Origem e Destino

Meditação do dia 11/06/2019 

 “Partiu, pois, Jacó de Berseba, e foi a Harã;(Gn 28.10)

 Origem e Destino – Pequenos detalhes descritos nas Escrituras podem revelar grandes verdades capazes de mudar o curso da história e particularmente de uma pessoa. Prestar atenção neles então, se torna uma fonte de aprendizado constante. Partir para uma jornada, uma mudança ou iniciativa de realizar alguma coisa, em todos os casos está se tratando de iniciar um projeto. Chegar a um final ou através do caminhar atingir coisas boas, torna o projeto todo um sucesso. Quando mais jovem ouvi de um professor um ensinamento que durou segundos, mas permanece valendo para mim até os dias de hoje, pois foi um princípio e isso não vem com prazo de validade. Na ocasião ele mostrou-nos duas situações de empreendimentos com dois finais diferentes. O primeiro foi a construção da torre de Babel, onde a massa de gente aderiram a um projeto comum e com o qual estavam todos comprometidos, mas uma idéia rebelde e em desobediência a uma ordem de Deus de se espalhar como civilização por toda a face da terra. O final: “Por isso se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o Senhor a língua de toda a terra, e dali os espalhou o Senhor sobre a face de toda a terra” (Gn 11.9). Terminou em confusão e dispersão. Outro projeto, foi o de Abraão, Deus o chamou e disse para ir para uma terra que lhe seria mostrado, e ele partiu em obediência e fé. “Assim partiu Abrão como o Senhor lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Abrão da idade de setenta e cinco anos quando saiu de Harã. E tomou Abrão a Sarai, sua mulher, e a Ló, filho de seu irmão, e todos os bens que haviam adquirido, e as almas que lhe acresceram em Harã; e saíram para irem à terra de Canaã; e chegaram à terra de Canaã” (Gn 12.4,5). Partiram e lá chegaram. Começar, muita gente começa, todo começa algo novo, mas chegar, concluir com êxito, é bem diferente. Aqui estamos vendo a mesma coisa acontecendo com o neto de Abraão, iniciando um projeto de vida, partindo de Berseba com destino à Harã. Inicio e fim. Ainda temos os acontecimentos intermediários que lhe valeram boas experiências, incluindo um encontro muito especial com Deus e também avistou a mulher dos seus sonhos antes mesmo de chegar à casa do tio. Projetos abençoados, em obediência e dentro dos propósitos divinos, tem tudo para dar certo e ainda prosperar a vida muito além daquilo esperado.

 

Senhor, obrigado por nos dar oportunidades constantes de recomeçar ou mesmo iniciar novos projetos ou novas etapas em nossa caminhada de fé. Pedimos sabedoria e graça para estar em sintonia contigo em todo tempo e honrar ao Senhor em tudo. É a nossa oração dessa manhã e desse dia, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Os Parentes Observam

Meditação do dia 10/06/2019 

 “E que Jacó obedecera a seu pai e a sua mãe, e se fora a Padã-Arã;(Gn 28.7)

 Os parentes Observam – Gostaria de pensar com vocês hoje, sobre a importância do nosso testemunho de vida e de fé, partindo do princípio que ninguém vive isolado e nem somos ilhas; estamos cercados de pessoas por todos os lados e entre todos esses, estão também parentes e familiares. É verdade que gostamos da ideia de que não temos nada a ver com a vida alheia e muito eles tem alguma coisa que ver com a nossa vida. Mas no fundo, no fundo mesmo, as influencias são inevitáveis e fazem parte do pacote da mordomia cristã. Deus espera que tenhamos relações construtivas com todos, incluindo os nossos familiares. Alguém azedamente disse que “parente é água quente!” ou seja, lide com eles com cuidado para não se queimar. Assim também, em tom de deboche, poderíamos dizer que “cada um tem os parentes que merece!” Deixando as farpas de lado e voltando para a piedade cristã, somos sal e luz e como tal, vemos todas as pessoas como alvos do amor de Deus e a nós como instrumentos para que sejam alcançados pela graça salvadora de Jesus Cristo. Mesmo que pareçam distantes ou indiferentes ao que nos acontece ou que fazemos, a verdade é que eles estão de olhos bem abertos sobre nós. Não sendo verdade, então estamos irradiando muito pouca luz e exercendo pouca influencia, de tal modo que estamos na condição de sal sem sabor, e aí complica tudo, no dizer de Jesus: “Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens” (Mt 5.13). Do ponto privilegiado de observação lá em Canaã, na família de Isaque, observamos nos últimos dias que depois daquela situação embaraçosa em busca da bênção do pai, os dois irmãos Esaú e Jacó “ficaram de mal” e Esaú falou que um dia mais pela frente ele se vingaria matando o seu irmão. Diante desses fatos as relações que estavam ruins ficaram piores e os pais se viram na obrigação de agirem para resolverem a situação. Poderíamos imaginar que qualquer um que fosse perguntar algo a Esaú, sobre seu irmão ele diria desdenhadamente que não tinha nada a dizer e que não se importava com nada que dizia respeito ao irmão. Mas percebemos que ele seguia de perto todos os passos do irmão e se ligava no que estava se passando. Ele observou, que os pais tomaram a decisão de enviá-lo para Harã com propósito de acalmar a situação entre os dois, evitar uma tragédia e principalmente para que Jacó se casasse com alguém da linhagem deles, conforme o estabelecido para herança da bênção do Avô Abraão; ainda observou que o pai, novamente abençoou Jacó e que este, tomara a decisão de obedecer os pais em todas essas questões. Estamos falando de que
Esau, estava de olho sim, na vida e no comportamento de Jacó e que as atitudes do irmão mostrou a ele que estava errado em ter casado com moças cananeias e para agravar mais ainda, o relacionamento delas com os pais dele não era nada construtivo e promissor. Jacó tomou decisões de obediência e fidelidade aos princípios de sua fé; esses resultados viriam a aparecer mais para frente, pois era o início do processo de semear; mas Esaú já se viu na obrigação de se movimentar e tomar medidas para melhorar as coisas. Mas o modo de agir de quem tem um coração endurecido, pouca valorização do sagrado, não pode produzir decisões melhores, apenas diferentes, mas alinhada com o pecado e a natureza dominada pela carne. Salomão disse algo muito sábio e profundo: “O que desvia os seus ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável” (Pv 28.9).

 

Senhor, pedimos graça para sermos obedientes em resposta ao teu amor e à retidão dos teus princípios. Desejamos alinhar os nossos corações ao princípios de vida e paz que agradam a ti e produzem bênçãos para todos nós. Em nome de Jesus, amém!

 

Pr Jason

A Despedida de Jacó

Meditação do dia 09/06/2019 

 “Assim despediu Isaque a Jacó, o qual se foi a Padã-Arã, a Labão, filho de Betuel, arameu, irmão de Rebeca, mãe de Jacó e de Esaú.(Gn 28.5)

 A Despedida de Jacó – Despedir-se nem sempre é fácil; mas faz parte das etapas da vida. Elas podem sinalizar o fim de um período e o começo de um novo ciclo no processo de maturidade e crescimento. Pais e filhos, normalmente sentem quando isso tem que acontecer; às vezes precedidos de ansiedade, insônia, tristeza e apreensão. Outras vezes nem tanto e também o contexto de cada um significativamente alivia ou aumenta essas manifestações. Alguns ao sair de casa, vão para um lugar já programado, conhecido e de referencia, mesmo já frequentado por outros familiares e até já faz parte da tradição familiar. Em outras situações, tudo é novo para todos; aí sim envolve um pouco mais de emoções e confiança. Biblicamente, os filhos terão que fazer essa jornada, pois à medida que se tornam adultos, precisam assumir suas responsabilidades e construírem suas vidas. Entendemos também como linguagem figurada, que SAIR pode necessariamente ser ir embora, para perto ou para longe, como também pode significar apenas, sair da responsabilidade e cuidados da família e se assumir e cuidar de si. Há muitos casos em que as pessoas moram distantes uns dos outros, sem contudo jamais terem “saído” de casa; enquanto também há casos em que ainda permanecem pertos, e até na mesma casa, mas está fora de casa, já independente. Quando essa hora chega, o ideal é que as relações pessoais estejam boas e em alto nível, caso contrário haverá pendencias emocionais e afetivas que deixarão suas marcas e as duas partes sentirão muito ou o processo de maturidade e independência não se efetivará. Os pais e os filhos precisam se preparar para essa fase também, pois qualquer que seja a necessidade que venha a ocorrer, precisará de maturidade e desenvolvimento de ambas as partes e capacidade de discernir os propósitos e o tempo de Deus nisso tudo. Jacó, aqui, foi liberado, abençoado e enviado, para cumprir o seu propósito e seu destino. É muito significativo observar que Isaque referiu de forma muito enfática que aquela viagem e aquela separação tinha um propósito e uma relação com a aliança, a herança e o destino por muitas gerações à frente do tempo deles: “E te dê a bênção de Abraão, a ti e à tua descendência contigo, para que em herança possuas a terra de tuas peregrinações, que Deus deu a Abraão(Gn 28.4). Permita-me frisar alguns pontos: a. Receber a bênção de Abraão; b. Ele (Jacó); c. Descendencia dele e com ele; d. Possua em herança (legado de pai para filho); e. A terra de Canaã, onde peregrinou). Proteção e cuidado são naturais nos pais, mas isso não pode ultrapassar certos limites, para se tornar superproteção, e subserviência dos filhos. Cada indivíduo tem suas próprias características e níveis de dependência de cuidados e apoio. Os mais afoitos e desejosos de se livrar da autoridade dos pais, precisam de certas doses de disciplina e maturidade, para não sair antes do tempo ou sem o devido preparo. Aqueles mais dependentes e tímidos em tomar iniciativas, precisam ser estimulados a exercer criatividade e segurança em suas decisões. Para os pais, os filhos sempre serão “pequenos e indefesos” e se muitos se valem disso para postergar a liberação deles para a fase adulta. Como pais cristãos e cientes de que são ministros de Deus para seus filhos encontrarem suas identidades e destinos, precisamos de orientação do Espírito Santo e confiança nos ensinos da Palavra de Deus, para nos sentirmos seguros com o trabalho que fizemos e com a capacidade do Senhor continuar a boa e grande obra em suas vidas.

 

Pai, graças te rendemos, pela tua capacidade de cuidar de nós em todo tempo e circunstancias. Não há nada que peças para nós, ou nos ordenes, que não tenhas experimentado e também a condição de sua graça se fazer presente. Podemos confiar em ti e na tua multiforme sabedoria para abençoar os nossos filhos e fazer deles tudo aquilo para o qual eles foram criados e dados a nós, os pais, para cuidarmos deles e prepara-los para as demais fases de suas vidas. Oramos por sabedoria e discernimento espiritual para fazermos bem feito a nossa parte, nessa etapa de crescimento e amadurecimento na vida deles, como filhos, pessoas, adoradores e servos do Senhor, agora e para sempre, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

A Bênção de Abraão

Meditação do dia 08/06/2019 

 E te dê a bênção de Abraão, a ti e à tua descendência contigo, para que em herança possuas a terra de tuas peregrinações, que Deus deu a Abraão.(Gn 28.4)

 A Bênção de Abraão – Eu gosto muito dessa conversa, sobre receber a bênção de Abraão. Primeiro porque ser abençoado é muito bom. Segundo, porque ser abençoado com a mesma bênção com que Abraão foi abençoado com procuração para transmiti-la para seus filhos de geração em geração é muito especial. Terceiro porque em Cristo sou um descendente de Abraão. Ele é o pai da Fé para todos aqueles que tem fé exercida em Cristo. “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro; Para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo, e para que pela fé nós recebamos a promessa do Espírito” (Gl 3.13,14). Se acredito que Cristo me resgatou da maldição da lei, e acredito e vivo livre disso; se acredito que Cristo se fez maldição por mim, e creio sem dúvida alguma; então porque não crer que a bênção de Abraão chegue também até mim, que até então era gentio, mas em Cristo isso mudou completamente pela fé; também se posso receber a plenitude do Espírito Santo como promessa, e recebi, e desfruto disso, porque então não procurar conhecer mais sobre a bênção de Abraão e seus efeitos na minha vida. Eu acredito, e por isso corro atrás de conhecimento e assim praticar os princípios que a faz funcionar e saturar a minha vida. “E fosse pai da circuncisão, daqueles que não somente são da circuncisão, mas que também andam nas pisadas daquela fé que teve nosso pai Abraão, que tivera na incircuncisão. Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi feita pela lei a Abraão, ou à sua posteridade, mas pela justiça da fé” (Rm 4.12,13). A bênção de Abrão, ou que ele recebeu era tríplice, para dizer pouco: a. Ela incluía a posse de uma terra prometida e bens materiais, que sabemos que aconteceu de fato. b) Incluia uma bênção familiar e geracional com vida e saúde. Ele nem mesmo podia gerar filhos e veio a alcançar isso aos cem anos de idade. c) Abrangia a vida espiritual, pois ele se tornou o Pai da Fé, o Amigo de Deus e abençoador de todos os que o abençoarem. Não faltou nada em nenhum aspecto da vida dele. Só para esclarecer: não sou adepto da linha positivista e muito menos da “negativista” – não sou da Teologia da Prosperidade, mas também não sou da Teologia da Miserabilidade. Minha batalha sempre foi, é e será por uma fé bíblica, simples e dependente da graça de Deus. O melhor que Deus tem para mim é Jesus e sua obra redentora e nele posso todas as coisas e seu propósito sempre será bom, perfeito e agradável a todos os que dependem dele. Falei e disse!

Pai, obrigado por se revelar ao teu amigo Abraão e fazer dele um homem de fé e bem sucedido em tudo. Por causa daquela fé e relacionamento, hoje podemos nos achegar a ti com ousadia e intrepidez na sala do trono. Obrigado, porque em Cristo todos nós podemos ter a nossa própria experiência contigo e andar nas pisadas do nosso patriarca espiritual. Obrigado, Senhor Jesus! Amém.

Pr Jason

Papel de Pai

Meditação do dia 07/06/2019 

 “E Deus Todo-Poderoso te abençoe, e te faça frutificar, e te multiplique, para que sejas uma multidão de povos;(Gn 28.3)

 Papel de Pai – O estudo geracional com base nos ensinamentos da Bíblia aponta o quanto o papel do pai é fundamental para implementar nas vida dos filhos as bênçãos de Deus e guia-los rumo ao conhecimento satisfatório de suas identidades e seus destinos. Os pais hebreus receberam esse modelo de criação de filhos do próprio Abraão, que abraçou a fé em Deus, como o Altíssimo, o Criador dos Céus e da Terra. A missão deles não era apenas fortalecer um conceito de fé monoteísta e de um Deus que não aceitava se representar por aparência física, como estátua, totem ou qualquer figura. Pensando num conceito mais profundo de fé, o patriarca não se envolveu com religião nenhuma; na verdade ele desenvolveu um relacionamento muito pessoal com Deus. A fé de Abraão estava centrada no relacionamento e não nos afazeres de rituais e obrigações. Os patriarcas essencialmente mantiveram esse nível de relacionamento; tudo muito pessoal e dinâmico, sem intermediários e sem regulações pesadas. Com o advento da nação se formando e com o cumprimento da promessa de leva-los à Terra Prometida, se fazia necessário a institucionalização da nação, porque já era muito numeroso e a convivência prolongada com os egípcios e outros povos politeístas e isso facilmente contaminaria o povo escolhido. Moisés e sua equipe de liderança, foram então os agentes da formação da nação e suas regulamentações. Assim veio a escrita das leis e rituais que se incorporariam na constituição da nação. Ali os pais foram contemplados com diversas citações para que se responsabilizassem pela transmissão de geração em geração do conhecimento e da fé no Deus de Israel. Uma dessas citações mais conhecidas acontece na repetição das leis: “Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas” (Dt 6.4-9). O que Isaque fez no nosso texto da meditação de hoje, foi exatamente isso; ele assumiu o seu legítimo papel de sacerdote de sua casa e chamou o filho que ainda se mantinha com disposição de andar nas alianças dos pais e deu-lhe instruções claras sobre o que fazer naquela situação, que seria o meio claro de evitar um conflito sangrento com Esaú; adquirir maturidade e responsabilidade através do trabalho pessoal e sob a tutela inicial do tio materno, em uma terra estranha para ele. Isaque confirmou a bênção paternal que havia proferido sobre Jacó, mas de forma inconsciente, porque foi por engano que o fizera. Agora ele o faz proposital e com autoridade, profetizando sobre o filho para as próximas gerações. Para nossos dias, precisamos que os pais, além de orar pelo bem estar físico, emocional e segurança dos filhos, precisam profetizar sobre suas promessas e impetrar a bênção pessoal, que como sacerdote e pai, você e eu temos autoridade e autorização para fazer.

 

Senhor, em teu nome e no poder do nome de Jesus, liberamos a bênção do entendimento espiritual para os pais e mães que estão lendo essa meditação, para que sob a unção do Espírito Santo percebam o potencial que o Senhor distribuiu a cada dos filhos e assim eles confirmem os teus bons propósitos e transformem o desejo e sonho de seus corações em ações de sacerdotes sobre seus filhos e famílias para ministrarem no poder de Deus e assim produzir gerações de filhos abençoados e bem sucedidos, cheios do temor do Senhor e comprometidos com o Reino e sua obra aqui na terra. Em nome de Jesus, oramos em fé. Amém.

 

Pr Jason

Tomando Atitudes

Meditação do dia 06/06/2019 

 “Levanta-te, vai a Padã-Arã, à casa de Betuel, pai de tua mãe, e toma de lá uma mulher das filhas de Labão, irmão de tua mãe;(Gn 28.2)

 Tomando Atitudes – E bastante comum a gente perguntar, ainda que informalmente, porque muita gente boa, cristã, firme, não experimenta em plenitude as bênçãos e as promessas da Palavra de Deus. Estivemos trabalhando esse tema na semana 5 da meditação dos 49 dias de Encontro com o Pai, na semana passada. Uma das causas principais, é a falta de exercita-se na piedade bíblica. Conhecem intelectualmente as promessas, vislumbram-nas, desejam-nas e param por aí. Muitos se satisfazem com o estado de como as coisas estão e se acomodam espiritualmente com apenas serem salvos, frequentarem uma igreja e contribuírem com alguma participação. Mas não investem sistematicamente e intencionalmente no próprio crescimento. O apóstolo Paulo escrevendo para Timóteo, fez uma contundente exortação: “Mas rejeita as fábulas profanas e de velhas, e exercita-te a ti mesmo em piedade” (I Tm 4.7). Exercitar-se, espiritualmente tem o mesmo sentido que aplicamos as questões físicas e intelectuais. É MALHAR mesmo! Suar a camisa! Repetir até a exaustão para ficar perito, ficar bom naquilo. Quem tem experiência de frequentar academias, sabe que nos primeiros dias a pessoa volta para casa “arrebentado, todo dolorido!” mas os resultados virão com a persistência e a dedicação. É disso que Paulo falava para Timóteo. É disso que estamos pensando sobre Jacó recebendo ordens e instruções de seu pai. Ele iria sair da zona de conforto, da casa dos pais, encarar uma viagem longa, por caminhos desertos, perigosos, desconhecidos até chegar à Harã, uma sociedade mais velha, já consolidada com seus costumes e culturas e onde ele seria um estrangeiro, vivendo de certa forma de favor com um tio que ele apenas sabia o nome. Deixava o conforto, a riqueza, os privilégios e até algum status, para ser um trabalhador. Jacó iria iniciar a vida, do zero, levantar sustento, casar, sustentar uma família e ensinar a ela os princípios da sua fé e transmitir as bênçãos e as alianças de seus pais. Embora fosse herdeiro de muitos bens e propriedades, ele estava abrindo mão, renunciando a tudo para começar sua vida. Começaria por conseguir uma esposa e assim iniciar sua linhagem. Isso me lembra Jesus, deixando a eternidade e a sua glória ao lado do Pai para se encarnar e servir humildemente, embora fosse o criador, o senhor e dono de tudo. Isaque tomou atitude de direcionar o filho que por sua vez tomou a atitude de andar em obediência e fé no Deus de Abraão, Isaque e agora também seria o Deus de Jacó. Quando é que você vai tomar atitude? Quando é que vai realmente assumir a sua posição dentro da aliança e das promessas? Conformo é bom, mas não é necessariamente o melhor e nem o que Deus tem para você e pra mim.

 

Senhor, obrigado pela capacidade de guiar-nos para os caminhos do trabalho, da renuncia e da confiança na tua capacidade de fazer o melhor para nós; em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

A Segunda Bênção

Meditação do dia 05/06/2019 

 “E Isaque chamou a Jacó, e abençoou-o, e ordenou-lhe, e disse-lhe: Não tomes mulher de entre as filhas de Canaã;(Gn 28.1)

 A segunda Benção – Alguns evangélicos costumam chamar o Batismo com o Espírito Santo, de “segunda bênção;” logicamente sendo a primeira bênção a experiência da salvação em Cristo Jesus. Jacó, aqui ganhou uma segunda bênção do seu pai, e dessa vez de forma limpa. Isaque o chamou e o abençoou, para um propósito específico, ordenando-lhe que evitasse a união com as filhas da terra de Canaã. Isaque estava agora consentindo com a exposição que Rebeca lhe fizera sobre a situação do relacionamento das esposas de Esaú, que pelo contexto, eram um legítima provocação para a fé e os propósitos divinos para os descendentes de Abraão. O relacionamento familiar entre sogra e noras não era dos melhores, pois Rebeca alegava estar passando por uma situação de amargura de alma e não gostaria que Jacó também entrasse por esse caminho. Não tenho procuração para defender ou agir em nome de nenhum deles, mas passa-me a impressão de que Isaque não havia tido esse tipo de conversa com seus filhos ou num nível em que eles ficassem conscientes da vontade dos pais, alinhados com as promessas de Deus e suas alianças. As vezes nós pais, agimos como se pelo fato dos filhos verem algo ou serem informalmente instruídos, é suficiente para que eles façam as escolhas certas e esperadas pelos pais; só quando isso não acontece, é que eles se dão conta de que falharam em alguma etapa do processo de educação e formação dos filhos. O ideal proposto por Deus e abraçado por Abraão e posteriormente adotado nas legislação mosaica por ocasião do êxodo, tudo for instituído e legalizado para perpetuação da transmissão dos propósitos deles para o legado eterno. A bênção geracional é muito importante para preservarmos as conquistas que tivemos, mas também para transmiti-las por várias gerações sem interrupção. Reconhecemos que os nossos patriarcas com suas origens e mentalidade oriental, tinham uma mentalidade muito mais focada nessas questões. A cabeça dos ocidentais hodiernos está muito mais ligada ao prazer e a realização pessoal. Tudo o que demanda esforço e compromisso de longo prazo vai sendo substituídos por modelos mais maleáveis e adaptáveis para a lei do menor esforço. Ainda olhamos para as Escrituras e gostamos do vemos, almejamos as bênçãos e os resultados ali registrados, mas na prática, preferimos fazer do nosso jeito e numa profundidade muito pequena. Amamos a Deus e acreditamos no chamado, na vocação e na capacidade divina de prover os meios necessários, mas arrazoamos muito os conceitos e princípios, de forma que ficam muito diluídos. Os papeis dos pais são agora divididos com babás, professores, cuidadores e especialmente os meios de comunicação. Filhos criados sem a presença e afeto dos pais, são apenas financiados e mantidos, mas sem uma presença real e influenciadora para se dizer discipuladora, corretiva e formadora. Mas as Escrituras ainda tem razão e devem ser a fonte infalível de  inspiração e modelo a ser seguido.

 

Senhor, obrigado pelos pais que abraçaram a paternidade como uma missão e uma tarefa sagrada. Filhos que se espelham nos pais de forma bíblica e temem ao Senhor e tem a tua Palavra como regra de fé e prática. Obrigado pelas igrejas e agencias de ministérios que se especializam em ajudar e promover o ensino saudável dos teus planos e propósitos. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Permanecer na Aliança

Meditação do dia 04/06/2019 

 “E disse Rebeca a Isaque: Enfadada estou da minha vida, por causa das filhas de Hete; se Jacó tomar mulher das filhas de Hete, como estas são, das filhas desta terra, para que me servirá a vida?(Gn 27.46)

 Permanecer na Aliança – As culturas apresentam determinados elementos que só se explicam pelos próprios contextos de seus valores e existências. O casamento está presente em todas elas e em cada uma tem lá os seus rituais simbólicos e que fazem questão de perpetuar não só pelo simbolismo, mas também pelos seus valores. Os hebreus iniciaram suas linhagens firmando-se numa premissa de terem uma aliança eterna com o Deus Altíssimo. Os termos de tal aliança faria deles um povo e nações de propriedade exclusiva de Deus. Todo o desenvolvimento deles, partindo de um único homem, Abraão e sua esposa Sara, viriam sucessivas gerações, todas abençoadas e destinadas à grandeza e à multiplicação até se tornarem numerosos como as estrelas dos céus. Deles viriam o Messias, a esperança bendita de todos os seres humanos que sofriam sob o peso de seus pecados e aguardariam nele a redenção e um reino perpétuo. Coube a Abraão, lançar as bases e instituir o roteiro do estilo de vida para seus filhos seguissem assim, de geração em geração. “Visto que Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e nele serão benditas todas as nações da terra? Porque eu o tenho conhecido, e sei que ele há de ordenar a seus filhos e à sua casa depois dele, para que guardem o caminho do Senhor, para agir com justiça e juízo; para que o Senhor faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado” (Gn 18.18,19). Nesse sentido, cabe à cada geração tomar os devidos cuidados para preservar a essência daquilo que os diferenciam dos demais. Na primeira geração, Abraão foi muito zeloso e cuidou para seu filho Isaque não se casasse com alguma cananeia e nem mesmo voltasse à terra de suas origens em busca de uma esposa. Ele encarregou o seu mordomo de fazer essa busca e foi assim que ele se casou com Rebeca, que veio com o entendimento de que ela estava adentrando a uma dinastia promissora diante de Deus e que se tornaria uma matriarca de nações e reis. Ao longo de sua vida em companhia de Isaque percebemos que ela assimilou perfeitamente bem esse conceito e lutou por ele, até mesmo com armas não adequadas ao exercício da fé. no presente momento, ela tem uma DR (discussão de Relação) com Isaque para primariamente salvar a vida de Jacó, que está jurado de morte por Esaú pela trapaça na benção paternal. Ela também apela em segunda instancia (diga-se de passagem disfarçada de primeira), para que Jacó seja “enviado” para Harã com vista a um casamento dentro do próprio clâ; e assim se manteria puro a linhagem da promessa. Não vamos julgar os méritos das intenções de Rebeca, mas era um meio legítimo de atingir uma finalidade espiritual de muita importância. Sabemos que na atualidade, vivemos uma quebra de valores, onde o sistema prevalecente na mentalidade da atual geração é que não há valores absolutos, mas tudo e relativo. Assim a desconstrução dos valores e tradições familiares e culturais, em nome de uma atualidade livre e sem barreiras, produz alianças mistas, esdrúxulas e aversas à fé e ao projeto original de Deus. A Palavra de Deus recomenda evitar o jugo desigual “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?” (2 Co 6.14). contudo estão discutindo hoje, é o que na verdade é “jugo” ou qual o conceito de “desigual” ou se quem escreveu isso, naquele tempo queria dizer…. bem, já vimos sabemos onde isso vai parar. Mas qual é a minha, a sua ou a nossa preocupação com a linhagem de bênção que Deus tem para nós?

 

Senhor, obrigado por ter um plano para tudo e tudo para realizar os teus planos. Somos teus e estamos diante de tua presença para viver e experimentar o melhor que tens para nós, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Previsões Imprevisíveis

Meditação do dia 03/06/2019 

 “Até que se desvie de ti a ira de teu irmão, e se esqueça do que lhe fizeste; então mandarei trazer-te de lá; por que seria eu desfilhada também de vós ambos num mesmo dia?(Gn 27.45)

 Previsões Imprevisíveis – O futuro a Deus pertence! Para nós, os mortais, ele é sempre opaco, imprevisível e indecifrável. Sem a ministração do Espírito Santo de Deus, o que chamamos de “profético,” todas as demais tentativas de prever ou antecipar fatos do futuro é mero exercício de charlatanismo. A soberania de Deus permite que ele mude os tempos e as estações, estabelecer reis e remover reis, escolher esse e rejeitar aquele, exercer juízo sobre um e misericórdia sobre outro sem que nada disso ofenda sua santidade de caráter e sua perfeita natureza divina. A centelha divina que há em nós é maravilhosa e nos atrai para ele, como se orbitássemos à sua volta e com o desejo de cada vez estar mais próximo. A vida centrada em Deus é maravilhosa e cheia de aventuras que terminam bem. A nossa querida irmã Rebeca, tomou decisões por conta própria com vista a alcançar para o filho as promessas de Deus, que na verdade já eram dele e nessa precipitação emocional quebrou a harmonia do seu lar e fomentou uma separação raivosa entre os seus dois filhos. Jacó, pensando com seus botões não tinha nenhum ódio, mágoa ou revolta contra o irmão. Na sua cabeça, ele apenas exercera o direito adquirido sob juramento ao comprar o direito de primogenitura de Esaú. Sua consciência podia até estar tranquila, mas sua vida estava em risco e as aparências era de que Esaú estava implacável e irreconciliável. Se os pais não haviam agido antevendo os fatos, parece que se viam de mãos amarradas agora, pois ambos haviam tomado partido de um ou de outro à revelia. A casa estava dividida, pois era Isaque e Esaú de um lado e Rebeca e Jacó do outro. Como nos dias de hoje, Rebeca resolveu jogar com o fator tempo, dar tempo e espaço entre os irmãos, assim a fúria se abrandaria e a saudade poderia produzir uma condição melhor para mediar a paz e selar a amizade entre eles, e para isso Jacó seria enviado temporariamente para Harã, para a terra natal da mãe, para viver com o tio até que Rebeca pudesse mandar busca-lo. Planos perfeitos, bem calculados e razoáveis. Mas o tempo e o futuro não estavam nas mãos dela, para prometer o que ela não sabia que poderia cumprir. O temor que ela alimentava de ficar sem os dois filhos, prevaleceu porque Jacó foi para longe sem sair do seu coração e Esaú ficou, mas a distancia permaneceu grande entre eles; e ele ainda se viu menos preferido e mais distante da bênção e da aprovação dos pais. Naquele dia quando Jacó pegou sua mochila e saiu e acenou para ela ao distanciar, foi a última visão que ela teve dele. Assumir a maldição que poderia vir sobre Jacó, não demorou muito para se materializar. “Porventura me apalpará o meu pai, e serei aos seus olhos como enganador; assim trarei eu sobre mim maldição, e não bênção. E disse-lhe sua mãe: Meu filho, sobre mim seja a tua maldição; somente obedece à minha voz, e vai, traze-mos” (Gn 27.12,13). Palavra de mãe tem muito poder! Por isso mesmo, precisam ser palavras ditas com sabedoria e temor de Deus. Na hora da raiva, da decepção, do desespero e da ignorância, se fala muito e sem pensar. Mães precisam ser cheias do Espírito Santo e profetizar poderosamente sobre seus filhos e como todos nós, precisam tomar cuidado com o uso das palavras.

 

Senhor Deus e Pai, obrigado pelas nossas mães que são um modelo de amor e dedicação em favor de seus filhos. Oramos por elas e abençoamos suas vidas e pedimos que prospere muito seus dias e seus ministérios de unir a família e produzir unidade e comunhão. Pedimos sabedoria dos céus para todas elas e que suas palavras sejam de bênçãos e edificação para construir vidas vitoriosas e produtivas para o teu reino. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Furor de Irmão

Meditação do dia 02/06/2019 

 “E mora com ele alguns dias, até que passe o furor de teu irmão;(Gn 27.44)

 Furor de Irmão – Toda ação produz uma reação igual e contrária, nos diz a ciência. Lidar com relacionamentos humanos e especialmente entre familiares não é uma ciência exata e precisa. Há fatores de difícil precisão e as potencialidades emocionais juntando-se as vontade e determinações, tudo isso pode se tornar um caldeirão fervente de reações imprevisíveis. O que Rebeca não sabia e não podia antever era que o coração de Esaú não era um campo cultivável de boas ações e maleável como talvez fosse o de Jacó. Anos mais tarde, cumprindo-se as promessas e profecias, um descendentes dela foi um grande rei e um homem muito sábio, estudioso e observador das relações humanas e escreveu o seguinte: “O irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte; e as contendas são como os ferrolhos de um palácio” (Pv 18.19). Salomão viu isso acontecer literalmente em sua família, dentro de casa, ali foi o seu grande laboratório de pesquisas e observações. Filho do grande Rei Davi, o homem segundo o coração de Deus; o pastor de Israel, herói de guerra, amado e respeitado em todo lugar e uma pessoa de profundas experiências com Deus. Contudo dentro de casa, houve tantos conflitos que daria para se estudar e tirar boas e acertadas conclusões sobre a natureza humana. Salomão viu seus irmãos degladiarem entre si, por posições, até mesmo por usurpar o trono do pai. Ele presenciou um abuso sexual de um irmão contra uma irmã e de todos eles, Absalão foi o mais afetado e guardou calado sua mágoa até que conseguiu ardilosamente atrair e matar o ofensor. No texto que estamos meditando hoje, Rebeca não pode prever os custos da ação que ela incentivara e essa semente semeada entre Jacó e Esaú, apareceu mais tarde entre os próprios filhos de Jacó. Exemplos falam mais altos do que palavras. Vimos isso entre Caim e Abel e a história se perpetuou e até os dias de hoje continua acontecendo e só mesmo uma operação grande e poderosa do Espírito Santo, para processar uma cura e sarar por completa as feridas nos corações de irmãos que se ofenderam as vezes até por pouca coisa, mas a intensidade e a proximidade dos relacionamentos potencializa os resultados. Hoje, gostaria de sugerir avaliações desses relacionamentos entre familiares. Em muitas situações os dois lados contemporizam e amenizam racionalmente os fatos e os efeitos, mas no fundo há mágoas, rancores, feridas e traumas por ofensas produzidas pelas ações da convivência e em certos casos por falta de tato ou exagero no exercício da autoridade ou poder delegado entre eles. Alguém bateu em alguém e quem bateu esqueceu completamente aquilo, já quem apanhou…. alguém expôs o irmão à vergonha e vexame público, deixando marcas e lembranças dolorosas que a pessoa carrega e arrasta pela vida afora. Creio que o Espírito Santo vai iluminar melhor os corações e em oração e atitude de humildade cada um vai perceber sendo sensível e permitindo que seus corações sejam iluminados e essas coisas más sejam vistas e tiradas dali, pelo arrependimento e pedido de perdão, liberação do perdão e assim irá surgir a reconciliação plena entre os irmãos e trará saúde e paz para as gerações. A cura é possível onde o arrependimento e reconhecimento for possível. Negar ou subestimar não ajuda, ao contrário, bloqueia o mover do Espírito Santo.

 

Pai amado, obrigado por sermos a tua família, uma grande família com muitos filhos, todos gerados pela Palavra da Salvação pela tua infinita graça e a grandeza da tua misericórdia. Reconhecemos os atritos e desgastes relacionais entre irmãos e nesse dia queremos luz do Senhor em nossos corações para iluminar aqueles cantos escuros e quartos secretos onde há coisas que nem nós mesmos queremos visitar e tomar conhecimento. Preferimos que eles permaneçam secretos, escondidos e guardados pela vergonha que passamos ou fizemos alguém passar; pelo peso que sobreveio ou pela calamidade provocada e tem sido um fardo pesado para se carregar e tem mantido a comunhão em compasso de espera; revela, Senhor a tua graça sobre nós e guia-nos pelos caminhos eternos e veredas direitas por amor do teu nome. Pedimos perdão a ti e coragem e força para fazermos os acertos necessários com quem nos ofendeu ou ofendemos. Queremos uma cura verdadeira e legítima operada nessas ralações, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason