A Maldição da Crucificação

Meditação do dia 03/08/2015

Dt 21.22,23 “Se alguém houver pecado, passível da pena de morte, e tiver sido morto, e o pendurares num madeiro, o seu cadáver não permanecerá no madeiro durante a noite, mas, certamente, o enterrarás no mesmo dia; porquanto o que for pendurado no madeiro é maldito de Deus; assim, não contaminarás a terra que o SENHOR, teu Deus, te dá em herança.”

A maldição da crucificação – A crucificação de Jesus Cristo, lá no Monte Calvário, nos arredores de Jerusalém, foi um fato histórico de muita relevância para a nossa fé. Isso tem sentido espiritual muito forte para nós. Ali, naquela cruz, está o centro de toda a história humana, e o maior ato de amor demonstrado por Deus em dar o seu filho para resgatar uma raça toda em rebelião; Jesus oferecia a si próprio como sacrifício em favor de quem ele chamava de amigos. O que deveria ser um quadro tétrico, horripilante, para muitos, nada mais é do que uma história de um homem bom, preso e torturado por homens maus; para outros, é um bela tema, para artes, que inspira artistas de todos os tempos. Até os políticos tiram sua fatia dizendo que ele era um agitador entre as “classes menos favorecidas e oprimidas” e por incomodar a “elite burguesa” pagou com a própria vida. Alguém mais precavido nos diria: “O valor daquilo está no que cada um acredita.” Pois bem, O que aconteceu ali, foi um ato soberano do amor de Deus, que ama todos os pecadores e quer o melhor para eles, queiram eles acreditar nisso, ou não, queiram aceitar ou não! Deus estabeleceu um plano de salvação abrangente, unilateral e disponível a todos. Se eu acredito ou não, isso não altera nem o amor de Deus por mim, e nem a capacidade do perdão disponível em Cristo. Mas a minha atitude, define o meu destino e a minha sorte, com relação à eternidade. Da mesma forma que Cristo pagou um preço por mim e o colocou disponível, também esse preço serve de divisor, entre ser salvo e não ser. O mesmo Deus de amor, é igualmente de justiça e juízo. Tudo muito intenso, muito puro e muito definitivo. A lei previa que pena de Morte por crucificação ou de alguma forma pendurado em madeiro, tornaria a pessoa maldita diante de Deus. Jesus não havia cometido um único pecado, em toda a sua vida e nada justificaria sua prisão ou sentença capital; mas porque então aconteceu? Ele não morreu ali, por ele, mas por mim, me substituindo, porque meus pecados eram muitos e não tinha como me salvar. Ele sendo justo assumiu o meu lugar, transferindo para mim a sua justiça; assim ele morria e eu vivia.Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro ), (Gl 3.13). Eu preciso compreender o amor de Deus, amor esse que se atreve a ir ao sacrifício extremo para me abençoar. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. (Rm 5.8). Aquela cruz mudou a minha vida! Ela pode mudar a sua. Há uma música antiga cuja letra dizia assim: Madeiro Lavrado

Cortaram madeiro, fizeram uma cruz para o meu Salvador

Madeiro lavrado, com pregos cravados, pesado ficou

Ele carregou a cruz, no caminho caiu

Mas Deus deu-lhe graça, morrendo na cruz

Por mim e por ti

 

Coro:

Foi feita assim, a cruz do Salvador

Madeiro lavrado, com pregos cravados

Pesada ficou

 

Perante Pilatos Jesus foi levado como um malfeitor

Chegando a ele, olhando ao Mestre, assim perguntou:

És o rei dos judeus? Disse Jesus: na verdade eu sou

O meu reino é eterno, não é desse mundo, daqui eu não sou

 

Chegando ao Calvário, pregaram na cruz, o meu Salvador

Com a coroa de espinhos, sua fronte sangrava, ao Pai suplicou

Transpassado de dor ficou o meu Salvador

Às três horas da tarde inclinou a cabeça e ali expirou.

 

Você pode ouví-la em várias versões, na Net, se não a conhece. Mas pense bem sobre tudo o que aconteceu na cruz, ela tem uma mensagem de vida, de vitória e de bênção.

Pr Jason

Saindo em Desvantagem

Meditação do dia 02/08/2015

Dt 20.1 “Quando saíres à peleja contra os teus inimigos e vires cavalos, e carros, e povo maior em número do que tu, não os temerás; pois o SENHOR, teu Deus, que te fez sair da terra do Egito, está contigo.

Saindo em desvantagem – é uma condição que não parece nada agradável. Quando saímos à luta, o desejo e iniciar e terminar em vantagem e no final sermos de fato, vencedores. Mas na realidade do dia a dia, nem sempre isso acontece, mas nem por isso deixamos de lutar. Os hebreus, tinham uma peleja, uma luta que era a nível físico, militar mesmo; era guerra contra povos que deveriam ser conquistados e retirados daquela localidade. Eles precisavam de treinamento e equipamentos militares, para enfrentar outros exércitos que muitas vezes era superior a eles numericamente e também em habilidade e experiência em combates. Nem sempre uma batalha se vence por ter maior ou melhor preparo, mas uma boa estratégia, por salvar o dia. Outras situações demanda uma abordagem mais diplomática ou negociações. Já outras, o confronto é inevitável e a intenção do inimigo é destruir tudo que lhe vier à frente. Nossas, lutas hoje, estão em outro campo; embora, ainda haja guerras e pelejas militares em nossos dias em alguns países; ou guerrilhas em outros, e no Brasil enfrentamos ações hostis entre grupos de bandidos, geralmente ligados ao tráfico de drogas e armas, que debatem contra o estado e suas forças de segurança; mas em geral, estamos à muitos anos sem ter envolvimento bélico em termos de nação. Mas nem por isso, estamos livres de outras batalhas para garantir o pão de cada dia, o conforto e a segurança da família e como ministros do Evangelho, temos batalhas espirituais duríssimas, para que a verdade de Deus chegue aos corações e produza libertação e salvação. A fé cristã, tal qual é, bíblica e espiritual, já nasceu sob pressão, inicialmente dos líderes religiosos judaicos que marcaram cerrado a Jesus e aos primeiros discípulos. Jesus foi preso, julgado e sentenciado à morte de Cruz e executado pelos romanos com a bênção e a sanção das autoridades religiosas judaicas. Os primeiros discípulos sofreram duras perseguições e morte, começando por Estêvão, primeiro mártir da fé cristã, morto por apedrejamento, liderado por Saulo de Tarso, posteriormente se converteu e tornando se o Apóstolo são  Paulo. Depois foi Tiago, que era irmão de João, e assim sucessivamente; dos doze discípulos originais de Jesus, apenas João, não morreu martirizado. Desde então, os cristãos passam apertado em todas as épocas, e em todos os sistemas de governo, e hoje não estamos livres, como temos visto nos países árabes, china, em quase todo o Oriente, e África. Nem vamos falar dos territórios sob controle do chamado “Estado Islâmico.” Nunca fomos a maioria, e nos poucos lugares ou ocasiões da história, que isso aconteceu, não houve vantagem, a corrupção e os desmandos institucionais da igreja, estragou o que era bom ou poderia ser. Mas não precisamos ser a maioria, precisamos ser eficientes, no papel a que servimos, “Sal e luz” para esse mundo. Um pouco de sal, tempera e preserva uma massa muito maior do que o seu e uma pequena luz, afasta qualquer treva, por mais densa que seja. Deus sempre esteve conosco, e sempre estará do lado da verdade, do bem e dos que lutam para manter o amor como força maior para os corações. Lute com fé, lute com amor e não se esqueça de usar o equipamento certo, que está ali em Ef 6.10-18. Tenha hoje, um bom combate, não desista e nem desanime da sua fé!

Pr Jason

Marcos Antigos

Meditação do dia 1º/08/2015

Dt 19.14 “Não mudes os marcos do teu próximo, que os antigos fixaram na tua herança, na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá para a possuíres..

Marcos antigos devem ser levados em consideração. Nem tudo que é antigo, é velho, e nem tudo que existe a muito tempo está obsoleto ou se tornou descartável. A vida ensina lições preciosas que se levadas à sério, nos poupam desgastes, prejuízos e dores de cabeça. Se você que está lendo essa meditação, tem até vinte anos, posso lhe assegurar, que não entendes muito sobre o significado da palavra “durabilidade.” Sua geração, já é marcada por uma etapa de crescimento e desenvolvimento acelerado e muitas coisas que para você fica obsoleto e inútil em um ano, precisa saber e considerar que nem sempre foi assim. O mundo “andava” bem mais devagar, a não muito tempo antes de você nascer. Para os mais experientes, vive-se um misto de perplexidade com as novidades e uma nostalgia com as coisas que eram boas e hoje não se usa mais e estão ficando no esquecimento. Mas também, tem coisas, que nunca, devem mudar, ou não devem mudar sem a devida cautela e segurança de que se está fazendo o certo, no momento certo, com o procedimento certo. Literalmente, nosso texto bíblico, fala de medidas agrárias, se refere a área da cartografia, da agrimensura. Tem à ver com as propriedade, sejam elas urbanas ou rurais. Então se uma propriedade pertencera a determinada família por gerações e ela tem lá os seus limites e confrontações com os vizinhos, isso fora estabelecido e convencionado à muito tempo em comum acordo ou em acordo judicial, mas estabelecido e respeitado. Um jovem herdeiro, não poderia simplesmente, ir mudando as marcações e as colocar onde bem entendesse. Há uma história de lendário jogador de tênis, que não era lá dos melhores, e não acertava muitas bolas boas e o que ele fazia para manter-se bem? Mandava mudar as marcas da quadra, alargando-as para que assim as suas bolas caíssem sempre dentro. Claro, isso é trapaça. Muita gente boa, não consegue conviver com as normas e padrões da sociedade estabelecidos à gerações e simplesmente descarta tudo, como sendo coisas de “velhos” e estabelece suas próprias regras. Isso tem consequências! Mais cedo ou mais tarde, elas virão e cobrarão o preço da irresponsabilidade. Deus estabeleceu padrões, para pais educar seus filhos, para os filhos honrar seus pais, para os jovens se relacionarem e estabelecerem novas famílias pelo casamento; Deus tem e estabeleceu padrão de família e convivência e tudo isso tem sentido, motivo e propósito. Quando alguém não entende o motivo ou propósito de algo e simplesmente descarta, o resultado pode ser desastroso, quando não perigoso. Um exemplo clássico disso, foi a decisão chinesa, política de estado de limitar o número de filhos a apenas um, para conter o crescimento populacional. Cinquenta anos depois, isto é, agora, essas primeiras gerações, são as famílias atuais, com um casal, casados, filhos únicos, para cuidarem de quatro idosos; eles, por não terem irmãos, agora, não tem cunhados, primos, e os filhos não tem tios e não terão primos… uma família mutilada! Isso foi pensado no inicio? Garanto que não! Mudaram um marco antigo e agora, como corrigir! Espiritualmente, socialmente existem marcos importantes, que não devem ser mexidos. Procure entender, antes de exterminar algo!

Pr Jason

Um Profeta Semelhante a Moisés

Meditação do dia 31/07/2015

Dt 18.15 “O SENHOR, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvirás.

Um Profeta Semelhante a Moisés. No Velho testamento, o profeta era um ofício de muita importância para a comunicação espiritual entre Deus e o seu povo. O profeta, tal qual o sacerdotes, eram ministros que intermediavam a comunhão e a revelação da vontade e da palavra de Deus ao povo. Se em certas situações adotamos a expressão “via de duas mãos”, para designar uma situação de ação e reação, retorno de algo emitido, assim eram também o ministério dos sacerdotes e dos profetas. O papel do sacerdote era mediar a relação do adorador com o seu Deus, apresentando e representando-o diante de Deus, através das ofertas, orações, sacrifícios e nos rituais de purificação e assim por diante. A pessoa, não tinha acesso direto à Deus no seu culto, ele precisava do serviço especializado do sacerdote. O profeta, era a via de retorno, ele representava Deus diante dos homens, ele era a boca de Deus; o que ele falava, tinha peso como palavra de Deus. Veja um exemplo em que o próprio Senhor, representa isso através de dois homens, numa missão importante. “Então, disse o SENHOR a Moisés: Vê que te constituí como Deus sobre Faraó, e Arão, teu irmão, será teu profeta. Tu falarás tudo o que eu te ordenar; e Arão, teu irmão, falará a Faraó, para que deixe ir da sua terra os filhos de Israel” (Ex 7.1,2). O profeta fala em nome de Deus, devendo ser pessoa de caráter íntegro para que não profane a mensagem recebida e assim produza engano e confusão. Lembrando, também que o ofício de profeta, tal qual víamos no Velho Testamento, não existe no Novo Testamento, o último dessa linhagem foi João Batista, primo e precursor de Jesus Cristo, que nasceu com a missão de preparar o caminho para a chegada de Jesus, o Salvador. Por falar em Jesus, como o Messias, é ele mesmo, a pessoa a que Moisés se referiu nesse texto de hoje. Moisés, a quem também se pode atribuir ofício profeta, profetizou em nome do Senhor Deus, que a nação, receberia, futuramente um profeta semelhante a Moisés, a quem eles deveriam ouvir. Tal qual Moisés, que liderou o povo em seu processo de libertação do cativeiro no Egito, e os conduziu ao deserto e os levou à terra prometida; assim o profeta semelhante a Moisés, que é Jesus, viria para libertar os povos de um cativeiro infinitamente maior e mais destruidor do que aquele físico, que os hebreus tiveram, por um tempo determinado. O pecado prende, escraviza, destrói no tempo e na eternidade, e só alguém com poderes atemporais, poderia desfazer isso. Jesus não só indica o caminho, como ele próprio é o caminho; não apenas fala sobre a verdade, como ele é a verdade encarnada; não apenas fala de conceitos sobre a vida, mas ele é a própria vida. Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. (Jo 14.6). Esse profeta, precisamos ouvir, disso depende a nossa vida e o nosso destino eterno. Conheça-o!

Pr Jason

O Rei não pode ser EEstranho

Meditação do dia 30/07/2015

Dt 17.15 “estabelecerás, com efeito, sobre ti como rei aquele que o SENHOR, teu Deus, escolher; homem estranho, que não seja dentre os teus irmãos, não estabelecerás sobre ti, e sim um dentre eles.

O Rei não Pode ser Estranho – Como todos os aspectos de uma nação organizada e progressista, aquele contingente de pessoas, peregrinos num deserto por quarenta anos, sob uma liderança de Moisés e auxiliares e dependendo de consultas a Deus para tomar medidas, iria amadurecer, se tornar nação e andar com as próprias pernas. Foi então que Moisés trouxe a mensagem de que um dia eles iriam sentir a necessidade de formar um governo e a ideía mais comum era de uma monarquia, porque também era o sistema mais vigente no mundo e eles foram criados conhecendo esse modelo de gestão. Eles poderiam ter inovado e adotado um sistema diferente, ou até inovador para a época; mas é muito forte no ser humano, o desejo de ser um pouco parecido com os pares ao redor. Gosta-se muito de copiar, imitar o vizinho bem sucedido. Nações bem sucedidas servem de modelo, ainda que seja bem sucedido apenas na cabeça de uma elite que queira implantar semelhante sistema, mas com o seu “jeitinho.” Para apenas informação cultural, nessa mesma época, em que os judeus estavam entrando em Canaã, para começarem suas vidas como nação; não muito distante dali, no mediterrâneo, os gregos estavam no auge de sua civilização, como a conhecemos e como ficou na história. Fídias, estava construindo o famoso Parthenon de Atenas. Era um modelo de “Democracia.” Que modernamente virou febre no mundo agora à pelo menos dois séculos. Regra que faz parte da constituição de todo pais, que eu saiba: Para ser governante, precisa ser cidadão nato. Olha isso aí, na Bíblia! O contexto ensina que entre as proibições primárias ao futuro rei, havia duas coisas: Cavalos e Mulheres – explico: Ele, o rei, não deveria multiplicar cavalos e nem ser polígamo, encher a casa de esposas e amante e concubinas etc. Os cavalos na época era a medida da força de um rei, em termos militares. Ter muitos cavalos, significaria que sua confiança em governar e proteger a nação estaria nas suas mãos e não em Deus. Além de que a manutenção desse sistema é dispendiosa e recursos úteis para custear o bem estar da população, estaria se queimando em ações de guerra e também sacrificando vidas em campos de batalhas; ser pacifista e uma nação não belicosa é mais viável até economicamente. Já as mulheres, a versão, é a mesma moderna, para evitar a imoralidade, promiscuidade e garantir um modelo de família que justificaria a mais bendita de todas as esperanças daquela nação, que seria o nascimento do Salvador, o Messias. Esse seria o maior legado da nação judaica ao mundo. Podemos até dizer, que eles existiram para cumprir esse propósito. Toda pessoa, nasce para cumprir um propósito especial, individual e personalizado, e juntos, como comunidade cumprimos propósitos maiores e como nação também. Por isso é muito importante você e eu termos uma noção exata da nossa identidade e destino. Senão ficaremos vagando aqui, sem saber o que fazer e no fim das contas não fizemos o que viemos para fazer. Ruim para nós, ruim para outros que seriam abençoados pela nossa vida e sobrecarga para alguém que terá que fazer parte da nossa missão. Qual é a tua? Se mexa! Não vá pensar que veio aqui à passeio!

Pr Jason

Alegria de Servir a Deus

Meditação do dia 29/07/2015

Dt 16.11 “Alegrar-te-ás perante o SENHOR, teu Deus, tu, e o teu filho, e a tua filha, e o teu servo, e a tua serva, e o levita que está dentro da tua cidade, e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão no meio de ti, no lugar que o SENHOR, teu Deus, escolher para ali fazer habitar o seu nome.

Alegria de Servir a Deus – Quem não gosta de alegria, festa e celebração? Todos, claro! Uns mais e outros mais ainda, mas ser alegre, estar feliz e muito bom e até terapêutico. Deus tinha essa idéia para com o seu povo, naquele tempo. Os planos de Deus, para as pessoas, incluem alegria e felicidade. Não à qualquer preço ou ou a qualquer custo. Eles receberiam uma herança grande, como nação, que seria subdividida em doze fatias para cada uma das tribos e depois distribuídas entre clâs familiares e individuais. Todos tinham o seu quinhão, exceto os sacerdotes e levitas, que seriam beneficiados de outros modos. Cada um desenvolveria suas habilidades e vocações e produziriam o suficiente para si e para o progresso de todos. 480 aos depois, quando Salomão iniciou a construção do templo, no quarto ano do seu reinado, sendo ele o terceiro rei de Israel, a nação já era modelo de desenvolvimento e administração, de modo que servia de modelos para outros reinos, como da Etiópia, que era uma potencia mundial naqueles tempos. (muito parecido com o Brasil, com seus 515 anos…). Deus disse a Moisés que registrasse a ordem, para eles alegrassem perante Deus. Não acredito que fosse “alegria por decreto!” Era, na verdade, dado condições de produzirem, colherem e criarem condições dignas e com isso, proporcionassem bem estar a todos. A ordem, era para fazerem grandes festas coletivas, de nível nacional, onde estivesse sediado o tabernáculo, que era o centro de espiritualidade e fé da nação. Interessante, que Deus reivindicava que essas celebrações distribuísse alegria a toda a população: Pais, filhos, filhas, e não ficava de fora, o que hoje fazemos por decreto de lei, a inclusão social para pessoas necessitadas ou em condições menos favorecidas. Lá era direito de órfãos, da viúva, dos servos e servas e os levitas, ministros que serviam nas atividades de culto e fé. Isso é modelo de gestão eficiente e produtiva que nossas igrejas precisam rever e produzir resultados melhores na inclusão e na produção de condições de felicidade e bem estar. Digo, as igrejas, por que o estado já tem isso em suas leis e normas, mas ele está tão inchado e gordo, que se torna ineficiente; estamos vendo a impotência do estado em cumprir os compromissos básicos de suas obrigações, como educação, saúde, segurança, justiça e etc. Não podemos esperar tudo dele, e temos criatividade e eficiência como iniciativa privada, para cuidar melhor e fazer bem feito. Como anda a satisfação nos círculos que você frequenta? Você está feliz e realizado, com Deus, trabalho, família e tudo o que torna sua vida agradável e produtiva? Pensemos nisso!

Pr Jason

O que Fui, o que Sou e o que Serei

Meditação do dia 28/07/2015

Dt 15.15 “Lembrar-te-ás de que foste servo na terra do Egito e de que o SENHOR, teu Deus, te remiu; pelo que, hoje, isso te ordeno.

O que fui, o que sou e o que serei – “O valor de se estudar e conhecer a história, é para que os erros não se repitam.” Esta frase, eu a ouvi da Dra. Yeda Harder, nossa professora de História da Igreja nos tempos de seminário. Já a usei diversas vezes em aulas introdutória de História Eclesiástica, em algumas oportunidade que tive de servir como professor. Uma nação, se faz com base na sua história de vida, o povo que não valoriza a sua história, não tem futuro. O mesmo se diz de pessoas, que não valoriza suas raízes e nem levam em consideração suas origens. Sou o que sou hoje, graças ao que fui e minha história, como a de todos, ou pelo menos da maioria, é composta de tudo o que aconteceu, de bom e de não bom, vitórias e derrotas, somando se a isso uma herança geracional. Nas instruções, O Senhor fez questão que Moisés deixasse registrado, para que não houvesse dúvida, de que o povo, mas também as pessoas individualmente se lembrassem de suas raízes, suas origens e à partir daí, construir algo novo, diferente e bom. Eles foram escravos no Egito; isso deixou marcas, traços na vida e na cultura e a lição de vida, não era para ser esquecida. Ser escravo não é bom! É sofrido, é humilhante viver sobre opressão, sem direitos. Para que pudessem ter uma nação melhor, mais justa, eles não poderiam esquecer o que passaram e sentiram na própria pele. O ódio no coração e a revolta indiscriminada, pode ser resultado de vingança e falta de memória; porque eu passei e sofri isso, agora “todos terão que me pagar!” Eles foram resgatados por Deus, isso também não poderia ser esquecido. Você se lembra de onde Deus te salvou? Eu me lembro muito bem e não tenho saudade e ao contrário, sou muito grato pelo livramento. A consciência que tenho, de onde saí, me mantém alerta para não querer voltar. Alguém sabiamente disse: “Ainda não sou o que serei, mas graças a Deus porque não sou mais o que já fui.” Paulo escrevendo à igreja de Cristo na cidade de Corinto, na sua primeira carta, deixou muito claro, a postura que diferencia o que se passou, do que se é na atualidade em Cristo Jesus. “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.9-11). Ontem, já passou, amanhã, ainda virá, o dia de se viver e fazer algo construtivo é hoje. Não se deve viver nem no passado e nem no futuro; “ambos não existem!” Ou já se foi, ou ainda virá. Assim é com o contexto todo da vida. O que já fizemos no passado, não se muda mais, qualquer que seja como aconteceu, já aconteceu e está acontecido e ponto. Podemos consertar no presente, situações que foram mal trabalhadas no passado, fazer restituições, reparações morais, financeiras, espirituais e sociais… mas mudar o  passado, não tem como. Também não é bom ficar olhando com tristeza e dor ou amargura o seu passado. Se foi ruim e desastroso, busque mecanismos de cura e restauração, para viver o presente com qualidade e assim construir um futuro melhor. Deus é o Senhor do tempo, diga a ele o seu pensamento e seus sentimentos com relação ao passado, e faça os acertos necessários e receba perdão, graça, restauração e alegria de viver. Se precisar de ajuda, me escreva, por exemplo; terei prazer em orientar e orar com e por você. Se tiver alguém qualificado e de sua confiança onde está, procure-a e disponha a ser ajudado.

Pr Jason

Ser Dizimista

Meditação do dia 27/07/2015

Dt 14.22 “Certamente, darás os dízimos de todo o fruto das tuas sementes, que ano após ano se recolher do campo.

Ser Dizimista não é coisa do passado e muito menos coisa “da Le de Moisés.” Ao dar as instruções, ao povo, o Senhor usou a expressão Certamente, darás os dízimos…” ou seja, com certeza, todos vocês serão dizimistas e vão fazer a entrega, sempre que colherem os frutos que semearam na sua terra, na sua lavoura. Isso, ser dizimista, devolver a Deus uma décima parte da renda pessoal, era uma prática comum de muitos povos e culturas, e eles já sabiam disso e já praticavam, então sé estava sendo regulamentado, para que as gerações futuras, seguissem os mesmos preceitos dos pais e antepassados. A finalidade era suprir a demanda de um grupo separado por Deus para cuidar da vida espiritual e religiosa da nação. Para que pudessem dedicar de tempo integral e servir bem, eles não poderiam estar sobrecarregados com os cuidados normais da vida cotidiana. Assim, eles prestavam um serviço de qualidade ao povo e recebiam uma ajuda de custo, que lhes honravam. Isso é um princípio espiritual que abençoa e trás o favor de Deus para a pessoa. Veja bem, Deus é generoso, concorda comigo? Deus cuida e abençoa indistintamente, não é um fato? Sim, é! Assim como ele é com você e com sua família, também o é com a minha e com a de todos os outros. A todos Ele deu habilidades e capacidades de gerar riquezas e produzir para o bem próprio e da comunidade e até da nação, e hoje, como vivemos num mundo globalizado, pode ajudar pessoas muito longe do nosso domicílio e a quem nem sabemos. Deus levantou pessoas que podem cuidar da sua saúde, como médicos, enfermeiros, biomédicos, cientistas, farmacêuticos e até empresários e empreendedores que investem para que novos produtos, técnicas, medicamentos e procedimentos cheguem a nós cá na ponta da linha. Deus deu engenhosidade para outros que trabalham com engenharia, tecnologia e criam mecanismos que facilitam e trazem conforto e rapidez a todos nós. Na agricultura, na produção de alimentos, desde o campo, o rio, o mar e etc, tem gente boa trabalhando duro para termos nossa mesa farta e saudável. Espiritualmente também, ou você acha que todo líder espiritual e religioso é picareta? Claro que não! Deus nos deu dons e habilidades espiritual que serve e abençoa muitas pessoas. Então, ao fazer parte de uma comunidade de fé, contribua com o sustento regular daquele ministério e se inteire de como são usados os recursos, como é o processo de prestação de contas e transparência. Você verá, que há um índice bem elevado de responsabilidade e boa administração. Por outro lado, faça sua entrega de dízimos, como sendo culto a Deus; você e eu não pagamos dízimos, nos devolvemos a Deus um pouco do muito do que tem nos dado. Seja generoso! Deus ama quem dá com alegria!

Pr Jason

Seis Passos

Meditação do dia 26/07/2015

Dt 13.4 “Andareis após o SENHOR, vosso Deus, e a ele temereis; guardareis os seus mandamentos, ouvireis a sua voz, a ele servireis e a ele vos achegareis..

Seis passos que tornam a jornada de fé uma aventura hiper gratificante! Falando de brasileiro para brasileiros, com as exceções, de amados gringos que me prestigiam recebendo essas meditações, nós gostamos muito de manuais, “como fazer” – quase todo material com um título assim, tem mais chance de aceitação. Esse nosso sangue latino, de que m vive abaixo da linha do Equador, nos torna adeptos do improviso, do informal, mas precisa ser prático e funcional. Quanto mais simples a informação, melhor, pois muitos não se dão ao trabalho de detalhes prolongados demais. Incrível, mas quem fez esses “latinos” sabe como lidar com eles e como fazê-los funcionar. Nas instruções dadas ao povo, através de Moisés, o Senhor Jeová dos Exércitos, simplificou bem as coisas, dando instruções simples e práticas para segui-lo com sucesso. Passo 1 – Andar após o Senhor – Andar após alguém é seguir, observando e tendo oportunidade de aprender sob liderança confiável. Quem vai na frente, é quem sabe e tem condições de agir ante o inesperado e dar proteção. Ele determina o ritmo da caminhada e determina as paradas para instrução, observação e descanso. Não há líder melhor do que Deus! Vai por mim, vale a pena! Passo 2 – A Ele temereis – Temer a Deus não é o mesmo que “ter medo de Deus.” Uma coisa não tem nada a ver com a outra! Temor a Deus é uma reverencia santa e piedosa, sabendo quem ele é e o que merece de nossa parte em termos de respeito e consideração. É saber tratar a Deus com o devido respeito, carinho e dedicação. Não precisa ser religioso demais e muito menos ser irreverente e profana, em nome da intimidade e informalidade; Ele sempre será Deus, eu sempre serei homem e essa distancia só se aproxima como filho amado que sou, mas Ele ainda continua sendo que é. Passo 3 – Guardareis os seus mandamentos – Observar, obedecer, porque não são pesados, nem injustos ou impossíveis. São regras que disciplinam e regulamentam a vida e a convivência entre os infindáveis milhares de outros seguidores, criativos, diferentes, e que pensam diferentes da gente. Regras, leis e mandamentos, o principal objetivo deles é dar segurança e confiança, dar proteção. Em caso de violação, sempre tem consequências. Imagine ou compare as leis de trânsito, se todos obedecessem direitinho, as chances de acidentes e prejuízos estaria reduzidos ao mínimo, quase sé em caso de falha grave mecânica ou humana. Passo 4 – Ouvireis a sua voz – Por que Deus manda ouvir a sua voz, se ele não fala, ou se é impossível ele se comunicar com a gente? A verdade é que Deus fala, e instrui os seus filhos e deseja que isso se torne algo muito natural. Você é então desafiando a buscar como aprender a ouvir e discernir a voz de Deus, já que ele fala e certamente é com quem anda após ele, o teme, guarda os seus mandamentos, concorda? Passo 5 – A Ele servireis – Deus existe para ser adorado, amado e servido. Servir a Deus é um atividade que toda pessoa deve fazer e isso não tem a ver com religião, mas com finalidade; fomos criados para servi-lo. Se o estamos seguindo e aprendendo com ele e sua palavra, a finalidade disso e servi-lo. Servimos a Deus, servindo ao próximo e aprendendo com outros que já o servem a mais tempo que a gente. Não tente fazer do seu jeito, como você acha que deve ser. Seja humilde e aprenda com outros que também aprenderam a aprender. Passo 6 – A Ele vos achegareis – A idéia é de aproximação, aconchegar e ser protegido, acariciado, confortado, alimentado e suprido. Ao invés de buscar coisas misteriosas, místicas e tenebrosas, que não dá pra saber quem está por detrás e que fim isso vai ter, achegue-se a Deus. Siga esses passos, são simples, práticos e praticáveis. Estou fazendo isso à um bom tempo já, e recomendo, é muito bom e gratificante.

Pr Jason

Descanso

Meditação do dia 25/07/2015

Dt 12.9 “porque, até agora, não entrastes no descanso e na herança que vos dá o SENHOR, vosso Deus.

Descansar é uma coisa muito boa e muito necessária. Tanto física, quanto emocional e porque não, espiritualmente. Lembrando que o homem foi criado no sexto dia da criação e Deus descansou no sétimo e Adão pegou carona e descansou também, não sei de que, mas ele descansou. A estrutura humana, foi projetada para trabalhar na proporção de seis para um (6 x 1); seis dias de trabalho, por um de descanso. Nesse dia, ele repõe suas energias, descansa a musculatura, se refrigera e se renova para mais um turno de trabalho. Alguém em algum lugar por conta própria violou isso e empurrou todo mundo para um sistema que levou ao colapso. Quem criou, sabe qual deve ser a melhor forma de manter alto desempenho com menor desgaste e como fazer as manutenções previstas, preventivas e corretivas; violar o manual do fabricante e fazer o que se quer e como se quer, pode ter consequências ruins. Aqui Deus falava de um descanso, não semanal, ou diário, na jornada de trabalho, mas de uma etapa da vida, que vinham de longos anos de escravidão, escassez e privações, e agora estavam às portas de terem seu próprio território, sua nação com identidade própria e um tempo de paz para prosperar e progredir, e o foi o que aconteceu. Anos mais, tarde, quando Jesus estava realizando seu ministério terreno, ele também falou de descanso, em Mt 11.28-30 “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.” Ele não estava falando de descanso físico ou mental/emocional por trabalho estresse de relacionamentos. Ele falava de conteúdo mais profundo, e de maior durabilidade; falava da condição da alma humana, cansada por uma vida fora e distante dos planos originais de Deus e sobrecarregada de cuidados e culpas por erros, pecados e depravações generalizadas. O mestre apresentou-se como sendo a solução para isso e não apenas um conhecedor de como ou onde eles poderiam resolver o dilema. Ele não apresentou fórmulas, rituais, dietas ou receitas místicas; ele, ele mesmo, pessoal e literalmente era o descanso, a cura e a terapia. Ele trocaria o peso, o fardo, o jugo, que a vida, o sistema e o pecado impunha, por um outro, que era leve, suave; havia um aprendizado a ser levado a efeito. Tem coisas, que não se pode ensinar, apenas aprender! A confiança em Cristo e sua capacidade de agir no interior humano, é uma dessas coisas, ou você aprende, ou não desfruta; não tem como te ensinar, se torna apenas uma teoria religiosa, que fala, fala, mostra, insiste, mas a pessoa não entra e continua cansada e até se cansa mais, pois além de seu fardo, acrescenta agora um busca que interiormente não a satisfaz. Por isso que existe uma máxima muito simples, mas muito séria: “So Cristo Salva!” O escritor da carta aos Hebreus, no Novo Testamento, fala de um outro descanso, ainda não apropriado pelos filhos de Deus, se apresenta à nossa frente, e é uma bem-aventurada esperança, muito segura e muito firme, que logo, logo se cumprirá… “Portanto, resta um repouso para o povo de Deus. Porque aquele que entrou no descanso de Deus, também ele mesmo descansou de suas obras, como Deus das suas. Esforcemo-nos, pois, por entrar naquele descanso, a fim de que ninguém caia, segundo o mesmo exemplo de desobediência.” (Hb 4.9-11). Nos planos de Deus para sua vida e para minha, o descanso está incluso, tanto físico, metal, emocional, espiritual e eterno. Tá cansado? Tá precisando de alento? Experimente a oferta de Cristo?

Pr Jason