Servos e Senhores

Meditação do dia 03/10/2016

Sl 123.6 “Assim como os olhos dos servos atentam para as mãos dos seus senhores, e os olhos da serva para as mãos de sua senhora, assim os nossos olhos atentam para o SENHOR nosso Deus, até que tenha piedade de nós.”

 Servos e Senhores – A primeira imagem que vem à nossa mente quando pensamos em servos e senhores é a de escravos negros subjugados à força sob a vontade de senhores brancos e exploradores. A imagem não é boa! Também fiquei pensando na forma como o texto colocada a situação, de servos observando as mãos do Senhor e servas a olhar as mãos da senhora, preciso ser honesto, que entre as diversas possibilidades do que poderia estar acontecendo, me veio a idéia de castigo, punição; eles iriam levar uns “tebefes.” Então eles estariam com olhares fixos, amedrontados e até em pânico e desespero. A imagem do senhor com um chicote nas mãos e o servo amarrado no troco, ou só atado com peia e jogado no chão diante do castigo iminente. Claro, é uma visão terrível, muito ruim e deprimente. Mas ao seguir com as palavras do texto, essa idéia precisa ser removida da mente, pois ela não se sustenta. A razão do olhar atento dos servos e das servas nas mãos dos senhores, não se trata de correção e disciplina, especialmente de abuso e violência. A idéia está ligado à ensino e aprendizagem levado à efeito por uma senhor e uma senhora bondosa e complacente. Os servos estão atentos pelo desejo e respeito à atenção dispensada a eles por alguém que não precisaria estar naquela situação e condição, compartilhando com os servos suas experiências e transmitindo conhecimento e assim, investindo na vida deles. Chego a esse raciocínio, pela comparação da vida de servos, escravos, com a vida de filhos e relacionamentos que temos com Deus. Somos servos de Deus por opção nossa, sem imposição alguma da parte do Senhor. A própria definição de redenção esclarece isso, pois “redenção é completa libertação por preço pago.” É isso que a Bíblia diz sobre a obra de Cristo a nosso favor: “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão. Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor” (Gl 5.1,13). Com seu sacrifício Jesus nos comprou como num mercado de escravos e pagou o preço exigido e em seguida nos dá a carta de alforria, garantindo nossa plena liberdade. Por gratidão e reconhecimento do seu sacrifício amoroso, já que a nossa liberdade foi comprada com a sua morte em substituição da nossa, decidimos, que agora livres, podendo escolher a quem servir, então escolhemos entregar nossas vidas e submete-las voluntariamente ao Senhorio de Cristo. Por conhecermos o caráter bondoso de Deus e de Cristo, servir nesses termos é infinitamente melhor do que ser livre, mas incapazes de gerir nossos destinos, o que nos levaria novamente a ser capturados e escravizados pela tirania do pecado. Assim, nossos olhos se fixam nas mãos generosas de Deus, que piedosamente vai estender bondade e misericórdia sobre nós todos os dias.

 

Senhor, eu escolhi acolher no meu coração o teu convite para ir a ti e encontrar descanso e refrigério para a minha alma cansada. Sou grato pela obra da redenção efetuada na cruz, lá no Calvário, pois agora deixei de ser escravo do pecado e livremente posso escolher a quem servir e escolhi a ti e ao teu reino. Sou servo de um pai amoroso e bondoso, que me trata como filho e me permite livre acesso à sala do trono e a viver com dignidade e liberdade. Minha submissão ao Senhor é voluntária, pessoal e definitiva, pois a entrega que fiz é uma aliança eterna, selada com o teu sangue redentor. É nesse nome precioso que me acolho e me refugio. Amém.

 

Pr Jason

Orai Pela Paz de Jerusalém

Meditação do dia 02/10/2016

Sl 122.6 “Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam.”

