Prostraram-se Diante de José

Meditação do dia: 24/08/2021

“Depois vieram também seus irmãos, e prostraram-se diante dele, e disseram: Eis-nos aqui por teus servos.” (Gn 50.18)

Prostraram-se Diante de José – Há coisas que sabemos, como também há coisas que sabemos que não sabemos, além daquelas que não sabemos que não sabemos. Tá meio confuso? Pois é o futuro tá logo ali na nossa frente, sabemos que ele está lá, estamos certos que está, mas não sabemos o que ele mostrará e nem o que faremos em relação a esses eventos possíveis. Uma das maiores fraudes e manipulações da vida é alguém tentar agir como se soubesse o que virá e ainda induzir pessoas a agirem como se fosse absolutamente certa a sua posição. Agir em fé, não é desse jeito e nem passa por esses processos aleatórios de erros e acertos. A fé se baseia e se firma em verdades da Palavra de Deus, sobre a base do caráter do Autor e Consumador da nossa fé. É incerto e invisível para mim, para nós humanos, mas não para Deus. Então quando Ele está envolvido, não há o que temer. Estamos acompanhando a vida dos meninos de Jacó, que para evitar um futuro “desfavorável a eles” agiram como se pudessem antecipar os fatos e corrigir o erro antes que viesse a acontecer; um erro chamado “José.” Na ótica deles, se esse rapazinho crescesse poderia ser problema para eles e anteciparam: “Antes que o mal cresça, corte-lhe a cabeça.” Tudo o que fizeram foi só para evitar que um dia viessem a prostrarem-se diante dele, como ele vinha sonhando e contando para eles. Eles não pensaram no contexto das coisas, nas condições de vida e da história quando isso um dia viesse a acontecer. Acreditavam num plano maior de Deus para a vida deles, mas estavam agindo para que coisas que não lhes fossem agradáveis não viessem a acontecer. Todos queremos evitar a dor e o sofrimento, a derrota e a vergonha ou situações que nos expõe a humilhação; ninguém quer passar por provação e nem situação de aperto e escassez ou privação. Mas muitas dessas coisas acontecem dentro de um contexto de aprendizagem que exigem uma dose de disciplina que voluntariamente não se tomaria aquelas decisões. Abraão foi homem de fé, rico, famoso por promessa divina, amigo de Deus, ouvia a voz de Deus, andava por fé e mesmo assim não foi poupado de provas, dificuldades, apertos, tensão e conflitos, falhas e erros, e nem por isso também deixou de ser a pessoa que foi. Aqui estamos vendo uma cena que por muito tempo a gente torcia para ver acontecer: Aqueles dez homens, prostrados diante de José. Eles já haviam feito isso antes, até mesmo sem saberem diante de quem estavam e depois quando souberam pela primeira, se apressaram ainda mais a se curvarem e prostrarem porque José tinha poder suficiente sobre eles e estavam na desvantagem e sob acusações de conspiração contra o estado. Aí, até eu, que sou bobo me prostraria. Mas hoje, não; Eles enviaram mensageiros a José, com pedido de perdão em nome deles e de um pedido do pai, e quando José chegou, chorando, compassivo e compreensivo para com eles, tratando-os por igual – de irmão para irmão; eles voluntariamente se prostraram diante de José. Agora era José, o líder, mas o irmão que merecia deles o reconhecimento e a honra; que perseverara na fé e na proposta de ser uma bênção na vida deles, ainda que não merecessem. Eles agora sabiam que José era um grande homem, não só de agora, no Egito, mas desde garoto lá em Canaã, ele já era grande o suficiente para fazer sombra sobre eles e foi isso que incomodava. Ninguém naquela época sabia que não sabiam. Até mesmo José já sabia o que ainda não sabia, mas tinha o tempo certo das coisas acontecerem. Se eu fechar essa meditação te perguntando e a mim também: Como você estará daqui a dez anos? Vamos aproximar a lente e focar mais perto: Qual o seu sonho ou desafio para até 31 de Dezembro de 2021?

Senhor, graças te rendemos por estarmos nas tuas mãos e com certeza é um ótimo lugar para se estar, quando não sabemos de nada e nossas capacidades são muito limitadas, mas estamos em comunhão com um Deus Todo-Poderoso que sabe e pode todas as coisas, assim, pedimos sabedoria e compreensão para lidar com aquilo que está fora do nosso conhecimento no momento, mas que podemos confiar que não estarem sozinhos e nem desamparados da tua graça e bondade. Oramos em fé em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

O Choro Que Abençoa

Meditação do dia: 23/08/2021

“Portanto mandaram dizer a José: Teu pai ordenou, antes da sua morte, dizendo:
Assim direis a José: Perdoa, rogo-te, a transgressão de teus irmãos, e o seu pecado, porque te fizeram mal; agora, pois, rogamos-te que perdoes a transgressão dos servos do Deus de teu pai. E José chorou quando eles lhe falavam.”
(Gn 50.16,17)

O Choro Que Abençoa –Falando em choro, como é isso na sua experiencia de vida? Pelo que me lembro, lá pela minha adolescência, um tanto quanto afirmação, eu sufocava o choro e só admitia chorar “de raiva,” quando não podia reagir. Anos mais tarde, já convertido e me encaminhando no treinamento para o ministério, vim a descobrir que esse caminho escolhido, não era bom e não recomendado pela sabedoria divina. “Não sejas companheiro do homem briguento nem andes com o colérico, para que não aprendas as suas veredas, e tomes um laço para a tua alma (Pv 22.24,25). Tentei corrigir e trabalhei por isso, e vi bons resultados, mas fiquei num dilema, uma pessoa sem lágrimas, a não ser de alegria ou uma cena emocionante de um filme ou história dramática. Parecia que fui de um extremo para outro. Ganhei fama de durão e em algumas situações as pessoas mais próximas até apostavam: “dessa vez ele chora!” Hoje ainda estou lidando e trabalhando, nisso, mas quando acontece de chorar na oração e poder lavar a alma diante de Deus, eu aprecio muito e não inibo e não busco também o choro. Já desconfiei que Deus me conhece bem melhor do eu mesmo e que Ele sabe muito bem lidar com “o jeito da madeira.” Acredito que você também tenha a sua própria história e experiencia com o choro e as lágrimas e que de forma piedosa tenha experiencias de lidar com isso sem violentar a sua consciência e nem endurecer só para dar a aparência de que é “quebrantado” ou “durão.” Seja você mesmo, e lide com as emoções de forma saudável e acima de tudo como algo que faz parte da sua pessoa, não é um defeito, não é uma falta – Deus fez tudo certo e com propósitos bons. Se aceite! José ouviu os irmãos lhe pedirem perdão pelas atrocidades que cometeram contra ele, à muitos anos atrás. José entendeu, o presente pedido, como havia entendido o anterior e até o momento em que tudo aquilo acontecerá. Ele era um adolescente e muito protegido pelo pai, com certos privilégios acima e além dos demais irmãos, escudados pela desculpa de que era órfão de mãe, a esposa preferida do pai; havia ficado com um irmãozinho bebê, sem a mãe no dia do nascimento e esse contexto todo de ser criado só pelo pai e servas e criadas de serviços, enquanto os irmãos todos, tinham suas mães ali por perto o tempo todo. Quando surgiu a rivalidade e cresceu a animosidade, eram muito jovens, imaturos e alguns deles agiram pelo “efeito manada,” inflamados por Judá, um líder natural e capaz de se impor sobre os mais novos. Agora o contexto era outro. Todos eram adultos, homens trabalhadores, pais de famílias, com seus próprios filhos e até netos, podiam entender agora por experiencia o coração de Jacó e de José; o próprio Judá perdera dois filhos muito jovens e seu coração tinha cicatrizes e marcas que só mesmo Jacó e José talvez pudessem compreender. O pedido de perdão fora comovente para José, porque era sincero da parte dos irmãos, e era acolhido com apreço e honestidade por ele, que havia compreendido os propósitos do Senhor Deus Todo-Poderoso, que se valera daquilo para salvar a todos. Doze homens e um choro! Isso é mais que um dramalhão! É uma lição de vida e de fé, como se faz as coisas certas da maneira certa.

Senhor, meu Deus e nosso Deus, porque somos uma família, somos um corpo e precisamos muito de caminharmos juntos e estarmos afinados e unidos em propósitos de fé. Reconhecemos os teus planos para nossas vidas e agradecemos o privilégio de participarmos dele, podendo assim servir ao próximo enquanto rendemos graças e louvores a Ti como nosso pai e Deus Grande. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Perdão em Família

Meditação do dia: 22/08/2021

“Portanto mandaram dizer a José: Teu pai ordenou, antes da sua morte, dizendo:
Assim direis a José: Perdoa, rogo-te, a transgressão de teus irmãos, e o seu pecado, porque te fizeram mal; agora, pois, rogamos-te que perdoes a transgressão dos servos do Deus de teu pai. E José chorou quando eles lhe falavam.”
(Gn 50.16,17)

Perdão em Família – Em família estão os laços mais fortes e mais próximos de uma pessoa. Ali acontecem os maiores e principais acontecimentos da vida, desde o nascimento até o funeral. Nas lápides dos cemitérios de culturas próximas ao cristianismo, sempre se pode ver uma estrela e uma data; ao lado, ou abaixo, uma cruz e uma data – esse conjunto identifica o dia do nascimento e o dia da morte da pessoa; começo e fim. O que há no meio, as vezes representado por um hífen (-) é o que chamamos de vida, o conjunto de experiencias, lutas, vitórias, derrotas, alegrias e tristezas, conquistas grandes e outras nem tanto. Nesse famoso intervalo, muitos relacionamentos acontecem, podem ser fortes e duradouros, ou podem ser quebrados e intermitentes, como foi o caso de José e sua família. Ele perdeu à mãe, ainda muito cedo na vida, quando do nascimento de seu irmão Benjamim. Ainda bem cedo, começou a sofrer pressão dos irmãos por ser considerado excessivamente protegido e preferido pelo pai. Seus problemas se agravaram quando ele começou a ter sonhos nos quais inferiam que ele exerceria um posição de domínio e autoridade sobre todos da família, incluindo os pais e os irmãos. No mais, todos já temos acompanhado a sua saga de onde houve uma ruptura completa e unilateral por parte de seus irmãos. Uma pergunta que me vem à mente, e se vem à mim, provavelmente já veio a muitos outros cristãos e leitores da Palavra de Deus: Entre aquele primeiro encontro dos dez irmãos com o governador do Egito, onde José se fez de desconhecido e criou uma situação de sondagem da vida deles, até agora, ao voltarem do sepultamento do pai, em Canaã, será que eles (os dez) não haviam pedido perdão a José? Pessoalmente acredito que tenham sim. Lá mesmo na casa de José, depois que ele revelou sua verdadeira identidade. Também posso acreditar que na chegada de Jacó com toda a família, eles devem ter conversado e quando José contou a versão oficial, do seu ponto de vista e de sua experiencia, desmontando toda a farsa dos irmãos, eles devem ter trabalhado nessa questão. Há muitas possibilidades, por isso, também muitas combinações de acertos. Mas quero sair da narrativa deles lá e trazer isso para o campo das nossas experiencias pessoais e familiares. Temos muitos irmãos magoados e feridos nos relacionamentos entre família. Assuntos que ficaram pendentes e nunca mais se voltou a eles e alguns nem se falam mais desde então. Outros seguem numa condição de “rebeldia muda,” onde não se fala, não toca e não se expressa nada, mas a inclinação é de distanciamento. Outro mal, perigoso é o de valorizar o orgulho e valer-se da intimidade familiar para não admitir os erros. Voltaram a se falar, frequentam socialmente os mesmos lugares e até compartilham de festas e confraternizações, fazem e prestam serviços e ajudas mutuamente, mas se toca mais naquilo. Nesse sentido acho construtiva a atitude dos irmãos de José, talvez falando mesmo a verdade sobre uma última recomendação do pai, para que eles passassem à limpo aquela história do passado. Então eles procuraram José para conversar. Não importa para nós, qual era a verdadeira motivação deles, a questão é que o acerto precisa existir e o perdão dado e recebido. A maturidade deve nos levar a buscar o caminho da paz e das boas relações. Muitos erros e pecados cometidos por nós no passado, foram feitos num contexto de maturidade ou imaturidade e que hoje não seriam provavelmente cometidos. Então, entendendo e aceitando a condição e o tempo das pessoas, vamos construir pontes e restabelecer laços quebrados e ralações estremecidas, para o bem de todos e felicidade geral da nação.

Pai, obrigado por cuidar de nós em todo tempo e situação. Nada esteve fora de teu olhar de bondade e misericórdia; também admitimos que erramos e tomamos atitudes que quebraram a confiança e os relacionamentos com pessoas que nos eram e são ainda muito queridas e queremos restabelecer tudo isso ao normal e aceitável para quem é filho de Deus. Agradecemos a ajuda do Espírito Santo para conduzir os nossos corações a uma atitude certa e boa, em perdão, amor e humildade para dar e receber perdão. Oramos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Você Está Pensando no Que Estou Pensando?

Meditação do dia: 21/08/2021

“Vendo então os irmãos de José que seu pai já estava morto, disseram: Porventura nos odiará José e certamente nos retribuirá todo o mal que lhe fizemos.” (Gn 50.15)

Você Está Pensando no Que Estou Pensando? – Não é uma frase inédita e nem rara entre as pessoas. Nem tampouco ela significa afinidades tão grandes que um pensa exatamente igual ao outro. Está mais para um colóquio, percebendo algo, se presume que há uma direção lógica e então se volta para a outra pessoa(s) e pergunta: “Você está pensando no que eu estou pensando?” Quase sempre a resposta é afirmativa. Essa é a linha de partida da nossa meditação de hoje, onde os irmãos de José, perceberam uma mudança de cenário e as perspectivas poderiam ser muito ruins ou mesmo desastrosas para eles e seus familiares. Como filhos, eles deveriam desde sempre terem respeitado as ordens e instruções do pai e cuidaram uns dos outros e protegerem-se dos perigos externos e manter a família unida e segura; mas não foi o que aconteceu anos atrás lá na Terra de Canaã, onde eles deixaram a temperatura das relações com José subirem a um nível tão perigoso, que se aproximou de homicídio com características de barbárie, se não fosse a providencial intervenção de Ruben. Se uniram novamente após sumirem com José e mantiveram entre eles um segredo ruim e perigoso, contanto que o tempo e as areias do deserto lhes trouxessem alívio, sepultando de vez a José, aí, mesmo que a verdade viesse à tona, já era tarde e irremediável. Já ouvi dizer que “aquilo que é irremediável, remediado está!” José sobreviveu, deu a volta por cima e ainda salvou a pele deles, trazendo-os para debaixo de sua proteção e cuidado. Aquilo que dez não fizeram tendo recursos e condições, José fez pelos dez e os demais familiares. Agora, sob as vistas de José e de Jacó, eles “andaram na linha” por muitos anos, mas chegou o tempo e Jacó partiu para a eternidade, juntos eles o levaram para Canaã e o sepultaram com honras e as reverencias que o patriarca merecia e retornaram para o Egito e às suas vidas. Mas na primeira oportunidade, que se juntaram, quem sabe, para relatarem os fatos da viagem, de ida e volta, com escolta e muitas celeridades, o que garantia segurança, proteção e bons suprimentos. Alguém então levantou a questão, se José resolvesse encerrar o seu patrocínio? Se ele tivesse honrado seu pai e agora desse proteção e abrigo apenas para Benjamim, ou a nenhum? Outra conclusão deles, era que se José desejasse puni-los em retribuição ao tratamento recebido por parte deles, seria muito provável que ele teria plenas condições de êxito, porque ele tinha até o aparato imperial e Faraó do lado dele. Quero aplicar algo aqui: O que as pessoas estão pensando de você? Ou de mim? Quais as conclusões que estão fazendo? Até poderão agir baseado simplesmente em suas pressuposições (in)fundadas. Devemos nos preocupar? Devemos mudar nossa conduta ou propostas de vida? NÃO! Exceto, se estivermos errados ou com intenções erradas. O que as pessoas fizeram no passado e nos feriram, prejudicaram e nos colocaram em dificuldades, mas já resolvemos e perdoamos, não devem alterar a nossa palavra empenhada. Se elas mudarem, é responsabilidade delas. Nossas escolhas, sempre irão revelar nosso caráter, então deverão ser boas escolhas, sempre!

Pai, obrigado pela oportunidade de reconstruirmos nossas vidas e relacionamentos que foram quebrados pelos erros de nossa vida passada. Agora somos novas criaturas e desejamos andar em fé e sermos bons modelos no testemunho daquilo que fomos beneficiados por ti. Não merecíamos perdão, mas mesmo assim fomos perdoados, aceitos, acolhidos e pudemos começar tudo novamente. Agradecemos, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

José Voltou Para o Egito

Meditação do dia: 20/08/2021

“Depois de haver sepultado seu pai, voltou José para o Egito, ele e seus irmãos, e todos os que com ele subiram a sepultar seu pai.” (Gn 50.14)

José Voltou Para o Egito – Voltar atrás é uma coisa bem diferente de retornar a um lugar de onde se saiu. Gostaria de explorar quem sabe um campo que diz respeito aos efeitos de escolhas ou acontecimentos de nossas vidas. Intencionalmente ou não, fatos e ocorrências afetam a gente! Toda mudança causa insegurança e inquietação até que as coisas se acomodem. Aqui estou querendo ver o quadro pela ótica de José, que saiu de Canaã, ainda muito jovem, um adolescente e foi uma ruptura dolorosa e impactante na sua vida. Primeiro, porque não fora sua escolha; segundo, não fora uma necessidade que obrigou uma decisão drástica como aquela; em terceiro lugar, fora um ato de violência por parte de seus irmãos. Eu saí de casa, pouco mais de um mês antes de completar vinte anos, e o fiz por necessidade de trabalho, então fui tentar a sorte em Anápolis, onde já morava um dos meus irmãos, que me recebeu com muita alegria e tínhamos uma ótima relação de amizade e companheirismo. Ele me deu todo o suporte necessário para começar a minha jornada fora da casa de meus pais; jornada essa que dura até hoje, pois nunca mais voltei para casa, em termos de morada. De lá segui para o Seminário e depois para o início do ministério pastoral em Sabará na Grande BH e o resto é uma longa história. Em todos esses anos, sempre que volto à Goiás e ou à casa de meus pais e irmãos é uma sensação maravilhosa, saudosa, do tipo “o bom filho à casa torna!” (Bom filho é por minha conta, tanto familiar quanto a ser goiano). Emparelhando a minha experiencia com a de José, agora com aproximadamente cinquenta e seis (56) anos de idade; trinta e nove (39) anos depois, pegando o caminho de volta para Canaã!!!! Não dá para comparar as duas jornadas, porque a ida foi por sequestro, talvez até amarrado sobre um animal de carga, ou sendo arrastando andando à pé enquanto era zombado e privado de água, alimento e descanso e se vendo distanciar cada vez mais de casa e de uma oportunidade de libertar-se e fugir. Agora a preocupação maior era em honrar a memória do velho pai que ele levava de volta para ser sepultado. Agora ele não era mais um escravo, um produto ou objeto mercantil, mas um homem nobre, uma autoridade respeitável e com todas as garantias de segurança. O coração de José, certamente ainda palpitava forte também pelas lembranças e memórias, que ninguém da família, o pai ou os irmãos sabiam ou poderiam imaginar. Ele agora ao retornar para o Egito, era uma escolha pessoal e uma etapa da sua jornada de crescimento, que o levou a ser uma pessoa sem rancores, mágoas ou marcas que não lhe permitissem ser a resposta de Deus para o seu tempo. Ele agora era o segundo homem forte do Egito, era esperado pelo próprio Faraó; tinha trabalho, família e ali agora estava o prosseguimento das promessas de Deus para ele e para todos, sob sua responsabilidade. José sabia o seu lugar! As emoções, as memórias, as tristezas ou alegrias estão dentro da gente, como estava dentro dele, mas a vida segue e as responsabilidades também. Elas devem nos impulsionar para frente, para cima e para coisas maiores!

Obrigado, Senhor, pelo dia de hoje e pela história que cada pessoa tem e que foi construída com tudo o que aconteceu. Foram coisa boas e outras não tão boas, mas o teu amor e o teu cuidado estiveram presente o tempo todo e nos guardou, nos protegeu e isso fez a diferença, para chegarmos aonde estamos hoje. Agradecemos, em nome de Jesus, pela vida de cada pessoa que foi e continua sendo bênçãos em nossas vidas. Amém.

Pr Jason

Grande e Dolorido Pranto

Meditação do dia: 19/08/2021

“Chegando eles, pois, à eira de Atade, que está além do Jordão, fizeram um grande e dolorido pranto; e fez a seu pai uma grande lamentação por sete dias.” (Gn 50.10)

Grande e Dolorido Pranto – A vida tem nos ensinado que cada povo e cada cultura tem seus valores que são expressos de forma natural e apropriados nas ocasiões em que deles se necessitam. Em muitas situações, aquilo que é estimado como precioso e digno de respeito em uma cultura, pode não ter o mesmo peso em outra e assim, vai acontecendo com povos e lugares por toda a terra. Os tempos e as necessidades também adaptam os rituais e assim vão se processando modificações, ou variações que por fim se tornam mudanças. Pensando em um tema como a morte, o processo de velar e sepultar ou outra destinação dos restos mortais, percebo que quando criança, e ao menos no interior do Brasil, os corpos eram sepultados em uma cova funda, de sete palmos de profundidade (+ – 1.54m); medida essa que servia até para significar que  alguém estava morto. Hoje, me parece que as covas são rasas e também há outras opções de destinação, como cremação do corpo e guardar-se as cinzas, ou sepultá-las em local preferido da pessoa em vida ou mesmo jogá-las ao mar ou satisfazendo a última vontade do falecido. Jacó teve um funeral digno de um chefe de estado de grandes influencias e prestígio, pois José tinha meios disponíveis para embalsamar o corpo, segundo os conhecimentos científicos da época pelos egípcios, podendo assim preserva-lo bem para ser transportado para sua última morada em sola da Terra de Canaã. Houve rituais da cultura egípcia, ao menos no que tange a tempos e prazos de luto necessários antes do sepultamento. Também é verificado o ritual da fé hebraica daqueles tempos, com a família lamentando e pranteado. As ciências comportamentais preconizam a importância de um processo completo e respeitoso desse período para que as pessoas que realmente estão envolvidas e são próximas daquele ente querido que veio a falecer, possa se organizar interiormente e ajustar as medidas e o comportamento de agora em diante sem mais a presença e a influencia física daquela pessoa. Para os cristãos de matriz evangélica, é muito importante a assimilação das verdades bíblicas e doutrinárias da Nova Aliança, da qual fazemos parte. Segundo o apóstolo São Paulo, “Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor. Porque foi para isto que morreu Cristo, e ressurgiu, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos (Rm 14.8,9). Também falando aos cristãos de origem grega, que vieram de uma vida de fé politeísta e eivada de mitologia sobre mortos e lugares dos mortos, ele resumiu bem a esperança que Cristo oferece e que serve de consolação para todos nós até à sua volta. “Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras” (1 Ts 4.13,18). Sua esperança está firmada e fundamentada naquilo que você verdadeiramente acredita. Uma boa filosofia de vida, morte, eternidade etc. pode não servir de consolo na hora que mais se precisar. Em Cristo e nas verdades do Evangelho, sim, isso é possível e realizável.

Deus eterno e soberano sobre as nossas vidas; te louvamos e agradecemos pela vida e por tudo que ela nos oferece para este tempo e para a eternidade. Em Cristo todas as coisas se fizeram novas e podemos experimentar um agir da tua graça e bondade, mesmo sem o nosso merecimento. Queremos honrar ao Senhor com nossas vidas e servi-lo com amor e fé, para evidenciarmos o quanto é importante a obra realizada por Cristo na cruz. Temos esperança e nos norteamos por ela, sabendo que é segura e firme, porque poderoso é aquele que nos fez as promessas. Oramos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Só Para Adultos

Meditação do dia: 18/08/2021

“Como também toda a casa de José, e seus irmãos, e a casa de seu pai; somente deixaram na terra de Gósen os seus meninos, e as suas ovelhas e as suas vacas.” (Gn 50.8)

Só Para Adultos – Quando crianças muitas vezes ficamos indignados com o tratamento que nos era dado pelos pais, familiares e adultos em geral. Sem uma compreensão amadurecida da vida, gostaríamos de participar de praticamente todas as atividades que nos pareciam atraentes e agradáveis e claro que também queríamos evitar qualquer coisa que nos fosse apetecível ou divertida. Mas o que realmente frustrava a gente, era que para determinadas coisas, éramos considerados grandes, fortes e bons e logo em seguida para outras atividades diziam que ainda éramos pequenos, fracos e aquilo era para os maiores ou só para os adultos. Definitivamente a gente não entendia, e hoje parece que as coisas não mudaram muito. Espiritualmente, como sabemos a vida espiritual se assemelha muito com a vida natural e alguns princípios que se aplicam para uma, há correspondência na outra. Depois da experiencia do novo nascimento, produzido na pessoa por obra e graça do Espírito Santo, vem o processo de crescimento, que tal qual o crescimento natural de um bebê, depende de boa alimentação, cuidados dos pais ou responsáveis, descanso adequado, sono e exercícios; assim dia a dia vamos observando o desenvolvimento físico, mental e emocional da criança e percebendo sinais de gostos e preferencias, capacidades e habilidades. O exercício constante de todos esses processos produzirá uma pessoa num futuro bem próximo, de muita vitalidade e destrezas. Um novo convertido precisa se alimentar da Palavra de Deus, na proporção certa e adequada para ir adquirindo resistência e crescimento. “Desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo” (I Pe 2.2). À medida que vai crescendo, aumenta-se as medidas e a variedade, para que supra todas as necessidades que dia a dia vão surgindo. Uma dieta certa e balanceada, trará tudo que for necessário para o bem-estar e crescimento da criança; isso à princípio é responsabilidade dos adultos para com ela; assim como na igreja, os adultos espirituais precisam assumir a paternidade espiritual dos novos na fé e guia-los cuidadosamente até que tenham condições de cuidarem de si mesmos. José viera de Canaã quando ainda era um garoto, não fora escolha sua, mas Deus conduziu um processo de separação, capaz de prover os elementos que produziriam o tipo de maturidade, crescimento e desenvolvimento para que ele se tornasse um estadista de extrema competência e fidelidade. Os demais familiares desceram para o Egito anos mais tarde, já sob convite de José e ali permaneceram. Aconteceu a falecimento de Jacó, o patriarca da família, que manifestara em vida o desejo de ser sepultado com seus pais em Canaã. Agora chegara a hora deles honrarem a memória do pai e fazer o trajeto de volta. Todos os adultos em condições de viajar naquelas condições da época se dispuseram a ir e todos os jovens e crianças ainda não considerados aptos ou necessários, tiveram que ficar, para guardar e cuidar das propriedades, animais e manter um mínimo de atividades necessárias. Quando o assunto é as atividades da sua família espiritual, a sua igreja local, você e eu somos dos que vão ou dos que ficam? Se vamos é porque somos úteis ou é para não provocarmos problemas aos que ficam? Se Ficamos, somos competentes para nos responsabilizarmos pelo andamento dos trabalhos, ou pirraçamos: “Já que eu não fui, também não ajudo!” Qual é a nossa atitude?

Senhor, obrigado por que há aqueles que são chamados para irem e cumprirem tarefas que não são necessariamente fáceis e agradáveis; também há os que foram chamados para ficarem dando todo o suporte necessário para o bem de todos. Pedimos a graça do entendimento e da sabedoria para sermos construtivos e participativos com alegria e bom grado em tudo, porque todas as coisas pertencem a ti e fazem parte de um projeto maior. Agradecemos pelo aprendizado, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Quanta Honra

Meditação do dia: 17/08/2021

“E José subiu para sepultar a seu pai; e subiram com ele todos os servos de Faraó, os anciãos da sua casa, e todos os anciãos da terra do Egito.” (Gn 50.7)

Quanta Honra – Há uma máxima nas Sagradas Escrituras que norteiam a vida e as ações do povo de Deus. “Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra” (Rm 13.7). Para o cortejo fúnebre de Jacó, saindo do Egito até Canaã, foi um concurso grandíssimo de pessoas nobres, anciãos, autoridades e certamente com todos os requintes de glória e respeito que uma grande autoridade merecia e recebia. Isso revela a importância da pessoa de Jacó, recebido no Egito não só como o pai de José, o primeiro ministro de Faraó, mas como uma pessoa de autoridade e merecedor respeito e honra, tanto em vida quando na morte. Faraó dispensou todos recursos e serviços disponíveis à serviço de proporcionar a José, condições de cuidar de seu pai com o devido valor e respeito. Podemos pensar, em conjecturas, meramente como exercício de raciocínio, como teria sido, caso Jacó e José tivessem escolhido realizarem o funeral ali mesmo no Egito. Mui provavelmente seria marcante e monumentos seriam erigidos como a um chefe de estado. Mas a escolha de Jacó, contempla o elemento fé! Ele nascera sobre promessa e vivera nessa mesma fé, por todos os seus dias e mesmo passando por provações tão difíceis, ele se manteve firme, sabendo que o Deus Todo Poderoso seria com ele e cumpriria suas promessas. Ao descer para o Egito, à convite de José, sua fé foi confirmada e Deus se lhe revelou e lhe deu garantias de ele seria vencedor e morreria no Egito sob os cuidado do filho, mas que as promessas não morreriam com ele, ao contrário, um dia eles sairiam de volta para sua Terra Prometida. Por essa promessa, Jacó escolheu ser sepultado em Canaã, junto aos demais patriarcas. No presente aquilo seria um lugar simples, até mesmo sem a presença de seus filhos e família, mas ele via o futuro, onde não apenas uma família estaria ali por perto, mas uma nação inteira, sob as bênçãos da aliança eterna, onde eles seriam o povo de Deus, com a missão de abençoar todas as famílias da terra. Gosto de pensar em que José não rejeitou ou dispensou as honras humanas e temporais dadas de bom coração por Faraó e pelo Egito; mas aquilo não seria um motivo válido para esquecer as promessas e ou se contentar com bem menos do que o futuro poderia oferecer. Como cidadãos terrenos, devemos oferecer nossos serviços de qualidade e excelência de forma a beneficiar e abençoar as nossas cidades e construir legados que fazem diferença na vida das pessoas, sem que isso nos furte o coração do nosso verdadeiro objetivo de vida e nos separe do nosso verdadeiro tesouro. “Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Mt 6.21).

Graças te rendemos, óh Senhor Deus Todo Poderoso, pela nossa vida e pela maneira como podemos construir aqui, relacionamentos bons e construtivos, que abençoam as pessoas e as famílias. Entendemos que as honras dos homens não são para furtar o nosso coração de tuas promessas que são grandes, poderosas e eternas, sendo que fomos chamados para isso e através delas, glorificar o teu santo nome. Agradecemos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Compromissos de honra

Meditação do dia: 16/08/2021

“Meu pai me fez jurar, dizendo: Eis que eu morro; em meu sepulcro, que cavei para mim na terra de Canaã, ali me sepultarás. Agora, pois, te peço, que eu suba, para que sepulte a meu pai; então voltarei.” (Gn 50.5)

Compromissos de Honra – Em nossa cultura, com relação à vontade última de uma pessoa, é um tipo de compromisso sério que se não deve romper. Prometeu, tem que cumprir e mesmo que não comprometeu, mas se aquilo era a vontade da pessoa e ele expressou isso, então está valendo também. Jacó havia manifestado o desejo de ser sepultado em Canaã, na mesma sepultura da família, em Macpela, onde já estavam Abraão e Sara, Isaque e Rebeca e Lia, que ele mesmo havia sepultado lá antes de virem para o Egito. Para ele, era como a posse de uma promessa, onde os patriarcas receberam a palavra e fizeram uma aliança, mas a posse definitiva ficaria para os seus descendentes num futuro já determinado por Deus. Então ele, Jacó queria estar ali, na terra onde ele nascera sob promessa, vivera nessa fé e juntamente com seus pais e avós, alimentaram seus corações com a verdade de que seriam de fatos donos daquele território. José era o filho em autoridade na Egito, e capaz de fazer cumprir as promessas de Deus, porque ele também cria e ainda mais, desejava honrar seu pai e viver na certeza de que tudo terminaria como Deus havia prometido. Nós, hoje, não temos uma promessa geográfica, física e territorial para tomar posse ou reivindicar diante de Deus. Nossa parte na herança já está mais adiantada e somos herdeiros de promessas espirituais, modelo e estilo vida com padrões elevados e somos participantes pela fé, de todas as promessas feitas à Abraão, Isaque e Jacó. Fazemos parte da Nova Aliança, celebrada com melhor sacrifício e melhores promessas, porque também temos um melhor sacerdote e agora, pela graça através da fé, somos alcançados com a redenção em Cristo. José estava comprometido com a palavra dada ao Pai, e precisava de permissão para se ausentar para o ritual do sepultamento do corpo de Jacó. Ele voltaria para continuar seu trabalho e seu ministério, ele era importante na engrenagem da administração do império e o próprio Faraó contava com isso. Podemos olhar para essa cena, como precisamos olhar para as nossas vidas que precisam serem retomadas em muitos aspectos, ainda que aquilo não pareça tão espiritual ou tenha uma finalidade ministerial. Mas fazer o que se precisa é um ministério. Servir as pessoas é importante. O autor do livro “Chamados Para Criar,” cita que fazer ou criar produtos e serviços de qualidade é mais importante do que colocar um versículo bíblico na embalagem dos produtos. Demonstramos nossa fé e devoção a Deus e a consciência de nosso chamado, ao fazermos nossas tarefas e nossos produtos que a melhor qualidade e eficiência. A excelência começa com a busca de Deus.

Senhor, obrigado por honrarmos ao Senhor com as nossas vidas e atividades de trabalho, dando um bom testemunho e demonstrando ao próximo a nossa fé e a nossa visão de que tudo está em tuas e que governas com justiça e verdade. Somos gratos pelas promessas e as boas coisas que elas nos trazem. Permanecemos consagrados e desejosos de servir com qualidade, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Dias de Choro

Pr Jason

Meditação do dia: 15/08/2021

“Passados, pois, os dias de seu choro, falou José à casa de Faraó, dizendo: Se agora tenho achado graça aos vossos olhos, rogo-vos que faleis aos ouvidos de Faraó, dizendo:” (Gn 50.4)

Dias de Choro – Nas palavras do sábio rei Salomão, há tempo para todas as coisas debaixo do céu. “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou” (Ec 3.1,2). Quero pensar juntamente com vocês sobre o momento ou o tempo de cada um de nós. me refiro também e mais especificamente à experiencia pessoal e individual pela qual passamos e naquele momento nos encontramos de certa forma afetados. As experiencias boas, agradáveis e de grandes realizações nos permitem uma alegria e euforia que contagia a muitos ao nosso redor. Também há os momentos tristes e de perdas, que nos mergulham em vales emocionais de tristeza e choro. Costumo dizer que o mesmo sol que amolece a cera, também endurece o barro – isto quer dizer que cada pessoa é afetada ou reage de forma diferente por um mesmo evento. O luto por exemplo, vem para uma família e cada um dos membros ali reagem de certa forma; isso é real, precisa ser respeitado e todos receberem apoio e carinho. Alguns no momento se comportam de forma serena, respeitosa e procura agir para facilitar todo processo e amparar os demais. Outros desabam logo de início e logo se recuperam; enquanto outros irão sentir e manifestar só mais dias à frente. José e os seus irmãos fizeram esse caminho, com relação ao luto por seu pai. Mas chegou o momento de “terminar” os dias de choro; Esse também é um momento importante para a pessoa. Não se pode ficar apegado sem querer deixar que vida prossiga, mas também não pode ser desapegado à ponto de não haver o devido respeito e consideração para os demais. José fez o seu bom trabalho e prestou suas homenagens e respeito à figura de seu pai e foi respeitado por isso, deixando para tomar as providencias administrativas e pedidos ao soberano do Egito para pudesse também ser agraciado com a condição de cumprir sua palavra empenhada ao pai sobre a destinação final de seus restos mortais. O que cremos é muito importante e determina os passos que precisamos dar. Isso fecha um circulo e um ciclo de suma importância. Quando não se encerra etapas, elas ficam em abertas e essas lacunas emocionais tendem a afetar o andamento da vida dali em diante. Por isso que se recomenda fazer os devidos acertos e manter as coisas em dia para que quem parte vá em paz e sem pendencias e quem fica, possa prosseguir sem culpas e ressalvas. As lembranças que ficam devem ser boas e sem não o forem, não devem produzir peso e ser um fardo emocional para ninguém. Aqui, o lema do exército brasileiro cai bem: “missão dada é missão cumprida!”

Senhor, obrigado pelos momentos difíceis, mas pela graça misericordiosa que acompanha os teus filhos e nos facilitam andar em fé, viver pela fé e descansarmos na fé e na esperança de tenha alguém muito especial cuidando de nós e de tudo que nos diz respeito. Agradecemos pela vida e tudo de bom que ela nos trouxe e que podemos servir as pessoas ao nosso redor. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason