Rebeca a Admirável

Meditação do dia 04/03/2019 

 E o homem estava admirado de vê-la, calando-se, para saber se o Senhor havia prosperado a sua jornada ou não.”  (Gn 24.21)

 Rebeca, a Admirável – É uma situação de crédula incredulidade! O mordomo orou crendo que o Deus de seu senhor Abraão era solícito em atender orações de seus servos e tudo aconteceu de forma muito imediata, tão imediata que causava admiração. Parece que era melhor do que a encomenda! A moça era linda, gentil, hospitaleira, comunicativa, disponível e serviçal, tudo isso condensado numa única pessoa. No fundo acreditamos que Deus faz todas as coisas perfeitas e singulares, mas a nossa parte mais racional, trabalha contra a fé, dizendo que “tudo que é demais, passa!” ou como diz o adágio popular, “quando a esmola é demais, o santo desconfia.” Tudo conspirava para isso, pois ele mal chegara na cidade e estava à beira de um poço, onde iria saciar a sede e abeberar os animais, para então tomar as providencias de sua missão; quando fez a oração de gratidão ao Senhor Deus pela viagem ter transcorrido tudo bem e já estar no lugar designado por Abraão, agora era localizar a família e dar os demais passos. Mas tudo estava acontecendo ainda ali na beira do poço. Uma moça admirável, diante dele, se dispondo a servir até além da hospitalidade normal. A minha reflexão é sobre como Deus revela ou manifesta a sua bondade e misericórdia através de pessoas que cruzam os nossos caminhos. Pessoas são muito especiais, cada uma com suas particularidades, com suas histórias e a parte de cada uma complementa e faz conexões admiráveis com as demais, de forma que os propósitos eternos, grandiosos de Deus se firmam e se consolidam através da história nossa de cada dia. As vezes levam-se anos para se firmar um relacionamento e produzir algum resultado, e outros a conexão é imediata e complementar, feita sob medida. Eliézer estava familiarizado com milagres e ações grandes do Todo Poderoso, através do relacionamento do seu senhor Abraão e até mesmo em favor do senhorzinho, Isaque. Agora ele tinha a oportunidade de ter a sua própria experiência através da disponibilidade de uma jovem que lhe arrancava admiração. O que eu tenho que desperta a atenção e a admiração das pessoas que aparecem no meu caminho? Como o atender de um pedido ou favor simples pode revelar a operosidade do amor de Deus? Com certeza Rebeca se preparava para ser alguém prestativa e gentil, mas também é muito provável que ela não tinha a menor idéia de que seu gesto de servir um viajante, abrisse-lhe a porta da felicidade, da realização dos seus maiores sonhos. Verdadeiramente a simplicidade é a maior sofisticação! Precisamos deixar os nossos corações disponíveis para ser surpreendido por Deus em sua grandeza e generosidade. Servir sempre foi uma marca importante do Reino de Deus; Deus servir, Jesus serviu, o Espírito Santo serviu e serve até hoje e o fará até tudo se completar. Rebeca, a admirável é um bom modelo para todos nós, e não sem méritos, que ela é uma figura da Igreja que aguarda o tempo certo de encontrar o noivo.

 

Senhor, graças por tua generosidade e bondade. Por nos abençoar diretamente e através de outros servos, suprir e fazer o teu amor se manifestar. Louvado seja o teu nome e a tua glória! Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Rebeca, a Moça Bonita

Meditação do dia 03/03/2019 

 E a donzela era mui formosa à vista, virgem, a quem homem não havia conhecido; e desceu à fonte, e encheu o seu cântaro e subiu.”  (Gn 24.16)

 Rebeca, a Moça Bonita – Se formos filosofar sobre beleza feminina, teremos campo para escrever e discutir muita coisa. Uns dizem que a beleza está nos olhos de quem vê; outros, dizem a beleza é fugaz e não deve ser levado tão à sério; também há os críticos que dizem que a beleza é a inteligência que ficou por fora; ainda aqueles que afirmam que “beleza não põe à mesa;” Já o poeta Vinícius de Moraes, apelava, “as feias que me desculpem, mas beleza é fundamental!” Salomão, alguém com autoridade para falar do assunto, escreveu: Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa sim será louvada” (Pv 31.30). Falando mais sério, a verdade é que praticamente todas as citações acima e tantas outras que existem, abordam um aspecto da qualidade beleza e normalmente em contra-ponto com outras virtudes desejáveis. Já ouvi e já li, que cientificamente, o padrão de beleza de cada pessoa e determinado por uma simetria de traços que o cérebro classifica como sendo ideal para o seu padrão de beleza e perfeição. Assim que os olhos avistam, digamos um rosto, o computadorzinho dentro da cuca avalia e mede todos os traços e encontra ou não as medidas que ele considera ideais e então emite um veredito de que é lindo, bonito, acima da média ou não se encaixa nos parâmetros; por isso que o que lindo para alguém necessariamente não o é para outro; então sorte nossa, que somos feios! Eliézer estava à procura de uma moça com certas qualidades e virtudes, e ele não havia citado o quesito beleza, mas evidentemente que não descartaria. Foi então que aparece na sua frente uma linda garota, linda era pouco, belíssima e que ficava ainda mais atraente com aquele cântaro no ombro, enquanto descia as rusticas escadarias para pegar água no poço. Por minha conta e risco, ele deve ter pensado, “Uau! Essa certamente é a nora que todo sogro gostaria de ter e Isaque, meu senhor também não iria reclamar nada dela!” Essa família tinha uma forte ligação com beleza feminina, pois Abraão fora casado com Sara, que era lindíssima e até bem próximo dos noventa anos, ainda despertava interesse até de reis que a queriam como esposas; Agora aparece Rebeca para não perder e nem fazer feio perante uma comparação com a falecida sogra e futuramente veremos que Jacó também se deu muito bem com Raquel, em termos de beleza. Talvez alguém pense que isso não tem nada de espiritual, edificante ou construtivo para a nossa vida! Tem sim! Em sua perfeita economia, Deus não desperdiça nada e muito menos faz qualquer coisa sem um propósito. Por que ele faria tantas coisas bonitas, lindas, deslumbrantes, se nada disso tem valor? Cada coisa tem o seu lugar e no devido lugar todas as coisas tem o seu valor. Anos mais tarde, a nação de Israel foi abençoada e salva da extinção, graças ao uma moça linda, que ganhou um concurso de Miss e se casou com o rei e depois evitou uma tragédia – Ester não só era linda, mas fiel, temente a Deus e disponível para ser instrumento nas mãos dele. Errado, pecaminoso e ruim é fazer uso dos atributos dados por Deus na criação para fins errados, egoístas, perniciosos e imorais. Dar lugar a carne, tirar proveito da beleza para explorar os incautos ou afirmar ego e manias, isso não glorifica a Deus e constrói o Reino de Deus.

 

Obrigado Senhor, por fazer todas as coisas para propósitos muito especiais. Quando entendemos os teus caminhos, todos os fatores disponíveis em nossas vidas por ser úteis para construir vidas e abençoar a tua obra. Toda a tua criação está repleta de beleza com propósitos e nossas vidas também fazem parte desse todo. Obrigado, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

A Prima Rebeca

Meditação do dia 02/03/2019 

 E sucedeu que, antes que ele acabasse de falar, eis que Rebeca, que havia nascido a Betuel, filho de Milca, mulher de Naor, irmão de Abraão, saía com o seu cântaro sobre o seu ombro.”  (Gn 24.15)

 A Prima Rebeca – Impressionante, para não dizer outra coisa, a maneira do agir de Deus em nossas vidas, mesmo quando não estamos vendo ou sabendo. Nós somos por demais limitados e só vemos as coisas linearmente, em fileiras, uma de cada vez; Deus muito pelo contrário, tem uma visão ampla abrangendo todos os ângulos e todas as possibilidades e tudo isso, ao mesmo tempo, ao vivo e à cores. Quero voltar um pouquinho no tempo em termos de meditações já escritas e lembrando quando estudamos a vida de Abraão; no relato do capítulo vinte e dois, após o episódio do Monte Moriá, quando ele fora oferecer Isaque, pois bem, logo em seguida a essa narrativa, há um registro que parece fora de contexto, que diz o seguinte: “E sucedeu depois destas coisas, que anunciaram a Abraão, dizendo: Eis que também Milca deu filhos a Naor teu irmão. Uz o seu primogênito, e Buz seu irmão, e Quemuel, pai de Arã, E Quésede, e Hazo, e Pildas, e Jidlafe, e Betuel. E Betuel gerou Rebeca. Estes oito deu à luz Milca a Naor, irmão de Abraão.” (Gn 22.2-23). Abraão fora informado que sua cunhada lá em Harã havia dado filhos à seu irmão e fica registrado os nomes deles, e um deles, se for por ordem de idade, o Naorzinho, sobrinho neto de Abraão, primo em primeiro grau de Isaque veio a ser o pai de Rebeca, quando do lado de cá, nada disso era sabido, Deus estava trabalhando na outra ponta para no tempo certo juntar as partes e dar tudo certo. Fico maravilhado, com o fato de que assim que Abraão estava doando seu filho a Deus num gesto de consagração ímpar, também estava sendo preparada a bênção futura para Isaque. Se eu não fosse cristão, adorador de um Deus Todo Poderoso e que governa tudo muito bem, provavelmente apenas iria dizer que o universo estava conspirando para que esse encontro desse certo. A prima em segundo grau estava sendo preparada e no momento certo seria apresentada ao plano de Deus para sua vida, que seria transformador e abençoador. Assim, quando Eliézer fez aquela oração à beira do poço, Rebeca estava saindo, a moça certa, no lugar certo, para encontrar a pessoa certa e ela com disposição de serva e na condição de servir ela encontrou o seu grande tesouro e o propósito para sua vida. Aquela velha lição da bacia e da toalha que Jesus ensinou aos seus discípulos antes de ser entregue. Viva os propósitos divinos, sirva sem esperar recompensas, elogios ou ser tratado como astro e estrela.

 

Obrigado Senhor, por construir a minha história e me permitir estar no lugar certo no tempo certo para te servir ao servir alguém. Graças também pelas pessoas certas que tem sido colocado no meu caminho para me abençoar e me permitir ver o teu amor e cuidado. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Rebeca, a Qualificada

Meditação do dia 01/03/2019 

 Seja, pois, que a donzela, a quem eu disser: Abaixa agora o teu cântaro para que eu beba; e ela disser: Bebe, e também darei de beber aos teus camelos; esta seja a quem designaste ao teu servo Isaque, e que eu conheça nisso que usaste de benevolência com meu senhor.”  (Gn 24.14)

 Rebeca a Qualificada – Contextualizando ou contemporizando as coisas, mas acho mesmo que o mais sensato, seria dizer, viajando na maionese imaginativa, o que alguém encarregado de uma missão tão complexa como aquela, o Mordomo Eliézer, chegaria em Hará, procuraria os jornais mais lidos, isso, já é passado, os sites de busca mais vistos e colocaria um aviso mais ou menos assim: “Procura-se moça, boa aparência, dotes culinários, prendas domésticas, com disposição para viagem internacional, que pretenda se casar e constituir família, com referencias, oportunidade única de se casar com jovem rico, de boa família e de bons princípios – interessadas procurar Eliézer.” Tudo não passa de uma fantasia imaginativa, mas na oração desse mordomo, ele citou veladamente qualidades de uma moça com um perfil diferenciado para ser a futura esposa de seu Senhor. Podemos identificar pelas palavras dele, que a pessoa que atenderia esses requisitos, seria já de início, uma pessoa comunicativa, gentil e hospitaleira. Normalmente treinamos nossos filhos desde pequenos para “não falar com estranhos, não aceitar balas, doces, presentes, não se aproximar, evitar e…” alista é grande! Ela iria atender ao pedido de dar da sua água para um estranho beber, isso é hospitalidade, mas também atenciosidade. Ela teria que ter disposição para abastecer um bebedouro para dez camelos sedentos, recém chegados de viagem pelo deserto; era muito serviço, demandaria tempo e esforço. Digamos que muitas moças fossem assim, bondosas, mas poderia ser que elas não dispusessem de tempo para a tarefa toda; elas teriam hora para chegar em casa, a demora poderia trazer preocupações e embaraços. Rebeca, na melhor da hipóteses, poderia ter dito ao mordomo, que lhe daria água, mas não tinha condições de buscar tanta água para os camelos, mas que lhe emprestaria o vaso para que ele ou um de seus acompanhantes fizesse o serviço. Mas ela não fez como manda o figurino, e nem como nossas convenções sociais diriam que seria o certo, o seguro e o moralmente aceitável. Também sei que estou bem longe de entender a ótica da hospitalidade sira, oriental daqueles tempos e querer comparar isso com os nossos tempos e modos é gritantemente distante do real. Uma verdade que nunca vemos por esse ângulo, mas que faz todo sentido, porque são princípios de vida, foi dito e ensinado por Jesus nos seus dias aqui na terra: “Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo” (Lc 6.38). Rebeca fez por merecer especialmente porque até então ela não estava sob influencia de nenhum interesse ou recompensa. Como diz o marketing da Nike: “Just do it” (simplesmente faça!)

Obrigado Senhor pelas oportunidades de servirmos sem esperar nada de volta, ou favores futuros. Servir apenas para ser útil e abençoador, como Jesus. Que a atitude e as virtudes de Rebeca se façam presentes na noiva de Cristo ainda hoje; porque somos nós, a igreja do Senhor. Em nome de Jesus, amém.

P.S. As referencias bíblicas das duas meditações sobre
Rebeca ficaram com erradas. O correto é Gn 24.14  – Perdoe-me.

Pr Jason

Rebeca, a Escolhida

Meditação do dia 28/02/2019 

 Seja, pois, que a donzela, a quem eu disser: Abaixa agora o teu cântaro para que eu beba; e ela disser: Bebe, e também darei de beber aos teus camelos; esta seja a quem designaste ao teu servo Isaque, e que eu conheça nisso que usaste de benevolência com meu senhor.”  (Gn 35.27)

 Rebeca a Escolhida – Uma faceta muito importante da prática de vida cristã é a ESCOLHA! Todos os dias fazemos muitas escolhas, algumas totalmente no automático, elas não dependem de raciocínio, cálculos ou estratégias; são corriqueiras e habituais. É evidente que a rotina de fazer as mesmas escolhas, o que chamamos de hábitos, podem levar a perigos devido a previsibilidade. De tão comum, nem mais atentamos para aspectos de segurança ou nos tornamos presa fácil de quem está nos observando e estudando para aplicar alguma ação. Outras ações tem mais peso e sobre elas gastamos mais atenção e intenções. Mas também tem as decisões de alto nível e alta complexidade, que só tomamos umas poucas vezes na vida e outras é uma única vez; então exige-se mais responsabilidade nos cálculos, porque isso também afetará a vida e os relacionamentos ao nosso redor. Como filhos e servos de Deus, adicionamos mais um fator nisso tudo, que são os planos e propósitos divinos para nossa vida individual, familiar, ministerial e até em termos de coletividade. Afinal, estamos aqui para cumprir um propósito, por isso mesmo temos uma identidade e um destino. Vamos pensar no quadro mais geral da história dessa moça; Eliézer, o mordomo de Abraão, saiu para uma terra desconhecida, uma cidade provavelmente grande e que deveria ter muitas, mas muitas moças em idade de se casarem. Seu trabalho era mais do que encontrar uma moça daquela nacionalidade ou etnia; seu senhor pedira que fosse alguém de sua família e naquela população toda havia apenas um irmão de Abraão, isso já restringia bastante a

sua busca. Eliézer orou e foi muito específico no seu pedido e ao mesmo tempo, afunilou tanto a alternativa, que só restava uma alternativa para a resposta divina: Seja, pois, que a donzela, a quem eu disser: Abaixa agora o teu cântaro para que eu beba; e ela disser: Bebe, e também darei de beber aos teus camelos; esta seja a quem designaste ao teu servo Isaque, e que eu conheça nisso que usaste de benevolência com meu senhor.”  Ele falou com Deus que iria fazer um pedido, tipo proposta para as moças que viessem ali naquele poço e A MOÇA que aceitasse esse pedido, seria aquela escolhida por Deus para ser a esposa de Isaque. Qualquer um de nos, naturalmente diria que era tão específica que dificilmente poderia vir a ser respondida por Deus; isso demandaria uma logística tremenda com muitas variáveis para tudo se encaixar e o plano dar certo. Mas se o mordomo orou agora, Abraão já vinha orando a muito mais tempo e ele e Deus eram velhos parceiros de atividades genuinamente milagrosas e fora do comum. Antes dele chegar àquele poço, o Altíssimo já vinha mexendo os pauzinhos e a coisa estava melhor do que a encomenda. Por razões que até a própria razão deve desconhecer, aquela moça prendada, com servas a ser dispor, resolveu naquela tarde ir pessoalmente e sozinha buscar água naquele poço. Abraão fizera escolhas, Isaque fizera escolhas, Eliézer fizera escolhas e Rebeca também fizera as suas e alguns deles não tiveram contatos com os outros para tudo coincidir assim. Alguém lá em cima gostava muito de alguém e pôs o universo para conspirar por uma única causa naquele dia. Mais do que interessante, engraçado, fortuito ou casual, a verdade é que Deus está sentado no trono de glória e Ele tem perfeito controle, domínio e governo sobre tudo e todos e para a nossa alegria, Deus está do nosso lado, estando nós do lado da verdade, da justiça e do que é certo. Deus tem como cuidar dos nossos assuntos, até os românticos e dos interesses pessoais dos nossos filhos, porque tudo isso tem à ver com o propósito eterno. Nada é por acaso. Deus faz suas escolhas e nós dá o prazer e o privilégio de participar de seus projetos. Rebeca foi escolhida por Deus para a missão de esposa de Isaque, matriarca da nação futura de Israel a capacitou a fazer as escolhas certas, no tempo certo e estar também no lugar certo para ser vista por aquele que fora enviado para lhe abençoar. Temos muito que aprender com ela, com toda certeza.

 

Senhor, graças te damos, por ser o Deus Todo Poderoso, o Senhor de tudo e de todos. Que bom que as nossas vidas está em tuas mãos, e não jogadas ao acaso aleatório do cosmos. Benditos sejam sempre os teus planos e propósitos para nós e para nossos filhos que são partes integrantes e preciosos dos projetos para um reino eterno e inabalável. A nosso fé se fortalece, ao saber quem está no controle de todas as coisas e até as mínimas. Sou grato, porque em Cristo Jesus, somos mais que vencedores, e nunca estamos abandonados e largados à própria sorte. Seja sempre louvado o teu nome e a tua glória, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Rebeca

Meditação do dia 27/02/2019 

 Seja, pois, que a donzela, a quem eu disser: Abaixa agora o teu cântaro para que eu beba; e ela disser: Bebe, e também darei de beber aos teus camelos; esta seja a quem designaste ao teu servo Isaque, e que eu conheça nisso que usaste de benevolência com meu senhor.”  (Gn 35.27)

 Rebeca – Esperei por um bom tempo para escrever uma meditação sobre essa pessoa maravilhosa. A história dela é misteriosa, mas bonita e vale a pena encontrar pessoas assim, que nos inspirem e acrescentem algo novo e bom. Quem não gosta de uma boa história de amor e especialmente com final feliz? Todos nós gostamos, afinal nos clássicos mundiais de literatura e dramaturgia, poesia e músicas, o que não faltam são musas inspiradoras e suas histórias que ultrapassam fronteiras e épocas. Romeo e Julieta, Lara do Doutor Zhivago e tantas outras. Aquilo que não podemos ver com nossos olhos, ou saber por informações mais claras, acaba por despertar em nós, uma enorme curiosidade e daí surge até mitos e lendas, que vão crescendo a cada vez que se conta a história. Quando olhamos a história de Rebeca, a conhecemos na beira de um poço na entrada da sua cidade natal. Até aí, ela existia, sonhava e tinha planos, mas não estavam disponíveis para nós. Como entendemos que Deus trabalha de tempo integral na vida dos seus filhos e alinha os eventos para que aconteça exatamente dentro das possibilidades de continuidade. Gosto muito de uma chave de sabedoria, que li em um livro, que afirma o seguinte: “Você precisa estar no lugar que a pessoa que Deus vai usar para te abençoar te veja.” Não se trata apenas de uma frase bonita, bem colocada ou de uma filosofia interessante; mas de um princípio de interação com os desígnios de Deus. Assim como somos instrumentos para abençoar e afetar pessoas, também somos abençoados e afetados por outros, que foram colocados ali para justamente fazer aquilo de que precisamos para catalisar o potencial para a realização da nossa missão de vida. Rebeca tinha sua própria agenda diária de serviços e obrigações em casa, e também seus compromissos sociais; mas naquele dia, Deus havia reservado um espaço extra na agenda dela para um encontro inesperado que mudaria a sua vida inteira e de milhares de pessoas por gerações e gerações. Sendo de boa família, com bons recursos disponíveis como empregados e servos, ela certamente não precisa fazer certas tarefas, que poderiam muito bem ser delegadas para subalternos. Também no seu íntimo ela tinha sonhos de constituir família, ter filhos e vê-los crescer. Mas por alguma razão, ela ainda não estava comprometida com algum moço, o que não era tão natural para aquela época e especialmente para uma donzela de qualidade e de boa procedência familiar. Digamos se ela vivesse sonhando acordada, com a hora em que encontraria seu príncipe encantado, que lhe arrancaria suspiros e deixasse sua respiração ofegante, suas pernas trêmulas e fizesse o rosto corar de timidez ou recato social imposto pelos padrões de comportamento esperado de uma donzela. Quem diria que em vez de um rapaz bonitão e ousado, estava lhe reservado encontrar com um viajante cansado, escravo, mordomo, que lhe pedisse ajuda, para fazer serviço de serva e muito serviço, afinal mitigar a sede de uma cafta cansada do caminho, não seria pouco serviço. O cartão de visita de Eliézer não agradaria a maioria das moças sonhadoras, pode acreditar.

 

Senhor, obrigado por permitir que muitas ações transformadoras e maravilhosas para nossas vidas venham disfarçadas em embalagens pouco atraentes. O Senhor valoriza muito o valor do conteúdo acima da aparência e dos rótulos, por isso a simplicidade sempre aparece nas grandes realizações da obra do Pai em nossas vidas. Obrigado por aprendermos com a vida de Rebeca, sobre simplicidade, serviço e amor ao próximo. Em nome de Jesus, amém.

 

P Jason

Velho e Farto de Dias

Meditação do dia 26/02/2019 

 E foram os dias de Isaque cento e oitenta anos. E Isaque expirou, e morreu, e foi recolhido ao seu povo, velho e farto de dias; e Esaú e Jacó, seus filhos, o sepultaram.”  (Gn 35.27)

 Velho e Farto de Dias – Confesso que aprendi muito com a vida e a pessoa de Isaque nessas meditações que escrevi. A minha principal visão sobre essa pessoa, era que de fato fora um homem de Deus, comprometido com a aliança, mas em termos de fé, ele teria ficado na sombra do pai Abraão. Estou falando daquela idéia de filho mimado, que nasceu rico, sempre teve tudo na mão, e até mesma para se casar, o pai tomou as iniciativas. Mas hoje, ao falar sobre o fim de sua existência terrena, preciso me desculpar por alguma injustiça que dessa forma alimentava no meu íntimo. Estou falando de que amadureci e passei a ver a vida de um ponto de vista mais maduro e mais real; cada um de nós tem uma história, a sua própria história e viver intensamente ou viver de forma sábia é importante. Diante de Deus não vivemos para competir uns com os outros e ver quem faz mais, quem chega primeiro e quem acumula mais em menos tempo. Sabemos que Deus não observa o tempo da mesma forma que nós os humanos. Além de vê-lo de forma linear e continuado, ainda nos parece uma grande ampulheta que é virada quando nascemos e as areias vão se escoando enquanto vivemos e já por antecipação sabemos que uma hora dessas, mais cedo ou mais tarde ele finda; mas claro, todos torcemos para demorar um pouquinho mais. Deus não tem a pressão do passar dos tempos, nem tem princípio e nem fim de dias, ele simplesmente vive o eterno presente, como ele mesmo disse para Moisés. E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós. E Deus disse mais a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: O Senhor Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó, me enviou a vós; este é meu nome eternamente, e este é meu memorial de geração em geração” (Ex 3.14,15). Tem muita coisa da vida de Isaque que não ficou registrado, mas ele viveu esse tempo, coisas aconteceram e experiências foram acontecendo; quando Jacó vai embora, quando ele tinha cem anos de idade, o texto sagrado deixa de registrar sobre Isaque e acompanha Jacó e sua saga em terras distantes, até o seu retorno e assim que ele chega, o pai expira, entre um ponto e outro tem exatamente oitenta anos. É muito tempo e espaço suficiente para muita coisa que foge ao nosso conhecimento, mas precisa ser contado. Ele aparecera na vida de seu pai, quando Abraão tinha exatamente cem anos; Jacó desaparece de sua vida quando ele tinha cem anos; sabemos que ele era e fora a grande alegria do coração de Abraão, que via nele a fidelidade de Deus e a segurança da aliança passando para uma próxima geração. Deve ter sido maravilhoso, Abraão poder ver e brincar com os netos, até seus quinze anos, quando ele morreu e foi sepultado por Isaque e Ismael; ele passou oitenta nãos sem ver o filho e sem conhecer os netos, mas posso imaginar a alegria de ver chegando uma grande família, com doze filhos e uma filha para ele poder abraçar e conhecer um por um, mesmo o bebê recém nascido Benjamim, que custara também a vida da mãe, a nora que ele não viu. Mas mesmo assim o relato é que ele foi em boa velhice, farto de dias. Missão cumprida! Tem final melhor?

 

Obrigado, senhor, por completar os nossos dias e dar-nos a medida justa para vivermos e construir uma história. Precisamos de sabedoria e ousadia para não passarmos em branco por essa vida. Somos únicos, preciosos e especiais diante de Ti; que nossa vida seja útil e traga glória e honra para o teu santo nome e também completemos a nossa jornada e ao sermos recolhidos, o saldo seja positivo diante do Pai. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

O Retorno

Meditação do dia 25/02/2019 

 E Jacó veio a seu pai Isaque, a Manre, a Quiriate-Arba (que é Hebrom), onde peregrinaram Abraão e Isaque.”  (Gn 35.27)

 O Retorno – Finalmente o dia tão esperado por pai e filho acontece. Não foram poucos, nem fáceis, mas a bondade do Senhor Deus de Abraão, acompanhara a vida de Isaque e se revelava fiel também a Jacó. Agora são oitenta anos depois daquele banquete difícil de digerir em família e que acabou numa situação de dispersão da família, pois Esaú assumiu sua vida longe dos pais e Jacó estava alongado em Hará, na família de Rebeca, tanto para fazer sua vida, como para fugir da ira do irmão, que pretendia lhe matar. Numa crise em família, dificilmente alguém sai ganhando, pois uma unidade tão forte sendo bombardeada por intrigas internas, sempre haverá dores e perdas para todos os participantes. Rebeca que armara o teatro junto com Jacó, foi favorável ao exilio voluntário do filho, com a intenção de repatria-lo em oportunidade mais favorável, acabou por morrer sem ver seu querido filho e seus netos. Jacó passou por duras provas em terras estrangeiras e teve que lidar com um parente ganancioso e hostil; mas também foi a escola de seu crescimento e a oportunidade de firmar sua própria aliança com o Deus de seus pais. Voltou para casa, já nos momentos finais da vida de seu pai, e pelo favor de Deus, reconciliado com Esaú, mas já com seus próprios problemas familiares para cuidar. Isaque viveu por oitenta anos de sua velhice, em comunhão com Deus e dentro da aliança de bênção como prometido, mas sem a presença dos filhos e netos. A grande lição que aprendemos e tiramos disso tudo é que mesmo dentro de um quadro de circunstancias nas quais cometemos erros e colhemos consequências de nossas escolhas, ainda assim, a fidelidade de Deus não nos abandona. Ao orar e abençoar seu filho e enviar para crescer e construir sua história, Isaque abriu mão de ser o mentor de seu filho e de seus netos, mas na fé de que seria o caminho por onde o Deus de Abraão e seu Deus, andaria com Jacó e faria dele o homem com a coragem e as decisões de carregar a bandeira do compromisso da herança eterna, de fazer deles uma grande nação. Diferentemente dos dias de hoje, quando os filhos precisam ir fazer suas vidas no exterior, os pais ficam e podem assistir e até se comunicar via mídias sociais e tecnologias de comunicação em tempo real, e assim ver os filhos e netos e acompanhar todo o seu desenvolvimento, muito próximo da realidade presencial. Isaque e Jacó não dispunham desses recursos, mas o coração do velho patriarca, certamente se alegrou ao ver chegar não apenas o filho, mas uma tribo grande, já uma nação em forma embrionária. Os tempos mudaram, mas os princípios permanecem e a fidelidade de Deus também. Ainda somos o povo da aliança e estamos comprometidos em levar avante a formosa herança espiritual e a semente capaz de produzir um reino, que consertará a história dos povos, nações de todos os tempos.

 

Obrigado Senhor, por trazer de volta os sonhos e as novas realidades ao coração dos teus filhos que creem que as tuas promessas duram para sempre e tens os meios para não deixar cair por terra. Nossos filhos são nossas sementes, que produzirão os frutos da redenção e milhares de gerações ou até a eternidade planejada por ti, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

O Temor de Isaque

Meditação do dia 24/02/2019 

 Se o Deus de meu pai, o Deus de Abraão e o temor de Isaque não fora comigo, por certo me despedirias agora vazio. Deus atendeu à minha aflição, e ao trabalho das minhas mãos, e repreendeu-te ontem à noite.”  (Gn 31.42)

 O Temor de Isaque – O que as pessoas dizem sobre nosso testemunho de fé e de vida? Claro que não devemos viver em função da opinião de terceiros e temos um compromisso pessoal e individual de viver a verdade tal qual cremos e à luz da nossa experiência. Não faz parte do estilo de vida do Reino de Deus, vivermos atrás de receber elogios; isso pode afagar o ego e camuflar a verdadeira situação. O justo vive da fé e pela fé e se recuar disso, Deus não tem prazer nele, é o que está escrito na carta aos  Hebreus 10.38. O nosso texto da meditação de hoje, nos leva para longe das portas da casa de Isaque lá em canaã, e nos transporta para a região da Mesopotamia, em Harã, onde Jacó estava vivendo e nessa situação em particular, já estava de saída, à caminho de casa. Ele foi interpelado por seu sogro, Labão e nesse confronto pessoal e familiar, ele refutou a arrogância e ardilosidade do sogro, dizendo que ele agira de modo desonesto e traiçoeiro com nítida intenção de prejudica-lo e que em todos esses anos de trabalho fiel e correto, ele só estava saindo bem sucedido por intervenção divina e inclusive na noite anterior o Deus de seus pais e seu Deus o repreendera, razão pela qual estava havendo aquele diálogo, pois as intenções iniciais de Labão eram beligerantes. Mas uma expressão dita por Jacó, nos remete à vida de Isaque, mesmo distante, foi um testemunho importante de sua vida e integridade no relacionamento com Deus: Se o Deus de meu pai, o Deus de Abraão e o temor de Isaque não fora comigo…” Ele citou: 1. O Deus de meu pai; 2. O Deus de Abraão e 3. O temor de Isaque. Esta é a frase que me chama à atenção; embora possamos puxar para várias acepções, vou escolher à título de meditar e me alimentar da Palavra de Deus, que Jacó falou para o seu sogro, que durante todos esses anos ali, trabalhando, servindo e com todas as variáveis que se lhe deparara, ele não se apartara da fé no Deus único como cria e como ensinou seu pai Isaque, que aprendera de seu avô Abraão, mas que “o temor de Isaque em seu íntimo” foram as razões de sua firmeza. Ele, Jacó, está dizendo que em sua prática de vida, Isaque temia a Deus de uma forma contagiante, que o inspirara de tal forma que mesmo em meio as atrozes crises e dificuldades, esse estilo de vida piedoso lhe norteara os caminhos. Coisa linda e poderosa! O filho vivendo longe de casa e dizendo que a piedade e o temor de seu pai o influenciara em toda a sua vida. Normalmente quando nos tornamos adultos, pais e mais experientes, percebemos melhor as boas qualidades de nossos pais e a herança moral e espiritual que eles viveram e ainda que informalmente, passaram para frente. Meu, pai, seu Arnaldo Gomes, tem o hábito de orar de madrugada e o faz fielmente todos os dias e isso não à ver com “campanhas de oração” ou desafios, propósitos etc. é natural dele e nele; simplesmente levanta, se ajoelha ao lado da cama e ora, uma hora ou mais sete dias por semana, trinta dias por mês e o ano todo em todas as estações, aos oitenta e seis anos, a mãe dele, dona Tionilia, se converteu na velhice, mas orava fielmente de joelhos todos os dias, até aos cento e doze, quando foi recolhida à menos de dois anos. Voces acham que me orgulho dessas heranças? Sim, e muito! Mas tem a minha parte, essa é a deles. Louvado seja Deus, pesquise suas heranças espirituais e louve a Deus por elas e copie o que é bom.

 

Obrigado Senhor, pela herança que os pais podem deixar para seus filhos, mais preciosas do dinheiro e bens, títulos e poder. O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e estamos em busca disso. Gloria seja ao Senhor e nossa gratidão pelas histórias de fé e vida de nossos ancestrais e suas vidas com Deus. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

A Despedida

Meditação do dia 23/02/2019 

 Assim despediu Isaque a Jacó, o qual se foi a Padã-Arã, a Labão, filho de Betuel, arameu, irmão de Rebeca, mãe de Jacó e de Esaú.”  (Gn 28.4)

 A Despedida – Quem de nós já não se viu com os olhos marejados, a voz embargada com desejo de falar o responder algo e não acontece, trava total numa despedida que corta os corações de quem fica e despedaça o de quem vai. Provavelmente quem é pai ou mãe entende melhor disso, do que quem ainda não chegou no nível de experiência que a paternidade ou maternidade fornece. Só para constar, essa condição permite aprender muita coisa que só se pode aprender e não tem como se ensinar. Todos os poetas e filósofos falam palavras bonitas sobre o amor de pai, amor de mãe, quanto a sua consistência, valentia, intensidade e os limites que esse amor desconhece; é possível até ficar sensibilizado e chorar ao ler ou ouvir tais declamações, mas somente quanto nasce o primeiro filho, isso pode de fato e de direito ser mensurado e vivido em plenitude. Nosso querido irmão Isaque, já com cem anos de idade e com as vistas escuras e com as devidas limitações, expõe se velho coração a uma tão grande excitação pela responsabilidade que tem diante de si e de uma eternidade inteira que pela fé podia ser avistada e pesava sobre seus ombros o peso de gerações, o orgulho de nações e a vinda de um Messias que corrigiria em definitivo os pesares do pecado de uma humanidade inteira. Ele recebera de seu pai Abraão uma bênção de ser herdeiro de uma formosa herança que não poderia arrefecer-se com o passar dos tempos, mas crescer e se fortalecer ao passar para a próxima geração, que deveria alimentar essa chama e passar cada vez mais forte de uma em uma sucessivamente pelos séculos dos séculos, amém. Estou escrevendo em palavras, aquilo que acredito que Isaque acreditava e é algo que só podemos alcançar pela fé em Deus, o Deus verdadeiro, como dizia o pai Abraão, O Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra. Com raríssimas exceções, mesmo os cristãos mais maduros, em termos de fé, não conseguem ver um palmo à frente de seus narizes; vivem como se fossem os únicos, os últimos e o único e verdadeiro valor das coisas e das existência, se resume neles mesmos. Só fazem aquilo que em dias podem obter retornos, podem ser compensados. Em alguns casos, herança e futuro para os filhos é considerado apenas no plano físico e material; querem que seus descendentes não passem fome, não consigam se estabelecer, então se propõe a injetar neles os resultados de seus esforços trabalhistas e financeiros. E a fé? A espiritualidade? A comunhão com Deus? Os propósitos e escolhas com vista ao plano eterno? Isaque se viu na dura escolha de enviar o filho para o exterior, sem lenço e sem documento, munido apenas da bênção e orientação para ser fiel a Deus e à aliança. Ele tinha dois filhos e um estava desviado dos caminhos da aliança com Deus e amargurado, ressentido, disposto a cometer um assassinato, em defesa de sua pretensa honra. Isaque não estava querendo apenas salvar a pele de Jacó, mas a continuidade da aliança que ele tinha que passar e ver o filho formar sua própria prole e passar para ela a mesma fé e os mesmos princípios. Isso tinha um custo, um preço moral, social e paternal, mas os resultados seriam eternos e isso valeria o sacrifício.

 

Senhor, abra os meus olhos para ver o valor da nova aliança em minha vida e na vida de minhas gerações a seguir. Mais do que ser fiel, preciso também passar essa fidelidade de geração em geração, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason