A Estrela no Oriente

Meditação do dia 06/09/2017

 Mt 2.1,2 – E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém, dizendo: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos a adorá-lo.

A Estrela no Oriente – Sendo direto e franco, tudo que entendo de astronomia, é nada, no máximo, consigo localizar o Cruzeiro do Sul numa noite bem estrelada. Mesmo sendo criado no interior e no meio da cultura popular e suas “ciências,” tenho que confessar que ainda hoje não sei distinguir bem as fases da lua, e olha que são apenas quatro, todo mês! Mas vendo a história do nascimento de Jesus, aparece também esses detalhes que são cheios de significados e vale muito meditar e apreciar. Como aqueles Magos (se místicos, se cientistas, astrônomos etc), isso lá são outros detalhes; mas o fato é que eles estavam estudando e pelos seus meios e métodos, descobriram uma estrela e discerniram o seu significado. Não dá para aceitar que foi mera superstição, porque eles empreenderam uma longa jornada, numa época difícil de fazer isso, para irem especificamente na Judéia, onde sábia que havia nascido um rei dos judeus, mas o mais significativo de tudo é que eles não vieram para fazer uma visita real, e prestar homenagens de estado ao novo herdeiro do trono; eles vieram ADORÁ-LO!  E isso indica que eles sabiam que os judeus, só adoram um Deus único, Jeová. Sou obrigado a admitir que de acordo com a minha própria fé teológica, o homem só conhece a Deus de fato, por uma estrita permissão da generosidade divina que se permite revelar. Então, Deus se revelou a esses magos; revelação divina, precisa, profética e empírica. Eles viram a sua estrela no oriente, não é uma Estrela do Oriente, mas NO oriente, porque acredito que isso hoje seria um caminho ainda mais agressivo para o misticismo oriental, que solapa a cultura ocidental sem cultura alguma. Os ocidentais consomem o misticismo pagão oriental como se ele pudesse e tivesse todas as respostas, pode até ter, mas nem lá no oriente eles resolveram os males, mesmo com milhares de anos dessas práticas. Gosto de pensar, que pelas suas ciências, meios e recursos, aqueles homens foram guiados até onde poderiam encontrar Jesus, que é de fato a resposta de Deus para as indagações humanas. Baseado no que acreditavam, eles fizeram a jornada de suas vidas, que bom que estavam na direção certa e com a motivação certa. O que tem motivado a jornada de sua vida? Em que tipo de experiência você tem gastado sua vida, seus recursos, suas energias e acha que está valendo o esforço? Qual será a recompensa ao final dessa jornada?

Jesus, acredito que tu és o Alfa e o Ômega, Princípio e Fim de todas as coisas. Por ti foram criadas todas as coisas e em ti todas elas subsistem, é maravilhoso te contemplar e dizer a teu respeito: “Por que dele, por ele e para ele são todas as coisas; glória pois a ele, eternamente amém!” Obrigado, por ser o sentido da minha jornada de vida. Graças pela revelação que me permite te conhecer, te amar e te servir. Amém!

Pr Jason

O Primogênito

Meditação do dia 05/09/2017

Mt 1.23 – E José, despertando do sono, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher; E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus.”

 O Primogênito – A nossa fé tem seus mistérios, embora muitos torçam o nariz para a possibilidade de “mistérios” na fé cristã, ou até evitam aceitar a idéia de algum conceito místico da fé, mas a verdade é que tanto um quanto o outro existem e coexistem nela. A fé tem de sobrenatural, como tem de natural e também tem sua própria dose de lógica mesmo considerando não se trata da racionalidade humana, mas a fé não é irracional. Quando recomendava a separação de pessoas para o ministério cristão, o apóstolo São Paulo, citou a importância do mistério da fé na vida desses candidatos. “Guardando o mistério da fé numa consciência pura” (I Tm 3.9). Como guardar algo que não existe ou que não se pode ter conhecimento dele? Por outro lado, a Bíblia se reveste de poder influenciador e transformador para as vidas que se dedicam a ela; e isso também atrai os opositores que são verdadeiras forças poderosas, capazes de influenciar e desvirtuar a fé simples, para uma complicada filosofia sem saída de raciocínios. Considera-se que o inimigo de Deus e consequentemente dos seus filhos e de sua obra, trabalha com a idéia de evitar que as pessoas se aproximem da verdade, para evitar a conversão e a nova vida de proximidade com o criador e para isso envida todos os esforços e lança mão de todos os meios e métodos lícitos e ilícitos, até mesmo se disfarçando de gente boa – “Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras” (2 Co 11.13-15). Na impossibilidade de impedir a salvação e a transformação divina nas vidas, então essas forças, operam para empurrar as pessoas para longe do centro da vontade de Deus e do conhecimento saudável e ortodoxo das Escrituras, facilitando assim que elas se tornem inoperantes, ou pouco eficientes naquilo que se propõem fazer. Estou me referindo aos extremos que   se criam para fatos simples, como aceitar o ensino bíblico de Jesus é o filho de mais velho de “seu Zé e dona Maria!” Eles pretendiam se casar e ter uma normal, como todos os casais e o enredo de suas histórias foi alterado pelo projeto do nascimento de Jesus, vindo de uma virgem, e com as revelações divinas, José assumiu seu papel em plena obediência e alegria e assim que Jesus nasceu, tiveram que fugir para o Egito até que pudessem regressar e tocarem suas vidas. A vida deles voltou ao cotidiano humano, eles eram marido mulher e vieram a ter outros filhos e filhos. “Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão? e não estão aqui conosco suas irmãs? E escandalizavam-se nele” (Mc 6.3). Isso nunca fora um problema para Jesus, os apóstolos e nem para os judeus de seus tempos e de muitos tempos depois. Os dogmas heréticos vieram pela tentativa de tornarem os personagem muito mais do que realmente são, com finalidades que a Palavra de Deus não lhes concede. Quiseram ser mais reais que o próprio rei!. Jesus é o primogênito de José e Maria e é o Unigênito de Deus e são coisas bem diferentes com papéis inteiramente diferentes. “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou” (Jo 1.18). “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3.16). Para nos alcançar com plena redenção, o UNIGÊNITO  de Deus, precisava e precisa ser o PRIMOGENITO de uma família humana. O nosso redentor forte é 100% Deus e igualmente 100% humano. Nisso nós cremos, isso é verdade e isso nos basta!

Pai, grandes são os teus mistérios, mas são plenamente aceitáveis por revelação do teu Espírito Santo que habita em nós, para nos guiar a toda a verdade. Tudo o que Jesus é, é exatamente tudo o que precisamos que ele seja, por isso ele é totalmente suficiente para nossa fé. Graças, pai, por fazer as coisas da tua maneira e os teus filhos, pela fé podem aceitar, desfrutar e viver em paz e abençoados, Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

A Razão de Tudo

Meditação do dia 03/09/2017

 Mt 1.22,23 – Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor, pelo profeta, que diz; Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco.

A razão de tudo – As crianças em uma certa fase do seu desenvolvimento, chega no que costumamos chamar de “a fase dos por quês.” Se por um lado é divertido e construtivo ve-las sedentas de aprendizado e tentando formar seus bancos de dados, por outro tem hora que chega a ser irritante, de tanta repetição de “por quê?” Filosoficamente, perguntar é um ótimo meio de aprender e descobrir coisas. A natureza humana é investigativa e nem todos se sentem confortáveis em simplesmente aceitar as coisas como são ou estão; eles alguns querem mais e mais e não sossegam até descobrirem as respostas. Graças a esses teimosos e curiosos inquietos e permanentemente insatisfeitos, temos tantas inovações, tantas descobertas, invenções, melhorias e progressos. Certamente também houve custos e danos muito altos para diversos de nossos avanços e alguns justificam dizendo que “sem quebrar ovos, não se faz omelete!” A história do nascimento de Jesus é parte de um projeto maior e mais abrangente de Deus e para que essa etapa viesse a acontecer com o sucesso e a precisão devida, aconteceram todas essas etapas e todos os acontecimentos que vimos nas meditações anteriores. Tudo isso aconteceu para cumprir uma profecia de Isaías. Deus antecipou um fato futuro sobre o nascimento do Messias, o Cristo, afirmando que seria oriundo de uma virgem e que ele seria conhecido como “a presença de Deus entre nós, EMANUEL. Muito bem, depois da profecia, então seguiu-se o andamento do projeto, que mexeu com muita gente, vários governos, famílias, casamentos, nascimentos de filhos e gerações comprometidas com um algo maior que nem todos sabiam os detalhes. Costumo falar na igreja, que os judeus alimentavam um grande expectativa de serem os canais para a vinda do Messias. Isso não era tido como um bem público, propriedade da nação e que acontecerá com alguém em algum lugar, mas que cada um poderia viver como se isso não tivesse nada a ver comigo. Cada judeu, homem e mulher, famílias e grupos familiares, alimentavam a expectativa e viviam aquilo e se preparavam para estar disponíveis quando tivesse que acontecer. Por exemplo: Porque eles tinham em suas leis religiosas e cerimonias e até civis e criminais, um peso tão grande sobre imoralidade sexual? Porque ser e casar vírgem era tão sagrado? Por que penas pesadas e até capitais eram executadas pela imoralidade? Porque eles sabiam que o Messias nasceria de uma família judaica, pura, piedosa, descente e comprometida com o estilo de vida de Deus que permitisse algo assim. Todas as meninas eram criadas para viverem de maneira pura, porque uma delas seria a escolhida; e assim, nenhuma família queria perder a oportunidade de ser contemplada. Nenhum pai, gostaria de ver sua filha desclassificada, por imoralidade. Aquele padrão rigoroso demais, não apenas uma questão de moralidade, repressão sexual ou rigidez excessiva contra uma prática pecaminosa. Tinha algo maior em mente. Por que os cristãos primam por uma pureza moral e sexual, embora a sociedade moderna é prá lá de tolerante e a sexualidade é mostrada e vendida apenas como um produto hormonal e de satisfação física natural para quem atinge a idade ativa. Para a fé cristão, nosso corpo não é apenas um corpo, mas um templo, morada de Deus, comprado e pago alto preço, e Deus tem planos maiores para com ele através da ressurreição e glorificação futura. Entender os “por quês” das exigências divinas e bíblicas, abençoam e evitam raciocínios mundanos e o nivelamento abaixo do ideal de Deus. A razões por que os servos de Deus refreiam e disciplinem seus comportamentos. “E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito.” (Gl 5.24,25). Jesus, é exemplo e modelo em tudo, toda a sua história tem razões e motivos santos e eternos por trás de um simples fato.

Obrigado Senhor, por uma história tão bonita, composta por eventos que envolveram fé e perseverança de muitos eleitos que se portaram dignamente para que a tua verdade permanecesse firme. Amém.

Pr Jason

O Começo de Uma Linda História

Meditação do dia 02/09/2017

Mt 1.18 – Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Que estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo.

O Começo de uma linda história – Era uma vez…. é mais ou menos assim que se inicia contar uma história, e tornou-se um estilo literário. Mas a história de Jesus é mais que uma bela peça de autoria de uma mente criativa. Essa história é como toda história de pessoas humanas normais, mas acrescida dos ingredientes que a torna singular e mais que especial. A Bíblia não omite, ou falseia nenhuma aspecto das histórias que conta, nem mesmo sabendo Deus desde o começo, que o registro fidedigno dos fatos, provocaria discussões e as pessoas levantariam dúvidas, questionariam seu caráter e até rejeitariam seus ensinos, baseando-se mais nos valores humanos conspurcados, do que na verdade eterna de sua Palavra. Os registros sagrados não escondeu a embriaguez de Noé, nem Abraão lucrando com a desculpa que Sara era sua irmã; as trapaças de Jacó, as desculpas esfarrapadas de Moisés; a vida pregressa de Raabe; o adultério de Davi etc. Esses erros e pecados e até ações de Satanás, estão todos registrados fidedignamente, fazendo parte da narrativa verdadeira da Palavra de Deus. A história do nascimento de Jesus não foge a isso, pois ainda que havia profecias messiânicas que indicavam que ele nasceria de uma virgem, “Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel” (Is 7.14). Para os piedosos, o sinal apenas confirmaria o que já criam; mas o mesmo sol que amolece a cera, endurece o barro, assim para os antagônicos e zombadores, isso seria um prato cheio para por em descrédito tanto Maria, quanto José, Deus e sua Palavra e a oportunidade de ridicularizar os fiéis e piedosos. Mas O Senhor manteve o roteiro original! Maria e José se dispuseram-se ao propósito divino e ainda que culturalmente eles tivessem que arcar com os custos disso, foram fiéis e hoje, nós colhemos os benefícios dessa escolha. Os componentes todos da historia como relatados nos Evangelhos, animam a nossa fé, pois revelam que o autor da história, estava cuidando em todos os ângulos para que tudo se encaixasse perfeitamente e no momento exato, tudo daria para ver a perfeição da obra toda. Deus lidou com César lá em Roma, para fazer decretos que movesse famílias e cartórios de registros lá na Palestina; Deus já havia levado Alexandre, o Grande, a fazer serviços que favorecesse esses eventos; Os romanos já haviam feitos partes importantes para a segurança de viagens e intercâmbios entre os povos; os próprios judeus vinham construindo uma mentalidade de cultuar um “Deus único” firmados numa revelação de “Escrituras Sagradas” confiáveis e disponíveis. Assim, foi que Paulo resumiu a ópera inteira: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos” (Gl 4.4,5). A história de romance de um casal, José e Maria, foi alterada, do plano unicamente pessoal deles, para englobar o maior projeto de todos os tempos e de todos os mundos. Amados, Deus nunca nos dá uma revelação maior do que nossa capacidade de compreender, e nem tampouco, antecipa eventos. Ele constrói seus propósitos dentro das nossas vidas, sem tirar a liberdade e sem destruir nada; ele só agrega, só constrói. Ele jamais nos dá uma tarefa impossível de ser levada à efeito. Como todos os jovens hebreus, José e Maria, alimentavam a esperança da vinda do Messias e viviam de modo tal que poderiam ser úteis aos propósitos divinos; mas eles não sabiam que seriam os escolhidos. A entrada da pessoa de Jesus na vida deles, claro, mudou tudo em todos os sentidos, para melhor é claro! Não foi assim, com você também? Não foi assim comigo? Não é isso que anunciamos para nossos amigos, para que permitam Jesus nascer em suas vidas e assim eles nascerem para uma nova vida? A história do nascimento de Jesus, se torna a história de todos nós, interfere na história de todos nós e graças a Deus por isso! Glória a Deus por isso!

Pai, obrigado por essa linda história, que ainda continua sendo escrita dia a dia e em algum desses capítulos, apareço, como alguém resgatado e liberto pela vida de Jesus! Obrigado, por me dar uma nova história e com novos e melhores propósitos. Todos, nós, como igreja do Senhor, queremos ser essa mensagem viva para muitos outros conhecer essa história e sua verdadeira razão de ser. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Jesus, Chamado o Cristo

Meditação do dia 1º/09/2017

 Mt 1.16 – E Jacó gerou a José, marido de Maria, da qual nasceu JESUS, que se chama o Cristo.

Jesus, chamado o Cristo – Acostumamos dizer JESUS CRISTO, com tanta naturalidade, que até se passa como se esse fosse realmente o nome dele, um nome composto, como diríamos; mas não é isso, Jesus é o nome da pessoa e Cristo é um título que define sua missão. Busquei uma definição bem simples mais bíblica e que vai na mesma direção devocional dos textos que estamos escrevendo e achei algo assim: “Jesus é chamado Cristo na Bíblia porque ele é o salvador prometido por Deus. Cristo não era o nome próprio de Jesus; era uma indicação de sua função, sua missão. Cristo significa “ungido”.

Cristo é a versão grega da palavra hebraica “Messias” – Este achou primeiro a seu irmão Simão, e disse-lhe: Achamos o Messias (que, traduzido, é o Cristo).” (Jo 1.41). O Messias no Antigo Testamento era o salvador do mundo, ungido por Deus. Os judeus aguardavam com esperança a vinda do Messias. Quando Jesus veio ao mundo, ele foi reconhecido como o Cristo. Na Bíblia, a unção era um sinal que alguém tinha sido escolhido por Deus para uma missão especial. O ungido era dedicado ao trabalho de Deus. Várias pessoas foram ungidas no Antigo Testamento, especialmente sacerdotes, profetas e reis.”  Não por acaso, Jesus Cristo, trás consigo esses três ministérios. Jesus interrogou certa vez os seus discípulos sobre a opinião deles sobre sua pessoa, que todos andavam falando sobre ele. “E eles disseram: Uns, João o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou um dos profetas. Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou? E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus” (Mt 16.14-17). Destaco aqui, o fato de Jesus afirmar a Pedro que ele chegara àquela conclusão, por revelação divina, fato esse que gosto muito de enfatizar, que esse é o modo verdadeiro de se conhecer a Deus. Podemos ler, estudar, pesquisar, e tudo mais, mas é somente por um ato soberano de sua generosidade que Deus se revela a nós. Tem descrições bem inspirativas para meditarmos em muitos textos, como: “E, falando Jesus, dizia, ensinando no templo: Como dizem os escribas que o Cristo é filho de Davi?” (Mc 12.35); Também gosto das premissas que nos levam a conclusões edificantes, entre elas encontramos por exemplo: “Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui, ou ali, não lhe deis crédito;
Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos”
(Mt 24.23,24). O Messias, ou o Cristo era esperado e isso era um campo fértil para charlatões e enganadores, que iriam lançar mão da fé simples e ingênua de muitas pessoas e tirar proveito disso. Ao que parece, tem alguns falsários que são preparados para engendrar o engano, pois estudam bem o papel e simulam com perfeição, a ponto de enganar até alguém de discernimento. Não é então, tão absurdo, vermos na história tanta gente tentando se passar pelo Mestre. Mas nossa fé é muito bem firmada em verdades sólidas; pois até mesmo na anunciação do nascimento de Jesus, esse fato sobre sua pessoa foi reafirmada pelos anjos aos pastores, “Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor.” (Lc 2.11). Entre as acusações levantadas no tribunal contra Jesus, essa também apareceu, “E começaram a acusá-lo, dizendo: Havemos achado este pervertendo a nação, proibindo dar o tributo a César, e dizendo que ele mesmo é Cristo, o rei” (Lc 23.2). Para não estender tanto, fecharei com duas mais, uma do próprio Senhor Jesus e outra de Paulo: “E ele lhes disse: Ó néscios, e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura não convinha que o Cristo padecesse estas coisas e entrasse na sua glória?” (L24.25,26); e “Expondo e demonstrando que convinha que o Cristo padecesse e ressuscitasse dentre os mortos. E este Jesus, que vos anuncio, dizia ele, é o Cristo” (At 17.3). Bendito seja o nosso Senhor Jesus CRISTO!

 

Graças, Pai amado, por tão grande revelação da pessoa de Deus em Cristo, o nosso Salvador. Nesse dia, apresentamos nossa gratidão e nosso louvor a ele que vive pelos séculos dos séculos e nos ama e se importa conosco. Amém.

 

Pr Jason

Jesus Cristo, o Filho de Abraão

Meditação do dia 31/08/2017

Mt 1.1 – Livro da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.

 Jesus Cristo, o filho de Abraão – Para dizer a verdade, sou filho do seu Arnaldo, baiano, gente boa e ele é filho de João Gomes e sei que uma vez perguntei à meu pai, como se chamava o avô dele (meu bisavô), ele me disse, mas não me lembro mais e nem meu pai sabe muita coisa dele e quem dirá de outras gerações mais para trás. Também estou ciente de essa não é a realidade de todo brasileiro, mas em geral não ligamos muito ou não temos a cultura de cultivar relacionamentos ou conhecimentos desses nossos ancestrais. Como é o seu caso? Mas para os hebreus, era diferente, eles cultivavam com muito zelo essas questões, e até por isso mesmo que encontramos muitas e longas listras de genealogias nos registros bíblicos, (e que se constitui um terror para alguns leitores que simplesmente pulam essas páginas, e até afirmam que elas não tem utilidade para a vida espiritual); Isso é um engano crasso e grave. Deus na sua infinita sabedoria e excelente arquiteto e organizado como é, não ocuparia páginas preciosas da sua revelação para registrar algo que não tenha importância e utilidade; ponha uma coisa na sua cabeça, se está na Bíblia, é sério, é importante e tem utilidade e significado; se você não considera, não significa que não seja verdade! A maioria de nós, pouco enxergamos além da ponta do nariz, mas mesmo assim fazemos asseverações como se fôssemos profundos conhecedores. Voltemos, ao que interessa. Em Mateus e Lucas, temos duas listas da genealogia de Jesus, Como Mateus escreveu para leitores de origem hebraica, e com a finalidade de provar a legítima descendência real de Jesus, ele enfatizou isso, começando pelo patriarca Abraão, de onde se marca o começa da nação, passando pela linhagem real através de Davi e Salomão, chegando em José, pai de Jesus; com isso legitimando o direito ao trono de Davi. Lucas, que escreveu para um público grego, historicamente mais dado a filosofia e as origens de todas as coisas, aprofundou sua lista, partindo de Jesus, via linhagem de Maria (que entrava nas estatísticas pelo pai ou marido); assim na origem real que legitimaria o trono, Lucas chega a Davi, via Natã e não por Salomão, (e existe razão bíblica para tal); seguindo até Abraão, o patriarca da nação, mas se estendendo até Adão, criado por Deus, provando a origem absolutamente humana de Jesus. Além da nacionalidade, para nós, Abraão é fundamental no aspecto da fé, onde se baseia e se firma toda a doutrina da importância do relacionamento com Deus. Abraão não foi um teólogo, não foi sacerdote, nem profeta, no sentido que temos os demais das Escrituras; ele não fundou nenhuma religião e nem defendeu tese de alguma ortodoxia. Abraão era um fazendeiro (e bem-sucedido por sinal); e sua grande contribuição foi sua fé e obediência às revelações que tivera, para servir um Deus único, sem representatividade material ou antropomorfa, como nos demais cultos de sua época. Para espanto de muitos judeus, seus contemporâneos, Jesus fez uma afirmação maravilhosa, mas que sem a revelação do Espírito Santo, eles não compreederiam mesmo: “Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia, e viu-o, e alegrou-se. Disseram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinqüenta anos, e viste Abraão? Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou. (Jo 8.56-58). Pela fé, sem tantas evidencias e testemunhas tal qual temos nós, Abraão viu muito mais do que muita gente boa vê ainda hoje! Deparamos com gente duvidando se Jesus é realmente quem é, quem disse ser, sobre o que falou e ensinou e especialmente sem acreditar na sua missão e propósito. Enquanto se busca afirmar que ele é um mero revolucionário político social que se deu mal ou um visionário religioso silenciado pela religião de seus dias, ou até um charlatão de marca maior, eu me alegro em saber que ele é o filho de Abraão, e nele, eu sei que posso confiar. Para mim, a fé é muito simples: Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida (Jo 5.24). Isso me basta, me satisfaz plenamente!

Pai amado, obrigado pela salvação que nos oferece em Cristo Jesus, gratuitamente, pela fé nele e no seu sacrifício. Jesus, é o tudo de que precisamos, além disso, é pura generosidade de tua parte, é graça maravilhosa para com os teus filhos. No nome do Teu filho, o filho de Abraão, amém.

Pr Jason

O Filho de Davi

Meditação do dia 30/08/2017

 Mt 1.1 – Livro da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.

O Filho de Davi – Para se ter um nome poderoso, alguns fatores precisam estar presentes na vida de uma pessoa, ou acontecer com ela ao longo de sua vida. Um desses fatores é por nascimento; quando a dinastia já em si torna isso possível; Também, vem por herança; quando passa  de pai para filho na sucessão de gerações. Outro modo é quando a própria pessoa faz o seu nome se tornar grande, através de feitos, méritos e claro, muito esforço, de tal forma que faz o seu nome notável. No caso de Jesus Cristo, podemos dizer tranquilamente que pode juntar tudo isso e mais alguma coisa num pacote único; pois ele tem esse nome poderoso, por todos esses fatores. Para começar, ele é filho de Deus; isso é mais do que suficiente para entre os mortais dar-lhe posição de destaque. Humanamente falando, e o colocando no mesmo patamar com os demais, ele é descendente direto do rei Davi; não apenas um dos reis de Israel, mas filho do mais notável deles, o herói de guerra nacional que, ainda adolescente derrotou um gigante que desafiava todo o exército e ninguém se habilitara para enfrenta-lo, nem mesmo o rei Saul. Davi colocou a casa em ordem, expandiu as fronteiras territoriais e unificou e pacificou a nação e deixou tudo pronto para o próximo rei. Davi também foi um notável adorador do Senhor Deus, Jeová, sem falar em seus dotes de compositor, músico, poeta e escreveu coisas que até hoje nos abençoa e edifica; não se restringe o quanto outros poetas, escritores e músicos bebem dessa fonte. Com Mateus, o autor do Evangelho, escreveu diretamente endereçada a um público hebraico, que aguardavam a redenção da nação, a libertação de mais um cativeiro e sujeição à Roma, que muito os debilitava. Espiritualmente os judeus ansiavam pelo cumprimento das profecias que aludiam à vinda do Messias, que seria o grande libertador, não apenas como nação, mas também a vitória espiritual, encaminhando-os de volta à caminhar com Deus; então, algum filho dessa linhagem, teria sem dúvida um nome poderoso. Mas, a vida e a obra de Jesus, aqui na terra, com um ministério poderoso de ensino das Escrituras Sagradas, com uma grande autoridade, até mais que os grandes rabinos de seus dias; seus muitos milagres realizados ao vivo e à cores para beneficiar tantas pessoas e em variação tão grande que nem sendo muito adepto, fica difícil contestar. O que dizer de sua obra expiatória, ao morrer, ressuscitar e ascender aos céus, exatamente como as Escrituras prediziam, e ele mesmo predisse várias vezes? Ser chamado ali, de Filho de Davi, não era apenas uma citação genealógica, mas um título poderoso, de quem em muito suplantaria os seus ancestrais. Pessoas apelaram a esse nome, e foram socorridos, tal qual podemos fazer ainda hoje. “E, ouvindo que era Jesus de Nazaré, começou a clamar, e a dizer: Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim. E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele clamava cada vez mais: Filho de Davi! tem misericórdia de mim. E Jesus, parando, disse que o chamassem; (Mc 10.47-49). O filho de Davi, jamais, deixa de atender ao clamor de quem nele confia!

Pai, obrigado por nos dar alguém com um nome tão poderoso e capaz de se fazer respeitar nos céus, na terra e em qualquer lugar. Graças, pelo Filho de Davi e pela vida eterna que ele dá a todos nós. No nome dele, oramos agradecidos, felizes e esperançosos, todos os dias, amém.

Pr Jason

O Poder do Nome Jesus

Meditação do dia 29/08/2017

 Mt 1.21 – E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.

O Poder do Nome de Jesus – Acredito que uma grande maioria de pessoas, alimentam desde cedo, o desejo de escolher os nomes de seus futuros filhos. É um exercício de prazer e uma forma de homenagear outras pessoas que lhe são queridas, ou mesmo em muitos casos, é apenas o gosto pela sonoridade do nome, sem a mínima importância ao seu significado. Em muitas culturas, a escolha do nome de uma filho, tem um forte potencial de responsabilidade e observação por parte dos pais e isso está aliado aos traços da personalidade da criança, ou a promessas e desejos dos pais, ou serve como um marco importante de algo significativo, que pode ser para os pais, a família, ou até mesmo à nação ou até maior que isso. Na cultura indígena, observa-se bastante até se defina um nome com significado, que se torna também uma espécie de identidade da pessoa. (quem não se lembra do filme “Dança com Lobos”?) Para os antigos hebreus, isso era levado muito à sério, pois os pais buscavam propósitos eternos para seus filhos e era tido como bênçãos de Deus. é uma pena que as culturas modernas perderam essa significação e passaram a adotar cópias de personalidades, atletas, astros de cinema e tv; sempre que um personagem faz sucesso, as próximas levas de bebês já nascem carimbados. Penso que Maria e José também tinham seus sonhos de infância e o desejo pessoa de dar ao primogênito um nome que lhes fosse significativo, conforme sua cultura e fé. Mas quando o anjo fez a anunciação à Maria, também deu a ela essa notícia, que a criança já nasceria com um nome pré-definido por Deus, devido ao caráter de sua vida e seu destino de ministério. Jesus é Salvação de Jeová, ou Jeová é salvação, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados. Que destino glorioso para o coração daquela mãe, que não só recebera uma missão mais que bem-aventurada, que a colocaria numa posição esperada e desejada por todas as mulheres hebreias ao longos de todos os séculos, que seria a que geraria o Messias. Todas as vezes que ela chamava o seu filho, ela estava reafirmando a promessa da redenção eterna, prometida por Deus à humanidade. Jesus, é quem nos salva dos nossos pecados! Há tantos textos e referencias bíblicas que atestam o poder desse nome, não do vocábulo, mas do nome que encarna o caráter daquela pessoa enviada por Deus para fazer o maior de todos os trabalhos em benefício nosso. At 4.12 é lindo: E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.Como deixar de fora Fp 2.9-11 “Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai. Precisamos proclamar o evangelho, porque disso depende a salvação de vidas preciosas por quem Jesus deu sua vida e eles precisam saber dessa boa notícia do amor de Deus por eles. Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (Rm 10.13).

Jesus, o teu nome tem poder! Glorificado seja e bendito para todo sempre! Amém.

Pr Jason

Jesus Cristo

Meditação do dia 28/08/2017

Mt 1.1 – Livro da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.

 Jesus Cristo – Provavelmente estou iniciando uma ciclo de meditações sobre personagens da Bíblia e com eles aprender muito sobre a vida cristã e andar com Deus. Acho justo, muito razoável iniciar por Jesus Cristo e porque não, pela linhagem genealógica dele. Excetuando o casal inicial, Adão e Eva, que foram os primeiros humanos criados por Deus e colocados aqui, para deles desenvolver toda a espécie. E de um só sangue fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação (At 17.26). Todos os demais nasceram num contexto de família e estabeleceu-se as gerações e em termos de estatísticas, as genealogias são muito importantes. Todos nascemos e temos um contexto anterior de ancestrais e com Jesus não foi diferente. Para ser uma pessoa humana, teria que ter pais humanos, pois ele deveria se identificar com sua espécie para se eficiente como redentor. Como os projetos de Deus todos tem início, meio e fim, a genealogia registrada de Jesus comprova soberbamente que ele é nosso parente e portanto habilitado para ser nosso representante. Ninguém marcou mais  a história humana do que a pessoa de Jesus Cristo. Esperado por milhares de anos e muitas gerações, onde povos e nações estabeleceram vínculos e tomaram decisões em virtude da promessa de sua vinda. Reis e poderosos souberam de sua futura aparição e muitos deles piedosos contribuíram para o preparo desse advento; outros foram instrumentos do mal na tentativa de evitar a qualquer custo que ele pudesse vir a nascer e assim se estabeleceu um conflito do bem contra o mal para a seu modo cada um validar sua opção. Desde a corrupção de Caim, o primeiro a nascer na terra, até chegar a José e Maria, foram envidados esforços para que uma linhagem santa e pura não tivesse continuidade, afinal o Messias não poderia vir de um contexto de perversidade e corrupção. Mas a boa notícia é que todos os fatos se deram como Deus projetara. Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos (Gl 4.4,5). Entre todas as razões possíveis que se possa imaginar sobre a pessoa de Jesus, a mais nobre de todas, é que ele veio para nos salvar dos nossos pecados e nos dar o direito de adoção de filhos de Deus. Nenhum outro conhecimento sobre ele sobrepõe a isso. O mais simples, é o mais valioso!

Obrigado, Pai amado, por preparar uma tão grande salvação e disponibilizá-la a nós na pessoa de Jesus Cristo o seu filho amado, nosso Salvador e Senhor. Ele seja a honra e toda a glória, por tudo o que ele foi, é e sempre será. É no nome dele, que está a nossa salvação e o perdão de nossos pecados, a nossa filiação e tudo mais que graciosamente podemos alcançar. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Corações de Pais e Filhos

Meditação do dia 27/08/2017

Ml 4.6 – E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição.

 Corações de pais e filhos – Estamos fechando as meditações no Velho Testamento, e como já havíamos feito isso com o Novo Testamento, percorremos em sequencia os 66 livros da Bíblia com seus 1189 capítulos. Fazer isso com a companhia de vocês, irmãos e amigos nos acompanhando foi um enorme prazer e nossa gratidão e louvor vai para aquele que pode todas as coisas, até mesmo nos proporcionar o prazer da escrita de textos que sem a ajuda do Espírito Santo não teriam acontecido. A Deus, toda glória! A vocês, o meu muito obrigado pelos elogios, críticas e compartilhamentos com outras pessoas que muito me abençoaram; sou grato por todos vocês. Fechamos hoje com um tema que também muito me fascina e ao qual tenho destinado muito da minha força e energia nos últimos quase dez anos de vida e ministério, que é produzir hoje, na igreja cristã contemporânea uma cultura de bênção familiar geracional, que tem muito poder e é transformador. Todo o projeto divino de redenção para alcançar todas as pessoas da terra em todas as épocas e em todas as culturas, povos, nações, tribos e etc, passa por um trilho comum a tudo e a todos: FAMÍLIA. Ninguém, após Adão e Eva, entrou nesse mundo senão através de uma família. Todos nascem numa família, todos formam novas famílias e toda a estrutura social humana se baseia em famílias. A família é o elo mais forte, mais firme e possui uma capacidade de indestrutibilidade fora do comum. Estudando os fenômenos sociais, vemos que acontecem círculos em que a família e a estrutura familiar entram em crises, perdem a credibilidade e alguns mais afoitos anunciam em letras garrafais que a família está falida e o casamento vai desaparecer, por que a moda agora é… e daqui à pouco tem gente casando à rodo e vem um avivamento de voltar ao velho e bom casamento e família é tudo de bom. Creia-me, foi Deus, Jeová dos Exércitos, que criou a instituição “família” e o seu arqui-inimigo já tentou de tudo, mas a família, ainda hoje, no século 21, vai bem, obrigado. Casamento e família, são veredas antigas de Deus, são caminhos eternos, isso não vence, não acaba, não sai de moda e quando tudo dá errado, volta-se ao modelo que nunca varia e que dá sempre certo. Só pessoas egoístas, egocêntricas, vaidosas se opõe a esse projeto de Deus, porque elas pretendem gastar e consumir tudo o que produzem (quando isso acontece), consigo mesmas, com seus prazeres pessoais. Mesmo que isso atinja índices alarmantes e fique em risco de extinção, Deus fará que os corações dos pais se convertam aos filhos e vice-versa, em resposta ao poder de sua Palavra, na unção do Espírito Santo via mensageiros poderosos que representam o espírito profético do profeta Elias, que age tal João Batista antecedendo o Senhor Jesus. O reino futuro, a eternidade e tudo mais que virá, terá a certeza de famílias são constantes de geração em geração. Para ter pais e filhos se relacionando bem e para sempre é preciso ter jovens dispostos a nomorar, casar, ter filhos, brigar, reconciliar, e fazer isso de novo “de geração em geração, de eternidade em eternidade, pelos séculos dos séculos, abençoados por aquele que é o Alfa e o ômega, o princípio e o fim….”

Deus pai, Todo-Poderoso, Princípio e fim de todas as coisas, obrigado por nos conduzir nessa jornada de meditar em tua Palavra livro por livro, capítulo por capítulo até o dia de hoje. Obrigado pelo que o dia de hoje nos proporciona e por aquilo que o futuro nos reserva, mesmo que não o saibamos, mas já está prometido que a “bondade e a misericórdia do Senhor nos seguirá todos os dias de nossas vidas, amém.”

Pr Jason