A Riqueza de Abrão

Meditação do dia 26/03/2018

Abrão, porém, disse ao rei de Sodoma: Levantei minha mão ao Senhor, o Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra, jurando que desde um fio até à correia de um sapato, não tomarei coisa alguma de tudo o que é teu; para que não digas: Eu enriqueci a Abrão;”  (Gn 14.22,23).

 

A riqueza de Abrão – A proposta do rei de Sodoma parecia amistosa, honesta e embutia um sentimento de gratidão por Abrão ter feito por ele e seu povo, algo que ele mesmo como rei não conseguira fazer. Muitos concordariam que não haveria nenhum mal ou pecado em receber por direito aqueles bens e riquezas, que em termos de guerras e conquistas, esse era o critério quanto aos despojos. Mas Abrão via algo muito além das aparências e generosidade daquele rei. Ele novamente fez aquilo que repito aqui com muita frequência, que as nossas escolhas revelam o nosso caráter; Abrão tinha uma promessa de Deus, do Deus que agora ele vira o Sacerdote Melquizedeque invocar como o Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra. Se cremos numa promessa, podemos esperar que a seu tempo ela chega e por outro lado, Abrão não era um caçador de recompensas, que vivia de ganhar porcentagens por conquistas e vitórias. Ele já era muito rico e aqueles bens não o tornaria melhor e muito menos mais rico ou prestigiado. Seu interesse naquela campanha fora justamente libertar seu sobrinho e sua gente que fora feita prisioneira e agora todos eles estavam sãos e salvos em suas casas. O que as pessoas comeram e beberam no percurso, ele considerou como sustento do trabalhador e isso não seria reembolsável. Quanto aos seus parceiros, se eles entendessem de ficar co alguma coisa, estariam nos seus direitos e ninguém ali discutiria isso. Mas ele, Abrão, tinha uma postura no seu coração e já havia até orado a Deus sobre isso, pois afirmou que havia levantado suas mãos aos Senhor e jurado que não pegaria nada, nada mesmo. Se um dia, alguém elogiasse Abrão para aquele rei e falasse da riqueza dele, havia a possibilidade do rei dizer, que a riqueza de Abrão era grande e justa, mas parte daquilo já fora dele e de seu povo e numa situação de desventura, eles perderam tudo num ataque de um invasor, que posteriormente Abrão e seus criados derrotaram e pegaram para si o despojo. Abrão tinha convicção firme de que seria rico, continuaria rico, mas seu testemunho era mais importante que suas riquezas. Não é pecado ser rico e nem ter bens materiais. É pecado sim, os bens materiais e as riquezas “nos ter” e nos controlar. Abrão já entendia e fez disso um estilo de vida, que os bens pertencem a Deus, o possuidor dos céus e da terra, e que eles são ferramentas para atingirmos os propósitos eternos do reino de Deus. Sempre que acontece um aumento em nossa renda, ou um extra aparece, como adicional, ganho inesperado, presentes ou algo parecido, antes de sair desembestado lojas à fora torrando tudo e mais um pouco, o servo de Deus deve perguntar ao Espírito Santo sobre o porque, me veio isso, nesse momento e qual é a idéia do Senhor para com isso? Muitos, muitos filhos de Deus, não podem experimentar a graça de ver feitos sobrenaturais acontecendo em suas vidas, simplesmente porque Deus nunca pode contar com eles para nada, pois vivem endividados, sobrecarregados, no vermelho, usando os limites do cartão de crédito, do cheque especial e as gavetas estão sempre abarrotadas de carnês e boletos. Como Deus vai dizer para eles suprirem a alguém? Ponham isso na cabeça e no coração: Quando vivemos endividados comprometemos o testemunho cristão e tiramos a possibilidade de agir no sobrenatural de Deus. Alguém aí se lembra do nosso manual do Semib? “É impossível viver por fé e endividado.”

 

Senhor, da tua parte não há falta de recursos e nem limitação da tua capacidade de suprir e abençoar. Permita que sejamos melhores mordomos, mais preocupados com o que glorifica o teu nome, do que aquilo que nos dá visibilidade social e status, pois de qualquer forma, somos apenas servos e qualquer outro status fora disso, não é verdadeiro. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Entregando o Dízimo

Meditação do dia 25/03/2018

“E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.”  (Gn 14.20).

 

Entregando o dízimo – Plagiando o comercial da Órama (Corretora de Valores), “Onde falar de dinheiro, rende!” Aqui, falar de dízimo, rende. Não vamos claro entrar na questão doutrinária e da postura eclesiástica de grupos distintos, mas meditar na atitude da pessoa de Abrão, à luz daquilo que a Palavra de Deus nos ilumina sobre o assunto. É a primeira citação bíblica sobre o tema, mas a prática era largamente praticada pelas culturas desde antes de Abrão. Ela tem a ver e vem implicitamente no culto a Deus. Dizima e ofertar sempre fez parte do relacionamento com Deus e alguém diz sabiamente que dizimar é uma murava que Deus edificou para proteger o adorador da avareza e mesquinhez. Dizimar tem à ver com o reconhecimento de quem é Deus e quem é o adorador. Deus é o Senhor e dono de tudo. Ao reconhecer isso, é simples o fato de que devemos então tributos por uso de suas propriedades. Assim, reconhecendo que tudo o que sou e tudo o que digo que tenho, na verdade não é meu, mas de Deus, então para evitar a atitude de apropriação indevida dessas posses, pago, devolvo ao Senhor parte desses rendimentos como tributo voluntário e de gratidão pelas bênçãos que tenho recebido. Abrão reconheceu a Deus como o Senhor possuidor dos céus e da terra e como tal, ele era um usuário dessas posses, e como agora estava diante de um sacerdote do Deus Altíssimo, era então o momento adequado para proceder a entrega do tributo a quem de direito. Ninguém fica mais pobre, ou lhe falta alguma provisão porque adora a Deus entregando os dízimos e ofertas para a manutenção a obra do Senhor. Mesmo que hoje, não o fazemos mais em espécie, pois a maioria dos adoradores tem suas receitas e bens convertidos em moedas e assim então entrega-se em valores monetários. Da mesma forma, ninguém entrega dízimos, como uma negociata, para dizer ou representativamente barganhar com o Senhor: “Entrego, X e o Senhor me abençoar com X elevado a 10”. Tudo já é dele. Lembre-se: “Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo” (Lc 6.38).

 

Obrigado Pai, Deus e Senhor de tudo e de todos, o possuidor dos céus e da terra. Graças, pela oportunidade de compartilhar as bênçãos recebidas. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Bendito Seja o Deus Altíssimo

Meditação do dia 24/03/2018

 “E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.”  (Gn 14.20).

 

Bendito seja o Deus Altíssimo – Que o nome do Senhor meu Deus, o Deus Altíssimo, seja sempre bendito, não apenas nas minhas palavras escritas ou faladas, mas especialmente na minha vida. Razões para bendizer ao Senhor nunca me faltaram e creio que o mesmo se pode dizer de cada um de nós. Para declarar o quanto o louvor e a gratidão se aplicam bem ao Deus que servimos, palavras são pouco significativas e as poesias podem ser apenas o representante da alma e das emoções; cantar é uma ótima pedida mas provavelmente também não diz tudo. Viver um estilo de vida que expresse essa gratidão e reconhecimento pelo menos é algo que leva a vida toda e toda a vida da gente. O salmista Davi, escreveu e cantou tanto as grandezas de Deus, que deixou espaço para a gente plagiar e fazer das suas palavras a nossa oração e nossas canções também. Olha que palavras ele escreveu no Salmo 97.9,10 – Pois tu, Senhor, és o mais alto sobre toda a terra; tu és muito mais exaltado do que todos os deuses. Vós, que amais ao Senhor, odiai o mal. Ele guarda as almas dos seus santos; ele os livra das mãos dos ímpios. Talvez você pense: Há coisas mais profundas do que isso! Claro que há, certamente que sim. Mas você pode identificar-se com Abrão naquele dia, quando tudo parecia complicado e perigoso, ele termina vendo que tudo estava bem, porque o Senhor estivera com ele, e agora que já estava perto de casa, recebera novas revelações desse Deus invisível a quem ele estava aprendendo a amar e a caminhar numa experiência de fé que até então parecia ser uma caminhada solitária. Agora ele é recepcionado por um rei, que o serve com pão e vinho e o abençoa com palavras boas e em nome desse Deus, a quem esse rei também servia como sacerdote e viera trazer forças para o coração e a fé de Abrão. Talvez Abrão nunca tinha encontrado ou visto outra pessoa que já era adorador desse Deus altíssimo e estar com o sacerdote, um líder, um representante com autoridade delegada, era por demais maravilhoso. Melquizedeque juntou-se a Abrão para bendizer ao Senhor por ter dado vitória ao seu servo. Não sabemos muito até hoje sobre a pessoa desse rei sacerdote, mas sabemos o suficiente para saber que ele tem espaço no caminho das revelações sobre a redenção. Ou talvez, Abrão soube mais do que sei e sabemos até agora. Porque o Espírito testifica no nosso espírito que somos filhos de Deus e é ele que nos revela Deus e sua Palavra. Hoje, quero bendizer ao Senhor pelas pessoas que apareceram na minha vida em momentos de muita dificuldade e lutas e me abençoaram e fizeram saber o grande cuidado de Deus para comigo. Bendito seja Deus, o Altíssimo!

 

Obrigado, Pai, obrigado Jesus, Obrigado Espírito Santo, por tudo, tudo mesmo e todas aquelas pessoas. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Sendo Abençoado

Meditação do dia 23/03/2018

 “E abençoou-o, e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra;”  (Gn 14.19).

 

Sendo abençoado – coisa boa é ser abençoado! A presença de alguém com maior experiência intimidade com Deus do que a gente, faz muito bem a nós. O processo de maturidade cristã preconiza que independência é ruim, pois é o critério do mundo em termos de maturidade; a dependência também não é boa, deve ser limitada no tempo e nas relações com o discipulador ou mentor, senão cria laços negativos não saudáveis. Ambos podem gostar do processo por razões diferentes: alguém se sente importante por ser consultado ou útil para tudo na vida de uma outra pessoa e na outra ponta, está alguém que não precisa se responsabilizar por nada, afinal, meu discipulador/mentor toma conta de mim e não preciso me preocupar. A interdependecia é a medida certa, pois ambos oferecem e recebem ajuda e apoio mútuo. Assim, quando temos a oportunidade de estar com alguém bem mais maduro e com boas experiências espirituais e sendo generoso em compartilhar, é uma oportunidade de se crescer um pouco mais e renovar as forças, abastecendo o tanque, afinal, com tanque vazio não dá para continuar por muito tempo. Hoje, vemos Abrão, ao chegar de sua jornada de libertação de seu sobrinho e das pessoas e bens ligados a ele, encontrou-se com a pessoa de um sacerdote do Deus Altíssimo, rei de Salém, que o abençoou primeiro com uma recepção e provisão das necessidades e depois com a confirmação de que Abrão não estava sozinho na sua jornada, mas havia outras pessoas e boas pessoas, que conheciam e serviam ao mesmo Deus e estava ali para oferecer comunhão e amizade. É muito reconfortante saber que não se está só, que não somos os únicos e que o cuidado do Senhor se revela de muitas formas a nós, e podemos assim recarregar nossas baterias e com ânimo renovado, seguir em frente. Melquizadeque abençoou a Abrão e suas palavras com certeza, apenas confirmava aquilo que já era uma realidade no íntimo dele, mas durante o bom período de tempo, sua caminhada era solitária e mesmo assim ele servia de guia para sua família e muitas pessoas que o viam como uma pessoa de referencia. Agora, as provas físicas e visíveis daquilo que ele cria no seu coração e as verdades que possuía em sua cabeça se confirmavam através de uma pessoa. Graças a Deus, por pessoas de carne e osso que aparecem em nossas vidas e são bênçãos, por expressar aquilo que já sabemos, mas a confirmação muito nos abençoa. Esse sacerdote invocou a bênção do Altíssimo como sendo o possuidor dos céus e da terra. Nada mais estava fora do presença e do poder desse Deus que Abrão estava conhecendo e agora, um sacerdote desse Deus, lhe servia de referencia e abençoador. Fico muito feliz ao saber que o Deus que me chamou é mesmo aquele que se revelou à Abrão e à tantos outros na Bíblia e na história. Minha fé fica mais forte, sabendo que há muitos outros, muito mais e pessoas importantes, que foram chamadas e estão caminhando na mesma direção à que também fui chamado.

Senhor, obrigado por colocar pessoas maravilhosas em nossas vidas, que nos abençoam e estimulam a continuar em fé e obediência ao Senhor. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Servido Por Um Rei

Meditação do dia 22/03/2018

 “E Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; e era este sacerdote do Deus Altíssimo.”  (Gn 14.18).

 

Servido por um rei – Tivemos uma professora no Seminário Betania do Paraná, que era mais que uma professora; agora com a maturidade, podemos valorizar ainda mais as sábias palavras da Dra. Yeda. Sempre fui um admirador e sou muito agradecido pelo investimento que ela fez em minha vida. Muitas vezes ela viu o que nem eu via sobre um potencial ou habilidade que ela apostava que no futuro se revelaria significativo. Mas hoje, minha lembrança dela foi pela maneira como me ajudou a gostar ainda mais da sabedoria do livro de Provérbios e naquele devocional tão especial, ela sugeriu que poderíamos aproveitar de forma bem pessoal os 31 capítulos, já que, cada pessoa nasce em um dia com número entre um e trinta e um, portanto cada um tem seu capítulo pessoal, e lá tem uma palavra ou verso chave que pode nortear nossas vidas. Dito e feito, abri logo em Pv 22 e não demorou muito para minha vida ser impactada com uma palavra que até hoje considero muito e hoje a história de Abrão me conectou a isso. O que ama a pureza de coração, e é amável de lábios, será amigo do rei” (Pv 22.11). Há uma versão que faz uso da palavra “Grácil no falar;” amar a pureza de coração e ter graça nos lábios condiciona a pessoa a ganhar a simpatia e a amizade do rei. Abrão, era apenas um fazendeiro, que amava seu sobrinho e foi lutar por ele; pode ser uma síntese dos fatos, mas ao retornar de sua jornada, onde a luta foi dura e os riscos foram muitos, ele voltou e quem esperava, com um pão e vinho e uma cortesia muito especial, era o rei de Salém, Melquizedeque, um sacerdote do Deus Altíssimo. Pessoa generosa, disponível e mesmo sendo um rei estava ali para servir quem vinha cansado, faminto e sedento, provavelmente com pessoas precisando de ajuda em socorros e saúde; tudo já estava providenciado e era só participar. Não sei, mas é possível que Abrão não tivesse conhecimento que havia outros adoradores do Deus Altíssimo por ali e muito menos um sacerdote e rei. Deus sempre nos surpreende! Elias também achou que era o único servo de Deus que sobrara, mas percebeu que o Senhor vinha trabalhando em outras frentes e ainda havia sete mim que resilientes que não se renderam à idolatria e paganismo de Acabe e Jezabel. Abrão foi muito abençoado naquela oportunidade. Deus ainda tem surpresas para seus filhos e servos fiéis, que batalham suas guerras e permanecem firmes de coração e alma. Sente-se, aceite participar do banquete que está preparado para ti e para mim; tem gente fina, mais graduada do que nós, que também amam a Jesus e servem os filhos de Deus quando precisam de apoio, pão e vinho na mesa com um rei, para glória de Deus.

Senhor, obrigado por preparar uma mesa para os teus diante dos seus inimigos e restaurar suas forças e alegria depois de lutas e provas, mas de pé e servindo a ti. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Ministério de Libertação

Meditação do dia 21/03/2018

E tornou a trazer todos os seus bens, e tornou a trazer também a Ló, seu irmão, e os seus bens, e também as mulheres, e o povo.” (Gn 14.16)

Ministério de Libertação O que é mesmo “Ministério de Libertação?” ou, na verdade, o que é “ministério?” As palavras tem a tendência de irem se perdendo no decorrer do tempo e o seu significado vai se deteriorando ou alterando o sentido, que depois de algum tempo, muda-se completamente. Além desse desgaste natural ainda tem a questão do contexto de uso do termo. O governo federal tem muitos “ministérios” e ministros são instituídos e destituídos com tanta frequência que dificilmente um cidadão sabe citar os nomes dos respectivos ministros de suas pastas. As igrejas tem seus ministros e eles se dividem em muitas categorias e hierarquias, além daqueles que se auto-entitulam ministros. Ora, e “libertação?” Eita! Aqui tem pano para mangas, e mangas compridas se precisarem. Quando garoto aprendi na escola que houvera escravidão no Brasil, mas que eles foram libertados e havia até data da assinatura da Lei e era feriado nacional. Quando cresci, vi e vejo dizendo que não houve nada disso e nem há o que comemorar e ao contrário a data se tornou dia de protestos e reivindicações. Me falaram que o Brasil ficou livre (independente) de Portugal e deixou de ser colônia e também tinha dada para comemorar e depois me falaram o contrário. Parece que quanto mais cresço e aprendo menos sei e nem sei mais se sei alguma coisa; se alguém aí souber, me ajude, por favor. No âmbito de igrejas, também aprendi coisas desde novo convertido sobre libertação e isso é bastante extensivo na sua abrangencia. Descobri que palavras como libertação e exorcismo não são sinônimas, ao menos na prática de vida. Assim expulsar demônios, necessariamente não é libertar uma pessoa, mas apenas uma parte do processo. Como estamos aprendendo com a história e a experiência do nosso patriarca Abrão, e comparativamente tratamos de suas aventuras literalmente acontecidas, com um paralelo com as verdades espirituais que eram realidade lá, com ele e com toda a história do povo de Deus, incluindo a gente, no presente e a igreja militante em todos os tempos. Pessoas, almas e valores importantes ficaram cativas e sujeitas à destruição e exploração de inimigos. Abrão agiu como representante de Deus, e como tal, fazendo o papel de igreja, pela fé agindo no seu presente, nos representando no tempo na eternidade. Se alguém se importa com as almas perdidas e o valor que elas representam para o Criador e para o seu reino, esse alguém é o povo de Deus e como tal, precisa se armar, juntar os servos disponíveis e partir para o ataque, porque afinal, o a taque é a melhor defesa. Já sabemos que todos os bens são de Deus, pertencem a ele por direito de criação, de sustentação e almas por direito de redenção em Cristo Jesus. Ninguém é do Diabo, porque ele não criou nada e ninguém, não sustenta e ampara nada e ninguém; ele vem para roubar, matar e destruir. Jesus é quem salva, o único que salva, e o faz através da graça pela fé e a igreja é a agencia de fazer chegar essa graça e essa libertação esses cativos. Muitos deles nem sabem que estão ou são cativos e até se assustam quando se fala para eles de salvação e libertação. Alguns nunca conheceram outra vida, senão aquela em que sobrevivem e sem esperança, apenas aguardam o desfecho de destruição final, onde até se consolam pensando que o sofrimento vai se acabar. Abrão não foi contratado para libertar a Ló e aquelas pessoas, mas o amor de Deus é de tal maneira que não se pode ver vidas serem destruídas e ficar sossegado na sua tenda dizendo que é uma pena, que é consequência dos seus pecados e das suas escolhas. Abrão, foi e voltou, os bens e valores que levou como suporte para o combate, ele trouxe de volta. Também trouxe Ló e suas pessoas e seus bens. Salvou tudo e libertou tudo e todos. Você está entendendo como Abrão exerceu seu ministério de libertação? Precisamos entender porque estamos aqui, porque temos certas coisas, certas habilidades, certos recursos e olhar as pessoas das planícies verdejantes que correm risco. Acredito piamente que “o amor nunca falha!”

 

Senhor, mostra-nos qual é de verdade o nosso ministério e como exercê-lo para salvação e libertação de vidas. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

A Vantagem da Desvantagem

Meditação do dia 20/03/2018

E dividiu-se contra eles de noite, ele e os seus criados, e os feriu, e os perseguiu até Hobá, que fica à esquerda de Damasco. (Gn 14.15)

A vantagem da desvantagem – “Então foi Davi a Baal-Perazim; e feriu-os ali Davi, e disse: Rompeu o Senhor a meus inimigos diante de mim, como quem rompe águas. Por isso chamou o nome daquele lugar Baal-Perazim” (2 Sm 5.20). Muitas batalhas do povo de Deus, eram literais e físicas, contra inimigos verdadeiros de carne e osso e muita maldade, mas mesmo assim, por trás de tudo aquilo havia hostes espirituais do mal, que lutam por almas, pela eternidade e são na verdade pequenas batalhas estratégicas, que fazem parte de uma guerra maior e com propósitos muito altos. Há de se elogiar a coragem e o destemor de Abrão, um fazendeiro, não militar e sem treinamento e nem prática de guerras, se envolve num conflito para salvar o sobrinho, acompanhado de seus servos e alguns amigos confederados, seus vizinhos. O adversário deles, quatro reis belicosos, experientes em saques e ataques para conquistar e subjugar reis e reinos menores ou desprotegidos. Eles vieram em campanha armada para prender e saquear aquelas cidades-reinos e levar a pilhagem como recompensa; ali viria tesouros, bens materiais e pessoas que seriam escravos de serviço ou para serem negociados, gados e animais de toda espécie que entrariam para seus inventários de graça, aumentando suas riquezas e capacidade de maiores ataques e mais opressão. Essa era a vida deles, esse era o propósito de suas existências. Até o dia em que atravessaram o caminho de um servo de Deus, que entendia o coração de Deus e estava consciente do seu papel de abençoador de todas as famílias da terra. Onde começa o chamado ou a prática da vocação? Justamente quando somos confrontados com os valores que norteiam nossas vidas. Abrão não estava pronto em nenhum ponto de sua vida ainda; mas o inimigo não espera que estejamos prontos para declarar guerra. A prática é verdadeiramente o caminho mais curto para a perfeição! É fazendo que se aprende e é aprendendo que se cresce com as experiências e não com as teorias. Como vencer um inimigo muito maior, muito mais experiente, melhor equipado e já em vantagem na ação? Não deve ser sem razão que um dos nomes de Deus na Bíblia é SENHOR DOS EXÉRCITOS“Portanto diz o Senhor, o Senhor dos Exércitos, o Forte de Israel: Ah! tomarei satisfações dos meus adversários, e vingar-me-ei dos meus inimigos” (Is 1.24). Devemos nos aconselhar com o Senhor dos Exércitos antes de pensar em entrar em combate com qualquer tipo de adversário. Abrão buscou em Deus e recebeu as estratégias certas para com um contingente infinitamente menor prevalecer contra a arrogância dos números e do poder da carne. Particularmente amo olhar o texto e ver Abrão se preparando para a guerra, “junto com os seus criados;” isso é ensino sobre liderança espiritual – como diz lá em Goiás, “o dono do boi, pega no chifre!” O que está em disputa não saber quem destruiu mais, ou quem fez isso ou aquilo, pois o único propósito de uma guerra espiritual é libertar os cativos das garras do inimigo. A lutar é travada com os servos de casa; não contratamos mercenários e nem caçadores de recompensa. Abrão tinha 318 servos e empregados disponíveis e foi com esses que ele foi pelejar, e depender da força do Senhor e de sua sabedoria para ter sucesso. Isso pode ser replicado em igrejas e ministérios – querer produzir grandes resultados sem ter um contingente engajado, apenas contratados e estranhos à visão e ao propósito de Deus. Campanhas caríssimas, artificiais, emotivas e apelativas, onde os “criados locais” são apenas expectadores e sem participação ativa em nada. Os resultados são sempre artificiais e os cativos continuam cativos; quando não são apenas trasladados de local e tipo de cativeiro.
Senhor Deus dos Exércitos, precisamos prevalecer a cada dia contra adversários sempre maiores e ardilosos. A única diferença que temos é o Senhor mesmo; sem tua graça e sabedoria, não conseguimos libertar os cativos e salvar essas almas. Que outra utilidade prática poderemos ter, se não pudermos ajudar essas almas? Guia-nos as estratégias certas, com os valores certos, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

A a Campanha dos 318

Meditação do dia 19/03/2018

Ouvindo, pois, Abrão que o seu irmão estava preso, armou os seus criados, nascidos em sua casa, trezentos e dezoito, e os perseguiu até Dã. (Gn 14.14)

A Campanha dos 318 – Como reagimos ao infortúnio de alguém que conhecemos e entrou em dificuldade por fazer escolhas erradas? Estudando as origens do povo brasileiro, fiz algumas conclusões, na verdade nada científicas, mas que me servem e não acho que esteja fora da rota. Havia os nativos locais, hoje carinhosamente chamados de “Tupiniquins,” com seu etilo de vida consolidado e de uma hora para outra, viram suas praias sendo invadidas por grandes embarcações de “caras pálidas,” vindo do mundo antigo, com uma cultura mais forte e uma capacidade de imposição sem possibilidades reais de resistência aos nativos. Motivação: Explorar no sentido mais exato possível dessa palavra. Exploravam tudo e todos e o que não conseguiam nas negociações, levavam na bala, no engano, na trapaça, na sujeição forçada. Depois trouxeram os africanos, escravizados e sem qualquer identidade e direitos, nem mesmo de sobreviver; se adoecessem, poderiam morrer e serem descartados, porque seriam prejuízo no bolso. Vieram prisioneiros do velho continente, que não prestavam para a sociedade e para evitar oneração e cuidados no cumprimento das sentenças, eram comutadas em degredos e exílios para serem o que pudessem ser onde quer que aportassem. A idéia básica informal e extraoficial era de que quem tem alguma coisa de valor, esconda isso; quem sabe alguma coisa de valor, guarde só para si e não compartilha; quem descobrir alguma coisa, não conte e evite que descubram suas técnicas. Compartilhar é perigoso e não faça nada que não dê um retorno, é toma lá, dá cá. Confiar é perigoso e o mundo é dos espertos. A fé ia pelo mesmo caminho: Enquanto os reverendos tomavam café e chá com bolinhos com os senhores e senhoras na casa grande, pobres, pretos e índios ralavam no trabalho penoso e alguns estavam pendurados nos pelourinhos ou moribundos nas senzalas da vida. Eu me pergunto: Que mentalidade foi formada nesse povo miscigenado que formou o brasileiro? Qual a idéia sobre autoridade, direitos e fé nas instituições e em quem deveria ser guardiões? Minha teoria sobre os negros escravizados e maltratados nos canaviais que produziram uma enorme riqueza para muitos e para o pais, sob o sofrimento e a morte de centenas e milhares deles, acredito que naquelas noites de rodas de cantigas e lamentos, eles amaldiçoavam tudo e todos por gerações e gerações e daí vem a minha teoria da “maldição da santa cana.” Desde o início até hoje a indústria da cana e do álcool é um fracasso atrás do outro e o pais financia todos os calotes que os usineiros trapaceiros dão, fechando uma unidade aqui e abrindo outra ali e o preço não para de subir e nunca dá, nunca satisfaz e não tem solução. O Evangelho chegou e a fé foi difundida, mas a cultura do não compartilhar e esconder o leite para que ninguém aprenda a razão do sucesso ficou da mesma forma. Abrão, quando soube do infortúnio do sobrinho, correu logo para socorrer e mesmo que isso viesse a sacrificar a si, aos seus criados e comprometesse tudo o que havia conseguido. Abrão disse: É meu irmão! Os saqueadores, eram quatro reis e seus soldados e mercenários juntos; Abrão tinha trezentos e dezoito criados, servos, e os poucos amigos locais que fizeram. Mas ele prevaleceu. Com uma campanha de fé com seus 318, ele agiu no poder de Deus e trouxe de volta os cativos e os libertou. Não fez deles, seus servos, agregados, funcionários ou congregação sem direitos e sem esperança de autonomia. Cativeiro, prisão, viver sob obrigações impagáveis é obra do inimigo, das trevas, nada a ver com o amor e a graça de Deus. Abrão não venceu só porque lutou muito, investiu muito e tinha a melhor estratégia; ele venceu porque Deus foi com ele. Porque você acha que tem vencido? Porque você acha que seu ministério tem sido bem sucedido? É por sua causa? Por sua capacidade invejável de administrar e liderar? É pelos investimentos? É mesmo? E os outros que padecem dificuldades perto de você, isso é problema deles? Não tem nada que pode ser feito? Eu quero repensar muitas coisas e até para isso preciso de ajuda!

 

Senhor da Seara, obrigado por nos dar oportunidade de repensar e fazer parcerias que tenham significados para o reino e não somente para mim. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

As Notícias Correm

Meditação do dia 18/03/2018

Então veio um, que escapara, e o contou a Abrão, o hebreu; ele habitava junto dos carvalhais de Manre, o amorreu, irmão de Escol, e irmão de Aner; eles eram confederados de Abrão.” (Gn 14.13)

As notícias correm – Gosto de receber boas notícias e acho que não sou o único. Quando temos parentes ou amigos que moram distantes da gente, é muito bom quando alguém aparece e traz notícias deles e se forem boas notícias, melhor ainda. Com a nossa realidade de notícias em tempo real, de certa forma, até perdeu se a graça e a expectativa das notícias, como aqueles que aguardavam cartas e encomendas que vinham de navios do outro lado do oceano; ou mesmo correspondencias que os correios traziam e que com o passar dos anos foram ficando cada vez mais rápidas, e agora mais recentemente, mais demoradas e parece que o ciclo de vida delas estão com os dias contados. Agora é mais virtual, ao vivo e a cores; Mas boas notícias sempre serão boas notícias. Abrão foi surpreendido por um mensageiro que lhe apareceu à porta, e além de trazer uma mensagem, ele era também um sobrevivente, alguém que escapou de uma ataque militar com propósitos de saquear e pilhar riquezas alheias. Fazia pouco tempo que Ló havia se separado de seu tio, que mudara suas tendas de local, em atenção a uma mensagem de Deus. Como já disse antes, as nossas escolhas revelam o nosso caráter e as escolhas que nosso caráter nos proporciona, produzem resultados e pode ser que as pessoas gostem de suas escolhas, mas não queiram os seus resultados, mas uma coisa está diretamente ligada a outra; como se diz: “Quem pede chuva, tem que lidar com a lama!” Ló escolhera para onde iria se estabelecer e em pouco tempo, ele descobriu que aquelas campinas verdes e bem irrigadas, também atraiam a atenção de outras pessoas, com outros interesses e não demorou muito, para seu sonho pastoril, se transformar num pesadelo de cativeiro e espoliação. Abrão por outro lado, fora para o lado oposto e fez amizades com pessoas dispostas a formar alianças de proteção e ajuda mútua. Mesmo sendo o legítimo herdeiro daquelas terras, Abrão nunca lançou mão disso, para ameaçar ou provocar animosidade com os moradores da terra. Abrão, no fundo do seu coração tinha a convicção da missão de evangelizar boas novas às pessoas ao seu redor. Ele compreendeu que seu chamado era para abençoar todas as famílias da terra e isso seria feito de forma sistemática e de geração em geração – portanto, começava com ele e se estenderia pelos tempos por vir. Ele teria que fazer, para aprender e ensinar seus descendentes, para que o propósito de Deus se estabelecesse. Isso é uma causa da irrelevância de muitas igrejas locais onde estão estabelecidas; porque deixam o propósito de serem sal e luz e de abençoar as pessoas, elas agem como se detivessem a verdade como patrimônio pessoal e só distribui para quem concorda com elas. As pessoas que estão ao redor para serem evangelizadas e salvas pela graça de Deus, são vistas e tratadas como inimigas e ímpias, instrumentos do mal contra elas. Quando leem que Deus amou o mundo e deu seu filho, eles veem que Deus “nos ama e deu Jesus para nós” e o resto que se dane…. Como salgar sem estar entremeado? Como iluminar sem estar onde há escuridão? Como salvar pessoas se não estiver onde há perdidos? Abrão certamente esperaria saber que Ló se deu bem, comprara novas fazendas, aumentara seus rebanhos e muitas pessoas estavam cultuando o Deus único juntamente com ele e sua família. Mas não foi isso que ouviu. Ló está preso, foi levado cativo e seus bens foram saqueados e as pessoas escravizadas. Esse é o caminho da dissidência, dos rachas e das separações! Ainda que tenham nomes bonitos nas fachadas, por trás, as razões são as mesmas e os resultados vão sendo expostos dia a dia. “O caminho de Deus é perfeito; a palavra do Senhor é provada; é um escudo para todos os que nele confiam (Sl 18.30). Foque sua atenção nas palavras grifadas: A perfeição dos caminhos de Deus jamais nos levarão ao cativeiro; a autenticidade de sua palavra não induz ao erro e Ele mesmo é escudo para quem confia. Se algo está dando errado, é algo no processo está errado. Ló escolheu seus caminhos e Abrão seguiu a ordem de Deus.

 

Senhor Jesus, obrigado por permitir em tua revelação escrita, a importância da obediência pela fé na vontade do Pai. Obrigado pelo Espírito Santo que orienta aqueles que param para pedir ajuda e informação. Obrigado pelos cuidados e ensinos. Amém.

 

Pr Jason

Mudando as Tendas

Meditação do dia 17/03/2018

E Abrão mudou as suas tendas, e foi, e habitou nos carvalhais de Manre, que estão junto a Hebrom; e edificou ali um altar ao Senhor.” (Gn 13.18)

Mudando as tendas – Eu gosto de ação! Gosto de saber que sou guiado pelo Espírito Santo nas minhas decisões e tal qual guiar um carro, não dá para fazer com ele parado. Em movimento fica mais leve, é real e há experiências, como também riscos, mas se trata de realidade. É preferível riscos e até falhas com a vida em ação, do que a perfeição da fantasia de que se está fazendo alguma coisa. Como aquela máxima do futebol, que só erra pênalti quem bate! Só ganhamos almas para Cristo se pregarmos o Evangelho, só veremos curas e milagres se orarmos por pessoas e situações que exijam fé e milagres; só veremos pessoas crescendo espiritualmente se as discipularmos nos princípios da Palavra de Deus; veremos crescimento da igreja se nos movermos em direção a isso. As promessas de Deus estão todas ali na Palavra, e todas são verdadeiras e todas estão ao alcance e o Senhor tem a intenção de cumprir cada um delas. Do lado divino, “nada nos faltará,” mas tem a contraparte humana. Abrão é um perfeito exemplo de prontidão e diligencia em agir imediatamente a uma revelação divina. Sempre que o Senhor se revelava a ele e dava uma instrução, ele se punha em ação o quanto antes. Foi assim desde o início de sua caminhada, até mesmo na maior de suas provações, quando Deus lhe pediu o filho. Ainda sou um aprendiz e admito que demoro um pouco para reagir, mesmo quando já tenho alguns elementos, mas estou aprendendo. Abrão mudou suas tendas porque Deus havia lhe dito para explorar a terra que lhe caberia por herança. Como ele já era do ramo pastoril, tinha hábitos nômades e agora tinha uma ordem divina para peregrinar com propósitos, eram razões mais do que suficientes para se por em movimento. Amados, eu sou pastor de igreja local, alguns de vocês também o são, outros são membros, obreiros auxiliares e alguns atuam nos mais diversos setores da vida; quero lhes dizer que as promessas e os princípios da Palavra de Deus são aplicáveis a todos indistintamente e não há especiais e favoritos. Deus, o meu Deus, e seu Deus, quer que eu seja bem sucedido não só como pastor presidente de uma instituição eclesiástica; ele me vê como filho, tal qual vê a você! Sucesso do ponto de vista dele, tem a ver com o todo, a plenitude; como pessoa, como esposo, pai, filho, cidadão, pastor, pregador, discipulador, líder, servo, vizinho, amigo, companheiro de trabalho, empreendedor, e o que formos e sermos. Deus quer que exploremos toda a extensão de suas promessas para conosco. Nem tudo que está prometido, acontecerá comigo ou com minha geração, pois o projeto e maior que isso, é eterno. Nossos filhos, netos e as próximas gerações colherão os frutos e se beneficiarão dos nossos atos de obediência. Não importa se acreditamos que Jesus voltará esse mês ou esse ano, ou daqui a …. ele disse que seria surpresa, mas era para esperarmos trabalhando e diligentes em tudo. Ele é o Senhor, ele cuida dos detalhes. O chefe mandou se mexer! Estudar, pesquisar, aperfeiçoar e iniciar projetos novos não tem nada a ver com falta de fé no que cremos sobre finais dos tempos. Quando o Senhor descer, ele espera nos encontrar trabalhando… um olho no trabalho e o coração no céu….

 

Pai, obrigado pela graça de nos por em movimento produtivo. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason