Riqueza: De Onde Vem e Para Onde Vai

Meditação do dia: 23/03/2020

Porque toda a riqueza, que Deus tirou de nosso pai, é nossa e de nossos filhos; agora, pois, faze tudo o que Deus te mandou.(Gn 31.16)

 

Riqueza: De Onde Vem e Para Onde Vai – O propósito principal das nossas meditações, é a edificação pessoal, através do devocional como estilo de vida; Meditação na Palavra de Deus é um dos aspectos importantes de um bom momento à sós com Deus. Juntamente com a oração, a leitura, a intercessão, o louvor, a adoração e até se pode acrescentar outras disciplinas espirituais. Costumo dizer, que juntar duas ou mais coisas boas, a tendência é ficar melhor ainda. Veja bem, só o ato em si de separar um tempinho para o momento devocional, já é o exercício de disciplina; pois os afazeres e as inquietações da vida, insistem conosco o tempo todo, que há coisas mais sérias, mais urgentes e inevitáveis a serem feitas primeiro. Não é verdade! “Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça e TODAS AS DEMAIS COISAS, vos serão acrescentadas.” (Mt 6.33). Foi o que Jesus disse! Ele entende isso de todos os lados possíveis: do lado divino, de quem é adorado e recebe orações e louvores, pois é Deus e estava na eternidade até se encarnar e vir estar entre nós em forma humana. Como homem, ele cultivava momentos devocionais à sós com Deus, levantava mais cedo, saía para ficar sozinho, jejuava, orava, louvava etc. Como mestre, ele era um Rabi, ainda que não com credencial da religião oficial, mas todos, até sacerdotes e escribas o reconheciam e sabemos que ele tinha autoridade no que fazia e ensinava. Ok. Feita a introdução e dadas as explicações que ninguém pedira, mas os três leitores mais assíduos que me acompanham acham que é bom esclarecer isso de vez em quando. Não tomo partido ou lado em questões doutrinárias e teológicas, embora claro, tenho minhas convicções e sou membro de uma Convenção e uma Ordem de Ministros, que primam pela boa saúde doutrinária, batisticamente falando. Mas aqui, é devocional, alimentar e apoio à prática devocional da Palavra de Deus. O texto de hoje, levaria a uma dessas boas razões para discutir sobre riquezas, materialismo, teologia disso ou daquilo, transferência de riquezas, boa mordomia e um caminhão de possibilidades; nesse caso, aproveita a dica e aprofunde na que melhor te servir. Entre a teologia da prosperidade e a teologia da miséria, escolho a teologia do equilíbrio bíblico – nem tanto ao mar e nem tanto à terra. Riquezas e bens são coisas, e coisas são para serem adquiridas, utilizadas, servidas, repassadas e transferidas e deve-se possuí-las, mas se deve ser possuído por elas. Riquezas e bens cumprem funções muito importantes e nobres, como podem destruir e corromper, mas em ambos os casos, o X da questão está no coração e no caráter das pessoas e não nos bens em si. Hoje, 23/0/03/20 o ouro está cotado a R$ 255,66) duzentos e cinquenta e cinco reais e sessenta e seis reais o grama; uma barra de um quilo, equivale a R$ 255.660,00. Essa barra vale isso em grana; pode servir para peso de papel sobre a mesa; pode servir para escorar a porta para o vento não bater; serve para enfeitar uma estante, serve para atirar num animal que está querendo atacar… em si, é só um peso de um quilo. Agora, o que ele vai provocar no coração de diferentes pessoas, tem à ver com escolhas morais, espirituais e valores de vida. Para Lia, os pais trabalham para cuidar dos filhos e dar-lhes os cuidados necessários, poder transferir alguma coisa para eles, sendo possível faz bem, mas tem coisas mais valiosas do que dinheiro, riquezas e bens. Há pessoas que são tão pobres, que a única coisa que eles tem na vida é dinheiro e eles já descobriram que isso não é tudo, aliás, alguns até se prontificam a dar tudo que possuem, por um pouquinho do que outros tem. Devemos ensinar e treinar nossos filhos sobre o valor das coisas e não sobre o preço. Devemos prepara-los para viver uma vida de fé, serviço, culto e temor de Deus, e não apenas para conseguir um emprego e arrastarem-se pela vida em função de salário e comida. Para os filhos e adoradores fiéis, Deus supre, sempre, com fartura, precisão e sem dores e preocupações: Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus amados o sono. Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem (Sl 127.1,2; 128.1,2). Lia estava consciente de que apenas estava acontecendo um ato da justiça divina, pois aquilo que lhes fora de direito, e que o pai tirara, agora estava de volta como patrimônio para os filhos, que eram por direito e por aliança, os beneficiários das bênçãos materiais que acompanhavam a vida de Jacó, pela sucessão das bênçãos de Abraão na aliança com Deus. Ame as pessoas e utilize as coisas! É proibido fazer o contrário, nossa religião não permite!

Pai, somos filhos e herdeiros e co-herdeiros com Cristo das insondáveis riquezas da glória e do conhecimento de Deus. Todas essas coisas estão disponibilizadas e acessíveis para os trabalhadores do Reino e para os que confiam no Senhor e nas provisões divinas. Nada nos faltará, porque o Senhor é o nosso Pastor. Podemos todas as coisas, em Cristo que nos fortalece. Graças te rendemos e louvamos o teu santo nome, todos os dias, em todos os tempos e faremos isso de geração em geração, pelos séculos dos séculos, porque teu é o reino, o poder e a glória em Cristo Jesus. É nesse nome poderoso que oramos, amém.

Pr Jason

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