 Orai Pela Paz de Jerusalém – Até onde sabemos, Jerusalém é uma cidade grande, importante, antiga e sagrada para Israelenses, Muçulmanos e Cristãos. Pela situação geográfica e de topografia, lá não tem um aeroporto de grande porte, não tem porto, pois não é cidade litorânea e também não tem grandes rodovias, que a liga a centros maiores e de importância. Mesmo assim, o que seria desvantagem em relação à outras metrópoles, ela aparece todos os dias nos noticiários no mundo inteiro; de uma forma ou de outra, por uma razão ou outra, ela é mencionada ao mundo. O que ela tem de diferente, de especial? Tudo e Nada! Para algo se tornar importante e especial, necessariamente não precisa ter os atrativos e conveniências que a destacam de outros; no caso da cidade de Jerusalém, é a bênção de Deus, suas promessas e sua escolha de torna-la como é e ainda haverá situações que a tornará de maior relevância para este mundo e até para a eternidade. Este Salmo apresenta essa petição imperativa para o povo de Deus orar pela paz de Jerusalém. Em toda a sua história, tempos de paz sempre foram como artigos de luxo, pois o sonho de todo conquistador de povos e nações, foi de sentar no trono e governar Jerusalém; é como uma obsessão dos que tem mania de grandeza. Mas isso ainda não foi conseguido com absoluto sucesso, e é claro que o maior de todos os usurpadores também vai tentar isso (o anticristo). Muitos “cristãos,” em nome de buscar e a bênção de Deus para Jerusalém, cometeram verdadeiras atrocidades em nome da fé, no chamado período das cruzadas. Nos tempos contemporâneos, muitas igrejas e denominações cristãs de cunho evangélico, adotaram posturas que ficaram conhecidas como “judaizantes” – assumindo usos, costumes, tradições, festas e celebrações judaicas do Antigo Testamento, adaptando-as à suas realidades atuais e locais, e em muitos casos, por mero modismo e outros para propor uma “autenticidade bíblica” maior e mais fiel, e claro, indo à extremos bizarros, reprovados até pelos judeus, profundos conhecedores de tais práticas e se alienando da fé cristã e seus preceitos. “Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos, envolvendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão” (Cl 2.18). O Evangelho de Cristo, abrange a todos os povos igualmente, sem distinção e o amor de Deus está muito acima e além das convenções humanos e sociais, politicas e de intrigas eternas de povos contra povos e raças contra raças: “Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo. Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa” (Gl 3.26-29). Precisamos ser zelosos pela nossa fé e pelas verdades da nossa confissão, mas isso não pode colocar em risco o compartilhar a mensagem de amor e perdão de Deus, acolhendo a todos os pecadores indistintamente de suas origens. Concordo que abraçar a causa de orar pela paz de Jerusalém não é tomar partido político ou ficar do lado de uma causa humana, em posição de amar um e odiar ou não importar com outros. Orar por Jerusalém, e buscar a paz em conformidade com as Escrituras e a fé, se torna fator de bênção e prosperidade pessoal, familiar e nacional, pois isto está na promessa primária de Deus à Abraão. “E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3).

 

Senhor Deus, Criador e sustentador de toda a vida e fonte de todas as bênçãos a todos os povos. Somos teus filhos pela graça que há em Cristo Jesus, adotados pela fé nas promessas do Evangelho. Temos o ministério da reconciliação, para proclamar a todos os homens em todo lugar que se arrependam de seus pecados e creiam na pessoa de seu Filho, constituído juiz de vivos e mortos, diante de quem todos hão de comparecer e se dobrar diante dele confessando seu senhorio. Oramos pela paz do teu podo em toda a face da terra e também pela paz em Jerusalém e tudo o que isso significa. Tenha misericórdia de nós e guia os nossos corações para um nível de compreensão que seja equiparável aos teus pensamentos e propósitos. Salva os pecadores, quer judeus, quer não judeus, pois foi para isso que Jesus se sacrificou e lá na eternidade seremos milhares de milhares de todos os povos, línguas, raças, tribos e nações, diante do trono glorificando aquele que era, que é e que sempre será, o Cordeiro de Deus. A Ele, seja a glória e a honra e o louvor para todo sempre, amém!

 

Pr Jason

De Olho Nos Montes

Meditação do dia 01/10/2016

Sl 121.6 “Elevo os meus olhos para os montes; de onde me vem o socorro?”

 De olho nos montes – Meu amigo, pastor Zezinho (José Rego do Nascimento Jr) costuma dizer que não há gente que goste tanto de monte, como os crentes; eles estão em todo tempo em algum monte – pode ser um “Monte de problemas” – “Monte de cobertas” – “Monte de comida” – “Monte de desculpas” e até mesmo “Monte de oração.” Literalmente um monte é um lugar elevado; figuradamente, pode ser uma posição elevada, de grandeza, de autoridade, de destaque, algo que se sobrepõe ao geral, como também pode ser lugar privilegiado e porque não também uma dificuldade ou obstáculo. Nesse caso, cada um tem seu próprio monte e deve saber do que se trata e como superar ou desfrutar das vantagens e privilégios de ter seu próprio monte. O Salmista faz uma pergunta para si mesmo e dá a resposta que realmente satisfaz em detrimento de outras possíveis. Do ponto de vista de um adorador apaixonado por Deus, por sua palavra e pelo seu estilo de vida, Ele sempre será a fonte de recursos e o lugar de socorro e refúgio. Assim, quando surge uma condição adversa ou perigo, cada pessoa lança mão de seus meios de livramento e de obter ajuda. O autor disse que o socorro dele vinha do Senhor, o criador do céu e da terra. Ele não só conhecia a Deus e o servia, como sabia distintamente bem o caráter e a natureza do seu Deus, mesmo num panteão de possibilidades divinas que grassava as culturas ao seu redor. Ele e o seu povo tinham uma aliança com o Deus que se revelara aos seus patriarcas e estabelecido alianças eternas e nas quais eles vinham sendo abençoados e preservados. Ele não tinha nenhuma dúvida sobre onde buscar ajuda nas horas difíceis. Essa é a minha pergunta constante, nos dias modernos; uma vez que como cristãos, nos consideramos herdeiros espirituais do mesmo Deus, mesmo culto e mesmos propósitos, pois em Cristo, não há mais as diferenças que separavam a fé da etnia entre os povos. “Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa” (Gl 3.28,29). Então, hoje, quando surgem os problemas, para onde levantamos os nossos olhos? Que tipo de monte ganha a nossa atenção e preferencia? O governo? Os políticos? O dinheiro? A igreja e suas campanhas? A única resposta que realmente satisfaz a pergunta e os anseios da alma e do espírito, sem dúvida é a mesma do salmista: “O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra” (Sl 121.2).

 

Graças, Senhor, por seu o nosso refúgio e fortaleza, o socorro bem presente na hora das angústias. O Senhor é bom, o tempo todo, e o nosso coração sabe muito bem disso. Sou grato pela ajuda e proteção dada a mim, à minha família e aos meus queridos. Nada tem nos faltado, como é prometido na palavra e somos gratos pelas lições a serem aprendidas, para nosso crescimento. Obrigado por tua fidelidade. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Por que Alguém Detesta a Paz?

Meditação do dia 30/09/2016

Sl 120.6 “A minha alma bastante tempo habitou com os que detestam a paz.”

 Por que alguém detesta a paz? – “Dou um boi para não entrar numa briga e uma boiada para não sair dela!” Esse ditado popular é bem conhecido entre os goianos nativos. Tirando fora o humor de tal citação, conflitos nunca são as melhores formas de encontrar soluções dificuldades. Por isso vem a minha pergunta inicial: “Por que alguém detestaria a paz?” Vou seguir um raciocínio na direção dos valores cultivados pelos homens. A vida é movida pelos valores; fazemos o que valorizamos; temos tempo e prioridade para aquilo que nos merece um valor em detrimento de outro. Até mesmo o amor exige que se dê um valor ao objeto a ser amado; sem isso é um mero objeto como qualquer outro. Todos conhecemos pessoas que afirmam seguramente que possuem e cultivam uma fé em Deus, embora admita que não tenham tempo para frequentar e participar de atividades de uma comunidade. Encontramos pessoas que se dizem “família;” eles amam tanta sua família, que trabalha e se ocupa tanto para suprir e dar tudo de melhor para ela, a ponto de perde-la pela ausência. O mesmo princípio se aplica a paz, para garantir que ela seja real, segura e duradoura, as pessoas se armam, brigam e fazem guerras sangrentas e genocidas “só para garantir a nossa paz!” Armas cada vez mais modernas, precisas, letais e de longa alcance são fabricadas e colocadas no mercado e até se armam terroristas e grupos extremistas violentos e todos os lados, armados até os dentes, dizem que buscam a paz. Sabe-se historicamente, que naquela guerra civil americana, um bom acordo de paz foi destruído por alguém que atirou em um dos mediadores, instigando-se assim a guerra, porque ele disfarçadamente fornecia armas para os dois lados do conflito. Nesse caso, para tais pessoas, o valor monetário, superava ao valor da paz e de vidas desperdiçadas numa causa sem razão. Mas, o desabafo do salmista, também pode ser visto em casos de menores gravidades, mas igualmente destrutivos. Ele diz que sua alma habitava com quem detestava a paz e estavam sempre à espera de provocar conflitos. O orgulho pessoal, a amargura na alma, a ausência de perdão, a ira que não se aplaca, o desejo de vingança, atitudes irreconciliáveis, a indiferença, o descaso, a irresponsabilidade, a ganancia voraz por lucros, como também a avareza e outras tantas atitudes cultivadas por pessoas, até ditas cristãs, ou piedosas, por consideraram que são gestos socialmente aceitos e a conveniência leva a esses “efeitos colaterais.” O melhor exemplo de pacificador, foi Jesus, em tudo e em qualquer situação em que ele esteve envolvido ou presenciado, ele sempre agiu com base na coerência, de quem não apenas queria a paz, mas trabalhava por ela, era seu agente e seu príncipe. Já está profetizado, quando Cristo assumir o governo aqui, as fábricas bélicas e seus artefatos serão convertidos para produtos de uso agrícolas; produzir alimentos é mais benéfico para a paz do que se imagina. “E julgará entre muitos povos, e castigará nações poderosas e longínquas, e converterão as suas espadas em pás, e as suas lanças em foices; uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra. Mas assentar-se-á cada um debaixo da sua videira, e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os espante, porque a boca do Senhor dos Exércitos o disse” (Mq 4.3,4). Chegará a época de muita sombra, água fresca, frutos saborosos e preços baixos, pois não haverá guerra, nem mesmo de mercados por oferta e demanda. Quem viver, verá!

Senhor Deus de paz e bondade; graças damos por que isso começa primeiro no nosso coração e depois nas nossas relações com as pessoas e assim produzimos uma sociedade de paz e amizade. Obrigado por nos dar o Senhor Jesus, como sendo o Príncipe da paz e que irá estabelecer um reino de paz e justiça. Sou grato pela oportunidade de participar construtivamente do teu projeto. Guia-me por caminhos que sejam os teus caminhos e a fazer as coisas do teu modo e no teu tempo. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Uma Luz Para a Vida

Meditação do dia 29/09/2016

Sl 119.105 “Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho.”

 Uma luz para a vida – Não se pode discutir a importância da luz para a nossa vida, em todo e qualquer sentido. Luz é imprescindível. Com base nessa experiencia o Salmista escreveu um grande poema, que na nossa Bíblia se tornou o maior capítulo. Não foi apenas um poema como qualquer outro; ele foi artisticamente planejado e cuidadosamente montado, formando 22 grupos de 8 versos, equivalente às 22 letras do alfabeto hebraico e segundo fontes, cada bloco de versos é iniciado com a respectiva letra. A tradução para outra língua tira a possibilidade de manter a conformidade original, mas vale o registro. A grande maioria dos 176 versículos aludem à palavra de Deus, nos seus mais diversificados nomes e aplicações, tais quais: A Palavra de Deus – A lei do Senhor – Os mandamentos – Os juízos – Os preceitos – Os testemunhos – Os estatutos. Nenhum desses títulos é citado ao acaso ou por mera repetição, antes, eles expressam as múltiplas aplicações dela para uma perfeita administração da vida como uma propriedade de Deus, com muito valor. Pessoalmente, gosto de pensar nesse versículo como uma forma maravilhosa de receber orientação divina para minha vida. Lançando mão das duas figuras, a lâmpada e a luz, posso facilmente trazer para o meu contexto individual. A lâmpada aqui, nos dias da escrita, era uma lamparina, que usava provavelmente azeite como combustível e era carregada para onde quer que a pessoa fosse. O alcance de seu feixe de luz não era tão grande, mas extremamente útil e necessário dentro de casa e até mesmo fora. Para quem experimentou a vida antes das redes elétricas em todas as casas, já utilizou uma lamparina, ou uma vela, como essa mesma que utilizamos quando falta energia ou durante um apagão. Para mim, aplico isso como senda a utilização da Palavra de Deus, para meu uso pessoal e para me dar esclarecimento e edificação de curto prazo. Todos os dias precisamos agir e tomar decisões, que precisam conformar ao testemunho da nossa fé e assim abençoar-nos e aos outros próximos de nós. Precisamos da sabedoria divina para as pequenas decisões do dia a dia, tal qual fazemos uso de uma luz de uso manual. Mas também, ela é luz para o caminho, nos dias do autor, para essa finalidade era utilizado uma tocha, ou facho maior, geralmente na ponta de um bastão, assim o alcance se tornava bem maior e poderia até mesmo servir a uma necessidade coletiva. Hoje, para o caminho, podemos utilizar uma lanterna, um lampeão e o melhor mesmo é um farol, como dos carros, que possuem um longo alcance e permitem uma visibilidade bem maior e consequentemente, mais segura e precisão. Aqui, aplico como sendo o uso da Palavra de Deus para os projetos de médio e longo alcance, as decisões maiores e que faz-se necessário um grau maior de iluminação. Estamos falando de projetos de vida, de trabalho, de família, de ministério e assim por diante. Nesses casos, há uma grande decisão, cercada e acompanhada de outras tantas, umas pequenas e temporárias e outras auxiliares, mas permanentes. Isso produz coerência, permanência, perseverança, disciplina e correções constantes, para finalmente se chegar ao porto desejado. Ale a pena!

Pai, obrigado por nos dar a oportunidade de vivermos de modo que agrade ao Senhor, nos dê realização e ao mesmo tempo somos comprometidos com o projeto maior que tens para cada um de nós. Graças pela tua Palavra, que é viva e permanente no propósito para a qual foi enviada. Agradeço pelos caminhos que ela me guia e me corrige, para que eu permaneça no centro do teu querer. Também agradeço, pelas vidas e pessoas que na caminhada de fé, tem sido bênçãos e instrumentos de ajuda e apoio. Pai santo, graças, por tua Palavra, tua verdade, tua vontade e fonte de suprimentos e consolo para a vida dos teus filhos. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Escolher em Quem Confiar

Meditação do dia 28/09/2016

Sl 118.9 “É melhor confiar no Senhor do que confiar nos príncipes.”

 Escolher em quem confiar – Segundo a turma que dos detalhes, esse é o versículo central da Bíblia, não confirmei fazendo a contagem, mas se o for, é bem significativo, pois a vida toda, gera em torna da fé ou da confiança. Nos tempos do escritor sagrado, praticamente todos os povos eram governados por algum tipo de soberano e seus nobres ostentando títulos. Os filhos destes, já nasciam com a cara da nobreza, ainda que a vida e a conduta nunca comprovasse isso. Então uns nasciam nobres e nunca eram na vida, enquanto outros se faziam nobres por suas vidas e dedicação ao seu povo e suas causas. Em termos de autoridade, de que se trata o nosso texto, um príncipe, é uma autoridade que governa um território, um principado, ou mesmo um membro de famílias nobres. Nos moldes bíblicos hebraicos, os descendentes diretos dos patriarcas, eram tidos como líderes das famílias ou tribo e também eram chamados de príncipes; No contexto de autoridades governamentais no Brasil, não temos essa figura com tal nomenclatura, mas o temos no exercício da prerrogativas; que são nossas autoridades legislativas,  executivas e judiciárias das ações de governo. (Estamos bem na fita!) O que o versículo diz se torna uma escolha que temos a fazer porque são duas fontes de soluções e meios de suprir necessidades. As autoridades foram constituídas para servir a população e em ser nome exercem tal função; cumpre-lhe por ofício disponibilizar meios que atendam uma demanda legítima de um cidadão. Na prática, sabemos que prometem mundos e fundos antes de serem eleitos ou nomeados, e que depois nem sempre são eficientes, ou o são mais por interesses pessoais e corporativos, do que mesmo pelo servir. Além do mais sabemos que todo ser humano é falível e dentro de um sistema de governo, há certos trâmites que tornam as coisas mais distantes do ideal. Deus contudo, está sempre presente, sempre disponível e é totalmente confiável, pois seu caráter é perfeito, seu amor é imenso e suas misericórdias não tem fim. Entre colocar nossa confiança num homem falível ou em um Deus Todo-Poderoso, é claro que para o cristão, isso nem chega ser um desafio de qual escolha fazer. Mas a prática da fé também tem mostrado que quanto mais supérflua, for a fé e a relação da pessoa com Deus, maiores as chances dos recursos espirituais ficaram relegados a um segundo plano. Na teoria, todos sabem que devemos “orar sem cessar” – “buscar primeiro o reino de Deus e à sua justiça” – “pedir com fé” – “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” – “Tudo posso naquele que me fortalece” – “O Senhor é o meu Pastor e nada me faltará” Etc. Mas quando surge uma necessidade, um desafio, quase que o padrão é buscar todas as fontes de ajuda e quando tudo se esgotar, então ir para a oração da fé e aí sim, fazer uma campanha poderoso, com jejum e oração, “porque para Deus não há impossível!” Que tal simplificar, acreditar no que diz a Palavra: “É melhor confiar no Senhor do que confiar nos príncipes.”

Senhor, obrigado por ser o meu Deus, o nosso Deus! O Senhor conhece o meu coração e também as minhas motivações, porque muitas delas, veio de ti; obrigado por sua palavra nos chamar a uma vida de confiança plena em ti, pois tua capacidade de agir é grande e suas misericórdias estão sendo renovadas todos os dias para com os teus filhos. Obrigado por acrescentar a nossa fé, andar contigo é uma experiencia gratificante e sempre exigirá fé e ação. Obrigado, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Deus Seja Louvado

Meditação do dia 27/09/2016

Sl 117.1 “Louvai ao SENHOR todas as nações, louvai-o todos os povos.”

 Deus seja louvado – Estudando Bibliologia, aprendemos que as divisões da Bíblia em capítulos e versículos não são inspiradas e nem mesmo fazem parte dos textos originais. Esse sistema, ou recurso foi adotado para facilitar a identificação de textos e citações dentro de um contexto maior. No caso dos salmos, sabemos que cada um deles é uma peça única, pois foram compostos como sendo poemas ou letras para serem cantadas. Nos demais casos, era um texto inteiro e como originalmente não havia o sistema de livros com páginas encadernadas e numeradas, encontrar um texto ou uma citação, ficaria bem mais difícil. Também as Escrituras Sagradas não eram de uso pessoal e popular como se tornou após a invenção da impressa de tipos móveis em 1455 pelo inventor alemão Johannes Gutemberg. Mas voltando, à meditação propriamente dita, é muito legal ver o Samo 117 com seus dois versículos, bem pertinho do Salmo 119 com seus 176 versos, o maior e o menor capítulo da Bíblia e sendo ainda capítulo que marca o meio exato da Bìblia. Até o salmo 116 são 594 capítulos, e esses dois versículos do Salmo 117 se tornam o eixo central da nossa Bíblia. Ele faz um convite/convocação para todas as nações e todos os povos louvarem ao Senhor. A missiologia tem ensinado que povos e nações são mais do que as conveniências políticas e geográficas territoriais que se tem convencionado. Cada grupo étnico, com seu acervo de língua, cultura, costumes e características peculiares formam uma nação. Um conceito menos conhecido de nós brasileiros, do que por exemplo de povos africanos e orientais, que ainda tem muito forte suas tribos e nações dentro das modernas estruturas estatais. A razão de todos serem convidados e até intimados a louvarem ao Senhor, é o reconhecimento de que a sua bondade é grande para conosco e a sua verdade dura para sempre. Podem ser poucas palavras, mas são de extrema importância e de uma veracidade espiritual muito profunda. Deus é bom, o tempo todo e em todas as circunstancias de nossas vidas, tanto individuais, como familiares, para com nossas igrejas e comunidades de fé, como para nossa sociedade e nação. Como brasileiros, temos muitas e boas razões para louvarmos e agradecermos ao Senhor por sermos o povo que somos, termos o que temos e o potencial de sermos ainda maiores e melhores, fazendo bom e melhor uso de todos os recursos com os quais somos dotados como povo e como nação. Eu acredito em redenção e restauração e também creio que os propósitos de Deus serão estabelecidos para sempre e de geração em geração. Não vou deixar jamais de orar e crer que dias melhores estão por vir, ainda que não neste sistema e tipo de mundo e sociedade que vivemos hoje; mas o futuro que as profecias bíblicas reservam para os que temem a Deus, é bem diferente do que vaticina os cientistas e defensores globais da natureza. A diferença, é que no futuro que divisamos, tem alguém sentado no trono e que tem poder de mudar as coisas. Minha oração nessa manhã serão também as Palavras ditas ainda no nosso futuro:

“Que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças. E ouvi a toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que estão no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre.” (Ap 5.12,13). Amém!

Pr Jason

Retribuição

Meditação do dia 26/09/2016

Sl 116.12 “Que darei eu ao Senhor, por todos os benefícios que me tem feito?”

 Retribuição – É uma pergunta interessante! Como podemos retribuir a Deus por todos os seus cuidados para conosco? No cântico proferido por Paulo na carta aos romanos, ele responde com outra pergunta: “Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém” (Rm 11.35,36). Como dar algo a quem tem tudo, literalmente, tudo! Claro que Deus não precisa de nada, pois Ele se basta a si mesmo; Nada lhe falta ou venha a precisar; quando pensamos na expressão auto suficiente, ela só se aplica na totalidade, à pessoa de Deus. Por outro lado, há um propósito para o qual fomos criados e somos preservados e mantidos em boas condições, que é glorificar o criador. Produzirmos louvor e honra ao seu santo nome. O homem foi criado para cultuar a Deus; isso está na nossa natureza, é vocação humana praticar adoração. Como todas as coisas na vida humana, o pecado estragou e desvirtuou todos os nossos sentidos e propósitos, houve uma corrupção generalizada na vida e na essência da pessoa e o passar dos tempos só agravou o quadro, pois o espírito de independência e a rebelião se fortaleceram ainda mais. Sendo criado para oferecer adoração, o homem pratica isso mesmo de forma involuntária, pois se ele não adora a Deus, irá adorar a outra coisa, e até a si mesmo. A idolatria é uma forma de resposta do ser humana à sua necessidade íntima de adoração, mas com o coração entenebrecido pelo pecado e a incapacidade espiritual de discernir o verdadeiro objeto da adoração, sobra então espaço para aquilo de que o coração já está cheio e inclinado. No caso do cristão, que já está na posição correta pelo novo nascimento, já está reconciliado e vivendo o propósito eterno para  o qual foi criado, dar algo a Deus se torna uma questão de reconhecimento da santidade e do caráter bondoso de Deus. Isso tem mais a ver com um relacionamento, do que com religião ou outra coisa. Em termos de recompensar a Deus por nos aceitar e nos salvar, não há nada que possamos e nem devemos tentar fazer. Somos salvos pela graça através da fé e isso não vem das obras é um dom, um presente de Deus (Ef 2.8,9). Agora, como filhos, adoramos porque Ele é digno de ser adorado e somos adoradores por natureza, então tudo se encaixa, fazemos o que devemos ao mesmo tempo que fazemos o que nos dá prazer e satisfação.

Senhor, tu és digno de inteira adoração de minha pessoa, por gratidão e reconhecimento que o Senhor é Deus em cima nos céus e em baixo na terra, como também na minha vida. Reconheço que sou obra de tuas mãos, criado para o louvor da  sua glória. Agradar a ti, me proporciona prazer e contentamento. Como teu filho, sou grato por tudo que tens para mim e por aquilo que se revela a cada dia. Graças dou por fazer parte de um propósito maior do eu e santo em todas as suas instancias. A Deus seja dada a honra e a glória em todo tempo. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

A Terra é Nossa

Meditação do dia 25/09/2016

Sl 115.6 “Os céus são os céus do Senhor; mas a terra a deu aos filhos dos homens.”

 A terra é nossa – Não creio que seja errado ter o desejo de possuir certas coisas, entre elas, propriedades imobiliárias. Fomos criados inteligentes e com capacidades criativas, que permitem criar e desenvolver soluções para os problemas e as necessidades que aparecem constantemente. Quanto mais a sociedade se desenvolve e se organiza, mais oportunidades surgem devido justamente à demanda. Onde há uma demanda, aparece a oportunidade de soluções e isso se torna mercado, ou meio de trabalho e que por sua vez, gera receitas, que gera status que gera…. e por aí segue o curso da história. NO contexto bíblico, a sociedade começou com um casal apenas e depois seus filhos, que se tornaram famílias e foram se organizando segundo as necessidades. Os dois filhos de Adão e Eva já escolheram carreiras diferentes dos pais; um se tornou pecuarista e outro agricultor; consequentemente um tinha a tendência a ser nômade e o outro mais sedentário. Provavelmente enquanto eram poucos, todos tinham que fazer de tudo, mas depois, algumas coisas já podiam ser deixadas como responsabilidades de alguns e assim veio a especialização. Se alguém ficava em casa para fazer a comida e levar para quem cuidava do rebanho, certamente ela ficara mais capacitada nas atividades domésticas e de fazer comidas; enquanto outros ficavam melhor no manuseio do gado, tirar o leite e etc. depois alguém tinha que ficar cuidado das crianças e liberar os pais e os maiores para outras tarefas e assim alguém se tornou bom em cuidar de crianças e como elas aprendiam e se desenvolvia e isso chegou à pediatria, pedagogia, etc. dos cuidados rudimentares com o gado, chegou-se a alta tecnologia, melhoria genética e tudo que hoje o “agronegócio” exige, tanto para os antigos nômades pastoris, como os sedentários agricultores. Só que no meio de tudo isso, apareceu o tal pecado, o egoísmo e a violência, o desrespeito pela propriedade e à vida e tudo o que acabou gerando outros ramos, como da segurança, do seguros, marcas e patentes, direitos autorais, o próprio direito se tornou braço da justiça e vieram as leis e as regras e claro, as exceções… Uma palavra dita pelo rei Salomão sintetiza muito a coisa toda: “Eis aqui, o que tão-somente achei: que Deus fez ao homem reto, porém eles buscaram muitas astúcias” (Ec 7.29). Nos metemos em muitas encrencas e agora temos que lidar com isso e achar as soluções. Acontece que sem ajuda do criador, as soluções causam sempre efeitos colaterais, que exigem novas medidas e já conhecemos o significado da expressão: “vai se tornando uma bola de neve.” Fico muito feliz em saber que os céus, continuam sendo os céus do Senhor… lá existe ordem e as coisas funcionam; mas a redenção vai ajeitar as coisas aqui também, Se Deus deixasse por nossa conta, já estamos vendo e lidando com as consequências de nossas decisões. Não desista, Deus ainda está no controle.

Obrigado, Pai, por mais que sejam ruins as previsões sobre o que nos aguarda em nosso planeta, sabemos que as coisas ainda estão em tuas mãos e que tens o poder e a capacidade e também os recursos para colocar o teu plano em condições de se realizar. Sou grato pela obra perfeita de Cristo na cruz, que permite a salvação e a redenção de todos e de tudo que o pecado estragou. Confiou minha vida e minhas necessidades aos teus cuidados; em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Quando se Sai do Egito

Meditação do dia 24/09/2016

Sl 114.2 “Quando Israel saiu do Egito, e a casa de Jacó de um povo de língua estranha, Judá foi seu santuário, e Israel seu domínio.”

 Quando se sai do Egito – Quanto mais conhecemos a Palavra de Deus, mais interessante ela se torna e os temas por ela abordados, tomam relevância cada vez maior em nossos estudos, devocionais e nas observações. Já notaram quantas vezes, é novamente citado para o povo de Deus a sua saída do Egito? Provavelmente todos os escritores sagrados tratam desse assunto de uma forma ou outra. Nos Salmos isso é muito recorrente. Mesmo nos dias dos peregrinos que saíram e por quarenta anos caminharam pelo deserto até chegarem na Terra Prometida, diariamente eles eram relembrados. Se tal fato acontece, é porque é significante e dentro dos propósitos eternos de Deus isso deve ser algo para não ser esquecido jamais. Desde a promessa feita à Abraão, centenas de anos antes mesmo da nação existir, essa operação de resgate já estava em Pauta. “Então disse a Abrão: Saibas, de certo, que peregrina será a tua descendência em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos, Mas também eu julgarei a nação, à qual ela tem de servir, e depois sairá com grande riqueza” (Gn 15.13,14). Essa previsão se cumpriu e eles se formaram nação dentro do Egito, o maior e mais poderoso império da época; e quando se fez necessário, a presença de Deus se revelou na história daquelas pessoas que sabiam por informação dessas promessas de Deus, mas a maioria delas não conhecia a Deus como seus patriarcas. Uma das razões da revelação de Deus, mais do que livrar alguém do sufoco, é permitir que conheça a que deve servir numa experiencia totalmente pessoal. “E disse o Senhor: Tenho visto atentamente a aflição do meu povo, que está no Egito, e tenho ouvido o seu clamor por causa dos seus exatores, porque conheci as suas dores. E agora, eis que o clamor dos filhos de Israel é vindo a mim, e também tenho visto a opressão com que os egípcios os oprimem. Vem agora, pois, e eu te enviarei a Faraó para que tires o meu povo (os filhos de Israel) do Egito” (Ex 3.7,9,10). Depois de complicadas negociações, idas e vindas, mandos e desmandos de faraó, finalmente a viagem foi iniciada, mas isso era apenas o início da jornada do resto da vida daquelas pessoas e o primeiro passo daquela nação. “Assim partiram de Sucote, e acamparam-se em Etã, à entrada do deserto. E o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os iluminar, para que caminhassem de dia e de noite” (Êx 13.20,21). Esta é também a minha história, e a sua e de todos os filhos de Deus. Todos, indistintamente fomos resgatados de um tipo de cativeiro que nos retinha e só por obra e graça de Deus, com mão forte mesmo, foi possível sairmos para a vida que efetivamente Deus tem para nós. Literalmente, o Egito foi é uma nação e um território político geográfico, mas espiritualmente, o Egito é uma condição de vida! Dadas estas verdades, NUNCA podemos esquecer de onde viemos e o preço que custou para sairmos de lá. Chamamos isso de “testemunho de vida.” Qualquer que seja a condição e o lugar que chegarmos, tudo começou em um lugar e em condição da qual não tínhamos como escapar por nós mesmos. Não é para lembrar os pecados e o cativeiro e seu sofrimento, mas é para celebrar o livramento, a salvação e nova vida, possível, graças a mão poderosa de Deus.

Senhor, já sabemos que é impossível a salvação sem a ação do Salvador e somos muito agradecidos pelo que Jesus fez lá na cruz. Reconhecemos nosso cativeiro sob o pecado e destino de destruição previsível à nossa frente; mas a tua mão é poderosa e assim nos libertaste das garras do pecado e do mal e nos transportaste para o reino do filho do teu amor. Obrigado por tão grande salvação. Obrigado, Espírito Santo por nos convencer do pecado, da justiça e do juízo e nos guiar a toda a verdade. Hoje, somos filhos, somos livres e cidadãos de um reino eterno. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason