Zípora, a Esposa de Moisés

Meditação do dia: 24/09/2021

“E Moisés consentiu em morar com aquele homem; e ele deu a Moisés sua filha Zípora,” (Êx 2.21)

Zípora, a Esposa de Moisés – Estamos trabalhando num projeto de meditação bíblica, nos baseando nas figuras de mulheres estrangeiras de nascimento que entraram para a família dos filhos de Israel e deram relevantes contribuições, para a formação e preservação deles, no começo de sua história. Zípora a nossa mulher influente de hoje, aparece ao encontrar-se com Moisés, que fugia do Egito e de Faraó, abrigando-se nas terras de Midiã. Era filha de um sacerdote chamado Jetro ou Reuel que tinha sete filhas. Zípora trouxe em comum com Rebeca, ter encontrado o seu casamento na beira de um poço. Rebeca em sua terra natal, Harã na Mesopotamia, quando Elizer chegou para procurar uma esposa para o filho de seu senhor, ela estava pegando água no poço e serviu a ele e à sua comitiva. Agora foi a vez de Zípora, que cuidava  dos rebanhos de seu pai e enfrentava problemas com pastores de rebanhos locais, que eram agressivos e ela e suas irmãos foram ajudadas por um desconhecido chamado Moisés. Um convite para uma refeição e as coisas aconteceram, casamento e dois filhos. Embora os registros sejam poucos, eles aparecem em cenas fortes; o que faz crer que era uma mulher muito determinada e resistente em suas convicções. Vejo isso, na passagem quando ela e Moisés com os filhos se dirigiam ao Egito, onde Moisés ira libertar os filhos de Israel, e aconteceu um episódio dramático numa pousada ou estalagem onde se hospedaram. “E aconteceu no caminho, numa estalagem, que o Senhor o encontrou, e o quis matar. Então Zípora tomou uma pedra aguda, e circuncidou o prepúcio de seu filho, e lançou-o a seus pés, e disse: Certamente me és um esposo sanguinário. E desviou-se dele. Então ela disse: Esposo sanguinário, por causa da circuncisão” (Ex 4.24-26). Apesar de controverso, darei a versão mais comum e aceita desse texto bíblico. Ela não deve ter aceito a circuncisão do segundo filho, provavelmente pela dor e sofrimento visto no primeiro filho; Nesse episódio Moisés foi confrontado por Deus por não ter circuncidado o próprio filho, como parte da aliança entre Deus e Abraão e todos os seus descentes. Moisés estava a caminho de libertar os filhos de Israel do cativeiro egípcio, mas estava em desconformidade com sua fé e aliança e foi cobrado com rigor. Para evitar a morte do menino (alguns acreditam ser do próprio Moisés), Zípora assumiu a responsabilidade e ela mesma circuncidou o filho em emergência e lançou aos pés de Moisés dizendo-lhe que ele era um esposo sanguinário, devido à tal prática. Foi então que eles decidiram, que ela voltaria para casa de seu pai com os meninos e Moisés iria sozinho para o Egito, o que de fato aconteceu. Ela volta à cena quando vai ao encontro de Moisés e o povo já liberto e caminhando em peregrinação rumo à Canãa. Seu pai, Jetro foi leva-la à Moisés que celebrou com um jantar especial. “Vindo, pois, Jetro, o sogro de Moisés, com seus filhos e com sua mulher, a Moisés no deserto, ao monte de Deus, onde se tinha acampado, Disse a Moisés: Eu, teu sogro Jetro, venho a ti, com tua mulher e seus dois filhos com ela” (Ex 18.5,6). Os filhos de Moisés e Zípora, foram Gerson que significa “Peregrino em terra estranha” e Eliézer, “Deus é minha ajuda.” Uma próxima aparição de Zípora, é só uma menção de seu nome numa  atitude de ciúmes e preconceito de Arão e Miriam, irmãos de Moisés, numa provocação que custou muito caro especialmente para Miriam. “E falaram Miriã e Arão contra Moisés, por causa da mulher cusita, com quem casara; porquanto tinha casado com uma mulher cusita” (Nm 12.1). A motivação da desavença entre os irmãos fora causada por pretensões de cunho familiar, uma vez que Moisés era o mais novo entre os três e eles se sentiam prejudicados em se submeter à sua autoridade. A possível origem ou naturalidade de Zípora, uma africana, descendente de Cusi, ou Cuxe um dos filhos de Cam, filho de Noé; sendo que os israelitas eram descendentes de Sem, o outro filho de Noé. Pelo desfecho dos fatos, tudo indica que eles estavam com ânimos acirrados contra Moisés e nada tão relevante assim com sua esposa. Deus tomou as dores de Moisés e puniu severamente a Miriam pela atitude de rebeldia e ofensas à Moisés que representava muito para Deus naquela missão. Aplicando em nossas vidas, podemos aprender com a vida dessa mulher, que entrou para a família do povo de Deus, sendo a esposa do Libertador, legislador, e um homem de uma proximidade muito íntima com Deus e o responsável pela libertação e organização do povo em uma nação. Como vimos, José se casou com uma Egípcia da nobreza, filha de um sacerdote idólatra, mas ela facilitou seu treinamento e preparo para as lidas da corte. Agora Zipora, uma filha de um sacerdote temente ao Deus Criador, se casa com Moisés, que fora criado na corte Egípcia e preparado para liderar seu povo. Vemos ela entrar na história dando sua contribuição com filhos e família, não sendo mais citada nas Escrituras. Ela cumpriu o seu destino e o seu propósito, é tudo tua nos importa nessa vida. Qualquer que seja a nossa participação e contribuição no reino de Deus, devemos honrar a oportunidade e permitir que a graça divina seja plena em nossas vidas. O tempo por vir e a eternidade sempre revelará o valor e a importância de pessoas que não sabemos muito sobre suas vidas e ministérios.

Agradecemos ao Senhor nosso Deus pela vida e os propósitos em torno dela. Queremos servir e o faremos com alegria e contentamento, pois a graça do Senhor sempre estará nos assistindo em todos os momentos. Pedimos sabedoria par agirmos em favor da causa à nossa frente, por teu, Senhor é o reino, o poder e a glória para todo sempre. Cada um dos teus filhos e servos são importantes e foram criados e preparados para algo muito especial, sendo isso que nos dá valor e dignidade. Agradecemos em nome de Jesus, o privilégio de servir, amém.

Pr Jason

Azenate, a Esposa de José

Meditação do dia: 22/09/2021

“E Faraó chamou a José de Zafenate-Panéia, e deu-lhe por mulher a Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om; e saiu José por toda a terra do Egito.” (Gn 41.45)

Azenate, a Esposa de José – Estamos caminhando em meditações baseadas em personagens femininas da Bíblia, cujas origens necessariamente não eram da linhagem do povo escolhido. Por algumas razões elas vieram a fazer parte de alguma família entre os hebreus e se destacaram de forma brilhante e maravilhosa, ficando seu registro para a história e formação do povo de Deus, algumas até entrando para a linhagem de famílias na linha sucessória do futuro Messias, ou Jesus Cristo. Hoje, estaremos vendo sobre a pessoa de Azenate, que entrou para o seleto grupo ao ser dada por Faraó como esposa para José, no dia da sua ascensão pessoal. Ele fora tirado do cárcere naquela manhã para ajudar na interpretação dos sonhos do Faraó e não mais voltou parar a condição de escravo e prisioneiro. Ganhou vestes novas, anel real, um desfile de apresentação pública, foi nomeado governador do Egito, sendo a segunda pessoa em autoridade no reino e ganhou também uma esposa, a Azenate, filha de um sacerdote dos muitos deuses que eram cultuados Egito. O nome Asenate ou Azenate significa “sagrada de Anath” ou “devotada a deusa Neith.” Começamos aqui o nosso aprendizado que é muito significativo na caminhada espiritual. Gostamos tanto da expressão utilizada pelo apóstolo São Paulo, onde ele afirma “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28). Ao nos depararmos com nossa própria limitação, escolhemos o caminho da obediência o mais literal possível dos ensinos bíblicos e do que entendemos ser a vontade de Deus, deixando pouquíssimas margens para a flexibilidade. Até dizemos que “toda regra tem suas exceções, mas seguimos as regras e não as exceções.” No curso comum e normal da vida e do padrão de povo escolhido é muito razoável pensarmos que dificilmente José se casaria com Azenate por escolha pessoal. Seu pai e sua história apontavam na direção de evitar moças estrangeiras e alheias ao culto ao Deus Altíssimo. Mas agora já familiarizados com os propósitos divinos para a vida e o treinamento especial que José precisaria receber, todas as coisas que lhe aconteceram tinham propósitos maiores e passavam pelo controle de qualidade de Deus. Nada lhe aconteceu por acaso ou acidente de percurso! Até o Casamento. Não temos nos registros bíblicas maiores detalhes ou informações sobre a vida dessa mulher e de suas ações, senão que era filha de um sacerdote que fazia parte da elite e nobreza, mui provavelmente diretamente ligado ao Faraó. Sou levado a crer que era uma boa moça e admirada e protegida do rei, porque quando ele ficou deslumbrado com José e escolheu ser generoso e lhe favorecer com as maiores honrarias possíveis, foi essa a moça que ele escolheu. Por não sabermos muito, podemos deduzir com base nas referencias da vida e do caráter de José, que por mais preparada que ela fosse na fé e cultos egípcios, ela passou a conhecer um homem extraordinário, de uma fé inabalável e uma sabedoria ímpar, que não haveria outras alternativas senão ver e abraçar a sua fé e servir ao mesmo Deus. Digo isso, porque Potifar, nem o sistema prisional do Egito e a dura escravidão ou mesmo o Faraó, dobraram José em relação à sua fé e o culto ao seu Deus. É bem provável, que nem o próprio sogro de José ousaria desafiá-lo, porque contra fatos não há argumentos. Azenate gerou dois filhos cujos nomes contam a historia e a fé de José: “E nasceram a José dois filhos (antes que viesse um ano de fome), que lhe deu Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om. E chamou José ao primogênito Manassés, porque disse: Deus me fez esquecer de todo o meu trabalho, e de toda a casa de meu pai. E ao segundo chamou Efraim; porque disse: Deus me fez crescer na terra da minha aflição” (Gn 41.50-52).  Deus me fez esquecer e Deus me fez crescer – Os filhos eram memoriais de sua fé e do testemunho de que Deus cuidou de tudo. Para José crescer ele precisou esquecer o seu passado de sofrimento e da casa de seu pai para dedicar-se inteiramente a uma causa importante. Quando os irmãos de José apareceram pela primeira vez no Egito e José reconheceu-os, certamente isso chegou ao conhecimento de Azenate, que agora teria razões para saber mais da história e das origens de seu esposo e também a presença deles, mexeu com José e deve ter sido dias tensos até quando eles vieram como convidados para uma refeição com o governador e sua família. Ela deve ter dado um apoio e suporte emocional muito grande até que tudo fosse esclarecido e finalmente pudessem se revelar, ele como o irmão desaparecido, ela como cunhada e os dois filhos como sobrinhos e poderem ter notícias legítimas dos demais hebreus que estavam em Canaã, especialmente Israel, o patriarca. Azenate entrou para o povo de Deus, como uma estrangeira, egípcia de uma fé totalmente oposta ao que se esperaria, mas tem o seu papel de importância e grandeza. Conhecendo o coração de Jacó/Israel, apaixonado pelo filho José, poder reencontrá-lo depois de ser dado como morto de forma trágica, e casado com uma mulher muito especial, da nobreza do maior império do seu tempo e ter netos para paparicar e transmitir mais da herança espiritual e das alianças com o Deus Altíssimo; é certo que Jacó ficou orgulhoso e feliz com a nora que cuidara tão bem de seu filho. Concluo esse meu raciocínio, ao observar que a influencia da família de Azenate, a posição social dela e os privilégios que seus filhos tinham, nada disso foi suficiente para atraí-los tanto quanto fazerem parte do povo de Deus e comporem as doze tribos, porque ambos foram adotados por Israel e nomeados entre seus doze filhos. Aplicando: Azenate tinha origem e destino para ser e atender as demandas da fé e cultos egípcios e seguir uma linhagem sacerdotal e quem sabe, até se tornar uma sacerdotisa egípcia. Mas teve a oportunidade de conhecer e servir ao Deus verdadeiro através de José e abriu mão de sua vida anterior fez parte dos propósitos eternos do povo de Deus. O significado do nome de uma pessoa, pode ser forte, mas não o suficiente para anular a graça de Deus com a sua conversão e decisão de seguir uma fé verdadeira. Você e eu podemos fazer a nossa história e mudar o nosso destino, através da fé em Cristo. Na história do povo de Deus, entraram estrangeiras, servas, livres, nobres e a fé nivelou o ministério de todas elas.

Senhor agradecemos pela vida de mulheres corajosas e decididas que se entregam de coração e alma para edificarem seus lares e construírem um legado de fé preciosa e forte na vida de suas famílias. Obrigado por abençoar todas as pessoas, sem distinção alguma e acolher em amor servos e livres, nobres e plebeus, transformando em filhos e herdeiros através de Jesus Cristo e sua obra redentora. Somos gratos pela vida de José e sua família, porque uma homem como aquele precisava de uma esposa à altura, até mesmo para ajuda-lo nas lidas da vida sofisticada os palácios e da alta administração, para onde José fora levado para cumprir o seu propósito. Agradecemos por vidas maravilhosas que ainda fazem a diferença para glória de Deus e crescimento do reino. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Tamar, a Nora de Judá (2)

Meditação do dia: 22/09/2021

“E deram aviso a Tamar, dizendo: Eis que o teu sogro sobe a Timna, a tosquiar as suas ovelhas.” (Gn 38.13)

Tamar, a Nora de Judá (2) – A terceira Lei de Newton afirma que as forças de ação e reação apresentam a mesma intensidade e a mesma direção, porém o sentido é contrário.Parece que Tamar já conhecia esse princípio e valeu-se dessa força para alcançar seus intentos. Ao escrever essa meditação bíblica sobre a pessoa de Tamar, uma cananeia esperta e astuta que entrou para a história do povo de Deus como uma matriarca de uma das tribos de Israel e uma tribo de fato forte e influente até os dias de hoje. A Bíblia narra os fatos como foram e a nós compete acolher as lições e ensinamentos que edificam e abençoam nossas vidas; aprendemos muito com nossos acertos, mas é evidente que aprendemos muito mais com os erros e derrotas que acontecem nos percursos da nossa jornada. O que sou hoje e o que você é e também o que estamos experimentando é resultado de toda a somatória de nossos erros e acertos e decisões que tomamos até agora. Semeamos e colhemos. Como vimos, Tamar havia perdido dois maridos sucessivamente e Judá, seu sogro perdera os dois filhos e agora ficara viúvo, sendo afetado emocionalmente com o luto e o pesar, mas enquanto ele passava por isso, sua nora estava observando a vida dele e as atitudes, posso dizer que ela o estudava fria e calculadamente para no momento oportuno, aplicar uma medida corretiva nele e assim também fazer valer os seus direitos. Ela foi avisada de que ele estava retomando suas atividades e estaria em determinado lugar; foi aí que ela colocou um plano ardiloso, sutil e muito calculado. Afirmo por iniciativa própria que ela fez isso, conhecendo as falhas de caráter e as fraquezas e tendências de Judá. Como sua nora e pela convivência ela sabia o que o atrairia e não é que ela tinha razão? Precisamos lembrar o que nos ensina Tiago, no Novo Testamento: “Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte. Não erreis, meus amados irmãos” (Tg 1.14-16). Pela história dos patriarcas, nos lembramos que tanto Abraão, quanto Isaque lutaram para que seus filhos não se casassem com moças cananeias, porque o padrão de moralidade e escrúpulos eram muito lassos e o objetivo deles eram criarem uma linhagem santa e separada para edificarem uma nação comprometida com Deus e capaz de produzir uma linha sucessória genética e moralmente preparada para abrigar a vinda do Messias. A vida descuidada que Judá estava vivendo nesse período de sua vida, comprometia sua fé e abriu oportunidade para que sua Nora, procurasse empregar todos os meios que lhe fosse possível para gerar filhos da linhagem de Judá, para que assegurasse sua parte nas promessas de Deus, que certamente ela tomara conhecimento. Também, uma jovem senhora, duas vezes viúva, teria poucas oportunidades de uma vida realizável na sua cultura e no seu tempo, já que não tinha descendentes. Foi assim que ela atraiu a atenção e bem mais do isso do seu sogro e por esse caminho escuso, ela gerou dois filhos à Judá e com eles ela entrou para a família do povo de Deus. Vamos aplicar em nossas vidas algumas observações que o Evangelho de Jesus tem marcado nesses tempos todos; Ninguém é descartável para Deus e todo e em todo lugar que invocar o nome do Senhor será salvo e abençoado. Deus não faz acepção de pessoas e nem as impede de buscar realizações porque pecaram, erraram ou agiram mal, o arrependimento e a conversão são capazes de mudar tudo e assim a pessoa pode reescrever sua história. Tamar é uma prova disso, como eu sou e você também o é. Deus não levou em conta o nosso tempo da ignorância, mas nos alcançou com graça salvadora e generosa. Anos mais tarde, a história já contava sobre Tamar com uma perspectiva bem diferente daquilo que encontramos em Gênesis. Nos tempos dos juízes, talvez mais de quinhentos anos depois temos um  registro interessante, quando outro descendente de Judá estava se casando com uma viúva estrangeira, ele foi abençoado pelos cidadãos de sua cidade e familiares nos seguintes termos: “E todo o povo que estava na porta, e os anciãos, disseram: Somos testemunhas; o Senhor faça a esta mulher, que entra na tua casa, como a Raquel e como a Lia, que ambas edificaram a casa de Israel; e porta-te valorosamente em Efrata, e faze-te nome afamado em Belém. E seja a tua casa como a casa de Perez (que Tamar deu à luz a Judá), pela descendência que o Senhor te der desta moça.” (Rt 4.11,12). Entre os descendentes de Tamar alguns são de fatos famosos, como Boaz, que casou com Rute, mas também os rei Davi e Salomão e um famoso carpinteiro de Nazaré, conhecido como Jesus Cristo, o Leão de Judá! Outro registro que faço questão de mencionar é que ao descrever a incrível sabedoria de Salomão, o escritor o comparou a outros homens que foram muito sábios. “E era a sabedoria de Salomão maior do que a sabedoria de todos os do oriente e do que toda a sabedoria dos egípcios. E era ele ainda mais sábio do que todos os homens, e do que Etã, ezraíta, e Hemã, e Calcol, e Darda, filhos de Maol; e correu o seu nome por todas as nações em redor” (1 Rs 4.30,31). Esses homens aí eram netos de Tamar e Judá, filhos de Perez. Eles viveram nos bons tempos de José lá no Egito e devem ter aproveitado bem a oportunidade de estudar e desenvolverem-se. Se não fossem bons, não seriam usados em comparação a Salomão. Quero fechar essa meditação me alegrando com Tamar, porque ela mudou a sua história e entrou para a linhagem messiânica e de acordo com as palavras de um de seus descendentes, ela tinha muito do que se alegrar. “Grandemente se regozijará o pai do justo, e o que gerar um sábio, se alegrará nele” (Pv 23.24). Tamar foi de fato uma Tamareira muito frutífera e abençoadora.

Senhor, agradecemos pela oportunidade de viver e lutar por dias melhores sem nos acomodar com as dificuldades ou desistirmos dos nossos sonhos. A história de Tamar nos mostra uma pessoa batalhando pelo sonho de ser mãe e os filhos dela vieram a ser pessoas de bem e ajudaram a construir a nação escolhida e até mesmo a linhagem real da qual veio a servir de berço para o nosso Redentor. Podemos não entender certas coisas, mas podemos confiar que o Deus a quem servimos é sábio e grande o suficiente para cuidar de nós e da nossa vida como um todo. Quero interceder pelas irmãs, nos dias de hoje que batalham pela bênção e oportunidade de serem mães de filhos que sirvam ao Senhor e engrandeçam os teus poderosos feitos. Que elas sejam recompensadas pela fé firme e persistente de que tudo é possível e sendo dentro da tua perfeita vontade, irá acontecer milagres e maravilhas, mas as tuas Palavras se cumprirão. Agradecemos em nome de Jesus, em fé, amém.

Pr Jason

Tamar, a Nora de Judá

Meditação do dia: 21/09/2021

“Judá, pois, tomou uma mulher para Er, o seu primogênito, e o seu nome era Tamar.” (Gn 38.6)

Tamar, a Nora de Judá – Estamos meditando e aprendendo com a  história de algumas mulheres que em sua naturalidade não eram da linhagem dos hebreus ou israelitas, mas que de alguma forma entraram para a família e construíram um legado de valor muito grande. Cada pessoa, como você e eu tem uma história, uma origem, uma cultura e oportunidades de realizar coisas que dão significado e honra como abençoa as vidas ao nosso lugar. Essa mulher que aprenderemos dela na meditação de hoje, é daquelas pessoas que não assistem a vida passar diante de si, mas tomam as rédeas e fazem o seu destino, assumindo riscos e lutando com todas as suas forças para alcançar seus objetivos. Na vida e história dela, poderíamos discorrer sobre maternidade, viuvez, obediência, ética ou a falta dela, sagacidade, capacidade criativa para bolar planos de longo alcance, uma pessoa calculista e hoje, diríamos que seria uma “influencer” que arrastaria muitos seguidores. Seu nome era comum Tamar, vem de Palmeira, Tamareira. Era cananeia, e aparece na história bíblica ao se casar com Er, o filho primogênito de Judá, filho de Jacó. O contexto histórico para o povo de Deus na época não era nada fácil. Judá e seus irmãos haviam se livrado de José, vendido como Escravo para o Egito e Jacó estava triste, de luto e inconsolável, e Judá saiu de casa e foi se aventurar em carreira solo entre os cananeus. Nessa mistura de emoções fortes e exacerbadas, problemas de consciência e comportamento ele se misturou com os amigos cananeus e até se casou com a filha de um homem cananeu chamado Suá; o nome de sua esposa não é citado, mas eles tiveram três filhos, Er, Onã e Selá. Viveu por ali tempo suficiente para os filhos alcançarem idade de se casarem, assim aparece Tamar. Nas entrelinhas podemos perceber que os filhos de Judá receberam influencias profundas de maldade e impiedade e imoralidade dos parentes e amigos cananeus. Por algumas dessas práticas Er, veio falecer e o registro bíblico é que fora uma sentença de Deus. Judá perdeu um filho e Tamar perdera o marido. Sogro e nora acertaram trilhar o caminho comum da cultura e costumes da época e a nora viúva sem filhos, se casaria com o cunhado para gerar descendentes e o primeiro filho seria contado como do falecido, para que tivesse o nome e a herança contada na genealogia. Onã, o segundo filho de Judá era tão ímpio e perverso quanto o irmão e egoísta o suficiente não querer gerar um filho e perpetuar o nome da família do irmão; por isso também morreu. Judá perdeu um segundo filho e Tamar perdera o segundo marido e sem ter filhos. Uma história muito triste e marcada de tragédias, dor e morte. Podemos também inferir o quanto Tamar desejava ter filhos, pois ela se submetera aos costumes, mesmo que tivesse dado tudo errado ela ainda ficou aguardando a promessa do sogro, para que esperasse na condição de viúva na casa de seus pais até que Selá, o seu terceiro filho tivesse idade e responsabilidade para se casar. “Então disse Judá a Tamar sua nora: Fica-te viúva na casa de teu pai, até que Selá, meu filho, seja grande. Porquanto disse: Para que porventura não morra também este, como seus irmãos. Assim se foi Tamar e ficou na casa de seu pai” (Gn 38.11).  Assumir o peso de um casamento incomum e com uma esposa um tanto quanto mais velha que ele, tão somente para produzir descendência a seus irmãos parece que não estava nos planos do jovem Selá. Ele não estava disposto e Judá seu pai também não agiu como combinado e isso fez revelar-se a Tamar cheia de atitudes e iniciativas, para assumir o controle de sua vida. Não estamos aqui, abençoando ou santificando os erros e a astúcia arquitetada por ela, para atingir os seus fins, mas estamos diante dos fatos que a Palavra de Deus registra como de fato aconteceram. Anos e gerações depois, Davi, citou para o então rei Saul um provérbio que no seu tempo já era antigo, sobre procedimentos humanos: “Como diz o provérbio dos antigos: Dos ímpios procede a impiedade; porém a minha mão não será contra ti” (1 Sm 24.13). Os goianos nos seus ditados populares costumam dizer que “a necessidade faz o sapo pular e também faz o gato comer sabão!” Pode ser verdade para o sapo e o gato, mas o cristão, ou a pessoa de bem não pode tomar decisões erradas, consciente disso em nome de estar pressionado por uma grande necessidade. O justo vive da fé! Isso precisa ser forte o suficiente e o bastante para continuarmos acreditando e praticando o que se espera de nós. se do ímpio procede a impiedade, do justo então é esperado a justiça, a verdade e a retidão, mesmo em tempos difíceis. Tamar tinha o sonho de ser mãe e estava disposta a lutar por isso, e lutou, colocando o seu nome, a sua honra e sua vida em risco. Vale tudo para alcançar uma bênção? Veremos na próxima meditação. Fique ligado e vigilante!

Senhor, obrigado pela vida e o privilégio de podermos alcançar a paternidade ou maternidade, que é uma bênção e ainda tem promessas de estarmos contribuindo para o teu reino  e as tuas promessas se estendam de geração em geração, preservando a fé, a santidade e a verdade por muitos séculos e séculos, como vemos na história do teu povo nas sagradas Escrituras. Estamos disponíveis ao teu governo e aos teus planos, mas queremos fazer da tua maneira e no teu tempo. Oramos pedindo sabedoria e discernimento, e agradecemos tudo o que temos recebido de tuas mãos, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Bila, a Serva de Raquel

Meditação do dia: 20/09/2021

“E Labão deu sua serva Bila por serva a Raquel, sua filha.” (Gn 29.29)

Bila, a Serva de Raquel – Estamos trabalhando no nosso crescimento espiritual através da prática da meditação bíblica e a aplicação dos conceitos aprendidos, para que nos sirva de alimento, consolo, conforto e renovação das nossas esperanças por compreendermos que os propósitos do Senhor nosso Deus são muito grandes e abrangentes e em muitos casos quase incompreensíveis à nossa razão e lógica; mas podemos nos apegar à nossa fé e prosseguirmos passo a passo, dia após dia, certos de que seremos vencedores, a exemplo das pessoas que passaram por momentos e situações até mais severos do que os nossos e ainda assim elas prevaleceram e deixaram seus nomes gravados indelevelmente na história do povo de Deus. Hoje veremos sobre Bila, não só contemporânea de Zilpa, que tratamos ontem, mas também ela era serva do mesmo senhor, que igualmente a deu de presente à Raquel, ao se casar com Jacó. O nome Bilah significa “hesitante ou tímida.” Mui provavelmente era quase uma menina, ou adolescente, quando foi dada como serva para Raquel. Existem versões das quais não se pode confirmar ou mesmo confiar, que afirmam que tanto Zilpa quanto Bila poderiam ser filhas de Labão, com alguma concubina e nesse caso eram meio-irmãs de Lia e Raquel. Há até mesmo uma versão oriunda de um testamento apócrifo que diz que o pai de Bila e Zilpa se chamava Roteus. Ele fora levado ao cativeiro, mas resgatado por Labão, o pai de Raquel e Lia, que deu a Roteus uma esposa chamada Euna, que eram então os pais das moças. Existem alguns paralelos na história da vida de Bila muito parecidos com o que ocorreram a Zilpa; pois além de ser dada como serva à filha de seu senhor, no caso, à Raquel, que tendo problemas com a infertilidade e sendo a esposa amada de Jacó, recorreu ao costume de gerar filhos através de uma outra mulher. Interessante notar que nesse caso, a serva ao gerar filhos, passava a uma condição social de ser considerada também uma esposa, ainda que sem os mesmos direitos da legitima e sua senhora. Bila foi a mãe de dois filhos, que se tornaram integrantes das doze tribos da nação de Israel. Dã e Naftali e um de seus descendentes famosos foi Sansão. Bila passou por uma situação muito difícil e digamos, constrangedora, por ter sido assediada por Rubem, o filho mais velho de Jacó e Lia. “E aconteceu que, habitando Israel naquela terra, foi Rúben e deitou-se com Bila, concubina de seu pai; e Israel o soube. E eram doze os filhos de Jacó” (Gn 35.22). Embora hajam muitas versões e variantes sobre esse incidente, em nenhum caso ela é tratada como se houvesse cometido um erro ou ofensa com a gravidade de um adultério. Tudo aponta para uma situação em que ela fora enganada por Rubem, que tentou se passar pelo pai. O que lhe custou a perda do direito legal de primogenitura e de herança em dobro em relação a seus irmãos, conforme a bênção proferida por seu pai antes de morrer. “Rúben, tu és meu primogênito, minha força e o princípio de meu vigor, o mais excelente em alteza e o mais excelente em poder. Impetuoso como a água, não serás o mais excelente, porquanto subiste ao leito de teu pai. Então o contaminaste; subiu à minha cama” (Gn 49.3,4). Permitam-me relatar em poucas palavras as versões para o ocorrido. Com a Morte de Raquel, no nascimento de Benjamim, Jacó teria entrado num luto sem fim, consumida pela dor e se recusava a ser consolado e passou a dormir só, sem mais visitar qualquer das esposas, e segundo algumas fontes, à mando de Raquel prestes a morrer, a cama dela fora levado pr a tenda de Bila, sua serva e muito próxima dela afetivamente para consolar Jacó; como ele se afastou, Rubem aproveitou a ocasião e tentou se passar pelo pai mas foi descoberto. Uma outra linha de pensando afirma que ele agiu em defesa da mãe que estava se sentindo desprezada e ele então retirou a cama de Raquel da tenda de Bila e a levou para a tenda de Lia sua mãe. O fato é que não se menciona reprimenda ou punição à Bila, o que leva a crer que ela fora vítima tanto quanto Jacó. Desejamos aplicar para nossas vidas, a lição de que podemos servir e sermos honrados, honestos e corretos ainda assim poderá acontecer fatos difíceis e ruins sobre os quais não temos controle, ou somos vítimas e precisaremos depender do favor e da compreensão de outras pessoas e ainda que isso venha ou não acontecer, ainda podemos continuar sendo o que somos e nos propusemos ser na vida, porque fazemos o certo, por que é certo, não porque é mais fácil, mais cômodo ou lucrativo. Vimos que Zilpa e Bila, eram estrangeiras, fora da linhagem e servas sem muitos direitos e garantias, mas elas participaram ativamente da formação do povo de Deus, contribuindo com quatro tribos, o equivalente a um terço do total.

Pai, agradecemos pela oportunidade de contribuir com a formação e o alargamento das tendas do Reino de Deus. Nossa contribuição pode ser pequena e pouco expressiva aos olhos humanos, mas aquele que planejou todas as coisas, sabe a importância da função de cada um e do propósito para o qual ele foi criado. Queremos aceitar o nosso papel e nossa responsabilidade na construção dos teus planos para todos nós. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Zilpa, a Serva de Lia

Meditação do dia: 19/09/2021

“E Labão deu sua serva Zilpa a Lia, sua filha, por serva.” (Gn 29.24)

Zilpa, a Serva de Lia – Estamos meditando e aprendendo com a vida de mulheres maravilhosas que ficaram na historia do povo de Deus, mesmo que por nascimento, não eram originárias da linhagem escolhida, mas de alguma forma, vieram a fazer parte de suas vidas e se tornaram instrumentos providenciais para a formação do povo da promessa e as bênçãos das alianças se tornassem realidade, tal qual as conhecemos. Fica o meu pedido e apelo aos leitores leiam e aproveitem esses texto sempre com um olhar crítico construtivo, mas do ponto de vista histórico, não julguem a moral, a ética e as ações dessas pessoas à luz do nosso modo de vida e padrões atuais. Isso prejudicaria o seu próprio entendimento da história como história e também porque uma das boas razões por estudarmos a história é justamente para que os erros do passado não voltem a ser repetidos no presente. Algumas culturas e costumes ficaram no passado bíblico e por mais difícil que nos seja imaginar, mas ainda no século 21 há algumas culturas e povos em que alguns dessas práticas são “normais e legais;” como já escrevemos antes, tudo o que sabemos não é tudo que existe! Hoje discorreremos sobre Zilpa, outra mulher importante na história bíblica e com poucas vezes mencionada, quase que exclusivamente no livro de Gênesis. Seu nome apresenta algumas significações que variam, mas bonitas e interessantes: Tradicionalmente atribui-se a este nome os significados ‘gota‘ e ‘gotejar‘, mas existem outras leituras que aplicam sentidos mais metafóricos como ‘persistência‘ ou ainda ‘perseverança‘, ressaltando a importância que a própria fé indica sobre continuar acreditando e agindo de acordo com os preceitos do Senhor. Zilpa também faz referências às perfeições que a natureza enquanto obra divina apresenta aos homens para que a vida deles possa ser melhor.Por essas características como “persistência” e “Perseverança” também encontrar-se há o significado de “A Vencedora.” Estamos diante de outra personagem bíblica que teve a sua vida marcada por decisões sobre as quais ela não tinha nenhuma força ou poder de controlar seu destino e mesmo assim, elas construíram um legado inestimável para o tempo e a eternidade. Zilpa era uma serva de Labão, o pai de Lia e Raquel, sendo ele também tio e sogro de Jacó. Dentro dos padrões de costumes e cultura do seu tempo, ela  foi dada de presente de casamento para Lia. Então inferimos que ela era de confiança e da intimidade da família, vinda à partir do casamento da filha de seu senhor, servir como dama de companhia ou mesmo uma serviçal doméstica. Não há nenhum registro de conflitos entre a serva e sua senhora ou outros membros da família, o que nos remete a entender que ela sabia o seu lugar e o seu papel e como tal, fez o seu melhor. Anos mais tarde, após Lia  ficar um longo perigo sem gerar novos filhos com Jacó, além dos quatro primeiros filhos e vendo a competição com a irmã Raquel, que era a esposa amada e preferida de Jacó, Lia apelou para os recursos costumeiros do seu tempo, que permitia que nesse propósito de gerar filhos ou mais filhos, a esposa poderia concordar ou providenciar uma concubina, que seria como uma outra esposa sem os mesmos direitos de esposa e os filhos nascidos seriam contados como do casal  e com os devidos direitos de filiação e herança. Foi assim que Zilpa deu a Jaco e a Lia dois filhos, Gade e Aser, que se tornaram dois patriarcas ou duas tribos da nação de Israel. Assim sendo, a contribuição de Zilpa foi deveras muito importante e determinante para a história do povo de Deus. Nossa aplicação espiritual e moral para os nossos dias, quando militamos aqui na terra como Igreja, o novo povo de Deus, podemos entender e aceitar que os propósitos eternos de Deus, podem ser plenamente realizados através de nós, ainda que isso aconteça de forma que não vejamos como o modo convencional ou natural das coisas acontecerem. Valorizamos a importância da pessoa com sua integridade e direitos e temos isso como uma bênção de Deus; mas quando algo indesejado, não planejado ou mesmo um ato grave altera o curso de uma vida, podemos crer no amor e na capacidade da redenção de Cristo para reconstruir vidas e refazer a história da pessoa. Também quando alguém ainda não conhece bem os caminhos do Senhor e cometeu erros que mudaram seus planos e sonhos, ainda assim Deus é fiel e salva, liberta e transforma tudo o que estava destinado a ser uma tragédia em uma vida de bênçãos, alegrias e muito louvor para a sua glória. Deus pode consertar qualquer vaso quebrado, é só levar a ele os cacos. Não fique vivendo e remoendo o seu passado e as oportunidade perdidas, construa uma nova história e viva o melhor de Deus para você; pode ser que sua atitude faça com que sua nova vida seja ainda mais cheia de significados do que se nada precisasse ser restaurado. A vida de Zilpa pode nos ensinar que a persistência é a maior virtude daqueles que têm a Fé como norte de vida.

Pai nosso que estás nos céus, verdadeiramente seja santificado o teu nome agora e sempre em nossas vidas, pelas escolhas que fizermos e pela vida que podemos viver para tua honra e louvor, abraçando os nossos desafios e aceitando com humildade as nossas poucas capacidade de fazer sucesso por nossos próprios esforços, mas podemos confiar que os pensamentos são muito mais elevados do que os nossos e os teus caminhos mais altos e melhores do que os nossos; então conduza-nos pelas veredas direitas por amor do teu nome; vê se há em nós algum caminho mau, e guia-nos pelo teu caminho eterno. Oramos em fé no nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Débora, a Ama de Rebeca

Meditação do dia: 18/09/2021

“E morreu Débora, a ama de Rebeca, e foi sepultada ao pé de Betel, debaixo do carvalho cujo nome chamou Alom-Bacute.”(Gn 35.8)

Débora, a Ama de Rebeca – Te convido a vir conosco nessa jornada de meditar sobre a vida de mulheres, que originalmente não faziam parte do povo de Deus, mas que entraram para a história e merecem o nosso respeito e consideração. Desde quando iniciei na leitura da Bíblia, esse versículo incrustrado como um diante em meio a uma rocha, me chamava a atenção e me perguntava, o por que dessa mulher ter esse registro tão diminuto, mas que deveria ter um significado, porque nada na Bíblia é dito de uma vez e nem de uma vez por todas; é preciso paciência, perseverança até alcançar sabedoria para apreciar pequenas coisas. O primeiro destaque que faço sobre Débora, (Deborah, no Hebraico) significa “Abelha.” Seu nome só é citado aqui, quando de sua morte. Uma vida toda de serviço e dedicação e quando morre, seu nome é lembrado. Isso não é ruim, nem descaso, mas é uma honra e um tributo que Deus fez questão de deixar registrado na sua Palavra, a uma pessoa que se caracterizou por servir aos servos de Deus. A primeira aparição dela foi quando Rebeca aceitou a proposta de casamento de Isaque levada a ela por Eliézer o servo de Abraão, que fora até Harã na casa dos familiares de Abraão para que Isaque se casasse com alguém da sua própria linhagem. Quando Rebeca aceitou o pedido e partiu para Canaã, Débora, que era sua ama, foi com ela. “Então despediram a Rebeca, sua irmã, e sua ama, e o servo de Abraão, e seus homens. E Rebeca se levantou com as suas moças, e subiram sobre os camelos, e seguiram o homem; e tomou aquele servo a Rebeca, e partiu” (Gn 24.59,61). Débora deixou sua terra, sua família e seus costumes para acompanhar Rebeca e a servir. Ela se tornou parte daquela família, conhecendo Abraão, Isaque e deve ter sido também a ama de Jacó e Esaú. Registros não bíblicos dão conta que ela depois de certo tempo passou a viver com Jacó e sua família, isso provavelmente depois da morte de Rebeca, com quem ela era muito ligada, deve ter visto Rebeca nascer, crescer, se casar, ter filhos conforme a promessa e a bênção de Deus e estar com sua senhora até quando morreu. Não é preciso exercício de raciocínio para acreditar que ela esteve presente em todos os grandes momentos de Rebeca, na luta para ter filhos, na gestação de gêmeos briguentos no ventre e depois ver os meninos crescerem e um dia se separarem. Deve ter sofrido com Rebeca ao ver as decisões de Esaú e a saudade que sentia de Jacó tão distante. Aqui acredito estar a razão dela ter ido viver com Jacó quando não mais tinha Rebeca para assistir. A importância dela era sem dúvida marcante na vida de Jacó, pois ao falecer, ele a sepultou num lugar muito especial e marcante, em Betel, local onde ele encontrara Deus quando saíra de casa exilado. Ele a sepultou debaixo de um carvalho e chamou aquele lugar de “Alom-Bacute” que significa “Carvalho do pranto, ou do choro.” Por uma questão de dias, talvez menos que uma semana depois, nasceria Benjamim, o caçula de Jacó e Raquel, com toda certeza, Débora queria muito participar dessa emoção, pois depois de criar Rebeca, os filhos dela e ver Jacó casado com as duas sobrinhas de sua senhora e ainda poder participar do nascimento de um dos filhos de Jacó seria a coroação de uma vida de sucesso. Mas ela se foi, e logo em seguida, foi Raquel também, quando teve trabalho no parto. Jacó perdeu duas mulheres importantes de sua vida em poucos dias, e isso a história não conta, mas está nas entrelinhas. Minha aplicação é para as pessoas que dedicaram uma vida inteira em servir e abençoar pessoas e famílias, alguns que criaram seus próprios irmãos, ou sobrinhos e até netos ou filhos de amigos ou se dedicou a tal ponto que sua história ficou esquecida. Não esquecida diante de Deus, como foi com Débora! Sua maior recompensa é a satisfação de um trabalho bem feito, ter cumprido seu papel. O servo verdadeiro, é anônimo e importa que o seu senhor ou senhora seja conhecido (a) e honrado. Não existe grande servo, ou é grande ou é servo. Mas diante de Deus não existe essas distinções e a história de Débora, com um único versículo prova isso. Quando chegarmos na eternidade, poderemos encontrar muitas dessas pessoas que foram anônimas, desconhecidas, invisíveis até aos olhos de muitos, mas não de Deus. Um testemunho, de muitos textos e meditações que escrevi até hoje, houve muitos emocionantes, belos, mas esse foi especial, o escrevi com o coração apertado e os olhos marejados e parei algumas vezes para abrandar a emoção. Débora, me desculpe, por não ter prestando tanto atenção na sua vida e no seu exemplo. Tiro o chapéu para você, e pode aguardar, vou te cobrar um abraço daqueles que talvez só Jacó tenha ganhado. A gente se vê!

Senhor, agradecemos pela vida de serviço, Débora fez parte da formação do seu povo e estava presente e disponível para servir sempre que as matriarcas e os patriarcas precisavam. Ela conheceu todos eles, aprendeu a conhecer ao Senhor através deles e abençoou suas vidas. Queremos servir a ti e às pessoas que farão toda a diferença no teu reino. Esse é o nosso tempo e a nossa vez. Agradecemos a Jesus pelo exemplo de  servir e nos conduzir a seguir seu modo de vida. Abençoados somos e abençoados seremos pela fidelidade àquilo que é esperado de nós. Em o nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Agar, a Egípcia

 Meditação do dia: 17/09/2021

“Assim tomou Sarai, mulher de Abrão, a Agar egípcia, sua serva, e deu-a por mulher a Abrão seu marido, ao fim de dez anos que Abrão habitara na terra de Canaã.” (Gn 16.3)

Agar, a Egípcia – Vamos começar nossa série sobre as mulheres de origem estrangeiras que de alguma forma, marcaram a história do povo de Deus e tem seus nomes registrados para o tempo e a eternidade. Começaremos por Agar, mas não será mais do mesmo, uma repetição, porque já escrevemos uma série inteira sobre essa mulher e foi muito abençoador. A série até se tornou um livro que foi dedicado às mulheres da Igreja Batista Monte das Oliveiras, aqui em Guararapes, por ocasião do Dia Internacional da Mulher, em Março deste ano. Ao escrever agora nessa nova temática, entendi que ela merece muito estar na lista, porque para todos os efeitos, consideramos que Israel e por extensão o povo de Deus, começa com Abraão, o nosso pai da fé; e Agar fez parte importante da vida dele e por causa das promessas de Deus e nas tomadas de decisões ela se viu envolvida e gerou um filho do patriarca. Sem o bairrismo de amarmos a Israel e descendermos espiritualmente deles e por ter os descendentes de Ismael como rivais em muitas coisas, não podemos deixar de apreciar o agir de Deus na vida de Agar, tanto é que por ela ser quem era e fazer o que fez, agindo em fé e obediência a Deus, foi abençoada e ganhou sua própria promessa de Deus. Isso não é pouca coisa! “Disse-lhe também o anjo do Senhor: Eis que concebeste, e darás à luz um filho, e chamarás o seu nome Ismael; porquanto o Senhor ouviu a tua aflição” (Gn 16.11). Ela era uma serva de Abraão e Sara; era uma egípcia; era uma mulher vivendo num contexto histórico e cultural muito difícil à luz do que entendemos hoje, mas não era invisível aos olhos de Deus. Ela sofreu, foi afligida e não tinha meios legais e humanos de fazer valer quaisquer direitos pessoais, mas Deus a contemplou e a socorreu e lhe deu uma grande promessa. Mais importante do que receber uma revelação de Deus é ter fé coragem de obedecer e acreditar até ver aquilo se cumprir. Agar foi esse tipo de mulher de fé, que serve de exemplo e modelo para qualquer mulher atual. Observe bem o que lhe foi dito: “E disse: Agar, serva de Sarai, donde vens, e para onde vais? E ela disse: Venho fugida da face de Sarai minha senhora. Então lhe disse o anjo do SENHOR: Torna-te para tua senhora, e humilha-te debaixo de suas mãos. (Gn 16.8,9). O anjo lhe ordenou voltar e se humilhar para sua senhora e ele voltou e se submeteu, porque agora ela tinha a sua própria promessa e aquele era o caminho de Deus honrá-la. Se ela não recebeu livramento da situação, ela o recebeu na situação. Pelo fato do filho que nasceria ser filho de Abraão, o amigo de Deus, esse menino levaria as marcas de descender de uma pessoa boa e justa, de muita comunhão com Deus e comprometido com a vontade Deus, assim Ismael seria naturalmente um homem abençoado. “E quanto a Ismael, também te tenho ouvido; eis aqui o tenho abençoado, e fá-lo-ei frutificar, e fá-lo-ei multiplicar grandissimamente; doze príncipes gerará, e dele farei uma grande nação” (Gn 17.20). Deus até antecipou que Ismael teria doze filhos e se multiplicaria grandissimamente em grande nação, sendo também o cumprimento da promessa de que Abraão seria pai de muitas nações. Quero aplicar aqui como se fosse uma conclusão, para mim, para todos os adoradores de Deus e uma palavra para as mulheres cristãs – Acontecem e acontecerão muitas coisas em nossas vidas, que por alguma razão foge ao nosso controle ou responsabilidade e somos premidos e até obrigados a agir como não gostaríamos, como aconteceu com Agar. Ela não foi imoral, indecente, leviana, mas ainda assim se viu numa situação sem direito de escolha como pessoa humana, tornou-se uma consorte para gerar filhos para sua senhora. Ele não pediu e não buscou aquilo, ela talvez tivesse seu próprio sonho e esperava ter uma família. Mas Deus cuidou dela e cuida de nós em TODA e QUALQUER situação; nada está fora ou longe do governo de Deus e não podemos deixar de acreditar no seu amor e no seu propósito, ainda que não vejamos da nossa ótica como isso acontecerá, mas podemos crer. Mudanças de rotas podem ser caminhos alternativos de Deus para alcançarmos algo melhor do que o bom que estamos querendo. Agar, já ouvira sobre Deus através de seus senhores Abraão e Sara, mas agora ela teve a sua própria experiencia e se tornou uma adoradora e deixou um memorial para a posteridade que eternizava sua fé. “E ela chamou o nome do Senhor, que com ela falava: Tu és Deus que me vê; porque disse: Não olhei eu também para aquele que me vê? Por isso se chama aquele poço de Beer-Laai-Rói; eis que está entre Cades e Berede” (Gn 16.13,14). Tenha sua própria experiencia com Deus e não viva na sombra da experiencia de seus pais, seu pastor, sua igreja. Ao falar com Deus e sobre Deus diga: “O meu Deus que me vê!”

Senhor Deus que me vê, me conhece, me ama e me aceita! Diante de ti não há nada encoberto, longe ou difícil demais para que não possas me abençoar ou oferecer cuidado e respostas. Neste dia, queremos louvar-te por nos acolher em amor e nos socorrer nos momentos difíceis ou até mesmo naqueles nos quais não temos controle, mas entregamos a nossa vida e todos os cuidados em tuas mãos, pedindo graça e sabedoria para agirmos como verdadeiros adoradores daquele que sempre está conosco. Abençoamos a vida de cada mulher que está ao alcance da nossa intercessão, para que se levantem no poder do teu Espírito, para um dia de bênçãos e vitórias, onde estão e pela fé poderão transformar a situação presente e difícil num testemunho do poder do teu amor. Renove as forças das tuas filhas e como Agar, que elas tenham uma visão nova de tua glória, do teu caráter e do teu poder. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Estrangeiros?

Meditação do dia: 16/09/2021

“Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus;” (Ef 2.19)

Estrangeiros? – Com esse texto da meditação de hoje, pretendo fazer uma ponte ligando uma idéia que venho alimentando a algum tempo, que por sinal continuará alinhado com o propósito de meditar sobre a Palavra de Deus, também de forma temática, baseando-me também em personagens bíblicas cujas histórias considero relevantes para meu crescimento espiritual e humano. O texto escolhido para hoje pode não ser o tema e nem estar tão inserido na proposta, mas serve muito bem encabeçar. Outra questão é que entre os textos sobre José, que fechamos ontem e o próximo personagem, que mui provavelmente será Moisés, eu resolvi dar uma atenção a um tema feminino, mas nem por isso, mas pelo papel dessas mulheres na história de Israel e do povo de Deus no passado e que serve de lastro para muita coisa que conhecemos e experimentamos na Nova Aliança. Quero destacar nos próximos dias e inicialmente não pretendo alongar muito, mas estou pretendo escrever sobre algumas mulheres que originalmente eram “estrangeiras” (me permitam usar esse termo, que não é adequado para todas); por que elas adentraram no povo de Deus e cavaram seus espaços e foram pessoas muito importantes naquele contexto. Hoje então, não irei falar sobre nenhuma delas, dando um spoiler para vocês, mas apenas introduzindo o assunto dos próximos dias. Como servos de Deus, adoradores do Senhor único e Criador de todas as coisas e isso inclui todos os povos, sabemos que Deus não faz acepção de pessoas, “E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas” (At 10.34) Deus é Deus e está muito acima dessas questiúnculas humanas separatistas e que gostam de segregar uns e superestimar outros, as vezes até rotulando de forma muito abrangente a todos, como se todos fossem iguais. “Meus irmãos, não tenhais a fé de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas. Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois redargüidos pela lei como transgressores” (Tg 2.1,9). No trata diário como pais e como família sabemos que uma das coisas mais desiguais que existe é quando os tentam tratar a todos os filhos iguais, mesmo sabendo que são diferentes, com características, personalidades, gostos e preferencias. No afã de ser justos incorrem exatamente no contrário, sendo justamente injustos. Então, vou deixar em suspense os corações de vocês e o meu também, porque permitindo que o Espírito Santo nos oriente conforme a sua unção preciosa, vamos escrever seguindo a direção desse vento do Espírito e pode ser que nem utilizemos uma sequencia lógica, seja cronológica ou de determinados graus de importância e autoridade que elas exerceram. Bem-vindos às cenas dos próximos capítulos das mulheres super poderosas da nossa história.

Senhor Deus e Pai, agradecemos pelas pessoas que vieram a fazer e construir a história do teu povo aqui na terra e nos serviram de modelos e pudemos tirar lições de suas experiencias. Queremos demonstrar  respeito e consideração por cada pessoa que tem a sua história e como todo ser humano, precisa de redenção em Cristo Jesus. Obrigado pela minha vida vida e a minha história e de tantas outras pessoas que foram alcançadas pela graça infinita e bondosa do Senhor. Agrademos de coração, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Pela Fé

Meditação do dia: 15/09/2021

“Pela fé José, próximo da morte, fez menção da saída dos filhos de Israel, e deu ordem acerca de seus ossos.” (Hb 11.22)

Pela Fé – É fascinante tudo o que temos na Bíblia e na história do povo de Deus sobre a fé. Não menos fascinante é que com todos os seus predicados, não temos textualmente na Palavra de Deus uma definição de fé. O mais próximo disso que em muitas ministrações cumpre esse papel, sem o ser é o primeiro versículo do capitulo onze da Carta aos Hebreus. “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem” (Hb 11.1). É mais fácil descrever a fé do que defini-la. Esse capítulo particularmente é dedicado ao assunto fé; os mais poéticos chamam-no de “A Galeria dos Heróis da Fé.” Convenhamos que realmente é um título que faz jus às suas descrições e narrativas. Os antigos, ou os primeiros a andarem com Deus, o fizeram pela fé e obtiveram bons resultados e deixaram suas vidas e registros como testemunho para as novas gerações, das quais você e eu agora fazemos parte, como igreja militante. Igualmente pela mesma fé, deles e nossa entendemos que os mundos e tudo que há foram criados e aceitamos pacificamente a verdade bíblica como saudável e suficiente para dar a credibilidade que precisamos para fundamentar nossa fé no Deus Criador e nos recursos por ele utilizados. Nossa fé em nenhum momento entra em choque ou rota de colisão com a ciência, muito pelo contrário, a ciência é uma bênção da multiforme sabedoria e graça de Deus distribuída aos homens como dádiva e cumpre muito bem o seu papel de validar tudo o que a Palavra de Deus afirma. É a fidelidade de Deus e capacidade de perfeição que possibilita leis tão precisas e fixas no universo, permitindo assim a factilidade científica. A sabedoria e o conhecimento são dons de Deus, tanto quanto a fé. “Falou Daniel, dizendo: Seja bendito o nome de Deus de eternidade a eternidade, porque dele são a sabedoria e a força; E ele muda os tempos e as estações; ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos entendidos. Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz” (Dn 2.20-22). Somos dirigidos pela nossa fé e ela base segura. “Mas o justo viverá pela fé; E, se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele” (Hb 10.38). O Escritor aos Hebreus incluiu José na galaria daquelas pessoas ousadas e que fizeram a diferença nos seus tempos, lançando as bases para que após eles, pudessem ser edificadas todas as próximas etapas do maior projeto de Deus em relação à humanidade. Pela fé, próximo de sua morte, ele mencionou aos que as promessas de Deus estavam logo à frente, para que eles perseverassem firmes e levassem seus restos mortais, porque ela queria ficar na posse daquilo que dentro de seu coração, pela fé, a promessa sempre estivera de pé. Estamos vivendo sob os auspícios da iminente volta de Cristo à terra para cumprimento de sua promessa de levar a sua igreja e consumar a obra da redenção, incluindo as etapas de restaurações e purificações necessárias e descritas para os finais dos tempos. Divisamos isso pela fé! As aparências do mundo ao nosso redor, de que tudo está muito firme, muito consolidado e que as coisas sempre serão como sempre foram, é uma ilusão e uma armadilha para quem estiver desprevenidos na fé. Vivemos, trabalhamos e servimos aqui, mas não somos daqui e nem pretendemos ficar aqui. Deus tem coisas melhores para todos nós.

Senhor, obrigado por alimentar a nossa fé com a esperança firme de que todas as tuas Palavras se hão de cumprir a seu tempo. Pela fé podemos esperar confiantes e firmes a cada dia. Te louvamos de todo o nosso coração e nos fortalecemos na fé através das verdades eternas do Senhor. Oramos com gratidão em nome de Jesus, amém.

Pr Jason