Atitudes de Servo

Meditação do dia: 20/09/2019

  “E ordenou-lhes, dizendo: Assim direis a meu senhor Esaú: Assim diz Jacó, teu servo: Como peregrino morei com Labão, e me detive lá até agora; (Gn 32.4)

 Atitudes de Servo – Ninguém foi melhor do que Jesus em servir e amar ao próximo. Isso, claro, é indiscutível. Então Jesus, chamando-os para junto de si, disse: Bem sabeis que pelos príncipes dos gentios são estes dominados, e que os grandes exercem autoridade sobre eles. Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo; Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos (Mt 20.25-28). Houve uma disputa entre a turma de discipulado de Jesus, cada um querendo assumir um posto maior e superior aos demais. Aqui, o grupo rachou, dez contra dois e olha, que os dois apenas tiveram uma petição encaminhada pela mãe deles; Jesus não havia prometido nada e nem dado a entender que o caminho seria aquele; mas já foi o suficiente para elevar os ânimos da turma. Foi então que Jesus mostrou para eles o padrão utilizado pelo mundo do poder; lá quem pode mais, chora menos e cada um faz o que puder para estar por cima e vale tudo para não deixar ninguém se aproximar. Mas o mestre disse que “entre nós” não seria assim. Ao longo da minha caminhada, percebi por observação própria e também estudando as conclusões de outros cristãos, que via de regra, as pessoas não tem problemas em serem chamadas de servos. O problema mesmo aparece quando elas são tratadas como servos. Ser chamado de servo, servo de Deus, um irmão servo etc. massageia o ego e os pregadores elitizados e nos seus ternos bem cortados, são recebidos nas plataformas como “grandes servos de Deus” e a galera vibra! Apenas sendo bem humorado, não azedo, fico pensando com meus botões: “Se é grande, não é servo – se é servo, não pode ser grande!” Nas considerações de Jesus, ele não proibiu alguém de querer ser grande – ele disse que se alguém quer ser, que sirva aos demais. No Reino de Deus a capacidade de grandeza e primazia é medita pela capacidade amar e servir. Não é por títulos, méritos, feitos, condecorações e etc. Foi assim que Jacó se fez apresentar a seu irmão Esaú. Como servo, tendo Esaú como senhor. Alguém poderia arrepiar: mas um justo se dobrando e se curvando diante de um ímpio, não é errado? Jacó saiu como presunçoso, arrogante, trapaceiro que roubou a bênção e os direitos do irmão, e agora ele volta como homem de Deus, abençoado de fato, convicto de que só Deus pode dar ao homem aquilo que não se pode conseguir por esforço e violência.

Obrigado, senhor, pelas lições de humildade e serviço. Amém.

Pr Jason

Os Mensageiros de Jacó

Meditação do dia: 19/09/2019

  “E enviou Jacó mensageiros adiante de si a Esaú, seu irmão, à terra de Seir, território de Edom. (Gn 32.3)

 Os Mensageiros de Jacó – Este texto de meditação me é muito prazeroso de escrever e o considero uma parte integral da vida cristã e dos mecanismos divinos de nos manter em boas relações com Deus. Estamos falando de reconciliação e processos de acertos na vida, para maior produtividade. O cristão entende que o problema do pecado é algo superado, porque Jesus já resolveu isso na cruz, ao morrer por nós e pagou diante de Deus o devido valor e o preço que a justiça divina exigia pela redenção do homem pecador. Nenhuma pessoa hoje pode alegar que não tem condições de ser salva, porque seus pecados são muitos e graves. Jesus efetuou uma completa redenção. Além de perdoar o passado destruído e arruinado, ainda liberta do poder controlador que o pecado exercia sobre o pecador. Então agora, somos salvos, libertos, lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro; podemos andar em liberdade e santidade, pela graça através da fé. Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito(Rm 8.1). As boas relações com Deus nos leva a desejar e trabalhar por boas relações com o nosso próximo, porque essas relações também foram afetadas pela nossa vida egoísta sem Deus. Agora tudo se fez novo, precisa ser de fato um novo estilo de vida. Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? (I Jo 4.20). Jacó sabia que teria que fazer os devidos acertos e produzir uma realidade de reconciliação com Esaú, seu irmão. O pecado quer fazer que racionalizemos as coisas e fiquemos dando explicações furadas para justificar os erros do passado. Todos éramos imaturos na juventude e no começo da vida, do ministério e etc. Mas sempre fomos orientados pela Palavra de Deus que deveríamos andar na luz, fazer o certo, confiar na graça e na sabedoria de Deus, evitar agir por força e violência no poder da carne; dar espaço para a fé e permitir que a justiça divina agisse em nosso favor. Todos sabemos disso! Todos pisamos na bola, em maior ou menor grau! A questão diante de Deus não é se se pecamos, que tamanho foi o pecado, quantos estragos provocou e a quantos ferimos. Pecados é pecado e todos eles são destrutivos e contaminam todas as relações. O que de fato interessa é a nossa disposição de reconhecer, admitir, confessar e tratar aquilo que compete a nós fazermos em termos de restituição espiritual e assim quebrar as amarras e a legalidade do inferno. Ninguém deve andar cabisbaixo e humilhado, derrotado devido aos erros e pecados do passado. Eles já aconteceram, são fatos e não há contestação. Mas foi por causa de nossos pecados que Cristo morreu na cruz. Precisamos crer e agir baseado na fé que professamos. Não posso mudar o passado, mas posso mudar a minha condição e a minha atitude em relação a ele. Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça (I Jo 1.7-9). Jacó enviou mensageiros a seu irmão porque acreditava na reconciliação e na importância de fazer a paz. Ele era um agente da redenção; através dele todas as famílias da terra seriam abençoadas, reconciliadas com Deus e ter acesso a redenção através do Messias. Ainda que com tanta antecedência, o Evangelho de Deus sempre esteve disponível aos homens. A oferta de paz e perdão vem de Deus através dos seus servos, seus filhos. Aa iniciativa de buscar a reconciliação sempre parte de Deus, e claro, nós representamos a Deus, como Jacó naquela situação. O que Jacó era para o propósito eterno da salvação, somos nós hoje, como igreja. Isaías anos mais tarde, como profeta messiânico, afirmou: Quão formosos são, sobre os montes, os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, do que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, do que diz a Sião: O teu Deus reina! (Is 52.7). Jacó, Isaías, Pedro, Jason você, nós…. somos agentes do bem, da paz e da reconciliação.

Deus de paz e perdão. Eis-nos aqui, para receber e distribuir a tua mensagem de amor, paz e reconciliação. Obrigado Jesus, por ser o Redentor forte, que pagou o preço e nos aproximou de Deus e agora podemos ajudar a outros também a se aproximar e encontrar o caminho da paz. Em teu nome oramos agradecidos. Amém.

Pr Jason

O Exército de Deus

Meditação do dia: 18/09/2019

  “E Jacó disse, quando os viu: Este é o exército de Deus. E chamou aquele lugar Maanaim. (Gn 32.2)

 O Exército de Deus – O povo de Deus tem constantes experiências na comunhão com Deus onde experimentam provisões, proteção, cuidados especiais, revelações de novas fases e assim vamos seguindo numa ascendente de crescimento e desenvolvimento. O perigo aparece quando se deixa de crescer e aprender para se fundamentar nos movimentos e nas emoções e expectativas de novidades. É claro que acreditamos que o Senhor nosso Deus é Deus de coisas novas; ele sempre apresenta coisas novas, mas todas com seus devidos propósitos. As misericórdias do Senhor são novas a cada manhã; As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade (Lm 3.22,23). Somos pessoas com forte vocação emocional, isto é, temos um componente muito preponderante em nossa constituição, e com a depravação causada pelo pecado, nossas emoções não são mais tão confiáveis. Aquilo que sentimos não tem necessariamente nada a ver com a realidade. Quem age estribado no emocional, pode cometer erros grosseiros, porque simplesmente as emoções oscilam muito. Mesmo pessoas maduras na fé e de caráter ilibado, sabe que devemos agir por fé e não pelo que sentimos. As Escrituras Sagradas nos exortam a depender da fé: Mas o justo viverá pela fé; E, se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele (Hb 10.38,39). Estou falando sobre cristãos buscarem experiências com Deus pelo prazer emocional ou a adrenalina que isso provoca e não por desejar crescer em conhecimento e serviço a favor do Reino. Nós, como pessoas, criamos expectativas emocionais o tempo todo. E os cristãos e no campo da fé não é diferente. Se alguém tem um excelente momento devocional hoje e foi impactado pela Palavra e edificado na oração, amanhã ele virá novamente para o seu tempo devocional com a expectativa de quem será melhor do a anterior; se participa de um culto ou celebração e a manifestação do poder e da graça de Deus acontece mui naturalmente, a tendência é criar expectativas de que nas próximas reuniões serão semelhantes ou melhores. Se alguém vai a uma vigília de oração e acontecem momentos poderosos, ela quer ir em todas as próximas com a expectativa de que o sobrenatural irá acontecer ali. Se ouvimos um pregador pela primeira vez e ele tem uma performance extraordinariamente boa e altamente edificante no poder do Espírito Santo, sempre que houver oportunidade de ouvi-lo se tem a expectativa de que será como da outra vez. Negativamente também é a mesma coisa; temos uma experiência deficiente com algo, tendemos a ter dificuldade de desejar uma segunda experiência naquela área. Jacó, encontrou-se com anjos de Deus e não eram um ou dois, eram muitos, parecia um acampamento militar, tanto é que ele batizou aquele local com um nome que aludia a isso. Ele entendeu que aquilo poderia ser o exército de Deus acampado ali. Por que um destacamento militar celestial visível a Jacó naquele momento? Ele não tinha idéia do quadro todo, mas o que estava por vir em sua jornada, era uma tremenda batalha das forças das trevas e do mal, contra os poderes da bênção e da luz da revelação divina. O inferno não arma uma briga só pela briga ou pelo prazer de provocar, eles tem em mente os propósitos eternos de Deus e tentam exterminar os planos ainda no começo, quando humanamente não são vistos, nem discernidos, portanto se desaparecerem “ninguém notará.” Para os olhos humanos, era apenas uma família grande de mudança de um lugar para outro. Para os propósitos eternos de Deus, era uma nação sacerdotal, dali viria um grande rei, dali viria o Messias, a salvação da humanidade e a conclusão da obra da redenção eterna – só isso e tudo isso. Se o inferno planejava uma emboscada, Deus já tinha uma blitz bem montada e permitiu Jacó ver. Nem sempre veremos ou teremos tais revelações por antecipação, mas jamais ficaremos sozinhos à mercê das trevas. Deus é fiel e ainda que não saibamos, ou tenhamos o devido discernimento, ele sempre cuidará de nós. Creia!

Pai, o teu nome é Senhor dos Exércitos, e esse título lhe cai muito bem, porque pelejas as nossas batalhas e prevaleces sempre com o teu exercito de valorosos. Podemos participar em oração e intercessão, vivendo em santidade e valorizando a obra de Cristo na cruz. Lutamos com as armas da  luz e da verdade e assim o bem sempre prevalecerá, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Maanaim

Meditação do dia: 17/09/2019

  “E Jacó disse, quando os viu: Este é o exército de Deus. E chamou aquele lugar Maanaim. (Gn 32.2)

 Maanaim – A nova etapa a jornada de Jacó, começou muito bem, obrigado; começou com uma revelação de anjos. Como vocês sabem, anjos são espíritos ministradores a serviço dos filhos e servos de Deus. Não são porventura todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?” (Hb 1.14). São seres celestiais criados por Deus, com habilidades e autoridade delegada pelo Criador para missões de intervenção aqui entre os humanos. São muitos e estão distribuídos em hierarquias com campos de atribuições e tarefas que exercem para que a vontade de Deus seja feita. Em resumo, são servidores de Deus. Não devem e nem podem ser adorados, conforme a teologia cristã, pois nossa concepção de fé, diz que só Deus pode ser adorado e servido e como tal só reconhecemos um Deus verdadeiro, representado em Trindade, Pai, Filho e Espirito Santo. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam (Mt 4.9-11). Sem dúvida alguma é maravilhoso ter uma experiência espiritual na qual Deus permita ver coisas no plano espiritual, como anjos por exemplo. É uma permissão temporária e por razões específicas para cumprir determinados fins da economia divina, que acontecem esses fatos. Como servos de Deus, isso não deve deslumbrar a pessoa à ponto de desviar a sua fé e atenção de Deus que o Criador e sustentador de todas as coisas e é a Ele a quem servimos e adoramos. Não oramos a anjos, podem sob instruções divinas na intervenção, conversão passar e receber informações. Oração é culto, e culto só para Deus. Jacó estava passando por momentos importantes e cruciais de sua vida e as suas experiências com Deus o levaria a tomar atitudes que mudariam e fariam a diferença no seu ministério. Ele precisa ser encorajado e fortalecido, pois havia tomado a decisão firme de obedecer a Deus e voltar para Canaã e à casa de seus pais, para reassumir a sua posição de herdeiro da aliança celebrado anteriormente entre Deus e Abraão, ratificada com Isaque e na sua ida para Harã, recebera de Deus a palavra de que era ele o próximo elo dessa corrente de bênçãos que se estenderia para todas as famílias da terra. Ele deixara coisas pendentes ao sair de cada em Canaã e agora estava se aproximando cada vez mais de um encontro com Esaú, seu irmão. Esaú é uma figura das coisas ruins e erradas que deixamos para trás sem acertar e tocamos a vida, andamos com Deus e passamos a fazer as coisas da maneira certa; crescemos, somos abençoados e progredimos e Deus reitera que tem promessas maiores e mais conquistas à nossa frente, mas aquilo que ficou travado, precisa ser trabalhado e colocado às claras. Todos temos que encarar o nosso Esaú um dia, mais cedo ou mais tarde. Não eram poucos anjos, fato é que Jacó, entendeu que ali era um acampamento de Anjos, e nesse caso, eles iriam agir em seu favor. Todos estamos conscientes do que denominamos de “batalha Espiritual,” isto é a luta entre o bem e o mal, as forças invisíveis do mundo espiritual que trabalha para manter o equilíbrio e o governo divino sobre a criação. Embora há exageros e extremos no estudo e nas apresentações sobre o tema entre as igrejas e pregadores, mas o fato é que isso existe sim, e quer a pessoa creia ou não, ela está inserida nessa batalha; quanto mais conhecimento bíblicos e preparo espiritual, mais ela pode lograr vantagens e cooperar com o exército divino que luta pelo bem e pela verdade. No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais (Ef 6.10-12).  Acredite, Deus está sempre do nosso lado, se andarmos na verdade e na luz daquilo que conhecemos e formos obedientes. Os conflitos da vida nos ajudam a crescer e ganhar musculatura espiritual. Em todo tempo é tempo de aprender, crescer para aprender a aprender e a crescer e é vida que segue.

Senhor obrigado pela luta de cada dia que nos mantém despertos, atentos e vigilantes, sabendo que o adversário anda em derredor procurando ocasião para entrar, roubar, matar e destruir, mas conosco está aquele que é, que era e que há de vir, o que não perde uma sequer batalha. Graças, pela proteção, mesmo quando nem mesmo sabemos que estamos sob ataque, a tua mão e o teu cuidado nos protegem e nos livra. Obrigado pela cobertura do sangue de Jesus, que derramado lá na cruz do Calvário, cobre o valor da nossa redenção e nos mantém à salvo das intenções do mal. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Seguindo o Seu Caminho

Meditação do dia: 16/09/2019

  “Jacó também seguiu o seu caminho, e encontraram-no os anjos de Deus. (Gn 32.2)

 Seguindo o seu Caminho – Ao estudar a Bíblia, o leitor deve sempre levar em consideração que no texto original não há divisões de capítulos e versículos tais quais temos em nossas Bíblias. Esse arranjo foi feito para facilitar a localização de textos e passagens dentro de volumes maiores; assim podemos localizar uma passagem pequena, ou citação, dentro de um contexto grande de um livro, como Isaías, Jeremias e outros mais. Essas arrumações não são inspiradas e nem fazem parte da inspiração sagrada, apenas do aspecto de literatura e arrumações gráficas. Sendo assim, após a festança ali com os convidados (nem tanto), Labão despediu-se da família, que seguiria para Canaã e ele voltaria para sua vida em Padã-Harã. Despedidas nem sempre é fácil e nas vezes elas são doloridas, mas também tem aquelas que marcam uma nova fase na vida que vale muito se despedir e partir para o novo que está pela frente. Nesse contexto aqui, sem querer ofender os amigos de Labão, como diziam os mais antigos, “antes só do que mal acompanhado.” Depois de muitos anos na convivência com aquele distinto senhor trapaceiro e enganador, Jacó tentou sair numa boa e deixando o passado no devido lugar, isto é, no passado; mas eis que ele insistia em não querer desgrudar do homem de Deus e permitir que se libertasse e construísse o projeto idealizado por Deus para ele. Mas ele acabou indo embora e ainda abençoando Jacó e sua família. Labão voltou ao seu lugar, à sua vida e seu estilo de ser e fazer as coisas, agora sem alguém abençoado para cuidar de suas posses. A primeira coisa que deparamos logo em seguida, é que Jacó seguiu o seu caminho.” Entendemos por seu caminho, o modo de vida de Deus, de honestidade, de sinceridade, das alianças eternas e dos votos de andar com Deus. O caminho de Jacó, não era o caminho de Abraão e nem o de Isaque, era o SEU CAMINHO. Eu gosto muito da colocação do profeta Ageu, ao chamar o povo de Deus a reflexão: Ora, pois, assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos. Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vestis-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado. Assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos (Ag 1.5-7). Duas vezes Deus diz: “Considerai os vossos caminhos…” A crise, a pobreza, a miséria e a dificuldade do povo estava associada ao fato deles não considerarem seu estilo de vida e o modo como priorizaram suas ações em detrimento das coisas de Deus. Os caminhos deles não eram os caminhos de Deus e muito menos iriam se cruzar em algum ponto. Quando Jacó, se livrou da companhia Labão e seguiu seu caminho, a primeira coisa que lhe apareceu foram os anjos de Deus. Foi uma revelação nova da graça de Deus sobre ele e para ele. Os caminhos dos homens, por melhores que sejam não se comparam com os caminhos de Deus. Cada um de nós deve seguir o seu próprio caminho dentro do propósito e do chamado de Deus. Mesmo que teve que viver exilado como Jacó, chega o momento de voltar, não só para casa, mas para o centro da vontade de Deus e reassumir os propósitos eternos. Nunca é tarde para revelações novas, experiências novas e bênçãos sem medidas para aqueles que tem alianças com o Senhor.

Pai, obrigado por nos libertar da presença e da companhia de Labão. Aqueles agentes que procuram tirar de nós a bênçãos e a produtividade que temos como legado de sermos filhos da bênção e das alianças. Permita que olhemos para frente, para o nosso caminho, com o Senhor e as tuas promessas. Sabemos que a tua graça nos basta e é mais do suficiente para suprir tudo o que precisarmos ao longo da jornada. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Sacrifício na Montanha

Meditação do dia: 15/09/2019

  “E ofereceu Jacó um sacrifício na montanha, e convidou seus irmãos, para comer pão; e comeram pão e passaram a noite na montanha. (Gn 31.54)

 Sacrifício na Montanha – Nossa cultura popular e firmada no princípio do menor esforço e no afã de levar o máximo de vantagem, dizemos que “por aqui, tudo termina em pizza!” Nada contra redonda recheada bem assada e acompanhada com uma boa companhia. O sentido é negativo e pejorativo, de tudo vai dar em nada sério. Não se deve esperar muito, porque no final, os acordos beneficiam os maus e pune os bons. Na Bíblia e na cultura antiga, as grandes realizações e as causas dignas de celebrar, era findadas com um culto de agradecimento a Deus. Oferecer um sacrifício, era uma forma muito piedosa de reconhecer a presença e a bondade de Deus na vida de todos os que estavam envolvidos na situação. Outra variação, era de que buscavam o favor de Deus, adorando-o e lhe oferecendo um sacrifício agradável, como símbolo de submissão à sua vontade e desejo de conhecer e seguir tal instrução. Eles ofereciam sacrifícios ao chegarem em um novo lugar; ofereciam ao saírem, esperado proteção e boa jornada. Ofereciam sacrifícios em épocas de dificuldades e o faziam também em tempos de bênçãos e fartura. O povo de Deus sempre se notabilizou por lembrar Deus em suas vidas em todo tempo. Cada povo busca e mantém um marco de sua natureza e se notabiliza por isso; o povo de Deus escolhe reconhecer a presença e bondade dele em todos os nossos caminhos. Uma de nossas passagens preferidas sempre foi a citação de Salmos: Confia no Senhor e faze o bem; habitarás na terra, e verdadeiramente serás alimentado. Deleita-te também no Senhor, e te concederá os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará. E ele fará sobressair a tua justiça como a luz, e o teu juízo como o meio-dia (Sl 37-3.6). Sucesso para nós, tem a ver com Deus estar envolvido cem por cento em tudo que fazemos. Confiança, entrega sem reservas, o tempo todo; se o sucesso vier, virá porque Deus trouxe a sua bênção e o seu favor. Sucesso a qualquer preço, não é uma opção para os filhos de Deus. A saída dos judeus cativos na Babiônia, nos tempos da reconstrução da nação, (lembrando que Jacó, estava em territórios próximos ao que se tornou o império Babilônico anos mais tarde). Demonstrou que os líderes piedosos mantinham uma fé muito firme no cuidado e proteção divinas. Então apregoei ali um jejum junto ao rio Aava, para nos humilharmos diante da face de nosso Deus, para lhe pedirmos caminho seguro para nós, para nossos filhos e para todos os nossos bens. Porque tive vergonha de pedir ao rei exército e cavaleiros para nos defenderem do inimigo pelo caminho; porquanto tínhamos falado ao rei, dizendo: A mão do nosso Deus é sobre todos os que o buscam, para o bem deles; mas o seu poder e a sua ira contra todos os que o deixam. Nós, pois, jejuamos, e pedimos isto ao nosso Deus, e moveu-se pelas nossas orações (Ed 8.21-23). Fazer a obra de Deus, da maneira de Deus, sempre terá o sustento de Deus.

Obrigado Senhor, por ser o nosso protetor e nosso guia em todas as etapas da nossa jornada, que na verdade é a tua jornada proposta a nós. Somos o teu povo e rebanho do teu pastoreio como diz o Salmo 100. Obrigado por aceitar o nosso culto e a nossa oferta de gratidão e reconhecimento de que precisamos da tua presença em nossas vidas. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Em Nome do Pai

Meditação do dia: 14/09/2019

  “O Deus de Abraão e o Deus de Naor, o Deus de seu pai, julgue entre nós. E jurou Jacó pelo temor de seu pai Isaque. (Gn 31.53)

 Em Nome do Pai – Sem dúvida alguma a maior herança que um pai cristão pode deixar para seus filhos é a herança de fé. Um legado espiritual inabalável, que vai norteá-los ao longo de suas vidas e passar ainda para as próximas gerações. O conceito de geração em geração se tornou algo muito notável para mim, desde quando comecei a estudar e a pesquisar sobre a família e os propósitos divinos para ela. Aprendi muito sobre as Veredas Antigas de Deus, os Caminhos Eternos deixados como marcos delineatórios para a sociedade. A cultura hebraica antiga é muito rica em significados de estruturação familiar e os ideais de Deus para os povos ficam muito claros. As festas, os rituais, os memoriais, o culto e a vida em geral apontavam sempre para uma centralidade em Deus e uma obrigatoriedade voluntária de transmitir todo aprendizado para as próximas gerações, e isso não era feito através de escolas, bibliotecas, livros ou sistemas de dados. Tudo era passado de pai para filho, de geração para geração, vendo, ouvindo, aprendendo na prática, fazendo e repetindo anualmente de geração em geração como pacto sagrado, compromisso eterno. O ensino da Palavra de Deus, tal qual a conhecemos como nossa Bíblia, mesmo antes dela existir em papel, rolo, pergaminho e etc. ela já era conhecida e passada adiante através da transmissão oral de pai para filho, de geração para geração, para que os feitos de Deus fossem conhecidos e amados. Não é necessariamente uma crítica ao estilo de sociedade em que vivemos, mas fracassamos quase que totalmente nesses quesitos. Mesmo os pais cristãos piedosos dos nossos dias, terceirizam a espiritualidade dos filhos e a educação cristã, relegando para a igreja e os obreiros a responsabilidade de ensinar, treinar e preparar as crianças para a fé. A igreja assumiu a função da família e tal qual o estado, ela não tem condições de fazer esse papel com eficiência. Em grande número de igrejas Brasil à fora, os pais simplesmente descartam as crianças na porta do templo e só as veem novamente ao final das reuniões. A explicação é que elas “perturbam e atrapalham” o culto dos adultos. Também lá tem material adequado à faixa etária delas e as “tias” são boazinhas e tem até lanche e brinquedos para elas. Nas EBD é comum as crianças levarem a revistinha para casa para fazerem a lição semanal e responder as perguntas e fazerem as atividades práticas junto com os pais e elas volta, (quando voltam) totalmente em branco e os pais não tem a menor noção do que se passa com seus filhos pequenos. Eu sou pastor e vou prestar contas do meu trabalho como pastor de igreja, pelas almas dos membros sob minha responsabilidade; mas filhos, só tive duas e sou responsável pelas duas. Cada pai e cada família responderá pelas suas. Como trabalho de discipulado, paternidade espiritual e mentoreamento, todos nós vamos além das portas de nossas casas e evangelizamos, discipulamos, assumimos a paternidade espiritual de filhos não biológicos e acolhemos e trabalhamos com quantos nos for possível; mas a transmissão da bênção e da herança espiritual é de reponsabilidade de pais e famílias, é para ser e continuar sendo de geração em geração. “Uma geração louvará as tuas obras à outra geração, e anunciarão as tuas proezas. O teu reino é um reino eterno; o teu domínio dura em todas as gerações (Sl 145.4,13); Para durar por todas as gerações, é preciso ensinar, transmitir e viver sob os domínios de Deus EM TODAS AS GERAÇÕES. “Em lugar de teus pais estarão teus filhos; deles farás príncipes sobre toda a terra. Farei lembrado o teu nome de geração em geração; por isso os povos te louvarão eternamente (Sl 45.16,17). Desde Abraão a fé permanece firme e os povos israelitas se diferenciam de todos os povos e enfrentam todas as barras e guerras e seguem firmes e fiéis na aliança e compromisso com Jeová. Escrevi tudo isso, só para apresentar a minha alegria e a minha admiração pela fé de Jacó, que na hora da angústia e de conflitos de grande estresse, teve que fazer um pacto e o juramento de paz e invocou como sagrado e inquebrável o TEMOR DE ISAQUE. Ele apostou na piedade e temor de Deus na fé de seu pai. Significa que aquilo o influenciará muito e na vida toda. “A fé do meu é sagrada, tão sagrada que posso jurar por ela.”Diria ele.

Pai celestial, graças te rendemos por tua fidelidade e por tuas misericórdias que duram para sempre e são renovadas a cada manhã para com os teus filhos. Ninguém há como o Senhor nosso Deus, de eternidade à eternidade tu és Deus! Obrigado pela vida e sacrifício de Jesus, que se entregou por todos nós e assim nos deu o poder de sermos feitos filhos de Deus, aos creem no seu nome. Nossa fé é preciosa e é um legado muito precioso para deixarmos para nossos filhos e nossas gerações. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Tempo de Ajuntar Pedras

Meditação do dia: 13/09/2019

  “E disse Jacó a seus irmãos: Ajuntai pedras. E tomaram pedras, e fizeram um montão, e comeram ali sobre aquele montão. (Gn 31.46)

 Tempo de Ajuntar Pedras – Lembrei logo do texto em que Salomão falou sobre tempo de ajuntar pedras… Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras (Ec 3.5). Aqui, literalmente Jacó mandou as pessoas ajuntarei pedras e fizeram um montão, onde muitas pessoas puderam sentar-se ali e fazerem uma refeição juntos. A razão de ajuntar pedras, era para marcar ou sinalizar um acordo de paz entre as duas partes que até então estavam em conflito. Comer junto é um sinal de amizade e de passividade, até por isso, muitos negócios e acordos são celebrados em um momento de refeição. As grandes recepções de amizade e boas vindas normalmente se faz em um almoço ou jantar, onde o anfitrião oferece algo nobre ou de bom gosto para que o visitante se sinta acolhido. Eles iriam subir naquele montão de pedras para uma boa causa, que era comerem e assim darem por encerrado uma fase de litígio. Carregar pedras é difícil, perigoso e pesado, mas a causa justificava o esforço e o caráter do trabalho nem é levado em consideração dada a nobreza do que se propõe fazer. Há uma outra situação em que na Bíblia pessoas são chamadas a juntar pedras para um propósito especial. Foi na travessia do Rio Jordão no final do êxodo dos israelitas. Ali também eles iriam levantar um monumento memorial, marcando a travessia vitoriosa em seco, mesmo sendo época de cheias no rio. Chamou, pois, Josué os doze homens, que escolhera dos filhos de Israel; de cada tribo um homem; E disse-lhes Josué: Passai adiante da arca do Senhor vosso Deus, ao meio do Jordão; e cada um levante uma pedra sobre o ombro, segundo o número das tribos dos filhos de Israel; Para que isto seja por sinal entre vós; e quando vossos filhos no futuro perguntarem, dizendo: Que significam estas pedras? Então lhes direis que as águas do Jordão se separaram diante da arca da aliança do Senhor; passando ela pelo Jordão, separaram-se as águas do Jordão; assim estas pedras serão para sempre por memorial aos filhos de Israel (Js 4;4-7). Para quem leu a meditação escrita ontem, vai compreender facilmente a importância de se construir monumentos, memoriais que servem para marcar um evento importante da manifestação do poder de Deus em nosso favor. Os israelitas marcaram com um memorial de doze pedras retiradas do leito do Rio Jordão, que estava seco durante a passagem do povo. Deus disse a eles que aquilo serviria de testemunho, para que um dia no futuro, alguém perguntasse o significado daquele monumento, então sua explicação seria um testemunho do poder de Deus em favor do seu povo. As próximas gerações precisam ouvir sobre tudo o que Deus tem feito em nossos dias para a que a fé deles tenha firmeza e possam confiar também. Jacó fez um monte de pedras e ainda serviram um jantar onde todos comeram sentados ali, para lembrarem sempre daquela ocasião. Pense sobre sua vida devocional, seus momentos com Deus e se não é preciso fazer algum monte de pedras para eternizar uma bênção do Senhor? Um amigo muito querido, pastor José Rego do Nascimento Jr. (Zezinho), diz que os cristãos gostam muito de monte, vivem nos montes: Monte de oração, monte de problemas, monte de cobertas ou monte de comida; mas sempre monte!

Obrigado Senhor, pelos memoriais que levantamos e com eles marcamos as bênçãos e as vitórias que tens derramado sobre nós. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Uma Pedra Por Coluna

Meditação do dia: 12/09/2019

  Então tomou Jacó uma pedra, e erigiu-a por coluna. (Gn 31.45)

 Uma Pedra por Coluna – Já abordei em outros textos a dinâmica de se levantar colunas, monumentos, obeliscos etc. Biblicamente eles eram proibidos quando tinham conotação de idolatria e se ligava a adoração ou perpetuar lembranças que induziriam o povo ao pecado. Porém assim lhes fareis: Derrubareis os seus altares, quebrareis as suas estátuas; e cortareis os seus bosques, e queimareis a fogo as suas imagens de escultura (Dt 7.5). Nas culturas antigas, era costume comum entre as pessoas e civilizações marcarem suas conquistas e vitórias construindo algum monumento para que servisse de memorial daquele feito. Assim como as nações e estados o fazem, as pessoas individualmente também o fazem. Esse tipo de conceito está enraizado no interior de todos nós. Guardamos datas, temos lugares prediletos, símbolos inesquecíveis e celebrações imperdíveis; tanto de cunho religioso, quando civil e familiar e até pessoal. No Brasil, com algumas variações poucas, esquecer a data de aniversário especialmente da esposa, ou do casamento é um sacrilégio. A indústria comercial de eventos fatura alto em cima de aniversário de bebês, de mês em mês, o chamado “mesversário.” Quem não tem uma música predileta que faz lembrar…. quem não tem pequenos objetos guardados por recordação de…. Lendo a Bíblia vamos encontrar muitos memoriais, incluindo a Ceia do Senhor para ser celebrada até a volta do Senhor Jesus. Jacó, quando partiu de casa, erigiu uma pedra por coluna, ungindo-a com azeite e fazendo um voto, que pretendia cumprir ao voltar em paz. Agora, já na volta, ele novamente faz a mesma coisa, mas com uma celebração diferente. Essa coluna seria apenas testemunha de que houve um acordo de paz entre ele e o sogro e que ninguém agrediria ninguém. O que gosto de ver e incentivar, nem sempre é monumentos físicos, mas especialmente atos de fé e testemunho de experiências vividas pela pessoa e sua família, que devem ser lembradas e servir como memoriais. Assim, é que vemos no texto de Dt 6. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas (Dt 6.6-9). Não estou me referindo a amarrar fitinhas nos pulsos ou fazer bandanas na cabeça ou mesmo camisetas com temas bíblicos, muito menos tatuagens com temática gospel. Estamos falando de contar, falar, testemunhar em casa para os filhos sobre os grandes feitos de Deus. Até mesmo as pequenas coisas e bênçãos que Deus tem feito por nós. Em muitas situações Deus realiza uma obra em resposta à oração e alguém vai na igreja e dá o testemunho da graça alcançada e é ali que os demais familiares também ficam sabendo. O ideal é que isso seja contado primeiro e celebrado em casa, em família, festejado e dado glórias a Deus; daí então sim, contar onde puder e fazer cada vez mais conhecido o nome de Deus. Quanto mais os filhos verem e ouvirem nos pais, em casa, em família, a manifestação do poder de Deus e a gratidão e fervor dos pais, mais isso contribui para a perpetuação da fé e da devoção deles. Isso é bíblico: Os quais temos ouvido e sabido, e nossos pais no-los têm contado. Não os encobriremos aos seus filhos, mostrando à geração futura os louvores do Senhor, assim como a sua força e as maravilhas que fez. Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e pôs uma lei em Israel, a qual deu aos nossos pais para que a fizessem conhecer a seus filhos; Para que a geração vindoura a soubesse, os filhos que nascessem, os quais se levantassem e a contassem a seus filhos; Para que pusessem em Deus a sua esperança, e se não esquecessem das obras de Deus, mas guardassem os seus mandamentos (Sl 78.3-7). Se não fizermos isso, tudo que as crianças vão saber é que Deus é bom e faz maravilhas, mas só na vida dos outros, das outras famílias, nas outras igrejas… nós só ouvimos falar. Não precisa fazer uma festa cara, dispendiosa e que serve mais para ostentação. Faça um almoço ou jantar só com a família mesma, faça o prato preferido de todos, coloque à mesa, sentem juntos ali, testemunhe o que Deus fez, dê as mãos e façam uma oração de gratidão e digam, essa refeição é para celebrar essa bênção. Alguém passou no vestibular, no concurso, foi promovido, ganhou um premio, terminou um tratamento, tirou notas boas, tudo pode ser motivo de celebração em família. Quando minha filha mais velha ganhou uma medalha de boas notas na escola, eu dei-lhe um dinheiro para comprar lanche que ele quisesse. Quando a mais nova, chegou na mesma situação, já veio direto correndo me contar e me mostrar a sua medalha… o que vocês acham que ela tinha em mente? Claro, ganhou também! Deus é bom o tempo todo e isso precisa ser lembrado sempre, e dentro das possibilidades de qualquer família. Se não puder ainda assim mesmo celebre!

Senhor, tu és digno de ser adorado, reconhecido e glorificado em todo tempo e por todos os teus grandes feitos. Somos adoradores e tudo pode ser motivo de mais uma celebração e gratidão. Queremos manter os nossos olhos e nossos ouvidos atentos e com os corações agradecidos todos os dias e passar isso como lição de vida e testemunho de fé para as novas e próximas gerações, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Quando Deus é a Diferença

Meditação do dia: 11/09/2019

  Se o Deus de meu pai, o Deus de Abraão e o temor de Isaque não fora comigo, por certo me despedirias agora vazio. Deus atendeu à minha aflição, e ao trabalho das minhas mãos, e repreendeu-te ontem à noite. (Gn 31.42)

 Quando Deus é a Diferença – Nem tanto ao mar e nem tanto à terra. O equilíbrio é muito bom e essencial na vida. Os extremos são sempre perigosos; manter-se equilibrado, sensato e em harmonia é bom e ajuda muito nos momentos de emoções em alta e razão de menos. Pessoalmente acredito que o equilíbrio é o grande desafio da vida. Mesmo sem viés político, tanto a direita quanto à esquerda, ambas estão fora do centro; e para o cristão, andar no centro da vontade de Deus é o melhor lugar para se estar e se viver. Estou me referindo as muitas facetas da vida onde as pessoas vão para os extremos tentando achar a solução mais rápida ou mais fácil. Alguns espiritualizam demais de tal maneira que não sobre espaço para a pessoa humana; ela não tem qualquer papel ou importância nas decisões da vida, tudo é obra do sobrenatural, divino ou maligno, destino ou acaso, menos ela. Outros vão para o outro extremo oposto, onde Deus não se intromete na vida de ninguém, ele tá lá no céu, se é que tá em algum lugar e aqui em baixo é cada um por si e quem puder mais chora menos. Tudo é fruto da ação do homem e das forças naturais; não há sobrenatural, místico ou imponderável. Tudo é cientificamente explicável e razoavelmente aceitável, nada além disso e nada fora disso. Para mim, fica sem graça! Sou adorador do Deus único e verdadeiro revelado nas Sagradas Escrituras e minha fé tem suas raízes na cultura judaico-cristã; minha ética e moralidade são derivadas das páginas da Bíblia e minha esperança está nas verdades ali registradas. Toda a Palavra de Deus é inspirada é útil para ensinar, corrigir, repreender e formar em justiça, como disse o apóstolo São Paulo. Acredito que Deus se revela através das Escrituras, através de Cristo, a revelação especial e a igreja é o Corpo místico do Senhor aqui na terra e até que ele volte, temos papeis muito importantes a serem desempenhados na construção do reino e do plano de redenção. Acredito na operação plena e poderosa de Deus. Ele age, ele faz e cuida de tudo. Não abro mão da definição cristã da idéia de Deus: Ele é um Ser Infinitamente bom, que em santo amor, criou, guia e governa tudo. Nada está fora de suas mãos poderosas. Então quando leio as palavras saídas dos lábios de Jacó, mas nascidas no profundo do coração, dizendo sobre a importância que ele dava e que o Deus de Abraão, seu pai e o Temor de Isaque, sempre estivera com ele e era isso a causa de Labão não ter conseguido êxito em arruinar sua vida. Mesmo numa última tentativa desesperada de fazer algum mal, ele fora repreendido ontem à noite por Deus. A diferença na vida de Jacó, era Deus, o Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra. Ele sabia das aflições que passara e pacientemente não reagira negativa e nem vingativamente, mas esperou que a mão do seu Deus cuidasse dele e além das aflições, sofrimentos agonias da vida, infringidas por uma pessoa, agente do mal, ele também trabalhara duro, honestamente e assim sabia que a justiça de Jeová lhe seria favorável, e foi. Eu quero ligar essa verdade aqui, aos versículos centrais da Bíblia, no Salmo 118.8,9 É melhor confiar no Senhor do que confiar no homem. É melhor confiar no Senhor do que confiar nos príncipes. Qualquer outra fonte de confiança, que não seja Deus, a qualquer hora vai nos deixar na mão e falhar. Então, é melhor confiar no Senhor.

Pai, obrigado, por ser a nossa fonte de confiança e segurança todos os dias, mesmo naqueles cheios de adversidades e desilusões. Sabemos que sempre estarás conosco e o teu cuidado não tem limite e não tem fim. As tuas misericórdias se renovam a cada manhã e assim estamos sempre bem. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason