Dízimo é Gratidão

Meditação do dia 24/06/2019 

 “E esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo.” (Gn 28.22)

 Dizimo é Gratidão – Falar de dízimo não é um assunto atraente, principalmente vindo de um pastor; mas é um assunto tão bíblico como qualquer outro e faz parte das boas práticas da fé e das disciplinas espirituais que todos os servos de Deus devem cultivar em suas vidas. A primeira citação sobre o assunto foi feito no tempo de Abraão, quando do seu encontro com Melquizedeque, sacerdote de Deus e a quem o patriarca honrou lhe entregando um décimo de tudo o que recuperara em despojos quando foi à guerra para libertar seu sobrinho Ló. Evidencias históricas constam que dizimar já era uma prática antiga nos tempos de Abraão entre os povos e civilizações. Então não se pode atribuir a uma invenção da cabeça de Abraão empolgado por ter conseguido êxito no combate e libertação de reféns daquelas cidades-estados próximos de sua residência. Nem tampouco vale atribuir à Lei dada aos Israelitas. Isso é vereda antiga, acompanha a humanidade e a prática de cultuar a Deus. Com exceção da avareza, não há nenhuma outro justificativa para se negar esse tributo de fé que na verdade nem faz parte do culto, ele É CULTO! O dizimo praticado no cristianismo, tem esse DNA de Jacó e de Abraão; que o fizeram inicialmente (em termos de registro sacro) por gratidão e reconhecimento da presença provedora do Altíssimo. Alguém sabiamente disse que o dízimo é a muralha que o adorador edifica ao redor de si para evitar a avareza. Reconhecemos ao senhorio de Deus sobre tudo o que está em nossas mãos, pois o exercício da boa mordomia nos leva reconhecer que todo pertence a Deus e nós somos apenas e tão somente mordomos, administradores desses bens. Sabemos que todo mordomo precisa agir com responsabilidade e fidelidade, porque os bens são do seu senhor e compete a ele administrar e tornar aquilo produtivo. Quando a nação de Israel esteve longe de Deus e envolvida em desvios de conduta e práticas idólatras e sofrendo por seus pecados, a nação foi exortada pelo profeta Malaquias, para que retornassem para Deus e para as práticas de seus cultos, incluindo trazer “todos os dízimos” à casa do tesouro, para que houvesse mantimentos e provisões para os sacerdotes (M. 3.10). Nos tempos de Nosso Senhor Jesus, ele foi atacado e pressionado, julgado e criticado em todas as áreas, mas ninguém acusou Jesus de não ser um dizimista; pode acreditar, com aquele farisaísmo todo daquelas pessoas, elas não perdoariam e não o insultariam por ser um “mestre” que não cumpria a lei. Eu, não tenho problema com isso – Jesus era judeu, vindo de um lar piedoso e cumpridor da lei e sem dúvida alguma ele era dizimista. Mas não estou tentando de convencer disso; apoio a prática, como algo que só enriquece a pessoa que generosamente reconhece a Deus como dono e senhor de tudo e é aquele que lhe provê tudo e em todas as necessidades. Dizimar é uma forma de adorar e agradecer, sem se apropriar daquilo que pertence pro direito a Deus.

 

Senhor, graças damos por todas as provisões dispensadas para comigo e minha família e também para com a igreja local. Mesmo em tempo de crises e dificuldades, a mão do Senhor continua poderosa e generosa sobre nós. Tudo é teu e o reconhecemos como Senhor dos céus e da terra, o legitimo proprietário, e nos os mordomos e administradores, nosso dízimo sempre será um tributo de louvor e gratidão, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

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