Com Quem Compartilhar as Bênçãos

Meditação do dia 08/07/2018

 “Mas que irás à minha terra e à minha parentela, e dali tomarás mulher para meu filho Isaque.”  (Gn 24.4)

 Com quem compartilhar as bênçãos – Estamos vivendo o tempo do politicamente correto; socialmente aceitável, ecologicamente viável. Mas pouco se pensa ou se diz da posição espiritual esperada por Deus, e confirmada na Palavra de Deus. Os princípios que fundamental as relações humanas, são tão antigas quanto a própria humanidade. Normalmente uma coisa deriva da outra. Desde cedo, vimos a raça humana se dividindo entre aqueles que continuaram tementes a Deus e procurando viver sua vontade em obediência e cultivando esses valores e outro grupo que escolheram a independência e a separação de Deus e das coisas espirituais. Começou com os descendentes de Caim e os de Sete, e em poucos tempos já estavam à beira do precipício nos dias de Noé e veio o dilúvio e inundou tudo. Do outro lado, saindo da arca, imaginava-se, começar tudo certo, tudo de uma linhagem fiel. Mas em bem pouco tempo os homens já estava construindo a Torre de Babel e com propósitos bem avessos às determinações divinas. Nos dias de Abraão, ainda em Ur dos caldeus, o mal, a idolatria, a desobediência e a violência já era parte corriqueira da civilização. Não é verdade, mas dá a impressão que Abraão era o único remanescente da linhagem justa e reta diante de Deus. Daí em diante, tudo o que aconteceu e está nas páginas sagradas, descrevem os confrontos de justiça e injustiça e a luz e as trevas se confrontaram de forma bem acirrada. A cultura assimila e imprime valores que vão sendo disseminados nos indivíduos, que formam famílias, tribos, povos e nações e a verdade, o engano, a justiça e o pecado vão se confrontando e fazendo adeptos de geração em geração. Na história de Abraão ele se aliançou com Deus e assumiu o compromisso de viver a vontade do Senhor e disseminar isso entre os seus descendentes dentro de pacto eterno, de geração em geração até que o Messias perpetuasse em si mesmo a eternidade da promessa. Assim como Abraão ganhara de Deus uma linhagem por promessa, sua família na mesopotamia, também fora agraciada com filhos e assim dar a possibilidade das promessas se cumprirem dentro de uma família temente a Deus e comprometida com essa aliança. Abraão fez questão de procurar uma esposa para Isaque, dentro de uma linhagem que assimilava as promessas de Deus e pudesse ser consorte do herdeiro do pacto e das alianças. O casamento não deveria ser apenas um evento social e um instrumento de perpetuar gerações, mas um canal de validar um propósito eterno e abençoado. Embora nossa realidade seja outra e até já estamos vivendo na Nova Aliança, mas negligenciar os princípios ainda hoje trás consequências terríveis para os violadores do pacto. Cristãos tomam decisões que envolvem a sua fé, a sua herança espiritual e seu compromisso de cidadão do reino de Deus, sem levar em conta, quaisquer responsabilidades espiritual. Fazem o que Novo Testamento ficou caracterizado com “jugo desigual” – celebram uma união de vidas que são templos do Espírito Santo, com outra vida, sem essa qualidade, com até compromissos opostos e dizem estar tudo bem. Pessoas vocacionadas se enrolam na vida por causa de passos errados que os impedem ou limitam de cumprir seus destinos e acabam por perder até a própria identidade. Com quem devemos compartilhar nossas bênçãos adquiridas por preço de sangue, lá na cruz? A aparência vale tudo isso? As conveniências sociais compensam? Valores materiais compram bens eternos? Manter um suposto status, é válido a qualquer preço? Nossas convicções de fé e o compromisso com a aliança eterna e sagrado, vai até onde? Fazer por que todo mundo tá fazendo, realmente justifica? Vamos pensar nisso!!!

Senhor, obrigado por ser santo e separado do mal, sem qualquer chance de aproximação ou aliança com o mal e as trevas. Obrigado por Jesus ser o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Queremos continuar afastados do mundo e de seus modelos de conveniências, que diluem a validade das promessas do Senhor para nossas vidas. Estamos aqui para ser sal e luz, e isso é bem específico, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

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