados e leais seguidores, que começam a criar suas novas versões e levando aos extremos de violência e crueldade, tanto para conquistar quanto para proteger e defender o já conquistado. Se qualquer de nós, aprofundar uma pesquisa sobre aquelas terras e localidades, culturas e governos, percebe-se que aquele espírito ainda atua com muita força e poder até aos nossos dias.  O mundo diz que é como termina que conta, assim os fins justificam os meios. Para os servos de Deus, conta-se o começo, o meio e o fim. O certo em alguma circunstancia pode se tornar errado ou pecaminoso; mas o errado e pecaminoso em circunstancia e em modo algum se tornará certo. Quando começamos algo novo ou vamos apoiar o início de algo precisamos saber que atitude, que espírito está atuando por trás disso. Quantas igrejas, ministérios, trabalhos, missões e outros mais foram iniciados por rebeldia, por competitividade, por orgulho, para provar que também podemos… Isso nunca será bênçãos ou promoverá o reino de Deus; pode até crescer, encher de gente, prosperar, ter sucesso, bombar… mas o princípio foi errado e a motivação nunca veio de Deus. Pode remendar, mas sempre estará esfacelando, destruindo vidas e produzindo sofrimentos. Princípio é princípio!

Deus pai, obrigado por nos dar o Espírito de poder, de amor e de moderação. O Senhor espera que façamos o certo, porque é certo. A obra do Senhor feita da maneira de Deus sempre terá o sustento e a bênção de Deus. Isso deve nos motivar e nos disciplinar no serviço do ministério do Senhor. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Pregoeiro da Justiça

Meditação do dia 01/02/2018

“E não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, pregoeiro da justiça, com mais sete pessoas, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios.” (2 Pe 2.5).

Pregoeiro da Justiça – Noé foi um pregador, e a sua mensagem tinha a ver com a justiça. Até aí, nenhuma novidade. Mas a minha meditação hoje, vai propor uma discussão sobre a justiça. Num mundo como o que vivia Noé, o pecado grassava por todos os lados e isso levou Deus a decretar um juízo contra aquela geração e enquanto Noé construía a arca, também proclamava a justiça divina, que atribuiria perdão e salvação aos que cressem e ou juízo punitivo e destruidor sobre os que rejeitasse a oferta da sua graça. Olhando isso com a ótica apresentada por João no capítulo 3, onde ele apresentar Jesus como resposta do amor de Deus ao mundo, ele diz que: “Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito filho de Deus. O julgamento é este: Que a luz veio ao mundo e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más.” (Jo 3.18,19). A Salvação condenação está diretamente ligada as escolhas que as pessoas fazem. Como nascemos já caídos, em relação ao estado original de Adão e Eva, hoje, não escolher um lado, já é uma escolha de permanecer no lugar e no estado que se está e sem Cristo, a pessoa está do lado errado; portanto não escolher ou escolher o pecado é a mesma coisa e termina em condenação. Certa vez Jesus falou: “Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus” (Mt 5.20). Isso é muito profundo, uma fez que os escribas e fariseus eram especialistas em fazer e cumprir a lei e os mandamentos em suas minúcias. Alguns deles dizimavam até o cheiro verde que plantavam no vaso em casa. Outros iam a extremos, que para nossos padrões, são fanáticos. O Talmude, relata até a história de uma jumenta de um rabino que se recusava a comer trigo de um judeu não dizimista. Claro, soa como piada, e deve ser. Mas Jesus diz que precisamos cuidar bem em termos de justiça. Isso tem a ver com uma vida prática de retidão e justiça. Não é apenas gostar de falar de justiça, mas viver justiça, praticar justiça, evitar a injustiça, adotar isso como estilo de vida. Fico até certo ponto preocupado, porque vejo brasileiros de todos os seguimentos clamando e até se manifestado contra a corrupção na política e no estado; mas essas mesmas pessoas, sonegam, assaltam caminhão de carga que tombam perto deles; não devolvem troco que recebido à mais, burlam regras, fazem gatos de energia, água, tv à cabo; colam na escola e por aí vai! Não estou falando de pessoas não cristãs ou não evangélicas; estou falando de dentro de casa. Essa justiça tem começar em casa, com os relacionamentos familiares, depois com os demais círculos e fazer disso um estilo de vida. Parece que se leva em conta apenas as grandes ações que envolvem os tribunais, as delegacias e a polícia, esses tipos de injustiças é evitado, mas isso não é tudo. O cristão, por natureza, tem que viver acima da média, acima dos valores éticos e morais aceitos universalmente. Era o que Noé pregava, era o que João Batista, Jesus, os apóstolos e a igreja pregava e devemos pregar e viver.

