A Cabeça de João Batista

Meditação do dia 17/09/2017

Mt 14.10,11 – E mandou degolar João no cárcere. E a sua cabeça foi trazida num prato, e dada à jovem, e ela a levou a sua mãe.

  A cabeça de João Batista – É uma cena que já foi contada milhares de vezes, mas acostumar ouvi-la não significa, acostumar com a cena. Posso afirmar que a maioria de nós lemos essa passagem e passamos em frente como uma narrativa comum à qualquer outra. Isso diz respeito à falta de identificação com os verdadeiros fatos e a assimilação emocional e do impacto que ela produz na numa pessoa. Deparar-se com uma cena de crime violento, com vítimas barbarizadas e despedaçadas, provoca reações muito fortes nas pessoas e alguns não suportam ver e em muitos casos, até parentes ou pessoas próximas afetivamente das vítimas preferem nem verem, para ficarem com uma lembrança melhor da última imagem da pessoa. Outras, forçadas a ver ou presenciar, traumatizam-se e precisam de ajuda e acompanhamento profissional por longos períodos para recuperarem ou superar as marcas, quando não, é irreversível os danos e tem que conviver com isso o resto da vida. Os cristãos pela convivência com as narrativas bíblicas, em muitos casos às veem apenas como narrativas, e não se envolvem emocional e espiritualmente com o texto e os fatos. Não defendo entrar em pânico e estresse toda vez que ler um texto tal qual esse; me refiro a aprender com a veracidade dos fatos e a identificar-se com a cena, pois é daí que vem o aprendizado emocional e afetivo, que cria compaixão e piedade, arrependimento e sensatez para evitar o mal e ter coragem de tomar posição ao lado do certo e do bem. Deixe-me propor uma exercício: Imagine-se numa festa de aniversário de alguém muito importante em termos de autoridade; o ambiente festivo, muita alegria, comes e bebes, apresentações contratadas para alegrar a festa; convidados se voluntariando para demonstrar seus dotes artísticos em homenagem ao dono da festa. Alguém, vai lá e arrasa com uma apresentação maravilhosa, que arranca aplausos e a admiração de todos os presentes; então o aniversariante vai abraça-la e cumprimenta-la pelo talento artístico e pela homenagem, e lhe oferece um presente à livre escolha. Se trata de uma adolescente graciosa, sorridente e de família nobre e educada; pela surpresa da proposta e a imaturidade ela vai e sussurra com a mãe, qual seria um bom pedido e volta,  apresenta o seu desejo: “Quero a cabeça de fulano de tal, numa bandeja agora mesmo!” A princípio todos riem e acham que é uma brincadeira, macabra, mas brincadeira, mas depois percebe-se que não e ela insiste para que a promessa seja honrada. A ordem é dada e em poucos minutos entra um copeiro com uma bandeja, com uma cabeça humana decapitada, ainda jorrando sangue e é apresentada à jovem, que a recebe com naturalidade e vai e entrega à mãe como algo que lhe agrada! Fim do exercício! Como você agiria dali em diante na festa? Como sairia dali? Como seria suas reações ao chegar em casa? E nos próximos dias? No ano que vem aceitará o convite para outra festa do amigo? Isso impactaria sua vida? O que você imagina que levou aquela mulher a induzir a filha a tal pedido? O que aquele homem representava de tão ameaçador que valia sua cabeça como premio? A verdadeira meditação aqui e a  lição nossa hoje, é extrair uma verdade: O que a cabeça de João Batista de fato representava? Ache uma resposta que traga paz ao seu coração e consolo ao seu espírito e ajude a entender aquela imagem do copeiro passando na sua frente e você viu aquela cabeça, aqueles olhos…. aquela fisionomia que transparecia…. depois da festa, você dormiu bem? E hoje, como seria? Estou procurando essas respostas também….

Senhor Jesus, ele era teu primo, um grande homem diante de Deus, o maior entre os nascidos aqui, foi o que dissestes dele. João trabalhava para ti e preparava o caminho dos corações humanos para arrependimento e fé e morreu pela dureza e impiedade de corações que foram impactados pela sua mensagem. Servir ao Senhor pode implicar em correr riscos, obrigado pela vida e pelo significado dela, e eu preciso de coragem para viver a minha de maneira tal que justifique o teu investimento. Para viver ou para morrer, sou do Senhor e é preciso coragem para não amarelar na hora das provações e dificuldades. Sustenta-me, Senhor, por amor do teu nome, amém.

Pr Jason

João na Prisão

Meditação do dia 15/09/2017

Mt 4.12 – Jesus, porém, ouvindo que João estava preso, voltou para a Galiléia.

João na prisão – Vivemos num sistema quase democrático de governo, e também chamado de “estado de direito,” que na prática não é lá aquela Brastemp, mas serve. Em tese, prisão é para criminosos que oferecem periculosidade para a segurança pública. Não é tão comum nos nossos dias alguém ser preso só por capricho do governador, prefeito ou outras autoridades. O quase sagrado direito de defesa e presunção de inocência até que se prove o contrário, serve bem de proteção. Mas nos tempos bíblicos, a lei era a palavra do rei, do governador ou de seus prepostos. Um desagrado pessoal ou sugestão de um apadrinhado era suficiente para se prender qualquer pessoa, por mais boa índole e bons antecedentes que tivesse. Foi por isso que João, o Batista foi preso. Ele tinha um compromisso com seu ministério, e a alma do seu trabalho era chamar os pecadores ao arrependimento e à conversão, para se prepararem para receber o Messias, que vinha logo em seguida. Entre esses muitos pecadores atingidos por sua mensagem, estava o rei Herodes, filho do outro Herodes, o grande (aquele que matar as criancinhas de Belém). A mensagem de João acertou o alvo em cheio, na mosca; pois o rei sentiu-se incomodado dos dois lados da sua vida: reconhecia sua práticas erradas e embora não evidenciasse mudança, mas estava sensível; por outro lado reconhecia a autoridade espiritual e profética de João e tinha disposição de ouvi-lo. Mas o pecado falou mais alto ao seu coração. A prisão de João não o intimidou, nem limitou seu rendimento e foi fiel até o fim, como se espera de alguém que tem uma mensagem divina para entregar. Hoje, nem eu, nem você sofre limitação física e restritiva da justiça por proclamar a Palavra de Deus. Muito embora, ações organizadas e orquestradas pelo mundo pressiona via legislação para delimitar parâmetros cada vez mais apertados por ideologias, pseudos-conceitos que compõem uma nova ordem (in)moral. Mas desde que  o mundo é mundo, o bem sofre pressão do mal; a luz é assediada pelas trevas e a justiça é pressionada pela injustiça. Como cristãos, sabemos de cor e salteado que jamais seremos favorecidos pelo mundo, e nem precisamos; pois Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo (I Jo 4.4). Nosso desafio é permanecer fiéis! Cada época tem o seu desafio, o seu Herodes! João foi decapitado, mas o trabalho dele ficou intacto e cumpriu seu papel para o tempo e a eternidade. Sabemos tudo, e ainda saberemos mais sobre o ministério de João; e o que sabemos sobre Herodes? Que importância ele teve e o que deixou de legado para a posteridade? Olhando para a vida e ministério desse profeta, entendemos como nunca a veracidade das palavras de Jesus: “Porque qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas, qualquer que perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, esse a salvará” (Mc 8.35). Esqueça longevidade, concentre-se em fidelidade ao propósito divino para sua existencia!

Pai, segundo a tua palavra, todos os nossos dias foram contatos e estão todos diante de ti; assim, é sábio ser fiel e produtivo no espaço de tempo que passamos aqui cumprindo um propósito. Obrigado pelo privilégio de fazer parte de algo imensamente maior do somos e mais importante do que nossa mera existência. Obrigado porque a nossa vida não se restringe a essa fase material e temporária atual. Fomos criados para a eternidade  e o Senhor é infinitamente sábio em tudo o que fazes. Eis nos aqui, para servir enquanto o servirmos. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Homem de Deus

Meditação do dia 14/09/2017

Jo 1.6 – Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João.

Homem de Deus – Bons pregadores normalmente são craques em sermões ou estudos com três pontos, além da introdução e conclusão. Como não sou desse nível, fico no raso para não aventurar em águas mais profundas e correr riscos desnecessários. Mas é muito significativo pensar e concluir assertivamente que a obra de Deus aqui na terra sempre foi feita por homens, e não podia ser diferente. Talvez tirando a intromissão da jumenta de Balaão, os corvos que levavam alimento para Elias e o peixe que teve Jonas como seu lanche mais indigesto, no mais é só da “nóis na fita!” (Não vou considerar a serpente, porque ela estava servindo na oposição). Esse planeta terra, foi concebido para ser o lar dos humanos e o pedaço aqui é nosso, então as responsabilidades e privilégios, também o são. “Sois benditos do Senhor, que fez os céus e a terra. Os céus são os céus do Senhor; mas a terra a deu aos filhos dos homens” (Sl 115.15,16). No momento crucial do projeto de redenção, novamente aparece a figura humana –  um homem, e como todos os demais tem uma história tão peculiar como qualquer outro de nós. João era filho de sacerdote, família piedosa e adoradora de Deus, que aguardava fielmente a vinda do prometido Messias. Nascido sob promessa, uma vez que os pais naturalmente já haviam esgotado as chances de terem filhos; mas uma visitação divina, revelou ao seu Zacarias, que não só teria um filho, como seria o homem que precederia como arauto ao Messias de Israel. Mesmo para grandes tarefas, Deus ainda mantém sua fidelidade e chama homens para compor seu quadro de serviço. Mesmo hoje, com tanta modernidade, tecnologia e comunicação em massa e em tempo real, inteligência artificial e outras coisitas mais… você e eu ainda estamos na agenda do Senhor para sermos instrumentos pelos quais ele vai alcançar outros homens que conseguem se identificar com nossas condições, fraquezas e limitações. Para isso, além de ser homem, ou humano, precisa ser enviado de Deus. O serviço de Deus, feito da maneira de Deus, sempre contará com os recursos de Deus. Tal qual em outras épocas, há pessoas que se oferecem para servirem em áreas para as quais não foi chamado por Deus e nem recebeu ou receberá autoridade ministerial. Uma necessidade, não constitui uma chamada. Como servos, sempre devemos estar disponíveis para servir e ajudar, facilitando de todas as formas o bom andamento do Reino de Deus; mas esse servir, não pode ser confundido com vocação ministerial. Se meter onde não foi chamado e invocar prerrogativas e capacitação humana e secular como desculpa, não valida em nada, o divino direito e senhorio de Deus em colocar quem ele quer, onde e por quanto tempo entender necessário. Nem por ser um bom pregador, ensinador ou administrador, que justifica se tornar pastor, bispo, apóstolo, vice-deus e outras posições no seio da igreja. Seja eficiente e abençoador, mas na vocação em que foste chamado. Hebreus orienta no seguinte sentido: “E ninguém toma para si esta honra, senão o que é chamado por Deus, como Arão”  (Hb 5.4). Outro fator, é que esse homem, enviado por Deus, tinha nome – JOÃO. O nome deve refletir o caráter e destino da pessoa. Ao citar um nome de uma pessoa, isso deve levar qualquer um a ligar esse nome a uma imagem, preferencialmente positiva, construtiva e digna. As culturas antigas entendiam a importância da escolha de um nome para uma criança, e isso a acompanharia por toda a sua vida, como uma marca. Observe na Bíblia, as pessoas que tiveram seus nomes escolhidos ou indicados divinamente, na notificação de seu nascimento. Todos com sentidos fortes, definidos e comprometidos com uma missão tão específica quanto á pessoa. O que significa seu nome? Ou que significado ele passou a ter devido as marcas que você imprimiu na vida? Qual a reação das pessoas quando ouvem o seu nome? Para o tempo atual, esse versículo deve ser contextualizado sem prejuízo algum da seguinte forma: Houve uma pessoa enviada de Deus, cujo nome era ….. (Jason, Wellington, Kezia…)

Senhor da Seara, eis nos aqui, no nosso tempo e para ser da tua maneira e no poder do teu Espírito Santo, amém.

Pr Jason

João Batiza Jesus

Meditação do dia 13/09/2017

Mt 3.13 – Então veio Jesus da Galiléia ter com João, junto do Jordão, para ser batizado por ele.

João batiza Jesus – Deve ter sido um encontro memorável. Embora hoje, com o conhecimento que temos da grandeza e importância do ministério de ambos, faz desse encontro algo tão singular. Para quem estava ali, ao vivo e à cores, tiveram a oportunidade de presenciarem a história acontecendo diante de seus olhos e que posteriormente isso tomou significado muito especial. João, já tinha alguns seguidores, ou discípulos, mas não era essa a sua missão, pois estava focado em preparar os corações daquelas pessoas para receberem ao Messias que apareceria logo. Não é de ignorar que João tinha certo conhecimento dos futuros acontecimentos, afinal ele era primo de Jesus e sua mãe deve ter compartilhado com ele os eventos maravilhosos que cercaram o nascimento de ambos. Isabel, era estéril e já não contava com a possibilidade de ter filhos, até que foi notificada que seria e de alguém com um ministério muito específico. “Mas o anjo lhe disse: Zacarias, não temas, porque a tua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, dará à luz um filho, e lhe porás o nome de João. E terás prazer e alegria, e muitos se alegrarão no seu nascimento, porque será grande diante do Senhor, e não beberá vinho, nem bebida forte, e será cheio do Espírito Santo, já desde o ventre de sua mãe. E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus, e irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de preparar ao Senhor um povo bem disposto” (Lc 1.13-17). João já nasceu com vocação para realizar um grande trabalho. Eu, como você, que hoje aguardamos a volta de Jesus, para o arrebatamento da igreja, nutrimos uma expectativa santa de sermos surpreendidos com essa bendita esperança, onde as mais gloriosas promessas de Deus em todos os tempos se materializarão para nós. Aqueles piedosos adoradores, como eram os pais de João, alimentavam uma esperança do surgimento do Messias prometido e que produziria a restauração da nação e dos propósitos eternos para os filhos de Abraão. Certamente eles não tinham noção precisa de detalhes, mas seus corações aspiravam por isso. A notícia vinda por meio de uma revelação angelical, no momento de culto e ofertório ministrado pelo sacerdote Zacarias, feito por Gabriel, não deixa de ser espantoso para eles. Agora não era mais expectativa, mas uma realidade. Depois, seria então a vez dos “meninos” entrarem em cena e justificarem todo o investimento divino em tantas gerações; e aqui estavam eles, face a face, lado a lado, servo e Senhor, criatura e Criador com seus caminhos se cruzando mudarem definitivamente a história dos homens. João agiu como homem, humilde, submisso, disposto a dar a primazia a quem realmente a teria por direito; Jesus, ah! Jesus agiu perfeitamente como se esperaria dele, disposto a dar cada passo do processo de humilhação na encarnação e cumprir o que a justiça exigia para ser o parente remidor de todos nós. Assim faz sentido as palavras de Paulo: “Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Co 5.21).

Pai, graças de rendo por seu tão perfeito em tudo o que fazes! Obrigado pela disponibilidade de enviar Jesus para nos resgatar dos nossos pecados. Todo o processo de redenção foi se materializando diante de pessoas piedosas que amavam a tua graça e esperavam na tua providencia e não decepcionados. Hoje, temos uma nova história, por aquilo que muitos servos se disponibilizaram a ti e aos teus propósitos. Agora é a minha vez, a nossa vez! Eu digo sim, para a tua vontade, em nome de Jesus! Amém.

Pr Jason

João o Batista

Meditação do dia 12/09/2017

Mt 3.1,2 – E, naqueles dias, apareceu João o Batista pregando no deserto da Judéia, E dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.

 João, o Batista – João, o Batista, é uma pessoa muito significativa na Bíblia. Veio com um propósito de vida e ministério muito especifico e cumpriu fielmente seu trabalho. Era parente próximo de Jesus, primos na verdade e tudo indica que suas mães eram ótimas amigas. Com uma diferença de meses apenas de idade, Jesus e João, ao que tudo indica não se relacionaram de maneira mais próxima no tempo de suas vidas infantis e ou mais tarde, antes de entrarem para seus respectivos ministérios. Na verdade, tudo leva-nos a crer que se viram pela primeira vez por ocasião do batismo de Jesus, e que João precisou de uma ajuda divina revelando quem seria o homem que ele batizaria e daria continuidade ao programa de apresentação do reino de Deus entre os homens. “E eu não o conhecia, mas o que me mandou a batizar com água, esse me disse: Sobre aquele que vires descer o Espírito, e sobre ele repousar, esse é o que batiza com o Espírito Santo. E eu vi, e tenho testificado que este é o Filho de Deus” (Jo 1.33,34). O ministério de João, era marcado pelo desafio de preparar o coração das pessoas para receberem o reino de Deus, que seria logo em seguida apresentado por Jesus, a quem ele servia, mas sem o conhecer pessoalmente. Para os padrões de hoje, João também não seria muito popular, pois era incisivo contra as práticas pecaminosas das pessoas e isso incluía também a elite governante. Para João, o reino de Deus era para todos e igualmente a necessidade de arrependimento e conversão aos caminhos de Deus, com o abandono dos pecados e da injustiça. O coração do homem é continuamente suscetível de corrupção e maldade, e a tendência natural é contextualizar e admitir que tudo o que socialmente é aceito, também o é em termos espirituais. O conceito de que Deus não interfere nem intervem nas vidas humanas, permite que eles então se auto determinem, estabelecendo os conceitos do certo e errado, bom e mau e suas devidas escalas de valores. Seguindo assim, ações ruins são plenamente compensáveis com uma ou outra boa ação, que não só alivia a consciência, como adquire méritos religiosos e aplausos aos seus pares em ações beneméritas, que na verdade são meios de promoção pessoal e expor-se a visibilidade como alguém que faz o bem e tem um grande coração. João o Batista, não engolia isso e nem tampouco aliviava para os pervertidos e imorais dos seus dias. Era um homem cheio do Espírito Santo e o poder de Deus estava com e sobre ele, o que sustentava. Quando se trata de ministério para Deus, não importa se naturalmente a pessoa é ousada, corajosa e destemida para dizer as verdades mais duras e sustentar isso diante de tantas adversidades e correntes contrárias. Se trata de ter a unção e autoridade ministerial, disposição de obedecer a Deus e ser fiel á mensagem recebida, decodificada e entregue no poder do Espírita Santo. O que é a marca do seu ministério?

Senhor, levanta em nossos dias mais homens e obreiros corajosos no Senhor, para pregarem a tua Palavra no poder do teu Espírito Santo, sem estarem comprometidos com a ética e moral dos nossos dias e os conceitos humanos do que é a verdade. A tua igreja, tem uma história e faz a história acontecer dia a dia, proclamando o evangelho que o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê. Eis-nos aqui, para ser os arautos desses dias difíceis, mas promissores, por causa da tua graça. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

O Nazareno

Meditação do dia 11/09/2017

Mt 2.23 – E chegou, e habitou numa cidade chamada Nazaré, para que se cumprisse o que fora dito pelos profetas: Ele será chamado Nazareno.

 O Nazareno – Eu moro numa cidade pequena, e gosto disso; mesmo com as vantagens que as grandes cidades oferecem, alguns aspectos da vida no interior e em cidades pequenas torna a vida bem mais simplificada e desfrutamos de coisas que é inviável nos grandes centros. Os projetos de Deus sempre foram levados à efeito sem que a grandiosidade ou pequenez produzisse diferença nos resultados finais. Isso me faz lembrar os argumentos de um autor sobre a experiência de Moisés com a sarça que ardia e não se consumia; pois na verdade, era Deus que sustentava aquelas chamas e não o arbusto, sendo assim, qualquer arbusto serve. Isso é plenamente aplicável em nossas vidas, pois Deus pode utilizar uma pessoa preparada como era o caso de Moisés, ou não, ele pode lançar mão de um faraó e através dele acolher uma família e depois tirar dali uma nação. Deus tirou Davi de após o rebanho para apascentar o seu povo Israel. Daniel foi um estadista de muito prestígio e preparo para servir o povo de Deus enquanto administrava no maior império de seus dias. Neemias era apenas o copeiro do rei e foi um grande líder na reconstrução da nação. Ester era até então apenas uma moça bonita, se tornou rainha e coluna de sustentação dos propósitos divinos para uma nação inteira. Jesus era descendente de Davi e foi nascer na mesma cidade do grande rei, mas teve que ser criado numa pequena cidade da Galiléia, porque as profecias diriam que ele seria conhecido domo Nazareno. O que para muitos dos seus dias, seria um motivo de desprezo, para Deus, era apenas o meio de fazer as coisas acontecerem da sua maneira, sem a intervenção da influencia dos poderosos e do que os homens consideram importantes. “Disse-lhe Natanael: Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? Disse-lhe Filipe: Vem, e vê” (Jo 1.46). Você não é o mais bem preparado? Sua igreja não é a maior da cidade? Sua classe de ensino não é a mais frequentada? Seu ministério não tem sido o mais impactante? Não se aflija, contanto que esteja sendo fiel e dinâmico, obediente ao que Deus determinou. Barulho não é poder, e sonoridade não é espiritualidade. Fomos chamados para servir a Deus e ele determina onde, quanto e até quando. Para quem se mantém firme nos caminhos, é muito firme a verdade de que é Deus fecha e abre portas, não os homens, as autoridades, igrejas e líderes. O Deus das coisas grandes, poderosas, portentosas, também é o Deus das coisas pequenas, humildes e simples, mas sempre com o padrão de qualidade do amor e da graça. Hoje, quando se diz: “Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno….” tremem-se os céus e a terra e quem conhece o poder desse título, treme também!

Obrigado, Pai, por fazer coisas grandes através de instrumentos pequenos e até insignificantes aos olhos humanos. Sementes são pequenas e produzem aos milhares; um pequeno gesto pode mudar uma grande situação, como uma pequena fagulha pode produzir um grande incêndio. Uma palavra tua, pode mudar uma história inteira. Obrigado por Jesus ser o tudo de que precisamos hoje e todos os dias. Amém.

Pr Jason

Jesus na África

Meditação do dia 10/09/2017

Mt 2.13 – E, tendo eles se retirado, eis que o anjo do Senhor apareceu a José num sonho, dizendo: Levanta-te, e toma o menino e sua mãe, e foge para o Egito, e demora-te lá até que eu te diga; porque Herodes há de procurar o menino para o matar.

 Jesus na África – A história da humanidade tem o seu berço nas terras do Oriente, nos arredores do que conhecemos hoje como Oriente Médio. Todos os patriarcas e a nação de Israel tem suas origens e histórias ligadas a esse pedaço de terra. Cristo, descendente de Davi, a família real que ganhou a promessa de governo eterno, nasceu em Belém da Judéia, na Palestina atual; sua vida e ministério esteve centralizada por ali mesmo. Mas por um espaço de tempo, Jesus viveu em outro continente, e isso causa um sentimento de alegria muito grande nos cristãos africanos, porque este é o único outro continente, citado nas Escrituras, que recebeu a pessoa de Jesus nos seus dias aqui na terra. Ainda mais, que ali esteve, no Egito, na condição de refugiado, para escapar da perseguição insana do rei Herodes, o Grande, que como sabemos, não era israelita, mas Indumeu, ou descendente de Edom, ou Esaú; Ele chegou ao trono israelita, via arranjos de casamento, com a Mariane, filha de um Sumo Sacerdote, que durante a dispersão e resistência, tomaram o poder para livrar a nação do domínio gentílico. Também é significativo, que profeticamente, a existência da própria nação israelita esteve ligada na sua origem ao Egito, que todos conhecemos, pela história de José, filho de Jacó, que se tornou primeiro Ministro de Faraó, e com isso permitiu-se que a terra dos faraós servisse como berço para a formação da futura nação de Israel. Assim, um fato passado, tinha forte simbolismo com o futuro e com a eternidade. “Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei a meu filho” (Os 11.1). Esta profecia, foi citada por Mateus na sequencia do nosso texto de hoje. “E, levantando-se ele, tomou o menino e sua mãe, de noite, e foi para o Egito. E esteve lá, até à morte de Herodes, para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz: Do Egito chamei o meu Filho” (Mt 2.14,15). Ao olharmos a nossa África de hoje, ficamos imaginando como um berço de civilização tão desenvolvido, próspero e importante no cenário mundial, como já foi, está hoje nessas condições. Entre razões e respostas sociais, políticas e outras mais, sabemos que o na verdade, o pecado é o opróbrio dos povos. Existem responsabilidades dos líderes, mas também da igreja, mas o principal para a minha modesta opinião, é que Deus ainda está no controle, ainda há alguém sentado no trono e a redenção completa, o que inclui a regeneração humana dos seus pecados e das mazelas causados por ele, também haverá resgate para a terra e os seus sistemas. Deus prometeu aos filhos que herdariam a terra; os justos herdarão a terra, e sem dúvida, não receberíamos de Deus uma herança deteriorada, inadequada e imprópria para a vida e o progresso do potencial que ele mesmo  colocou dentro de nós. Eu descanso naquela palavra: “E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis” (Ap 21.5).

Pai amado, graças de rendemos, pelos teus caminhos planos e veredas direitas que propusestes diante dos homens, mas escolheram seus próprios caminhos, que terminaram em ruína e destruição; mas em Cristo o Senhor, estamos tendo uma nova história sendo reescrita, com o sangue derramado na cruz, para perdoar os nossos pecados e nos dar acesso a sala do trono, onde tem alguém assentado, e ele tem todo o poder no céu e na terra, e fará novas todas coisas. Obrigado por nos alcançar com tão grande amor e nos acolher em tua família. A Jesus, seja a glória, a honra e o poder para todo sempre, amém!

Pr Jason

O Menino Adorável

Meditação do dia 09/09/2017

Mt 2.11 – E, entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra.

 O Menino Adorável – Literalmente Jesus era um menino adorável, porque ele é Deus e como tal, é digno e merecedor de adoração. A fé judaica e por extensão, a fé cristã, que é dela derivada, sustentam o conceito de que só Deus pode ser adorado. Nada de veneração, homenagens, festas e celebrações. Adoração, só a Deus. Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.
Não terás outros deuses diante de mim
(Ex 20.2,3).  O conceito de Deus único era muito forte e enraizado naquele povo. “Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor” (Dt 6.4). Em toda as Escrituras judaicas, era esse o padrão de fé e nisso se fundamentava sua teologia. Os Salmos, os livros históricos, poéticos e proféticos, todos de igual forma sustentavam esse fundamento. O profeta Isaías escreveu e profetizou muito sobre a fidelidade da nação ao conceito de servir e cultuar unicamente a Jeová. “Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura” (Is 42.8). Certamente, Maria e José, vinham sendo preparados por Deus e estavam assimilando a verdade de que seu filho primogênito, não era uma criança tal qual as demais, pois foi dito à Maria que o menino, um ente santo, seria conhecido como Filho de Deus. Mesmo estando vivendo um momento muito especial, como pais judeus, piedosos e adoradores do Deus único, era uma novidade, verem pessoas desconhecidas, vindas dos mais longínquos rincões da terra e ao verem o menino deitado naquela manjedoura, se prostrarem em adoração verdadeira diante dele. Embora a tradição diga que algumas dessas pessoas eram reis, ou sábios, o que importa, é que se trata de pessoas esclarecidas, doutas no conceito judaico de culto e adoração. Nesse sentido, Jesus causava impacto significativo na vida das pessoas desde o anúncio de seu nascimento. Jesus veio a se tornar um homem adulto, um pregador, um mestre por excelência, alguém que simpatizava com a causa e a dor de qualquer pessoa, e curou vidas, ressuscitou mortos, levantou paralíticos e abriu os olhos de cegos, multiplicou alimentos para multidões e fez amizades e discipulou pessoas e ordenou uma missão de alcance global, prometendo estar com os seus todos os dias até  a consumação dos séculos. Tudo muito maravilhoso, mas ainda resta o fato de que em todo tempo ele era Deus, é Deus e sempre será Deus conosco. Aquele menino da manjedoura, é hoje o que se assenta no trono em majestade, honra, glória e poder, diante de Deus pai. A ele a nossa adoração, sempre.

Senhor, Deus todo poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo, assim te conhecemos e reconhecemos, como o nosso Deus único, soberano e salvador. Seja bendito o teu nome, de eternidade a eternidade. Amém.

Pr Jason

O pastor de Israel

Meditação do dia 08/09/2017

Mt 2.6 – E tu, Belém, terra de Judá,De modo nenhum és a menor entre as capitais de Judá;porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo Israel.

 O Pastor de Israel – A história do povo de Deus é integralmente ligada a vida pastoril. Abraão era fazendeiro e proprietário de muitos rebanhos. Isaque, herdou tudo de Abraão e sua vida foi agropastoril. Jacó, fez sua vida e sua história com rebanhos, pagou os dotes das esposas apascentando os rebanhos do seu sogro. Seus filhos o ajudavam nas lides do gado e se tornaram também pastores. Quando foram para o Egito à convite de José, alguns deles se tornam pastores dos rebanhos de faraó. Quando aconteceu o êxodo, eles saíram com enormes quantidades de gado, de todas as espécies. A terra prometida a eles, era uma terra apropriada para a vida agrícola e pastoril. O maior rei da história de Israel, Davi, ficou conhecido por seu pastor de ovelhas da família, ofício que só deixou quando entrou para a vida militar no exército do rei Saul. O rei Davi, foi poeta e músico e um de seus trabalhos mais famosos e que tem abençoado pessoas por gerações e gerações, é o Salmo 23, exatamente um salmo sobre os cuidados do pastor com o seu rebanho. O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará. Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas (23.1,2). Outros textos na Bíblia faz alusão ao trabalho pastoral de Deus com o seu povo como um rebanho. “Sabei que o Senhor é Deus; foi ele que nos fez, e não nós a nós mesmos; somos povo seu e ovelhas do seu pasto.” (Sl 100.3). As promessas messiânicas apontavam para um descendente do rei Davi, que reinaria para sempre – “Uma vez jurei pela minha santidade que não mentirei a Davi. A sua semente durará para sempre, e o seu trono, como o sol diante de mim.” (Sl 89.35,36). Das pessoas que receberam as boas notícias do nascimento de Jesus, estava um grupo de pastores, que foram visitados por anjos e avisados do local onde encontrariam o menino recém nascido. Jesus mesmo, assumiu em seus dias de ministério terreno que era um pastor para seu povo, que eram suas ovelhas e por quem ele devotava especial cuidado sacrificial. “Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas. Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido. Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o Pai, e dou a minha vida pelas ovelhas. Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor.” (Jo 10.11,14-16). Não vamos nem buscar outras tantas referencias bíblicas e citações sobre essa verdade. Somos ovelhas do pastoreio de Jesus. Ele é o pastor de Israel e nós somos o Israel de Deus. Ele fará o que nenhum governo, poder e autoridade jamais conseguiu fazer em termos de governar e conduzir os destinos da humanidade. Também ninguém foi ou é c  capaz de fazer o que ele fez, ser o remidor dos pecados de todos e substituí-los na cruz, para unir a todos num único rebanho sob os cuidados de único pastor. Para eu e você, sermos alvos desse cuidado e amor providencial de Deus, só é preciso nos colocarmos em condições de sermos ovelhas e descansarmos nos cuidados do nosso supremo pastor.

Jesus! Obrigado por seu o Pastor de Israel, o pastor da minha vida! Amém.

Pr Jason

Assim Está Escrito

Meditação do dia 07/09/2017

 Mt 2.4,5 – E, congregados todos os príncipes dos sacerdotes, e os escribas do povo, perguntou-lhes onde havia de nascer o Cristo. E eles lhe disseram: Em Belém de Judéia; porque assim está escrito pelo profeta:

 Assim está escrito – A Bíblia é a revelação de Deus à humanidade. Seu autor é Deus mesmo! Seu assunto principal é o Senhor Jesus Cristo. Seu real intérprete é o Espírito Santo. Ela é a minha e a nossa única regra de fé e prática. Isso exerce um fascínio muito sublime sobre a minha vida pessoalmente. Amo muito a Bíblia, o livro, a leitura, a cultura, os valores, princípios de vida que ela propõe. Ela é como uma bússola, que norteia a jornada dos peregrinos; por ela muitos morreram e por ela muitos vivem e se devotam de coração. Nessas meditações que estamos fazendo, nos baseando em biografias de pessoas, comecei por Jesus e não creio que  teria outro personagem melhor para tal. Também se deixasse para o final, para fechar com chave de ouro, seria de muito bom alvitre. Esse texto de hoje, que nos aproxima das cenas do natal, é um daqueles que contém uma pérola de grande preço, e que merece um investimento consistente. Vou me ater a um aspecto da revelação, que abençoa muito o meu coração. Nós já vimos, e sabemos que os magos do Oriente, chegaram em Jerusalém, seguindo uma estrela que descobriram, ou se lhes apresentaram nos seus estudos e observações. Encaro isso, como uma grande revelação natural, onde os elementos da criação e da natureza, cumprem funções educativas, pedagógicas e instrutivas, para revelar Deus ao homem que se dá ao trabalho de procurar evidencias de sua existência e mais do isso; saber que é possível se relacionar com Ele. Todas as ciências, apontam para Deus e sua extraordinária grandeza. Acredito, mesmo não sendo pessoalmente um homem das ciências, mas que em tudo que existe, há uma assinatura divina, um traço do autor, que registra sua patente. Assim, através de toda forma de conhecimento, se pode aproximar de Deus. Esse caminho conduziu os magos à Jerusalém, ao palácio do rei Herodes. Foi tudo preciso, nada de erro, códigos secretos e ou decifrações enigmáticas. A Estrela os levou até onde poderiam encontrar informações complementares, que a ciência não daria. O que seria isso? A outra revelação divina, a ESPECIAL, através de sua Palavra, que veio a se encarnar e tornar-se uma pessoa. “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1.1,14). Onde termina os recursos humanos, começam os infinitos de Deus; quando não há mais respostas e soluções, então se abre espaço para a Palavra de Deus, com autoridade e poder insuperáveis. Bastou uma simples pergunta: “onde havia de nascer o Cristo?” Bastou chamar que entendia de Escrituras e a resposta estava pronta: “Em Belém de Judéia; porque assim está escrito pelo profeta: Quando a estrela da ciência parou de guiar, a Palavra apareceu com precisão; porque está escrito e quem escreveu vela pela sua Palavra para que se cumpra. Quando tudo se ofuscar, quando os sinais desaparecerem, quando os recursos se esgotarem, quando a esperança natural se esvair… volte para a Palavra… Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, E aniquilarei a inteligência dos inteligentes. Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?(I Co 1.19,20). Ciencia não anula a fé e a fé não anula a ciência, ambas se complementam e ambas tem a mesma origem – Deus!

Pai, obrigado por se revelar a nós, para conhecimento  que dá vida eterna, em Cristo Jesus! Senhor da fé de todas as ciências. Amém.

Pr Jason