Meditação do dia: 31/07/2019

  “Depois deu Zilpa, serva de Lia, um segundo filho a Jacó. Então disse Lia: Para minha ventura; porque as filhas me terão por bem-aventurada; e chamou-lhe Aser.” (Gn 30.12-13)

 Aser – Esse é o oitavo filho de Jacó, o segundo com a serva de Lia, Zilpa. O nome, significa feliz, bem-aventurado, foi dado por Lia, numa demonstração de que as gerações futuras a reconheceriam como uma mulher feliz por ter sido uma mãe com abundancia de filhos e assim ela prevalecia sobre a sua irmã. Queremos reconhecer a bênção de Deus sobe Jacó, cumprindo-lhe a promessa de vir a ser o pai de uma grande nação. Ele estava vendo essa bênção se firmando pois agora já era um pai de oito filhos, mais do que todos anteriores, ou seja, seu pai e seu avô. Para alguém que deixou sua terra natal, seus familiares e seus bens, para recomeçar a vida bem distante de tudo que conhecia, isso era gratificante. Posso imaginar, a alegria do coração desse homem, que construiu sua vida com muito trabalho e dureza, servindo a um tio e cuidando de rebanhos que nem eram seus. Mas ele não estava olhando apenas para seus instantes de sofrimento, pois mantinha seu foco em algo muito mais firme e valioso. Para alguém comum e mentalidade mediana, diria que era uma família em crescimento; um homem, duas esposas e duas servas e oito filhos. Jacó olhava para uma tribo, uma nação e tudo estava se encaminhando para isso. Não vou fazer comercial do supermercado Pão de Açucar, mas “o que é que te faz feliz?” Lia estava levando muito à sério a disputa com Raquel, e agora ela estava certa de que seu nome seria lembrado entre as mulheres, por seu uma bem-aventurada mãe de muitos filhos; quando se tornassem uma nação, o nome dela seria lembrado. Hoje, cada um de nós, dentro de nossas vocações e dos serviços que nos foram confiados por Deus no seu reino, precisamos pensar com seriedade, mas também com sanidade, pois a causa é bem maior do que a todos nós. O reino é eterno e somos elos da construção dele; assim, não podemos colocar nossas idéias pessoais de sucesso ou de ver o nosso nome na história. Entendemos que a Deus pertence toda a honra e toda a glória, por aquilo que ele é e por tudo o que ele faz. Nossas batalhas, devem culminar num processo de unidade para o sucesso de toda a causa. Lia e Raquel brigavam entre si por afeto e atenção, e assim iam dando os nomes aos seus filhos, mas Jacó estava olhando para uma nação em formação e nesse sentido, a briga particular pouco atenção merecia. Por alguma razão essa idéia ou conceito, ficou registrado nos Salmos: “Então disse: Eis aqui venho; no rolo do livro de mim está escrito. Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração” (Sl 40.7,8).

 Senhor, obrigado por ser a fonte da nossa alegria. Nosso prazer está em fazer aquilo que te agrada, tal qual o nosso Senhor Jesus. Obrigado pelo privilégio de lutarmos as batalhas que tornarão o teu reino, cada dia mais real, em todos nós. Em nome de Jesus, amém.

Ps: (Essa meditação ficará fora da ordem, por motivo de viagem)

Pr Jason

Gade

Meditação do dia: 30/07/2019

  “Vendo, pois, Lia que cessava de ter filhos, tomou também a Zilpa, sua serva, e deu-a a Jacó por mulher. E deu Zilpa, serva de Lia, um filho a Jacó. Então disse Lia: Afortunada! e chamou-lhe Gade. (Gn 30.9-11)

 Gade – A Guerra dos Meninos, esse seria um bom nome para essa novela que estava acontecendo ao vivo e a cores lá na antiga Palestina dos tempos bíblicos. Jacó recebera uma palavra de Deus, naquele encontro lá em Betel, que ele seria abençoado e iria ter muitos filhos. Pois bem, Jacó estava levando bem à sério o cumprimento dessa promessa e disposto a encher a casa de filhos. Naquele tempo, isso era maravilhoso e muito bem aceito por todos. As mulheres se casavam e abençoá-las dizendo que fossem férteis e mães de muitos filhos, era altamente elogiável. Lia, a esposa que Jacó se casou sem saber, e que não se sentia tão querida, porque o coração de Jacó sempre fora de Raquel, a irmã mais nova; assim ela se estribara em ter gerado quatro filhos, o que deveria ter despertado o lado paternal do esposo. Ela atribuiu a cada um, nomes que davam a entender a sua luta com a irmã e não com um projeto pessoal ou do marido. Depois veio a vez de Raquel apelar para os artifícios culturais e se tornar mãe através de filhos gerados pela sua serva pessoal, chamada Bila, que lhe dera dois filhos e ela também fez questão de se referir a sua desventura com a irmã, através dos nomes dos seus filhos. Uma pergunta importante: Até quando e quanto é o bastante? As pessoas se perdem na visão de Deus para suas vidas e entram por caminhos tão estranhos, que criam seus próprios motivos de suas lutas. Lia, não se satisfez com seus quatro filhos, gerados dela mesma, contra dois filhos da irmã gerados por uma serva! Ela entrou na concorrência como quem dizia: “Se minha irmão está tendo filhos, por meio de sua serva, por que eu também não tê-los? Quando eu penso em serviços, cultos, ofertas ou ministério para Deus, eu me contento em fazer aquilo que sei que expressa a vontade de Deus e devo fazer com excelência e com bons propósitos no coração. A intenção é tão importante quando a motivação de o porque estou empreendendo tal esforço. Porque outros pastores e igrejas estão fazendo algo, não significa que eu tenha que fazer também. Lia Deus sua serva Zilpa, para funcionar com concubina para Jacó e dessa união veio o sétimo filho, GADE significa ‘feliz‘, ‘sortudo‘ ou ainda ‘afortunado‘, sendo assim um nome que faz total referência às bençãos divinas enquanto ajudas para uma vida humana melhor. No português bem popular, Lia queria dizer: “Ô mulher de sorte, sou eu!” Cada um com a sua luta, mas ainda que as coisas aconteçam dentro do planejado, e dê aquele aspecto de que “os meios justificam os fins;” sempre ficam sequelas das guerras emocionais que se trava no interior da pessoa. Hoje, precisamos muito pensar e pesar bastante as nossas decisões, porque a saúde mental e emocional cobra o seu preço e essa conta, mais cedo ou mais tarde ela chega em nossa porta. Não somos imediatistas no sentido de que tudo o que importa é o agora; mas também não somos adeptos de fazer e depois ver no que dá. Hoje, temos o poder, a presença e a ação do Espírito de Deus agindo em nós e nos guiando para sermos bem sucedidos em tudo na vida. Para Deus, sua saúde e condição humana, importa tanto quanto sua espiritualidade. Conhece o significado da palavra PLENA? Em tudo, Deus seja louvado! Em tudo sejamos corretos! Em tudo sejamos dedicados! Mas em tudo, façamos no tempo e no modo de Deus.

 Senhor, graças damos pelas nossas lutas, especialmente aquelas da causa do reino. Obrigado pelas nossas batalhas, especialmente aquelas que nos levam à vitórias e conquistas que de fato fazem a diferença. Precisamos da plenitude do teu poder e as revelações da tua graça, para prevalecermos, em nome de Jesus, amém.

Ps: (Esta meditação ficará fora de ordem por motivo de viagem)

Pr Jason

Naftali

Meditação do dia: 29/07/2019

  “E Bila, serva de Raquel, concebeu outra vez, e deu a Jacó o segundo filho.
Então disse Raquel: Com grandes lutas tenho lutado com minha irmã; também venci; e chamou-lhe Naftali.” 
(Gn 30.7,8)

 Naftali – Esse é o sexto filho de Jacó, o segundo com Bila, serva de Raquel. Se por um lado Jacó se via um homem abençoado e vendo sua família se tornando cada vez maior, por outro lado seu lar estava divido entre duas trincheiras, onde as irmãs, batalhavam um duelo particular, pela afeição do marido através de superar a outra no número de filhos. Os nomes que elas escolhiam, mostram isso claramente; embora não possamos saber qual era a opinião de Jacó sobre isso, pois em seis filhos ele não dera nenhum nome e parece que não entrava também na guerra delas. Naftali significa “minha luta e competição, aquele que luta ou ainda esforço…”Quero rapidamente pensar como deve ser estar colhendo muitas bênçãos de um lado e por outro, ver as pessoas que se ama, duelando e se degladiando por uma causa que na verdade deveriam estar do mesmo lado. Se nosso conceito é que cada um dos filhos de Deus na Nova Aliança é um sacerdote, assim a nossa casa é nosso principal reduto de propagar a fé e as verdades do Reino de Deus. As duas ganharam a oportunidade de ao lado de Jacó, fundamentarem a tribo e a nação que seria o povo de Deus. Não posso criticar ou desprezar aquilo que ainda estou estudando e tentando entender; mas certamente, poderia ser bem complicado para Jacó, mas a construção daquela visão que ele alimentava no coração era grande o suficiente para consumi-lo por inteiro. Sua vida por um reino. Uma vela visão.

 Obrigado Senhor, pelas lutas e provas que nos aparece a cada dia, mas em tudo sempre somos mais que vencedores, em Cristo. Oramos por sabedoria para lidar com nossas lutas e provas, mas sempre mantendo a fé. Em nome de Jesus, amém.

Ps: (Esta meditação ficará fora de ordem, por motivos de viagem)

Pr Jason

Zebulom

Meditação do dia: 03/08/2019

  E Lia concebeu outra vez, e deu a Jacó um sexto filho. E disse Lia: Deus me deu uma boa dádiva; desta vez morará o meu marido comigo, porque lhe tenho dado seis filhos. E chamou-lhe Zebulom. (Gn 30.19,20)

 Zebulom – O décimo filho de Jacó, o sexto com Lia. Ela continuava insistindo em prevalecer contra a irmã, pelo número de filhos, fato que na concepção dela lhe daria o direito de atenção plena do marido e assim, ela seria de fato reconhecida como “A” esposa de Jacó. mui provavelmente nos nossos dias, Lia seria levada a acompanhamento psicológico e terapias de aconselhamentos para mudar o seu foco. Com seis filhos naturais, ela ainda permanecia carente de afeição e atenção do marido. Não sei se tenho o direito de dar esse tipo de pitaco, mas apenas como exercício mental, e não como crítica a qualquer dos personagens envolvidos, pois de fato os amamos muito e respeitamos pela sua história e construção do projeto que lhes foram entregues; mas olhando pela janela dos olhos de quem está de fora da trama, temos a seguinte definição opcional de enredo: Jacó amava Raquel e queria se casar com ela e somente com ela. Lia veio ser esposa de Jacó, por uma manobra trapaceira do pai dela. Mesmo sendo enganado pelo sogro/tio e pela própria Lia, Jacó honrou seu compromisso e permaneceu casado com ela. Casou-se posteriormente com Raquel, e ambos se amavam e lutaram para pertencerem um ao outro. Posso ver nesse embrólio todo que os três se esforçaram para manter a honra e a dignidade. Lia, no fundo sabia de sua condição e claro, isso não tirava o direito dela lutar por ser amada e reconhecida, pois uma esposa com filhos seria apreciada conforme os costumes de época. Raquel, entrou para ser quem de fato deveria desde o princípio estar ao lado de Jacó, por amor e afinidade, considerando assim legitima esposa, por vias legítimas. Estando tudo isso acertado, ficamos com a impressão, que com exceção a Jacó, o foco das duas era gerar filhos para conquistar o coração do marido, sendo que na verdade Raquel não precisava disso, mas veio a precisar quando se viu impossibilitada de ter filhos. Assim, as duas queriam filhos para ganhar uma da outra e Jacó queria filhos para ter uma grande família e assim estar certo de que a promessa de Deus estava firme e sua parte bem feita na aliança. Ao final, se nenhuma das duas tivesse ou as duas alcançassem seus objetivos, Jacó estaria plenamente satisfeito; ele só tinha a ganhar. Hoje, reconheço que a maturidade faz algumas mudanças muito significativas em nossas vidas, pois os objetivos mudam com o tempo e com as etapas já alcançadas. Os valores vão se acomodando e tomando lugares mais definidos nas prioridades das pessoas. Primeiro elas querem se estabelecer e em seguida constituir família, (entenda-se: Casar, depois os filhos); então vem dar condições a essa família, depois a educação e formação dos filhos; seguindo, vem encaminhar profissionalmente cada um deles, e querer a formação de famílias pelos filhos e o processo se repete e o papel de pai, cede espaço para o de avós e lá vamos nós… Se a pessoa não se aperceber do valor de cada uma dessas fases ou se uma delas se atrasar ou falhar, é necessário entender o processo e redirecionar a atenção e os esforços, para não ficar sofrendo e insistindo em algo que já está vencido e a atenção precisa ser redirecionada. Lia se viu como ganhadora de um excelente dote, ou presente, mas para ela ainda faltava Jacó vir morar exclusivamente com ela. Se por um lado a sua luta a mantinha focada e determinada, por outro lado a mantinha insatisfeita e incompleta, o que torna a pessoa propensa a amargura e ressentimentos. Essa era a saga de Lia! Mas e a minha? E a sua? Em que etapa da vida estamos? Já não é hora de mudar o foco e louvar a Deus pelas conquistas adquiridas até aqui, e ser grato pelo que somos e ainda poderemos fazer? Se gastarmos toda a nossa energia e recursos fora de ordem, poderá faltar para as etapas subsequentes. Li uma frase interessante a pouco tempo: Crie e eduque os filhos e depois curta os netos. Se curtir e mimar os filhos, provavelmente terá que criar os netos. É duro, mas é verdade!

Senhor, graças damos por vivermos para tua glória e honra; para isso precisamos cumprir as etapas propostas na vida. Como disse Salomão: “Há tempo para todas as coisas…” assim pedimos sabedoria e discernimento do teu Espírito Santo, para não falharmos ou alterar os tempos e as etapas que nos dás. Oramos para que a tua perfeita vontade se cumpra plenamente em nossas vidas e assim, mais do as nossas palavras, as nossas vidas preguem o teu reino, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Issacar

Meditação do dia: 02/08/2019

  “E ouviu Deus a Lia, e concebeu, e deu à luz um quinto filho. Então disse Lia: Deus me tem dado o meu galardão, pois tenho dado minha serva ao meu marido. E chamou-lhe Issacar. (Gn 30.17,18)

 Issacar – Não percamos a conta, esse é o nono filho de Jacó, o quinto com Lia. Esse foi o resultado do aluguel que Lia fez com a irmã, em troca de umas frutas chamada Madrágoras. Ela concebeu e ao nasceu o filho, atribuiu essa bênção como uma recompensa, ou galardão de Deus a ela por haver se esforçado para ter filhos, à ponto de dar sua serva ao marido. Outra versão desse nome é “acordo” mais ligado ao contrato de aluguel. Não podemos negar que essas duas mulheres batalhavam mesmo por ver cumprido em suas vidas a promessa de Deus ao marido Jacó; e muito menos faltou religiosidade ao entenderem que seus filhos eram dádivas divinas, o que as tornavam bem-aventuradas e abençoadas entre as mulheres de seus dias e por todas as gerações futuras. Ao olharmos para a luta delas, podemos ver lições que nos inspiram a correr atrás dos nossos sonhos, especialmente os sonhos que nos foram dados por Deus. Acredito ser oportuno, dizer aqui algumas palavras, que por mais que lhe venham a soar estranho, não o é de todo estranho. Me refiro, a idéia fixa de muitas pessoas, que o único interesse de Deus em nós tem à ver com o culto e as atividades ministeriais. Sendo assim, sendo fiel nesses quesitos, estamos aptos a alcançar a sua aprovação e a nossa realização está nesse contexto. Não! Isso não é verdade plena. Deus nos criou para a sua glória e o fez de forma intencional, dentro de um plano e de um projeto. Nós glorificamos a Deus sempre que agimos e somos o que realmente é a nossa essência. Quando alguém vive plenamente, como pessoa, como cidadão e desenvolve as suas potencialidades e cumpre um papel, tanto social, quando espiritual, de forma que ele se realiza e abençoa aos que o cercam, ele está glorificando a Deus. Um médico, um cientista, um artesão, um professor, um agricultor, um pastor ou missionário, são tão motivos de glória ao Senhor Deus, quando um adorador ministerial. Não apenas os evangelistas, missionários que levam a Palavra a lugares remotos, ou os pregadores que alcançam milhares de ouvintes simultaneamente, que estão fazendo a obra de Deus e assim trazendo glória ao seu nome. Gosto de imaginar a humanidade, como uma grande família, grande mesmo, com muitos filhos. O pai ama a todos e se alegra de vê-los servindo uns aos outros e realizando grandes coisas e progredindo. Quando os filhos crescem eles assumem suas vidas e vão dirigi-las por si mesmos e muitos reproduzem suas origens, outros copiam apenas alguns aspectos e outros, criam versões novas, umas boas e outras nem tanto. Com exceção ao pecado, todos os demais aspectos da realização humana agrada a Deus. Jacó estava construindo uma família, sob as bênçãos de Deus e muitos aspectos do que aconteceu, nós reprovamos, ou rejeitamos socialmente as ações, mas levamos também em conta, que eles andavam na luz daquilo que possuíam e a linha central foi mantida e assim, foram contados como pessoas que agradaram a Deus.

Pai, obrigado por seu santo em tudo e em todas as coisas; por entenderes as fraquezas e as iniciativas humanas, que nem sempre são as melhores opções, mas agora temos muito mais luz e mais revelação do que possuía Jacó e suas esposas. Nosso desejo é agradar a ti e realizar os teus propósitos em nosso tempo e assim os aspectos da obra da redenção que estão à cargo da igreja, sejam de fatos consumados e as boas novas possam chegar a todos os homens para que creiam e se salvem, pela obra perfeita de Jesus lá na cruz. Em nome dele oramos agradecidos. Amém.

Pr Jason

Meditação do dia: 28/07/2019

 Então disse Raquel: Julgou-me Deus, e também ouviu a minha voz, e me deu um filho; por isso chamou-lhe Dã. (Gn 30.6)

– Este foi o quinto filho de Jacó, desta vez com a concubina de Raquel, chamada Bila. Raquel denominou-o com esse nome que significa “JULGAMENTO” ou “ELE JULGOU.” Estamos percebendo que o embate entre as duas irmãs, esposas de Jacó, permanecia firme e a disputa era acirrada. Lia entendeu que os filhos que ela tivera, eram uma forma de compensação que Deus a estava dando, por ser a primeira esposa e ser desprezada, ou não ter a devida atenção, porque o casamento de romance verdadeiro era entre Jacó e Raquel, mas que por arranjos do seu pai, ela acabou se tornando uma esposa e ao dar quatro filhos, certamente Jacó se afeiçoaria a ela. Vendo que não gerava filhos, Raquel lançou mão de recursos disponíveis em sua cultura para obter filhos por meio de sua serva, uma concubina para Jacó. Ao nasceu a criança, Raquel o acolheu como seu, o que era permitido, pois os servos ou escravos eram apenas uma propriedade pessoal, sem direitos. Ela entendeu que Deus a julgou merecedora de clemencia, pois ela amava Jacó, desde que se avistaram no dia da chegada dele à Harã, na borda daquele poço no campo entre os pastores de ovelhas. Assim, ela entendia que embora a irmã também fosse uma esposa, mas não era necessariamente a preferencial, ou exclusiva do marido. Mas também ela se sentia desprestigiada por não gerar filhos, que certamente seriam muito mais amados e acolhidos pelo pai. Então Dã, o quinto filho de Jacó, seria uma veredito de Deus para ela, na disputa com a irmã e com ela mesma, pois ser mãe de filhos, que se tornariam uma grande nação, era um desejo ambicioso e muito promissor, além de entrar para dentro de uma aliança com Deus, pois sem os filhos, essa oportunidade seria totalmente de Lia. Para Jacó, é verdade que um filho ou mais de um com Raquel seria uma bênção e uma coroação dos esforços de ambos para viverem juntos, pois estavam sendo impedidos inicialmente de se casarem, por ela ser mais nova que a irmã e em sua cultura, segundo Labão, isso não era permitido, a filha mais nova se casar primeiro que a mais velha. Aqui, entre nós, brasileiros, brincamos chamando essa situação de “ficar para titia,” pois a mais nova casou-se primeiro. Também não lutamos por estabelecer famílias visando construir um reino, ou uma tribo ou mesmo dominar um território; isso ficou para trás, nos tempos das colonizações territoriais. Como cristãos, entendemos que os filhos são herança do Senhor e que nos são dados como presentes e com a responsabilidade de criá-los no temor de Deus, incutindo neles os ensinamentos bíblicos e o compromisso com a fé e os propósitos divinos, pois o reino já está destinado aos filhos de Deus. “Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão. Como flechas na mão de um homem poderoso, assim são os filhos da mocidade. Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava…(Sl 127.3-5)

Senhor, obrigado por nos proporcionar a alegria de sermos participantes do teu Reino e poder criar nossos filhos sob as bênçãos da Nova Aliança. Cristo é o cabeça e o Rei do Reino já estabelecido e consumado, onde os teus propósitos se cumprirão na totalidade. Estamos construindo um projeto que fizestes desde a eternidade e as pessoas chamadas por ti, deram a sua contribuição e hoje, como igreja, estamos realizando em nosso tempo, a nossa etapa do grande plano da redenção em Cristo Jesus, obrigado, por contar conosco, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Concumbinato é Arranjo

Meditação do dia: 27/07/2019

 E ela disse: Eis aqui minha serva Bila; coabita com ela, para que dê à luz sobre meus joelhos, e eu assim receba filhos por ela. (Gn 30.3)

Concumbinato é Arranjo – Concumbinato, essa palavrão (no sentido de tamanho é claro) pesquisado nas versões atuais, vai apresentar a seguinte definição: Concubinato, em acepção atual, é um termo jurídico que especifica uma união formalizada pelas relações não eventuais entre o homem e a mulher impedidos de se unir por casamento civil, e também não reconhecido como união estável, conforme redação do artigo 1.727 do Código Civil de 2002.” Passando os olhos em algumas publicações cristãs, encontrei por exemplo um artigo que cita em um trecho o seguinte. “As concubinas geralmente não tinham direitos, inclusive com seus próprios filhos. Elas também não tinham direitos de propriedade de quem as possuía, e não eram consideradas família de maneira nenhuma. Quanto às concubinas em Israel, muitas delas tinham os mesmos direitos que as esposas legítimas, mas não eram tratadas com o mesmo respeito.” Apresento nessa meditação esse tema, não para discuti-lo, defende-lo ou atacá-lo. Tenho ponto de vista pessoal fechado sobre tal assunto e respeito o direito de qualquer que tenha também o seu; o nosso propósito aqui, e nos alimentar da Palavra de Deus e aprender com as experiências dos personagens, para melhorarmos as nossas práticas e evitar aquelas que não foram boas para eles. Sabemos que a cultura na qual nascemos e de onde muitos dos nossos valores são formados, exercem pesos nas decisões da vida. O passar dos anos e tempos altera e muda valores humanos e sociais dos povos. A fidelidade da Bíblia como Palavra de Deus narra os fatos como eles foram e como aconteceram, revelando que decisões são responsabilidades e trazem suas consequências. Um arranjo daquele tempo, era a possibilidade de um homem de família, de alguma forma, por alguma razão entrar num relacionamento que hoje, na nossa cultura, chamaríamos de “extraconjugal,” mas que era tolerado e socialmente aceito, especialmente quando a esposa não tinha condições de gerar filhos. Esse foi o caso de Abraão e aqui vemos novamente com Jacó; e a iniciativa em ambos os casos foram das esposas, que submeteram uma escrava de serviços pessoas, à condição de concumbina para seus maridos. Tal condição era oficial e os filhos gerados daquela relação, eram legitimados como sendo da esposa, incluindo os direitos de herança e tudo mais. Veja bem que quando nasceu o filho dessa serva de Raquel, foi a senhora que se alegrou, comemorou e deu o nome, atraindo para si o feito, como um ato da intervenção de Deus em resposta à suas orações; afinal ela estava perdendo espaço para a irmã, Lia. Isso faz parte dos arranjos humanos, para contornar situações difíceis, que em determinadas etapas, a pessoa perde a capacidade de confiar que Deus é suficiente para suprir e cumprir suas promessas. Tanto Sara, quanto Raquel, depois vieram a engravidar e gerar filhos, quando mais velhas, se bem que Raquel estava em idade natural para a maternidade. Ainda hoje, cristãos, famílias, pastores, igrejas e ministérios fazem arranjos para salvaguardar interesses, ou preservarem direitos. Na vida pessoal, cada um de nós, podemos nos autoavaliar e discernir situações em que sob determinada pressão, não venhamos a adotar arranjos para solucionar aquilo que Deus tem o seu tempo e o seu modo de fazer.

Senhor, obrigado por ser suficiente para nós e a tua Palavra, poderosa para criar todas as alternativas de soluções. Te amamos e queremos manter integral confiança em tua fidelidade. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Perdendo a Paciencia

Meditação do dia: 26/07/2019

 Então se acendeu a ira de Jacó contra Raquel, e disse: Estou eu no lugar de Deus, que te impediu o fruto de teu ventre?” (Gn 30.2)

Perdendo a Paciencia – que a idéia de discutir a relação é tão antiga quanto a própria sociedade humana. Sobrou até para Jacó, que sendo pressionado pela atitude intempestiva de Raquel, por não gerar filhos, teve que falar grosso e desabafar e alivia a tensão. Embora se amassem de verdade e tivessem uma condição estável no casamento, ela se sentia cada vez mais enfraquecida, porque a sua irmã estava gerando filhos e com isso se tornando a promotora do cumprimento das promessas de Deus para Jacó; agora eles já tinham quatro filhos; ela sendo a esposa favorita, não gerando filhos, ficava numa condição incômoda, pois os herdeiros eram sumamente importante para elevar o status de qualquer membro daquela sociedade. Jacó tinha uma estreita relação com Deus e havia recebido promessas muito grandes dentro do conceito de alianças, que Abraão e Isaque estabeleceram com Deus e agora, Jacó viera de tão longe para se casar e estabelecer uma família e a esposa que ele escolheu não conseguia ter filhos. Quando a gente olha para esse passado distante, dentro daquele contexto social e os seus valores, onde um projeto gigantesco estava sendo levado a efeito por Deus com uma linhagem específica, dá para perceber que no mundo espiritual existem e acontecem verdadeiras batalhas, onde muitas vezes nós, os humanos, fazemos parte importante, mas com uma condição de coadjuvantes quase imperceptíveis. Os hebreus, nessa busca por uma povo aliançado com Deus, se formou quase que exclusivamente com casamentos entre a própria tribo ou clã original; sendo Abraão casou-se com Sara, que era sua meia irmã por parte de pai, e ela foi estéril e mesmo assim foi consorte na promessa divina de que seria mãe de multidões de nações. O casal prevaleceu, gerando um filho único, dentro dessa aliança, que foi Isaque, quando o pai já estava na casa dos cem anos de idade e a mãe, aos noventa anos. Milagre puro e simples! Abraão não tinha problemas com geração de filhos, pois teve Ismael com a serva Agar e posteriormente quando viúvo, casou-se novamente e teve vários outros filhos. Isaque, casou-se com Rebeca, que era sua prima, que por sua vez também foi estéril e o casal batalhou por vinte anos em oração, até o nascimento de filhos gêmeos, Esaú e Jacó. Esaú distanciou-se desse sistema de casar em família e uniu-se a mulheres cananeias, reprovados pelos seus pais e assim ele foi se distanciando cada vez mais do pacto familiar de andar com Deus e gerar filhos dentro do mesmo clã. Jacó, voltou à terra natal de sua mãe e casou-se também com uma prima, filha do irmão de sua mãe; ele foi trapaceado pelo pai da moça, o tio Labão e se viu casado com Lia e não com Raquel, acordo firmado em troca de sete anos de trabalho; teve que repetir o contrato para de fato casar com Raquel, que agora se mostrou também uma mulher impossibilitada de gerar filhos; ao que tudo indica, pelo que vimos, Jacó era fértil e Lia também, porque tiveram quatro filhos. Nessa geração, ao invés de orarem juntos, parece que eles apenas discutiam entre si e tentavam apoiar um ao outro; quando não parecia funcionar, Raquel entrou em crise e ameaçou se matar, ou pelo menos disse isso ao marido, numa expressão que transferia para ele a responsabilidade dela não ter filhos. Ele se estressou com ela e disse que não dependia dele, e fora ele que bloqueara suas chances de se tornar mãe. Já vimos essas versões na vida mais moderna dos nossos dias. Casais frustrados com a impossibilidade de ter filhos e embora invistam muito em tratamentos e possibilidades, e elas as vezes falham. Hoje, claro as razões da paternidade não está pela necessidade de se formar uma nação ou um clã, pelo menos em nossa sociedade ocidental; que sabe em outros contextos pelo mundo, em outras nações e tribos isso ainda seja ocorrência; mas a verdade é que todos de fato gostariam de serem pais e mães. Dentro do nosso clã cristão evangélico, os filhos ainda são considerados uma bênção e uma dádiva divina; e eles são desejados e bem vindos, porque levamos também nos corações as promessas de Deus, sobre a gerações dos justos herdarem a terra, reconstruírem as ruínas que o pecado fez na sociedade e formarmos uma massa crítica de adoradores que implantarão um reino que jamais se acabará. Louvai ao SENHOR. Bem-aventurado o homem que teme ao SENHOR, que em seus mandamentos tem grande prazer. A sua semente será poderosa na terra; a geração dos retos será abençoada(Sl 112.1,2). E os que de ti procederem edificarão as antigas ruínas; e levantarás os fundamentos de geração em geração; e chamar-te-ão reparador das roturas, e restaurador de veredas para morar (Is 58.12).

Senhor, obrigado por tornar a nossa vida relevante e significativa dentro de um projeto muito especial que é a obra da redenção de todos, através do sacrifício de Cristo e também a formação do Reino de Deus. Somos privilegiados e honrados com a escolha de sermos seus filhos e uma geração de justos, gerando filhos que são bênçãos e farão coisas grandiosas, para glória e louvor do teu santo nome. Em Cristo, oramos agradecidos e desejosos de ver a tua glória, amém.

Pr Jason

Inveja da Irmã

Meditação do dia: 25/07/2019

 Vendo Raquel que não dava filhos a Jacó, teve inveja de sua irmã, e disse a Jacó: Dá-me filhos, se não morro.” (Gn 30.1)

Inveja da Irmã“A Inveja é a arma dos incompetentes. Li essa frase escrita na traseira da carroceria de um caminhão. Dizeres populares à parte, a inveja é algo realmente ruim e causa muitos males. Tudo indica que Jacó estaria levando uma pressão muito forte por parte da Raquel. Embora todos os privilégios, ou ao menos supostos privilégios que ela tinha em relação à Lia, sua irmã mais velha e que estava levando uma nítida vantagem sobre ela, pois a essa altura, já tinha dado a Jacó, quatro filhos. O que leva uma mulher bonita, trabalhadeira, amada pelo marido, vivendo em condições de progresso e prosperidade, sentir inveja da irmã á ponto de pressionar o marido, com ameaças de suicídio? Não podemos dizer que ela estaria fazendo chantagem emocional, querendo mais atenção. Se o registro sagrado cita que foi assim que ela se dirigiu ao marido, então precisamos levar à sério o tema porque de fato isso aconteceu. Depois de milhares de anos entre nós e eles, é bem mais simples, com cabeça ocidental e mentalidade de ter poucos filhos e se não tiver nenhum, não é considerado uma tragédia, podemos ser simplistas na análise. Mas olhando os fatos, com os olhos e mente contemporâneos dela, podemos nos assegurar, que era uma situação preocupante. Ter filhos era crucial para uma mulher, ou uma família. Tanto do ponto de vista social, quanto espiritual além daquilo afetar o sistema financeiro e força de trabalho, que na maioria dos casos, era centrado na própria família. Tendo muitos filhos se poderia dedicar a muito mais empreendimentos, com mão de obra confiável e de menor custo. Tanto Raquel, quanto Lia estavam conscientes de seus papeis na vida de Jacó. Ele viera de Canaã, enviado pelos pais, para se casar e constituir uma família, para voltar e tomar posse das promessas de Deus, que foram feitas em termos de alianças eternas com Abraão, Isaque e agora com ele Jacó. Elas sabiam que o marido havia recebido uma promessa divina que seria pai de muitos filhos e que formaria uma grande nação, com a qual Deus construiria a obra da redenção através de um Messias, que descenderia daquela linhagem. O sentimento de ser mãe, cooperar com o marido no cumprimento de seus projetos de ter muitos filhos e ver surgir uma tribo e dali uma nação abençoada e abençoadora, era algo muito motivador para Raquel, que se viu apaixonada e correspondida no seu amor por Jacó; viu a luta dele com as atitudes de seu próprio pai; quando finalmente estavam juntos, ela percebe que sua irmã esta consolidando o sonho que era dela. Podemos nos ver na pele de Raquel, quando estamos empenhados em obedecer as verdades reveladas de Deus, focados em ser produtivos e percebemos que algo está fora do lugar ou por alguma razão não está dando certo. Pior ainda que alguém que atravessa nosso caminho por meios não recomendáveis começa a ganhar mais e mais vantagens. Posso dizer-lhes, que alimentar um sentimento de frustração e transformar isso em inveja, não é bom e nem aceitável para os filhos de Deus. Ser provocado e irritado por quem está em vantagem sobre nós é muito cruel; mas inda assim, devemos andar na luz e pelos caminhos corretos. Nada justifica alimentarmos o mal dentro de nós, com a desculpa emocional de que aquilo deveria ser meu e não dele ou dela. Se uma das pessoas leitoras dessas meditações, trás, ou alimenta no seu coração o legítimo desejo da maternidade, e se vê na impossibilidade, ou enfrentando dificuldades, minha solidariedade estará contigo, mas prefiro te orientar a ir para os joelhos em oração diante de Deus e apresentar a quem de fato pode te ajudar. Não vá para as pessoas, quem quer que sejam elas, procure uma promessa de Deus e firme-se nela. Abrace a sua fé e construa o caminho para a bênção do senhor chegar aos seus braços. Nunca aceite a frustração, a amargura e o ressentimento abrigarem-se no seu coração. Reserve este lugar para a adoração, o louvor e a gratidão. Quem deseja a vida, não pode desejar a morte! A inveja de Raquel a orientou mal.

Senhor, hoje minha oração é de gratidão e louvor pelas irmãs que lutam com fé e amor para serem mães e elas querem isso como fruto da tua bênção e aceitam a criação de um milagre grande o suficiente para contradizer os fatos e a ciência. Profetizo sobre os ventres que abrigarão em breve uma promessa do Pai Celestial; esses filhos serão criados desde a concepção em um ambiente de amor e acolhida, abraçados e amados pelos pais e serão as testemunhas vivas e materiais do favor incomparável de Deus na vida de seus pais. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Judá

Meditação do dia: 24/07/2019

 E concebeu outra vez e deu à luz um filho, dizendo: Esta vez louvarei ao Senhor. Por isso chamou-o Judá; e cessou de dar à luz.” (Gn 29.35)

Judá – O significado do Nome Judá tem origem a partir do hebraico Yehudah, que pode ser traduzido para a língua portuguesa como “louvado”, “glorificado” ou “exaltado”. Este nome seria uma derivação da expressão hebraica Yah hu Dah, que era considerada uma exaltação de agradecimento à Deus. Esse é o quarto filho de Jacó e Lia, que dessa vez deixou de lado os desabafo de suas emoções e lutas contra a irmã, o que acabava sobrando também para o marido, Jacó. Dessa vez ela escolheu um nome que atribuía “louvor” a Deus, porque ela ia ganhando mais e mais pontos na sua briga interna pela afeição do marido. Fico pensando, que para Jacó, que viera de uma família pequena, só um irmão, e seu pai fora filho único, ele já estava muito realizado, porque tinha quatro filhos, de forma que dali para formar uma tribo, já era um bom caminho andado. O nascimento de Judá, foi um marco na vida e na experiência de Lia, pois a sua relação familiar tendia a se estabilizar, e o relacionamento com o Deus de Jacó, estava se revelando abençoador. Para uma mulher, naquela cultura e dentro dos contextos de sua vida, em que se casou praticamente com o cunhado, que era apaixonado pela irmã dela, numa negociação duvidosa do pai dela, como consequência, ela teve que viver à sombra da irmã, a esposa predileta. Deus a recompensou regiamente com quatro filhos, o que era uma grande demonstração de ser abençoada e merecer um espaço maior dentro do coração de Jacó. Mas também preciso destacar, que a atitude de reconhecer a Deus em louvor, gratidão e exaltação, sem dúvida é merecer de elogios. O nascimento de um filho é muito gratificante para qualquer pessoa que sempre sonhou em formar uma família e trabalhou para fazer isso da maneira certa, com a bênção de Deus, pois se está comprometido com uma aliança espiritual com Deus. Poder lembrar todas as vezes que se chama o filho, que ele está ali, testemunha viva e material do reconhecimento dos pais pela bondade e fidelidade de Deus, e assim louvam ao Senhor nomeando o filho com um nome cheio de significado, é um belo gesto de gratidão, sem dúvida. Como estamos lidando com uma família tão especial, no projeto de Deus, Judá veio a ser alguém muito e todo especial no futuro da tribo e da nação, pois é dele a descendência e linhagem de onde veio o Messias prometido. Não só, isso, como se tornou a maior e mais importante das doze tribos, que acabou trazendo para si no nome de todos eles, pois são mundialmente conhecidos como “Judeus.” Então, mesmo em meio às lutas e batalhas difíceis da sua vida e da minha, sempre haverá espaço para louvar a Deus e eternizar isso. Sabemos que as lutas passam, mas as bênçãos e o favor de Deus, permanecem sempre com a gente.

Louvado, seja sempre o nome poderoso do nosso Deus e Pai, como também do Senhor Jesus, que ganhou um nome que é sobre todos os nomes, no céus, na terra e em todo e qualquer lugar! Bendito seja o Espírito Santo, nosso grande Conselheiro, Consolador, que nos aproxima da Trindade e revela em nós toda a grandeza e santidade do nosso Deus. Glórias e honras, eternamente, amém.

Pr Jason