Senhor obrigado, por ser a nossa justiça em Cristo Jesus. Amém

Pr Jason

Deus Não Perdoou o Mundo Antigo

Meditação do dia 31/01/2018

“E não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, pregoeiro da justiça, com mais sete pessoas, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios.” (2 Pe 2.5).

Deus não perdoou o mundo antigo – Nossa mentalidade (falo da presente geração) foi moldada e formatada para uma consciência ecológica e ambiental, onde nada se perde, tudo se transforma. Maciçamente fomos e somos instados a lutar com unhas e dentes para “salvar o planeta” e evitar uma catástrofe universal com o risco da extinção da espécie humana no planeta. Olhado isso só com os olhos humanos, físicos e sociais, claro, temos que fazer nossa parte. O planeta é a nossa casa e quanto melhor e mais saudável ela for, melhor para todos. Mas olhando para esse globo azul, lindo, percebemos que ele também abriga um outro mundo, um de cunho espiritual que domina tudo e influencia tudo e que é controlado por uma força cósmica espiritual, totalmente antagônico a Deus e a tudo o que ele representa e ama. Deus criou tudo isso aqui, para ser o nosso lar e o lugar de nosso desenvolvimento, aperfeiçoamento e culto a Ele, o Criador. Isso aqui, foi originalmente projetado para ser um paraíso, um lugar de delícias; foi o pecado que abriu a porta para o devorador de mundos. Para quem dos leitores conhece um pouco mais da doutrina da redenção, sabe que nesse processo há os mecanismos de purificação, que vemos aplicados e simbolizados nos rituais do culto dos hebreus no Velho Testamento, devidamente regulamentados no Pentateuco, na jornada do Êxodo israelita para Canaã. É possível praticar a purificação por meio da água (lavando-se); por meio do fogo (queimando e depurando) e por meio do sangue (derramado e aspergido). O todo da doutrina ensina que tudo o que não pode ser purificado por meio desses elementos, o fim será a destruição. Objetos, bens materiais e etc, são purificados com água ou fogo e pessoas são purificadas por sangue. Fora disso, vira lixo e será destruído no devido tempo. “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado” (I Pe 1.18,19). Poderia buscar textos e mais textos para ajudar nas provas, mas estou escrevendo para cristãos sadios na fé que amam a Palavra de Deus e tem sabedoria suficiente para crerem e buscarem os demais textos por si mesmos e isso também os ajudaria no crescimento; mas ficar com esse de Pedro e um de Hebreus: “E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão” (Hb 9.22). Deus ama pessoas, valoriza pessoas, investe em pessoas e Jesus morreu por pessoas, ressuscitou por pessoas e voltará aqui para resgatar pessoas; ele foi para o céu preparar lugar para pessoas, tudo o que Deus realmente quer está sintetizado naquele texto de Apocalípse, que ainda está no nosso futuro: “E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue nos compraste para Deus de toda a tribo, e língua, e povo, e nação; E para o nosso Deus nos fizeste reis e sacerdotes; e reinaremos sobre a terra. E olhei, e ouvi a voz de muitos anjos ao redor do trono, e dos animais, e dos anciãos; e era o número deles milhões de milhões, e milhares de milhares, que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças. E ouvi a toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que estão no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre. E os quatro animais diziam: Amém. E os vinte e quatro anciãos prostraram-se, e adoraram ao que vive para todo o sempre” (Ap 5.9-14). É inútil esforçar-se para salvar o que já sabemos que não poderá ser salvo. Queimar recursos preciosos que poderiam ser utilizados para vidas humanas em seu bem estar físico, social e espiritual porque esses são remissíveis. Tudo o que essas instituições ambientais vem lutando e com pouco sucesso para restaurar, Deus o fará em sete anos, com uma mão nas costas. Ele prometeu que os justos herdarão a terra e certamente não deste jeito que está ou que ficará em bem poucos anos. Fique do lado de Deus, do lado da Palavra de Deus, do lado das promessas de Deus como fez Noé.

Ao Deus criador e preservador de todas as coisas, a nossa adoração e honra. Tu és justo e santo em tudo que fazes e eu concordo e louvo por seus grandes feitos. No nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Noé Condenou o Mundo

Meditação do dia 30/01/2018

“Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé.” (Hb 11:7).

Noé condenou o mundo – Condenar o mundo, rejeitar o mundo, reprovar o mundo; qualquer um desses termos já foi uma bandeira cristã evangélica, em tempos não tão distantes. O cristianismo era uma forte oposição a tudo o que o sistema de vida egoísta do mundo sem Deus oferecia. Havia uma nítida separação entre o santo e o profano; entre a luz e as trevas, cristão era cristão e era diferente, completamente diferente de um não cristão. Havia apenas uma dualidade de cores: preto e branco; salvos e não salvos; de Deus ou do mundo. Claro havia os radicais de ambos os lados e havia também a turma do “deixa disso,” que em nome de uma contextualização, atenuasse a dissidência e facilitasse uma interação. Aos poucos foi se criando uma terceira faixa, mistura do preto com o branco, com um tom de cinza; não demorou muito para essa faixa se alargar tanto que tomou praticamente o espaço das duas anteriores e agora é muito difícil saber quem é quem nesse mundo amalgamado do sincretismo religioso. Você liga tv e assiste a uma prédica eloquente, ousada e desafiadora e fica a pergunta no ar até o final: É um pastor? Um padre? Um holístico? Um filósofo? Ou nenhuma das alternativas acima? O que é evangélico e o que é gospel? O que é cristão e o que sincrético? Claro, as misturas vão muito além das vestes, gestos, rituais e petição de dinheiro e patrocínio para a “obra do senhor…. (qual deles?). As palavras da Bíblia em certos textos já ganharam outras interpretações e versões mais e mais distantes do que originalmente foi dito e escrito; vejamos o que João disse: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (I Jo 2.15-17). O sublinhado é meu, para destacar o peso dessas expressões e não vale torcer para chegar aos resultados de nosso interesse. O que a Bíblia diz é o que Deus diz e o que Deus diz, tá dito e pronto! Paulo também não alisou para agradar nem a gregos e nem a romanos: “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Rm 12.2). Pensemos também no peso destas expressões sublinhadas, porque elas falam por si mesmas. Outro texto interessante: “Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus” (I Co 2.12). Faz sentido? Veja um texto clássico da nova vida em Cristo: “E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados, Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência; Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também” (Ef 2.-3). Olhando as marcas sublinhadas que destaquei, nota-se que o mundo e tudo o que ele representa, é parte do nosso PASSADO sem cristo e com patrocínio de espíritos e entidades espirituais que de forma alguma queremos que façam parte de nossa nova vida. Já fizemos a nossa própria vontade e deu tudo errado; fomos salvos, porque estávamos perdidos e aquilo que não serviu naquele tempo, não serve agora também. Deus e o mundo são irreconciliáveis, porque Deus é luz e tudo o que isso significa; o mundo é apenas um fantoche sob manipulação de Satanás e nunca, nunca mesmo trará qualquer coisa boa aos filhos de Deus. Noé escolheu a salvação e do outro lado fica a condenação. Quando fazemos uma escolha, automaticamente rejeitamos o lado oposto – amar a Deus é odiar o mundo – ser salvo é não ser perdido – ser luz é rejeitar as trevas – escolher o amor é fugir do ódio. Noé salvou sua família e o propósito de Deus e com o mesmo ato condenou o mundo. Tente salvar os dois, o mundo não pode ser salvo. As reformas do mundo se deterioram muito rápido; Deus não reforma pessoas, ele as faz NASCER DE NOVO! É assim, ou vai para…..(misericórdia!!!!)

Senhor Jesus, obrigado por nos amar e salvar-nos do presente século mau e permitir uma nova vida de amor e comunhão com o Pai e o Espírito Santo. O mundo te condenou à morte e ressuscitastes ao terceiro dia; não podemos fazer acordo com o mundo e tudo o que ele realmente representa. Abra os nossos olhos e permita-nos ver além do físico e material, vermos como tu és e como tu vês. Em teu nome, amém.

Pr Jason

Salvação da Família

Meditação do dia 29/01/2018

“Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé.” (Hb 11:7).

Salvação da Família – Sempre que evangélicos pensam em salvação e em família, seus pensamentos voam logo para a expressão dita por Paulo ao carcereiro de Filipos: “Crê no Senhor Jesus é serás salvo, tu e tua casa” (At 16.31). Certamente a salvação é tão preciosa que queremos para nós e para os nossos amados. O preço que Jesus pagou para salvar uma única pessoa justifica enormes esforços para que todos tenham uma oportunidade de ouvir a palavra da salvação. Em todos os ensinos bíblicos, essa é uma verdade digna de toda aceitação e merece estudo, meditação e reflexão aprofundada da parte de todos nós. Jesus, ensinou que uma alma tem um valor intrínseco muito grande, impossível ao ser humano de liquidar uma fatura de uma única pessoa e nem a própria pessoa em si, possui recursos ou meios para salvar a si mesma. Isso é muito claro quando ele até contou a história do homem que acumulou muitos bens e disse para sua alma comer, beber e descansar em paz e Deus o contestou: “E disse: Farei isto: Derrubarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens; E direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga. Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?” (Lc 12.18-20). Esse desafortunado, imaginava e cria que os verdadeiros valores da vida, eram bens materiais e que com o mesmo padrão que vivia aqui na terra, também garantiria seu lugar na eternidade. Mas estava completamente errado e Deus fez a grande pergunta da vida: “e o que tens preparado, para quem será?” Será que você ou eu já pensamos na resposta a essa pergunta? Noé preparou uma arca para salvação de sua família e no dia certo, no momento certo, lá estava ele e a sua família dentro da arca. Os pais hebreus na noite da morte dos primogênitos no Egito, estavam naquela noite, dentro de casa, com o cordeiro assado e o sangue passado nas vergas das portas e toda a família, incluindo o primogênito, dentro de casa, conforme a instrução de Deus e todos foram salvos. É tão comum hoje, vermos pais e mães, verdadeiramente comprometidos com Cristo, com o Evangelho e com a causa do evangelho, mas não para sua família; pois à medidas que as crianças se tornam adolescentes e jovens, se desviam dos caminhos de Deus e dos ensinamentos da Palavra de Deus e com plena cobertura e consentimento dos pais. Os velhos vão para o culto e os filhos vão para… Pais e pastores e pais pastores torcem a verdade da palavra e das doutrinas, inventam novas versões da graça divina que agora toleram pecados de toda natureza e os filhos estão liberados para tudo que der na telha e em alguns casos são até intocáveis. Eu também sou pai e sou pastor, posso concordar que temos que amar e proteger nossos filhos até o limite do infinito e se tem alguém que deve fazer isso, obviamente são os pais; mas negar a verdade, torcer a verdade, para acomodar o pecado e a irresponsabilidade, não tem cabimento algum. Paulo disse: “Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus? )” (I Tm 3.4,5). Uma outra pergunta que pais, pastores e cristãos em geral precisam responder: “Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? Ou, que daria o homem pelo resgate da sua alma?” (Mc 8.36,37). Igrejas, famílias e ministérios ganhando almas aos montões, batizando, fazendo festa e publicando nas redes sociais os resultados, mas entre tantos, não estão os filhos e familiares deles…. nossos… e aí? Deus mandou Noé construir uma arca e salvar sua família; o que Deus mandou você fazer? Sua família tá dentro também?

Pai, eu olho para a tua Palavra e vejo o teu servo Abraão, meu pai na fé, receber uma palavra tua, que ele bem ordenaria sua casa e seus filhos andariam pelos seus caminhos; e assim foi e é até hoje. Quero manter-me fiel a ti e aos teus ensinos, e isso inclui levar minha família a andar contigo, e chegarmos juntos ao porto desejado onde o Senhor Jesus nos aguarda. Oro, hoje, em intercessão pelos pais e famílias que serão provocadas por essa meditação, que eles verdadeiramente se despertem e construam um ministério conforme tua vontade, mas que caiba as famílias deles dentro, como é o teu desejo de ter uma grande família, com muitos filhos, transformados todos à imagem do primogênito, no nome de quem oramos e esperamos em fé. Amém.

Pr Jason

Pela Fé

Meditação do dia 28/01/2018

“Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé.” (Hb 11:7).

Pela Fé – Fé e obediência sempre andam juntas, tal qual dúvida e incredulidade também são parceiras inseparáveis. A fé é uma faculdade do espírito e não da alma, por isso pode e deve ser nutrida e desenvolvida à nível espiritual. Assim como pode ser desenvolvido e aprimorado o corpo físico humano, levando-o a máxima eficiência e destreza; como o fazem nos esportes de alto rendimento. Também é possível fazer o mesmo com a alma, especialmente via intelecto, aperfeiçoando congnitivamente os processos de aprendizagem e utilização do potencial da pessoa. Não é nada diferente com o espírito humano. Isso pode ser conseguido através de disciplinas espirituais que praticadas com constância, eficiência e perseverança, trarão resultados tão significativos quanto o alcançados com o corpo e a alma. Estou falando de vida de oração, jejum, meditação bíblica, adoração, comunhão e vida de santidade em contínuo crescimento. As pessoas atletas se dedicam ao extremo e até se sacrificam por aquilo que “acreditam” e colocam como metas ou foco de sua carreira e muitos atingem o ápice. Pessoas ditas comuns dedicam horas e horas em academias e etc. para alcançarem bons resultados no condicionamento físico e também “acreditam” naquilo, por isso investem tempo, dinheiro e muita dedicação e disciplina para atingirem seus fins e muitos conseguem excelentes resultados. Não será que na parte espiritual com uma verdadeira disciplina e metodologias adequadas, o normal seria também atingir altos índices de performances? Acredito que sim e as Sagradas Escrituras me dão vasto material de apoio. Sem pensarmos em críticas ácidas, mas apenas fazendo comparações, já seria suficiente para concluirmos que a falha não está na dificuldade com as verdades espirituais, mas na prática diária: 1. Quantas vezes ao dia nos alimentamos fisicamente? E com que qualidade? 2. Quantas vezes ao dia nos alimentamos espiritualmente? E com que qualidade? 3. Qual a regularidade de nossos exercícios físicos e de condicionamento pessoal? 4. Qual a regularidade de nossos exercícios espirituais e devocionais? Alguma dúvida do por quê da diferença nos resultados? Assim como entre atletas e frequentadores de academias, há pessoas sérias e comprometidas, há também os que procuram caminhos mais fáceis e burlam as regras, utilizando drogas, bombas, falsificando exames e resultados camuflando a verdade que o tempo se encarrega de provar o contrário. O mesmo vemos também nas práticas espirituais com os cambalacheiros e mascates da fé. Simulações de vida cristã, de espiritualidade, de devoção; havendo tanto os que promovem quanto os que fazem uso. Tanto nas academias, nos estudos e na fé, não existem resultados milagrosos sem esforço, suor e lágrimas. Para resultados de alto rendimento, são necessários altos investimentos. Sem exceção!

Obrigado pelos amados irmãos do passado que investiram em suas vidas e ministérios e fizeram a diferença no seu tempo. Agora é a minha vez! Graças, Senhor pela oportunidade de servi nesse tempo e nesse momento da história da igreja. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason