O Pastor de Israel

Meditação do dia 21/08/2016

Sl 80.1 “Tu, que és pastor de Israel, dá ouvidos; tu, que guias a José como a um rebanho; tu, que te assentas entre os querubins, resplandece.

 O Pastor de Israel – Sou um admirador da Bíblia também como literatura e como tal ela enriquece o meu conhecimento com valores que se revestem de significados espirituais saudáveis. Cada nação e cada povo tem características próprias, algumas delas são muito peculiares e isso também influencia a crença, tal qual a cultura e os costumes. Israel, como nação, surgiu de uma raiz pastoril; Abraão era um fazendeiro do ramo da pecuária. Seus descendentes também o foram e de certa forma, traços da vida agrícola e pastoril, estão presentes em tudo na vida deles, pois suas artes, cultura, costumes, hábitos alimentares, legislação e administração levam esses traços e influencia. Na fé não foi diferente; O Senhor Deus expressava o seu amor e cuidado para com eles, como se fossem um rebanho que precisava de presença, direção, proteção e atenção como um pastor de ovelhas fazia com um rebanho animal. Figuradamente cada pessoa era uma ovelha e fazia parte de um aprisco e recebia cuidados tão personalizados qual uma ovelha literalmente falando. O rei mais famoso, mais querido e celebrado da história da nação, fora pastor de ovelhas na sua juventude e de lá fora tirado por Deus para ser treinado e preparado para ser o líder da nação. Davi também foi poeta e escritor e um dos seus escritos mais conhecidos e admirados no mundo todo até hoje, é o Salmo 23, que inicia dizendo que “…o Senhor é o meu pastor e nada me faltará…” desenvolve todo um relacionamento de Deus com seus filhos em amor cuidadoso e gentil tal qual é  o papel de um verdadeiro pastor. Nas suas orações os antigos hebreus, não tinham nenhum constrangimento em se colocarem como ovelhas e rebanhos sob os cuidados do supremo pastor. O altíssimo era também “o pastor” de Israel. Nossa maior afinidade com Deus veio em Jesus Cristo, enviado pelo Pai numa missão de agregar de volta os seus filhos e formar um único rebanho e assim ficar sob os cuidados de um só pastor. Jesus também adotou essa mesma postura de tratamento e de relacionamento, afinal, ele era um judeu, um adorador e sua herança humana era daquela cultura e costumes. Ele se nos apresentou como o bom pastor, não só bom, mas O BOM PASTOR; “Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas” (Jo 10.11). Os seguidores de Jesus foram conclamados a viverem um estilo de vida simples, humildes, embora prudentes e diligentes nos cuidados, fervorosos de espírito e no amor fraternal, zelosos na missão de comunicar o amor de Deus e o plano eterno de salvação e a vida no reino de Deus. Já que cada nação e povo tem suas peculiaridades e isso também os conecta a Deus e ao relacionamento espiritual, eu me pergunto e pergunto a você que lê essa meditação: Os israelitas se vêm como povo de Deus, seu rebanho e oram a Deus que é o seu Pastor. Nós, brasileiros, como expressaríamos nossas características de povo e nação e como Deus se apresenta para nós? Já pensou nisso? Entre os as características de povo e que entendemos ser redentivos, ou seja, são os dons e qualidades dados por Deus para influenciar outros povos e distinguir-nos com uma identidade única estão a ALEGRIA, a MUSICALIDADE, a DIVERSIDADE e ADAPTABILIDADE (mais conhecido como “o jeitinho brasileiro). São coisas tão nossas quanto o verde e o amarelo. Essas qualidades devem servir de culto, adoração e evangelização e por isso mesmo, são aspectos alvos de tão grandes ataques malignos e de uso destrutivos e pecaminosos. Quando oramos pela nossa nação, precisamos lembrar o que Deus nos deu e para quê, e como isso tem sido corrompido pelo pecado e a depravação, para ofender a Deus em vez de glorifica-lo. Você já se tinha ligado, que uma expressão muito popular no nosso país é: “Deus é brasileiro!?”

Senhor, Deus te todas as nações, povos e línguas, te reconhecemos como acima e muito além dessas conveniências e coisas dos homens; mas também entendemos que somos o que somos por tua determinação e graça. Fomos criados por obra planejada de tua parte, para um propósito muito especial e ocupação um lugar entre os povos que é só nosso e temos uma capacidade de unir e sermos aceitos e amados por todos, pelas características tão próprias que só os brasileiros tem. Obrigado, por esses dons e características redentivas. Queremos te honrar e adorar da forma toda especial verde e amarela cheia de alegria e aberta para receber a todos e viver juntos e misturados em santidade e justiça diante daquele que tudo vê, tudo sabe e tudo pode. Em nome de Jesus, amém

Pr Jason

Anúncios

Meditação do dia 20/08/2016

Sl 79.13 “Assim nós, teu povo e ovelhas de teu pasto, te louvaremos eternamente; de geração em geração cantaremos os teus louvores.

 Louvor geracional – De alguns anos para cá expressões como: Geração(s), de geração em geração, de pai para filho e assim por diante, tem tomado um significado muito forte e impactante para mim. Comecei a entender a importância das gerações, o papel delas e de cada uma no seu tempo e no seu espaço, para cumprirem certos propósitos dados por Deus, que e ninguém mais pode fazer. Também para isso ter sucesso, é muito importante um trabalho de base, pois depois da causa perdida, não tem mais como remediar. Para se ter uma próxima geração, pensando como cristãos, é preciso ter casamentos, para ter casamentos é preciso cultivar uma cultura de família, de saber o valor e a importância disso. Também não é possível ter uma próxima geração se tivermos casamentos, mas o casal não desejar e querer ter filhos. Veja que estamos chegando numa situação crítica em termos de sociedade, porque muitos desses pilares estão sendo subvalorizados, quando não, realmente desvalorizados e até desestimulados. A carreira profissional, acadêmica e econômica tem tomado o ideal dos jovens e das famílias, que incentivam a demora para o casamento dos filhos, como até incentiva a não se casarem, outros a não terem filhos. Seguindo assim, como as bênçãos prometidas por Deus “para nós e para nossos filhos” vão acontecer? Como cumprir mandamentos como de ensinar os filhos a andarem no temor do Senhor? Como, nas palavras do verso base de hoje “…te louvaremos eternamente; de geração em geração cantaremos os teus louvores. Para acontecer um louvor eterno, como pessoas fisicamente não eternas, precisa-se de gerações seguidas. Para de geração em geração cantar os louvores do Senhor, é preciso ter sequencia de gerações, ou seja, eu, meus filhos, os filhos dos meus filhos e assim sucessivamente. Tenho duas filhas, se elas resolverem não terem filhos, muitas das promessas de Deus relativas a mim, morrerão comigo e com elas, sendo que o ideal do Senhor seria que minhas gerações futuras colhessem e saboreassem de frutos e semeaduras que eu plantei no meu tempo. Quando alguém cristão, toma a decisão de não gerar filhos, no fundo é uma decisão muito egoísta e digamos, suicida, porque com ele morrerá todo os legados de gerações anteriores, que conquistados e mantidos com muita determinação. Eu, não comecei comigo mesmo e sozinho, e não tenho o direito de acabar com o trabalho e a herança que outros construíram e muito disso foi buscado de Deus em oração.

 

Pai, obrigado, por poder te chamar assim, como as tuas promessas são maravilhosas para os teus filhos. Os teus planos são eternos e para muitas gerações antes da minha e muito além da minha. Dá-me um coração sábio e amoroso para com os teus planos e não permitir que se encerre em mim as coisas que foram planejadas a muito tempo e para muito tempo ainda além de mim e do meu período de serviço aqui. Nossa cultura e valores não podem ser mais fortes do que as tuas promessas e não podemos esconder atrás de uma atitude de dúvida e incredulidade disfarçada de amar tanto e ser tão responsáveis ao ponto de não gerarmos a próxima geração abençoada e conquistadora planejada por ti. Abre os nossos corações e nossa visão para essas verdades, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Suprimentos Sobrenaturais

Meditação do dia 19/08/2016

Sl 78.25 “O homem comeu o pão dos anjos; ele lhes mandou comida a fartar.

 Suprimentos sobrenaturais – Comida é um assunto prazeroso e muito recorrente nas Sagradas Escrituras. Não poderia ser diferente, pois comer é um Hábito, uma necessidade e um prazer e de certo modo é a maior motivação humana para o trabalho. “O trabalhador trabalha para si mesmo, porque a sua boca o incita” (Pv 16.26). Como todas as demais atividades humanas, pode acontecer o excesso e o pecado, mais conhecido como a glutonaria. Jesus era chegado numa boa mesa e não fazia questão de esconder isso de ninguém e até prometeu que ao chegarmos na casa do Pai, teremos um banquete literalmente “divino” nos aguardando lá. Mas trabalhando com o outro lada da questão, o Maná, foi um suprimento muito especial da provisão do Senhor para o seu povo durante a peregrinação no deserto, rumo à terra prometida. Lendo a história inteira descrita em Êxodo 16, há muitas lições preciosas a ser aprendidas. Mas vamos nos ater ao fato em si, Deus provendo sobrenaturalmente alimento aquelas pessoas, uma grande multidão praticamente equivalente à população de uma cidade como Belo Horizonte. É muita gente, para ser alimentado num local inóspito, sem fontes de suprimentos naturais e isso não foi problema para Deus, pois a cada manhã, “chovia” o pão do céu e as pessoas recolhiam o suficiente para sua casa, isso, por quarenta anos seguidos. Aqui, o salmista o chama de “pão dos Anjos” aludindo a maneira especial de sua origem, o que deveria provocar um sentimento de gratidão e fé. Assim como Deus fez isso no passado e ele é o mesmo ontem, hoje e para sempre será o mesmo, temos razões de sobra para cultivar nossa fé na pessoa de Deus e na capacidade de fazer o impossível aos nossos olhos e suprir o que necessário for, para sua própria glória e honra. Uma outra passagem especial com o mesmo tema que muito me fascina, é a do profeta Elias em fuga, frustrado se deitando debaixo de uma árvore e esperando não acordar mais nesse mundo, mas é despertado por um anjo que lhe mostra comida pronta e ele levantou, comeu, bebeu e voltou a dormir e tudo se repete. O que diferencia nessa história é descrito no em seguida: “Levantou-se, pois, e comeu e bebeu; e com a força daquela comida caminhou quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus.” (I Rs 19.8). Esse pão assado na brasa ali pelo anjo, lhe deu forças físicas para caminhar quarenta dias e noites seguidas até chegar ao destino sem reabastecimento. Deus pode fazer coisas incríveis pelos seus filhos. Mas nunca podemos deixar de olhar na direção certa: “Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?” (Rm 8.32).

Graças, Senhor por cada suprimento na minha vida. Por mais simples e natural que seja, desejo expressar a minha gratidão e o meu reconhecimento de tua bondade e generosidade. Acima de todas as coisas, nos deste Jesus Cristo, seu único filho como a maior de todas as provisões. Nele somos completos e realizados e nele todas as tuas promessas se realizam. Por Ele também seja a honra e a glória ao teu nome para sempre, amém.

Pr Jason

O Caminho de Deus

Meditação do dia 18/08/2016

Sl 77.13 “O teu caminho, ó Deus, está no santuário. Quem é Deus tão grande como o nosso Deus?

 O Caminho de Deus – Caminhos, veredas, trilhas, são sinônimos de conduta, modo de proceder, modo de vida, envolvendo escolhas morais e espirituais sob responsabilidade pessoal. Em termos básicos, a fé cristã, admite haver dois caminhos com destino à eternidade, um deles é bom, é o de Deus e o outro é mau, é o da perdição. “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem” (Mt 7.13,14). Parece que temos uma idéia já pré-estabelecida de que vivemos de um certo modo, como numa caminhada por certo caminho, e chegamos a uma bifurcação em “Y” e então temos que decidir por qual caminho seguir, sendo que à direita, o caminho é mais estreito, solitário de pessoas que por ali passam e com muitos obstáculos, íngreme e com muitos desafios e perigos, até mesmo de se perder e desviar, mesmo sabendo que esse é o caminho da salvação. A idéia é que o outro, à esquerda, se apresenta plano, bem pavimentado, com belos jardins floridos, movimentado de pessoas alegres, comércio atraente, vida boêmia, badalação e muitas luzes convidativas que seduzem as pessoas que finalmente se perderão num abismo eterno. Essa idéia até aparece em obras de arte, quadros, pinturas e etc. que assim tentam representar “os dois caminhos.” Mas doutrinariamente, numa boa teologia, a realidade é outra. Desde o processo de queda da humanidade, todos os nascidos neste planeta, exceto Jesus, nasceram numa condição de corrupção moral e espiritual, depois da queda de Adão e Eva, vivendo já fora do Jardim, do Paraíso e da também fora da graça salvadora. Não querendo provocar uma ala teológica, mas afirmando a linha que sigo, não nascemos pecadores, mas caídos e separados de Deus. Pensando assim, já estamos andando no caminho “da esquerda” e o que nos resta é aceitar a proposta de amor e salvação apresentada pelo Evangelho, em Cristo Jesus. Quando exercemos o direito de escolha, o fazemos para deixar um caminho e um modo de vida errado, contrário à vontade de Deus e através do arrependimento e conversão, volvemos para o caminho “da direita” ou o caminho eterno. É fato, não escolher mudar ou ficar, já é uma escolha de continuar como estávamos vindo e isso é trágico no final. “Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência” (Dt 30.19). Esta verdade, de que Deus nos dá dicas de qual escolha fazer, indica que não estamos num caminho certo ou neutro e que continuar como começamos não tem risco. Veja por exemplo um verdade no salmo 25 “Bom e reto é Senhor, por isso aponta o caminho aos pecadores” (v.8). O próprio Senhor Jesus também trabalhou nessa linha de ensino. “Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más” (Jo 3.17-19). O Caminho de Deus está no santuário, pode ser compreendido como sendo através do relacionamento com Deus, tendo-o como Senhor, adorando e reverenciando de todo o coração, cultuando na intimidade e nos dias do salmista, isso tinha tudo à ver com o tabernáculo e o templo onde adoravam. Outro modo de entender, baseado no Novo Testamento, na Nova Aliança, é que o nosso espírito é o templo, o santuário de Deus e é ali onde se conhece e se encontra o verdadeiro modo de viver o caminho de Deus. De qualquer forma, o pecado tem que estar fora da vida; o arrependimento é um crucial e necessário; a conversão é inadiável, pois se não nascermos de novo não veremos o reino de Deus e muito menos entraremos nele. Jesus, é esse Caminho, é essa Verdade e é essa Vida! Se não fez deliberadamente uma escolha, tá esperando o que? Se fez e não tem levado isso muito à sério, mude de atitude e se já fez e está firme, fortifique-se mais a cada dia, pois a perseverança faz parte da nossa caminhada. Vamos juntos, também estou nesse caminho!

Senhor Jesus, meu Salvador e Senhor, venho agradecer por ter dado tua vida por mim lá naquela cruz; Já me arrependi e te convidei para assumir o senhorio de minha vida, e reafirmo essa disposição. Peço forças e graça para permanecer até o momento final e até lá servir e ajudar meus irmãos e amigos de caminhada. Obrigado, Espírito Santo, por manter-me em atitude de conversão diária, morte para o mundo e vida nova em Jesus a cada novo dia, preciso de ti e de tua assessoria; obrigado pelo poder de viver uma vida abundante na graça de Cristo. Em nome de quem oro com gratidão, amém.

Pr Jason

Expressões da Fé

Meditação do dia 17/08/2016

Sl 76.11 “Fazei votos, e pagai ao Senhor vosso Deus; tragam presentes, os que estão em redor dele, àquele que é temível.

 Expressões da fé – Ouvi recentemente um conferencista que me agradou muito especialmente pela sua garra pela prática expansionista do reino de Deus. Ele um cidadão de Hong Kong muito ousado e audacioso, mas ao mesmo tempo, simples e acessível. Mas o que quero destacar dele aqui, foi ouvi-lo dizer que eles (orientais) não tem essas preocupações que os ocidentais tem com definições de palavras, coisas, e origens disso e daquilo; para eles as coisas são e pronto! Ele até brincou, com a história da maçã que ao cair do pé, levou Isaac Newton a pensar e definir a questão da lei da gravidade; segundo ele, se isso acontece a um chinês, a única e grande reflexão que faria, era descobrir se ela seria doce ou não. Como sou e somos ocidentais, estamos sempre perguntando: Quem descobriu isso? Quem inventou aquilo? Quem fez isso pela primeira vez? De onde veio essa idéia? Hoje, vou perguntar: Quem teve a idéia de fazer votos diante de Deus? Como surgiu cultos celebrando com ofertas e cumprindo promessas, propósitos e obrigações? Eu sei que cultuar a Deus foi fruto do relacionamento de Deus com nossos primeiros pais e Deus lhes ensinou práticas de culto para expiação de pecados, restituições morais e espirituais. Agora, os votos, não sei, na Bíblia já aparece pessoas fazendo e cumprindo votos e promessas e ofertando por gratidão adoração e louvor. Salomão, no Eclesiastes, recomenda que não é boa prática prometer e não cumprir, ou tardar em cumprir um voto feito. “Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos; o que votares, paga-o. Melhor é que não votes do que votares e não cumprires” (Ec 5.4,5). Um voto é um acordo feito com Deus e como tal, não há desculpas em não cumprir o prometido. Geralmente, se trata de uma situação difícil, delicada e até humanamente impossível, e então se recorre a Deus, se comprometendo a uma obrigação relevante, sacrificial, como gratidão, caso o benefício aconteça, e normalmente acontece. Então, se Deus fez a parte dele no acordo, a parte humana precisa ser honrada e com gratidão. Agora, oferecer a Deus presentes, já é uma situação voluntária que expressa a gratidão da pessoa, independente de ter recebido alguma bênção ou benefício. Pode ser algo que permaneça apenas entre a pessoa e Deus, pois é algo muito pessoal; também pode ser de expressão coletiva, como promover uma festa, uma celebração, ou uma campanha que beneficie alguém ou um grupo escolhido pela pessoa. O propósito disso deve ser honrar a Deus, e nunca a auto-promoção e oportunidade de ser visto e reconhecido como generoso, solidário e benfeitor. O anonimato ou a discrição é muito importante nesse sentido. Descubra, como pode expressar sua gratidão, seu louvor e distribuir das muitas bênçãos que tem recebido, compartilhando com outros. Isso pode ser feito, de diversas formas, desde dar um testemunho na igreja, se propor a ensinar algo que ajuda e melhora a condição de outros; repartir conhecimento técnico profissional em forma de ajuda e acessoria; criar movimentos de divulgação, doação, criar ou apoiar entidades que beneficie e até fundar empresas e negócios de grande potencial com finalidades mais que comerciais. Qual você acha que foi a motivação de quem criou por exemplo a Cruz Vermelha Internacional, os Médicos Sem Fronteiras; Santas Casas de Misericórdias no Brasil, que cuida da saúde de milhares à muitos anos; Hope, Visão Mundial e etc. Como você pode ajudar a fazer diferença? Talvez não sozinho, mas com um grupo de amigos, irmãos na fé, empresários do mesmo ramo, ou siga seu instinto interior, Deus lhe mostrará o que fazer.

Senhor grande e misericordioso, que socorre a todos os necessitados de todos os modos, não só pobres e carentes, mas todos quantos clamam a ti, são socorridos e ajudados. Como igreja do Senhor e no papel de Luz do Mundo e Sal da terra, é possível fazermos um pouco mais, com tudo de bom que nos tem abençoado. Mostra-nos onde podemos ser bênçãos e facilitar a resposta de alguém que está clamando e esperando uma alternativa. Desperte, nesse dia os dons de misericórdia no teu povo e permita que a criatividade seja aflorada e assim novas percepções aconteçam e cumpramos melhor o que o Senhor mesmo espera de nós. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Qual a direção certa?

Meditação do dia 16/08/2016

Sl 75.6 “Porque nem do oriente, nem do ocidente, nem do deserto vem a exaltação.

 Qual a direção certa? – Tanto a direita quanto a esquerda são extremos, e o grande desafio da vida é o equilíbrio. Permanecer no centro é não é fácil, pois de ambos os lados aparecem distrações ou apelos para uma nova tomada de decisão. É muito comum vermos pessoas indo de um extremo conservador para outro extremo do liberal ou inovador e vice-versa. Quando atraídos pela novidade, se lançam de corpo e alma como se aquilo fosse a solução única e definitiva; assim que surge os contratempos ou decepções, se frustram e vão para o extremo oposto. Até mesmo em questões de fé e verdades espirituais vemos esse desequilíbrio, pois pessoas se apegam rápido demais a uma faceta da verdade e passam do fervor ao fanatismo e daí ao ceticismo em muito pouco tempo. Igrejas adotam modelos de administração, de crescimento e estratégias de ministério e logo migram novamente para a próxima novidade que o mercado propõe. Isso não é novo, não é incomum e nem está próximo de findar. Ao olhar o verso tema de hoje, me ponho a pensar nos extremos ali propostos: Os ocidentais são curiosos com os mistérios do oriente e isso atrai muito a atenção. É de lá que vem os “gurus” de toda sorte e até mesmo essa palavra indica uma idéia de alguém que é mais sábio e tem as melhores respostas que todo mortal precisa. Parece que o oriente com sua paciência e sabedoria milenar tem a solução e os ocidentais quando desiludidos, desencantados e perdidos, rumam para lá em peregrinação e jornadas de meditação, contemplação e busca de encontrar si mesmo. Imagine só, eu sair daqui ir a uma viagem de milhares de quilômetros, subir e descer montanhas e vales e aprender a ficar em silêncio para encontrar comigo mesmo!? Bem, os orientais, não dão o braço a torcer, mas admiram e cobiçam (altruisticamente) o progresso e a tecnologia e os recursos dos ocidentais, que na verdade é a fonte de sustento e garantia de sucesso deles. A terceira via mostrada no trecho é o deserto, que em termos gerais significa um lugar de solidão e aridez, que não tem muito a oferecer, mas é uma excelente alternativa para superação e onde só os fortes prevalecem. Cristãos sabem que espiritualmente o deserto é uma excelente escola onde Deus treina seus melhores vencedores. Todos os grandes de Deus, passaram por essa escola e ela continua ativa e as matrículas estão sempre disponíveis. O Oriente simboliza o antigo, a experiencia e a sabedoria; o Ocidente vem a ser o novo mundo, as novas oportunidades, o recomeço e a inovação. O deserto separa os dois extremos e ambos precisam atravessá-lo para vencer em um dos lados. Mas o favor de Deus e a fonte de vida, não é em nenhum dos três lugares, mas em Deus mesmo. Tanto no oriente, como no ocidente ou no deserto é possível o homem vencer por suas forças, habilidades e capacidade de domar o difícil, mas esse triunfo é tão durável quanto a existência do herói, um dia ele vai e com ele a sua vitória e suas marcas. Só em Deus existe exaltação verdadeira, permanente e eterna e nesse pódio só se sobe, descendo. A graça de Deus é para os humildes, os contritos e quebrantados de coração; cuja ambição não é o primeiro lugar, mas servir e ajudar, a exemplo do seu mestre. Amamos o oriente porque é de lá vem o nosso sol, Sol da justiça; amamos o ocidente, por apreciamos o novo e em Cristo todas as coisas se tornaram novas para nós e apreciamos o deserto com sua quietude onde aprendemos que Deus é Deus! “Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra” (Sl 46.10). Mas acima de tudo, Deus é a nossa fonte de vida e de paz.

Grande Deus e soberano Senhor, somos gratos pelo teu amor imenso e disponível a todos nós em Cristo Jesus. A nossa felicidade ou razão de ser não está lá longe no oriente ou no ocidente, nem no deserto, mas em ti, Senhor. Jesus nos ensinou que não é nem num monte e nem em outro, mas Deus busca adoradores que o adorem em Espírito e em verdade; não é onde, mas como, na atitude do coração e do espírito. Graças pelo dia de hoje e tudo o que ele nos trará e permitirá conhecer mais de ti e da tua soberana vontade. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

A Profanação do Sagrado

Meditação do dia 15/08/2016

Sl 74.2 “Lançaram fogo no teu santuário; profanaram, derrubando-a até ao chão, a morada do teu nome.

 A profanação do sagrado – Um dos benefícios de se estudar e conhecer a história é para que os erros do passado não sejam cometidos novamente. Todos sabemos disso! A humanidade sabe disso, a igreja sabe disso, as famílias sabem disso, mas algumas lições parecem não serem aprendidas e se repetem constantemente. Ao saírem do Egito onde eram escravos, os antigos hebreus receberam a revelação divina para construírem um tabernáculo, uma espécie de tenda móvel, que lhes servia de templo. Tudo foi mostrado por Deus à Moisés e foi meticulosamente construído seguindo cada prescrição nos mínimos detalhes; era uma obra de arte, muito sagrado e muito reverenciado e respeitado ao longo dos anos, até quando veio uma nova revelação para que construíssem um templo fixo de alvenaria, ricamente adornado, outra obra de arte sagrada e de engenharia. Em ambos os casos, houve época, em que o povo descuidou da vida pessoal de comunhão e culto a Deus, caindo num conformismo religioso vazio e sem dar atenção ao que verdadeiramente importava. Quando a espiritualidade cai no coração e a fé esfria no espírito, resta uma casca oca, religiosa, intelectual, materialista e vazia travestida de culto, nada divino, tudo mecânico, humano e racional. Nesse estágio, a pessoa sabe tudo da verdade, do que Deus diz e espera e cumpre rituais como se aquilo fosse culto. Assim, o templo passa a ocupar mais importância do que Deus que deveria ser ali adorado; sacrificar se torna mais importante do exercer misericórdia e a fé se torna racional. Um exemplo clássico disso, foi no tempo do sacerdote Eli, quando os hebreus sofreram agressão e invasão militar por parte dos filisteus e ao serem derrotados em batalha, mandaram buscar a Arca da aliança, para o campo de batalha e aquilo produziu uma euforia e barulho tão intenso que aterrorizou o inimigo, mas perderam de novo e a Arca foi capturada e levada para território estrangeiro. Confiaram na Arca, mas não tinham relacionamento com o Deus da Arca. Nos tempos de Jesus, quando já era o templo em sua segunda versão, havia uma inversão de valores, sobre o altar, o templo e a santidade de Deus, de tal forma que ofender a Deus com o pecado era tolerável, mas se profanasse o altar ou o templo, havia sanções duras contra o praticante. “Ai de vós, condutores cegos! pois que dizeis: Qualquer que jurar pelo templo, isso nada é; mas o que jurar pelo ouro do templo, esse é devedor. Insensatos e cegos! Pois qual é maior: o ouro, ou o templo, que santifica o ouro? E aquele que jurar pelo altar isso nada é; mas aquele que jurar pela oferta que está sobre o altar, esse é devedor. Insensatos e cegos! Pois qual é maior: a oferta, ou o altar, que santifica a oferta? Portanto, o que jurar pelo altar, jura por ele e por tudo o que sobre ele está; E, o que jurar pelo templo, jura por ele e por aquele que nele habita; E, o que jurar pelo céu, jura pelo trono de Deus e por aquele que está assentado nele” (Mt 23.16-22). As pessoas ainda hoje se preocupam em ir ao templo, ir ao culto, mas muito pouco com a qualidade do seu culto; gostam muito de boa pregação e bons estudos bíblicos, mas quase nada de prática do que ali é apresentado. A forma está sendo mais valorizada do que o conteúdo. O fazer está prevalecendo contra o ser, de tal forma que religião predomina sobre fé e devoção. É uma santa profanação!

Senhor Deus e Pai, Criador e sustentador de todas as coisas, que em amor e graça nos alcançaste com perdão e salvação, através da dor e sofrimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Sabemos que a tua vontade é boa, agradável e perfeita e plenamente obedecida nos céus e assim se espera que o seja aqui na terra. O Senhor é a razão do nosso culto e da nossa adoração em todo o tempo. Te peço que mantenhas os meus olhos e ouvidos espirituais abertos à tua Palavra e à tua vontade. Jesus nos ensinou que o Senhor é digno de receber adoração e culto; e assim será na nossa vida! Reconhecemos sua superioridade à templos, rituais e cerimonias; pois o Senhor deseja corações puros, fé verdadeira e amor a ti e ao nosso próximo, para assim a mensagem do Evangelho faça sentido na missão de ir e alcançar as pessoas. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

O Desviado

Meditação do dia 14/08/2016

Sl 73.2 “Quanto a mim, os meus pés quase que se desviaram; pouco faltou para que escorregassem os meus passos.

 O Desviado – A não muito tempo atrás, em termos de igreja tinha-se os membros ativos e quando alguém desistia ainda que temporariamente da fé, chamava-se “desviado” e trabalhava-se para que ele voltasse ao aprisco, reconciliando-se com Deus e com a igreja local. O mundo era divido entre cristãos e não cristãos, era preto ou branco e ponto final. Hoje temos uma enorme faixa cinza entre o preto e o branco e agora temos um fenômeno social eclesiástico denominado “os desigrejados;” nome chique para desviados. Uma enorme massa social com valores “meio evangélicos” mas não levado a efeito pela prática e frequência de uma comunidade cristã. Este salmo foi escrito por um homem muito ligado à fé e à prática ministerial. Asafe, era ministro de louvor no templo de Jerusalém, trabalhava de tempo integra, era sustentado pelos dízimos e ofertas da comunidade e juntamente com sua família se ocupava dos cânticos e instrumentos musicais para uso nas celebrações ao Senhor Deus de Israel. Ele narra os passos que lhe aconteceram que quase o levou à bancarrota espiritual. Tudo começou ao observar a vida dos outros, provavelmente atraído por uma insatisfação interior com alguma coisa e então começou a medir o que ele tinha com o que ele via na vida das pessoas. Essa comparação seguiu para o campo da fé e da espiritualidade, pois ele percebeu que aquelas pessoas eram prósperas e não eram nada fiéis e nem mesmo tinham bons princípios de vida e honestidade, chegando até a serem blasfemos e desprezavam a Deus e as coisas espirituais. Nesse ponto ele chegou a uma conclusão carnal, humana e perigosa: Qual a vantagem de ser fiel a Deus? Qual o valor de ser honesto e correto? Parece que o pecado recompensa melhor e a pessoa não precisa ter preocupações com consciência, arrependimento, confissão de pecados e acertos; é só deixar correr solto e um abraço! Mas ele ainda tinha uma aliança e um coração voltado para Deus e numa ministração ele percebeu no seu coração, que há uma enorme diferença entre uma coisa e outra. Como disse Jesus, a vida de uma pessoa não consiste na abundancia do que ela possui, (Lc 12.15). Coisas materiais tem peso e valor no mundo material, mas não vale nada e não conta nada na vida e no mundo espiritual. Tudo que eles tem aqui, ficará aqui e eles irão sem nada, e como não tem nada do outro lado, estão perdidos. “Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele” (I Tm 6.7). Meu amado, não se impressione com a marca do carro, o modelo, a casa e o endereço, a grife da roupa e onde seu vizinho ou amigo passa as férias… enquanto você passa sufoco e vive experimentando livramentos e provisões em cima da hora. O tesouro dele e o seu são muito diferentes; o destino dele e o seu também. O senhor dele e o seu também não são o mesmo e o que você tem, ele não pode comprar com tudo o que ele tem. Você tem um chamado, uma cidadania e uma identidade, que te diferencia e deve ser razão suficiente para nem pensar em comparação. Tudo o que eles tem, qualquer outro pode ter e até mais, pode ser perdido por qualquer má aventura; mas o que você tem, só Deus pode dar e ninguém pode tirar e vale para o tempo e a eternidade.

Pai, obrigado, pelo privilégio de ser chamado teu filho e ter o nome escrito no livro da vida e termos uma cidade, uma pátria e uma herança muito bem guardada onde nada e ninguém pode mexer. Graças, por tão grande salvação e pelo privilégio de servir um Deus justo e galardoador daqueles que o buscam. Temos o nosso tesouro em vasos de barro, para que a excelência seja do Senhor e não de nós mesmos. Abra e mantenha aberto os nossos olhos para vermos de fato, o que é que tem peso e valor. Longe de nós a inveja dos maus e do que eles tem; ao contrário, queremos nos satisfazer em ti que é a fonte de todas as bênçãos e o provedor de todas as nossas necessidades. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

O Messias

Meditação do dia 13/08/2016

Sl 72.17 “O seu nome permanecerá eternamente; o seu nome se irá propagando de pais a filhos enquanto o sol durar, e os homens serão abençoados nele; todas as nações lhe chamarão bem-aventurado.

 O Messias – A Bíblia é a revelação especial de Deus à humanidade. Tudo o que precisamos saber sobre seus planos e propósitos estão nela registrados. Ela é bem mais do que um livro, uma peça de literatura ou uma escritura sagrada; pois isso nós temos de montão espalhados mundo à fora. Nossa herança espiritual em termos de fé, ensinos e prática devocional, herdamos dos antigos hebreus, judeus ou israelitas. Temos registros genealógicos precisos nas Escrituras que comprovam a nossa origem como raça humana, todos descendendo de um único casal de ancestrais, Adão e Eva, que foram originalmente criados e colocados num local especial onde se desenvolveram em sociedade e chegou até nós. Faz parte dessa jornada, o fato deles terem desobedecido a Deus quanto a uma instrução, e a consequente penalidade da perca da comunhão e amizade direta com o Criador. Nessa situação, receberam uma promessa de redenção, que nas Bíblia, se torna o centro de toda a trama nela narrada. Assim, pode-se descrever a história humana com três simples palavras: GERAÇÃODEGENERAÇÃO e REGENERAÇÃO. Essa primeira promessa a chamamos de “messiânica” por se referir a uma pessoa, descendente humano, enviado por Deus com uma missão muito específica de resgatar a todos e trazê-los d volta para a presença de Deus, restaurando tudo o que o pecado estragou; ele seria então o Messias, o Cristo. Em Gn 3.15 se registrou: “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.” Desde então, essa “semente da mulher” passou a ser aguardada e desejada em todas as gerações. Era necessário um plano bom e perfeito a ser seguido meticulosamente, uma vez, que Deus tem um arqui-inimigo, que tem como meta destruir tudo o que agrada a Deus e como não pode atingir pessoalmente ao Senhor, ele ataca a criação de Deus, especialmente a humanidade, que é por demais preciosa aos olhos do Criador. Partindo de Gn 3.15, podemos detectar como um fio vermelho percorrendo toda a revelação de Deus na Bíblia, até chegar ao Calvário onde ele consumou o sacrifício definitivo, capaz de cobrir o preço exigido pela justiça divina, para expiar os pecados de todos em todo tempo e para todo o sempre; Apocalipse, fecha o parêntese da história humana, aberto no Jardim do Éden, com o pecado e onde reinicia a continuidade de tudo como devia ser, sem a intervenção do pecado humano. Esse salmo 72, que lemos hoje, inteirinho, é um texto messiânico, nada ali descrito poeticamente por Davi, poderia ser cumprido na vida de qualquer outro homem, a não ser em Jesus Cristo. Releia-o e verá as descrições de suas qualificações como rei, juiz, redentor, restaurador e alguém que não está limitado ao tempo e ao espaço. Jesus Cristo, não é apenas uma figura incrível da história humana, com tentativa de ajudar os outros com ensinos, idéias e desejo de mudanças. Jesus é alguém único, providenciado pelo amor de Deus, que viveu todas as etapas para preencher as qualidades e requisitos para ser o redentor perfeito. É por isso que o nosso verso base de hoje afirma: O seu nome permanecerá eternamente; o seu nome se irá propagando de pais a filhos enquanto o sol durar, e os homens serão abençoados nele; todas as nações lhe chamarão bem-aventurado. Conhece esse Messias?

Senhor Jesus, bendito seja o teu nome, poderoso diante de Deus e em qualquer outro lugar, tempo e espaço. Com o teu sacrifício, compraste para Deus, homens de todas as tribos, povos línguas e nações e foram constituídos em reis e sacerdotes, para reinarem para todo o sempre. Obrigado por morreu na cruz pelos meus pecados e ali levar minhas derrotas, fracassos e a condenação. Reconheço minha condição miserável e também reconheço sua santidade e justiça e aceito, recebo alegremente o que fizeste e como fizeste, porque assim é a vontade do nosso Deus e Pai; graças pela ação do Espírito Santo, que convence-nos da nossa real condição e disponibiliza a obra perfeita e única que pode nos restaurar. Obrigado, de coração, nesse nome, acima de todo nome, amém.

Pr Jason

Uma Cultura de Vida e Bênção

Meditação do dia 12/08/2016

Sl 71.5 “Pois tu és a minha esperança, Senhor DEUS; tu és a minha confiança desde a minha mocidade.

 Uma Cultura de vida e Bênção – Nossos escritos deixam impressões das quais se percebem traços da cultura de nossas origens e do tempo de nossa existência. Co os escritos sagrados também podemos perceber isso na instrumentalidade humana pela qual Deus fez sua Palavra chegar até nós. Neste salmo, o rei Davi expôs algo da sua cultura judaica oriental, especialmente sobre um tema por demais importante para nossa época, que é valores familiares centrados em Deus e no seu projeto eterno. Chamo isso de “Cultura de Bênção.” Quando nascemos muitas coisas já estão traçadas e não depende da gente escolher, mas muitas outras estarão sob nossa responsabilidade fazer as escolhas que determinarão os resultados ao longo da vida. Tomar conhecimento das minhas raízes me faz conhecer melhor a minha identidade e o meu destino. Os hebreus antigos e muitos ortodoxos ainda hoje, mantem uma cultura familiar centrado na bênção sobre a pessoa em todas as etapas de sua vida e isso era levado muito à sério e ensinado e passado rigorosamente de geração para geração. Eles entendiam e eu entendo também agora, que há sete períodos na vida de uma pessoa em que ela precisa ser abençoada, para que seja uma pessoa plena. Abençoar aqui tem o sentido de “autorizar para prosperar;” o contrário disso seria amaldiçoar, ou “desautorizar ou impedir que prospere.” Nem eu e nem você começamos a viver no período da mocidade, quando já pudemos exercitar a nossa fé e confiança em Deus como citado no versículo base dessa meditação. No verso 6 ele declara: “…Por ti tenho sido sustentado desde o ventre; tu és aquele que me tiraste das entranhas de minha mãe…” Eles entendiam que um filho era uma bênção de Deus – ter filhos era ser abençoado – não poder gerar filhos era ruim, até mesmo visto como falta de bênção de Deus e até castigo – ter muitos filhos era celebrado – a gestação, o nascimento e a infância era cercada de cuidados, bênçãos dos familiares, líderes e a expectativa era de festa. Para eles, havia sete períodos cruciais nos quais precisava-se da bênção e isso não poderia falhar. Vou apenas citá-los aqui. 1. Concepção 2. Vida uterina 3. Nascimento 4. Primeira infância 5. Puberdade 6. Casamento e 7. Velhice. Só nesses dois versos ele já fez referencia ao menos de 5 desses períodos. Nos versos 9, 17 e 18 ele abrange os restantes também, ao citar sua velhice e seu compromisso de preparar as gerações para viver esses mesmos propósitos. Nestes sete ciclos, em seis deles, os pais são os responsáveis por abençoar os filhos e no sétimo, é a vez dos filhos abençoarem os pais, dessa forma, na vida toda, a pessoa é abençoada nos momentos decisivos de mudanças de fases. Uma nação abençoada e próspera é feita de pessoas abençoadas e prósperas, o mesmo vale para uma família, uma igreja, uma cidade, uma sociedade e uma civilização. Segundo os planos de Deus revelados na Bíblia, as pessoas nascem para um propósito muito especial e exclusivo, feito sob medida para ela. Viver esses planos é o que dá sentido e razão para a existência humana. Fora disso, é uma existência vegetativa e sobrevivência correndo atrás de emprego e renda para se alimentar e sustentar a família, muito aquém do ideal de Deus para qualquer um. Você já está bem situado com sua identidade, seu destino e seu propósito de vida? Vai pensar mais sobre isso?

Pai, obrigado por me criar de uma maneira muito especial e com um propósito todo especial, dentro de um espaço e de um tempo onde poderei desenvolver todo o potencial com o qual fui presenteado por ti. Peço sabedoria para experimentar a cada dia a porção daquilo que minha herança e minha responsabilidade. O Senhor é digno de ser adorado, engradecido e exaltado em todo tempo, por todas as pessoas, as quais a tua salvação está disponível em Cristo Jesus. Que hoje seja um dia de novas experiências e revelações de tua parte para cada de todos nós. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason