Pragas e não Bençãos

Meditação do dia 24/02/2018

Feriu, porém, o Senhor a Faraó e a sua casa, com grandes pragas, por causa de Sarai, mulher de Abrão. (Gn 12.16)

Pragas e não bênçãos – Vamos direto ao ponto, porque isso é o que nos interessa. Não estamos aqui e nem fomos chamados para produzir pragas e males para a vida de ninguém, por mais pecadores que sejam. Nossa vocação é abençoar e trazer vida. Também já sabemos que cada um é responsável por seus atos e responde por eles. Assim faraó não era inocente, pois ao que tudo indica, culturalmente ele fazia valer o seu direito de senhor de tudo no seu país e pegava para si tudo o que lhe agradasse ou quisesse, desde objetos até pessoas para serviço e mulheres como amantes e concubinas e não era chegado em dar satisfações a ninguém sobre seus atos. Mesmo não sendo temente ao Deus verdadeiro, ele percebeu que havia alguma coisa errada e que aquela sucessão de males tinha uma causa em comum: a novo mulher que havia chegado em seu palácio. Devemos entender que é muito embaraçoso para nós cristãos e filhos de Deus, conscientes do nosso papel, nos vermos no meio de uma tempestade de males e sermos apontados por unanimidade e com razão, de que somos os causadores daquilo. Abrão estava no Egito, tecnicamente para fugir de uma crise em Canaã e espiritualmente estava ali à serviço como embaixador do Deus único e representante de um projeto de abençoar todas as nações. Mas a preocupação material e com sua segurança pessoal tirou o foco da missão. Concordo plenamente com qualquer um que disser que por esse meio também Deus se fez conhecido e faraó se viu confrontado por um Deus que ele não conhecia e muito menos se sentia na obrigação de se submeter. Estou mais inclinado a pensar que fazemos algumas escolhas que se tornam comprometedoras e Deus tem que si virar nos trinta para nos livrar e ainda fazer os seus planos darem certo. Ao que tudo indica, o Deus de Abrão teve que montar uma operação de livramento para Sarai e de forma que ela ainda pudesse sair viva e seu marido também. Um resumo bem curto da ópera: Precisamos de orientação divina sempre e em todas as situações da vida. Podemos estar em um ambiente de paz e onde nos sentimos seguros, mas também podemos ser levados para o reino de outro soberano e ali teremos um desafio bem maior. Mas onde quer que seja, somos sal e luz, abençoar é nossa missão e fazer Deus conhecido, amado e adorado está acima de quaisquer outros interesses. Nunca deixe de confiar na capacidade do Senhor cuidar de ti.

 

Senhor, todos os dias é um desafio novo, mas o Senhor continua o mesmo Deus fiel e poderoso e é nisso que deve estar a minha fé. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Quem Está te Fazendo Bem?

Meditação do dia 23/02/2018

E fez bem a Abrão por amor dela; e ele teve ovelhas, vacas, jumentos, servos e servas, jumentas e camelos. (Gn 12.16)

Quem está de fazendo bem? – Em termos espirituais só há dois caminhos: Um largo e outro estreito. Só duas portas: uma larga e outra estreita e só dois modos de proceder: O certo e o errado. Só há dois lugares na eternidade: No céu com Deus ou no inferno com o que ronca e fuça. Nos provérbios de Salomão ele disse algo muito interessante sobre riquezas e confere com o pensamento que iniciei essa meditação: A bênção do Senhor é que enriquece; e não traz consigo dores (Pv 10.22). Posso inferir desse texto que há duas maneiras de se adquirir riquezas e prosperidade material: Com a bênção do Senhor ou sem a bênção do Senhor. Prosperando com a bênção do Senhor não sobrevém dores e pesares, peso na consciência e insegurança interior, porque a origem de tais bênçãos são legítimas e puras e as marcas deixadas são de alegria e de favor aos que cooperaram e ajudaram a produzir tais riquezas. Sem a bênção do Senhor o mais provável é que a origem e os meios nem sempre são legítimos e quando são legais, nem sempre são morais e espiritualmente aprovadas por Deus. O rastro deixado é de ruínas, vítimas e pessoas exploradas e abusadas e deixadas para trás em pior estado do que se não tivessem se envolvido em tais empreitadas. Há uma frase de efeito muito citada por preletores e pregadores de assuntos familiares que afirma que “nenhum sucesso vale o fracasso do lar.” Olhemos bem a verdade sobre a situação em que Abrão se envolveu com sua família; ele foi chamado por Deus para ser bênção e abençoador para todas as famílias da terra e Deus seria com ele e o protegeria onde quer fosse. Mesmo ciente do chamado e da responsabilidade ministerial, ele foi para o Egito e agiu como se não estivesse inda a serviço de Deus, mas agiu como um homem natural, fazendeiro, preocupado com a economia e a manutenção do seu patrimônio. Para salvar a pele falsificou sua condição familiar e diga-se de passagem, com o consentimento da companheira de vida e de ministério. Geralmente a esposa é o ponto equilíbrio e sensatez do casal e arrasta o marido de volta para fazer o que é certo e que é a maneira habitual de conduta da família. Mas Sarai embarcou, sei lá, quem sabe ludibriada pelos elogios de lindona e desejada por todos e até do rei; fato é que assumiram uma identidade enganosa e com isso choveu riquezas. Faraó abriu os cofres e as porteiras e o missionário de Deus estava se tornando o rei do gado. A que preço? Toda vez que ele chegava nos currais e estábulos e via tudo aquilo que caiu do céu, de graça e ainda sou protegido do rei do lugar, que outros pensamentos vinham a sua cabeça? Foi para isso que fui chamado? A esposa que vai gerar uma descendência abençoadora está refém de um rei que tipifica o mal e o seu reino tipifica o mundo sem Deus! É isso que quero para minha vida? É até fácil meter a boca em Abrão e Sarai, mas e os milhares de cristãos que sacrificam suas famílias buscando riquezas e prosperidade em situações duvidosas, perigosas, estranhas e arriscadas tipo um deles ir para o exterior e ficar lá por anos e anos, expondo-se a si mesmo e a outra parte da família ao perigo, a imoralidade, e quantos desses não termina em divórcio, infidelidade, distanciamento afetivo, perda da convivência e da responsabilidade de criar os filhos. Tudo por uns trocados à mais. Quantos mentem, falsificam documentos e até forjam casamentos só para conseguir entrar ou permanecer em algum país. Quantos entram ilegalmente, vivem fugitivos da justiça e ainda tem aqueles que perdem a vida nessas tentativas. Deus pode nos sustentar aqui e em qualquer lugar do planeta e até fora dele. Podemos perder a bênção da vida prometida tanto aqui como fora. Quem nos chamou e nos fez a promessa é fiel e capaz de fazer infinitamente mais do que pedimos ou pensamos. Qual a origem da prosperidade da sua vida atual? Isso condiz com o seu chamado e as promessas do Senhor para você e para mim? O que você está sacrificando por uns trocados à mais?

 

Senhor, ilumina-nos no dia de hoje para pensarmos com pensamentos de homens de Deus, famílias do Senhor, com um chamado e uma vocação que vai muito além de conforto e bens materiais. Nunca faltou nada para aqueles chamados e enviados por ti que viveram segundo os teus preceitos. Talvez precisemos de mais fé ou mais obediência, mas o fato é que só com uma revelação do Espírito Santo e um discernimento muito preciso, poderemos nos converter desse modo mundano de ver a vida e desejar nos equiparar com os demais. Tenha misericórdia de mim e dos meus irmãos que entraram por esses caminhos e agora está difícil voltar. Em nome de Jesus, salva-nos desses caminhos de destruição. Amém.

 

Pr Jason

Meia Verdade

Meditação do dia 22/02/2018

Dize, peço-te, que és minha irmã, para que me vá bem por tua causa, e que viva a minha alma por amor de ti. (Gn 12.13)

Meia Verdade – Dizem que duas meias verdades podem não formar uma verdadeira inteira, ao contrário, pode ser uma grande mentira. Há situações na vida em que seremos pressionados de todas as formas, para violarmos os nossos princípios e acharmos uma solução mais fácil; mas nem sempre esses caminhos fáceis são viáveis e moralmente bons. Abrão pressentiu a possibilidade de um risco para a sua integridade física e antes mesmo de se constatar sua veracidade ou não, ele já havia planejado uma solução pessoal para o caso. Literalmente ele pensou que ao chegar no Egito, sua esposa Sarai, que era muito bonita poderia ser cobiçada por alguém e como eles eram estrangeiros e peregrinos por ali, poderia vir a ser vítima de violência e chegar a ser morto, só para que sua esposa fosse tomada por alguém, como viúva. Então ele arquitetou um plano, combinando com ela para se alguém perguntasse ela deveria dizer que Abrão na verdade não era seu marido e sim seu irmão, com isso evitaria uma possível agressão violenta. A verdade é quando lá chegaram, ela foi elogiada por muitas pessoas como sendo muito bonita e quem se interessou por ela foi o rei, o faraó e assim, ao invés de fazer mal à Abrão, como marido, ele fez bem, tratando ele como se fosse um futuro cunhado. Estamos estudando a Palavra de Deus e como ela é uma narrativa fiel dos fatos, revela tudo, sem omitir nada, mas sem consentir que isso seja a maneira certa de lidar com os problemas da vida. O centro da questão aqui, foi que Abrão, que estava aprendendo a andar com Deus; não fez uso da sua amizade com o Deus Todo Poderoso a quem ele servia e muito bem poderia ter pedido ajuda e orientação e até proteção. Certamente Deus se revelaria misericordioso e o guiaria no que deveria fazer e como resolver a situação. Nada diferente de mim e de vocês, que mesmo sendo homens de Deus e povo do Senhor, com uma larga experiência de oração e comunhão, sabendo que precisamos e podemos receber todo tipo de ajuda, se permitirmos Deus nos guiar, mesmo assim fazemos muitas coisas por conta própria e só depois que dá tudo errado, é que recorremos à oração, buscando ajuda. Aos Romanos, o apóstolo Paulo escreveu dizendo: Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus esses são filhos de Deus. Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai (Rm 8.14,15). Podemos concluir tranquilamente que mesmo pessoas boas, que andam com Deus, podem cometer erros grosseiros, mas precisam se arrepender e voltar ao caminho certo. O Deus a quem servimos se revela justo e verdadeiro e jamais se compraz em erros e pecados. Deus não aprovou a conduta de Abrão e Sarai, porque isso trouxe prejuízos para as planos e propósitos divinos e essa não é a maneira certa de resolver problemas. Algumas vezes as pessoas pensam que são coisas simples, que a gente mesmo pode resolver e nem precisa incomodar a Deus. Não existe problemas simples, porque não temos a capacidade de ver o futuro e nem saber tudo sobre uma questão aparente. Sempre dependemos e podemos pedir a ajuda de Deus em oração por sabedoria e força necessárias para lidar com os problemas da vida. Reconhecer que somos necessitados do favor divino não nos torna menores, ou inferiores, mas nos faz agir de forma sábia e prudente. Deus não se sente incomodado quando qualquer de seus filhos lhe pedem ajuda. Ser independentes pode não ser bom, quando ainda não temos maturidade e capacidade para lidar com tudo que vai estar envolvido. Seja sábio, faça planos, mas inclua Deus na sua vida.

 

Senhor, graças te damos por poder ver na vida de Abrão, uma lição de como não fazermos certas coisas. Aprendemos também sobre o quanto o Senhor é bondoso e nos livra quando cometemos erros que podem comprometer os teus planos. Pedimos sabedoria para o dia de hoje e as decisões que precisamos tomar. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Havia Fome na Terra

Meditação do dia 21/02/2018

E havia fome naquela terra; e desceu Abrão ao Egito, para peregrinar ali, porquanto a fome era grande na terra. (Gn 12.10)

Havia Fome na Terra – Eu gosto de ver a vida cristã de um plano elevado e amplo, onde as múltiplas possibilidades de aprendizagem podes ser contempladas. As vezes eu leio essas passagens bíblicas e na minha criativa imaginação em me vejo num alto vendo o panorama todo e assim diviso as rotas de peregrinação, as paradas, e as cenas descritas se tornam familiares, como se fizessem parte de uma história na qual eu também estive presente, como quando lembro da minha infância e os muitos lugares e situações em que vivi. No plano espiritual, aprendemos com a aplicação dos conceitos e princípios da Palavra que foram ditos ou revelados ali. Assim a vida daquelas pessoas que eram de carne e osso, tal qual eu e você, sentiam emoções, saudades, tinham dificuldades e enfrentaram tudo e para nossa sorte, tudo foi registrado e agora podemos aprender, porque o Deus a quem eles serviam, também é o mesmo nosso hoje, como foi ontem e será eternamente. O que para Abrão e aquelas pessoas todas, era literal, para nós é exemplo, é figurado. Mas a nossa vida hoje é real, é literal e os princípios que foram válidos e abençoadores para eles, também o são para nós. É isso que a meditação na Palavra de Deus nos leva a perceber e tirar o melhor alimento dali e aplicar hoje, porque ontem já passou e amanhã ainda virá, assim o dia e o tempo de hoje são presentes de Deus para nós, com permissão para um trocadilho pobre, é por isso que o presente se chama “presente!” Quando pensamos em promessa de Deus, só vem idéia boa, bonita e abençoadas, e tem que ser mesmo; mas isso não significa que há uma realidade a ser trabalhada para transformar um potencial em fato consumado. Se para Abrão a promessa era de uma terra rica e vasta onde ele poderia prosperar e criar uma descendência grande como as estrelas do céu; havia a realidade de cultivar, cavar poços, lidar com o gato, construir currais, se livrar de predadores, ladrões de gado, e tudo que uma vida de pecuarista exige. Ainda tem os fatores naturais de sol, chuva, neve, seca prolongada, pragas e doenças, problemas de relacionamentos com familiares, empregados, vizinhos e tudo que sabemos que existe na vida de uma pessoa. É engano pensar que porque está dentro de uma promessa divina, de uma aliança; não precisamos estudar, trabalhar duro, ser diligentes, responsáveis e fiéis para vermos as coisas acontecendo. Vejo e vemos famílias destruídas e as pessoas envolvidas querem que aconteça um milagre sem que ele tenha que fazer algo; igrejas indo para o colapso e os líderes sem se moverem para tomarem decisões sábias; pessoas com muito potencial, bem preparadas intelectualmente, academicamente, bons curriculuns, mas inertes de cara pra cima com a boca escancarada cheia de dentes… Acorda meu!!!! Abrão mal acabara de chegar e edificar os primeiros altares e nem conhecia tudo e olha a crise e a fome rondando a terra e exigindo um exílio fora de hora aparentemente. Como cristãos, e como pessoas normalmente nos dividimos em dois grupos principais: os demais e os de menos – para uns tudo é espiritual demais, para outros é tudo espirituais de menos e enquanto uns buscam o sobrenatural para explicar, outros querem ver as razões naturais e ambos se esquecem que as duas coisas estão lado a lado e ambas são verdadeiras e ambas fazem parte do agir de Deus. Numa terra como na Palestina dos dias de Abrão, falta de chuvas normais das estações, acarretava diminuição de pastagens, de produtividade agrícola e pastoril, nas receitas e nos empregos e resumo da ópera, crise, como as que temos no século 21. Quem pode “se manda,” quem não pode aguenta até onde dá e as consequências vem. Espiritualmente, e até em outras áreas, esses ciclos tendem a se repetir e também a serem didáticos e trabalham a criatividade e geram desenvolvimento humano e leva à expansão do reino de Deus. Abrão por exemplo sem planejar foi servir como missionário no exterior, no Egito e fazer o Deus único ser conhecido e adorado lá. Mas isso é assunto para outro dia. Voce tem promessas de Deus e quando chega perto, tem fome lá, em crise, tem gente que se diz dono do pedaço? Então tá tudo certo, com Abrão foi assim também e veja como terminou!

 

Senhor a nossa fé está e deve ser firmada na tua Palavra e no teu caráter santo e não nas situações e circunstancias locais que a vida proporciona. Te conhecemos como o Deus de Abrão e com ele deu certo, com todos da Bíblia e da história deram certo. Obrigado por cuidar de nós e nos permitir experimentar a tua vontade. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Armar a Tenda e Edificar o Altar

Meditação do dia 20/02/2018

E moveu-se dali para a montanha do lado oriental de Betel, e armou a sua tenda, tendo Betel ao ocidente, e Ai ao oriente; e edificou ali um altar ao Senhor, e invocou o nome do Senhor. (Gn 12.8)

Armar a Tenda e edificar o Altar – Abrão assimilou a vida peregrina para a qual fora chamado por Deus, isso faz parte dos “ossos do ofício” daquilo que é exigido de nós quando nos comprometemos com um projeto e especialmente os projetos de Deus. Mesmo sendo um criador de gado, o que naquela época demandava uma vida nômade, em busca de pastagens, fontes de águas e lidar com as diferentes estações do ano para cuidar daquilo que lhe pertencia; peregrinar naquela terra era a oportunidade perfeita para reconhecer o território da promessa e pisar profeticamente sobre os limites daquilo que espiritualmente já lhe pertencia e viria a ficar de herança para seus descendentes, que àquela altura, também eram promessas, pois o casal não tinha filhos e havia impossibilidades naturais para tê-los. Depois da promessa e de chegar ao lugar da promessa, ainda precisa se mover, ou “se mexer” pois precisa-se trabalhar diligente e arduamente para consolidar a promessa. Mesmo que a terra fosse de Abrão, nela ainda habitava os cananeus que se passavam por legítimos nativos dali e portanto verdadeiros donos. Abrão tinha então muito trabalho a fazer. Armou sua tenda, o que implica em saber que não era residência fixa e nem definitiva, caso contrário, faria uma casa permanente. Pensamos em chamados divinos atendidos por amados nossos, que se apropriam da promessa, não como um trabalho a ser desenvolvido e espaço a ser conquistado; mas no fundo eles se assenhoreiam e insistem em fixar raízes o quanto antes e lutam com unhas e dentes para não serem removidos dali. Copiam o proceder do mundo corporativo e especialmente o modelo brasileiro de garantias trabalhistas, julgando terem direitos adquiridos, portanto merecem isso e aquilo e como serão compensados pelos anos de trabalho? Por todas as páginas das Escrituras, a militância cristã e do povo de Deus é de peregrinos e forasteiros, sem pátrias, aguardando um lugar definitivo. “Amados, exorto-vos como a peregrinos e estrangeiros a vos absterdes das paixões da carne, que batalham contra a alma. (I Pe 2.11). E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, andai em temor, durante o tempo da vossa peregrinação, (I Pe 1.17). Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, (Fp 3.20). Olha a explicação do escritor aos Hebreus: Pela fé habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa. Porque esperava a cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus(Hb 11.9,10). Não gostaria de sai disso sem citar aquela profecia clássica: Levantaivos, e andaiporque não será aqui o vosso descanso; por causa da corrupção que destrói, sim, que destrói grandemente (Mq 2.10). A tenda nos revela o aspecto temporal e passageiro de nossa vida e missão aqui na terra e o altar como já vimos é a marca distinta do adorador. Onde chegamos, montamos a tenda que pode ser desmontada à qualquer momento, mas o altar é edificado e ali ele fica quando sairmos; quem passar por ali, sabe que um adorador peregrino esteve ali e deixou sua marca.

Obrigado Senhor, por ser chamado para ser peregrino de uma causa maravilhosa e ser adorador de um Deus grande e maravilhoso. Mesmo hoje ainda há muita terra para conquistar de todas as promessas feitas ao teu povo. Agora é a minha vez, a nossa vez e como igreja estamos no tempo certo, no lugar certo e só precisamos da atitude e das decisões corretas para sermos bem sucedidos na nossa parte da tarefa. Eis-nos aqui, Senhor. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Um Altar ao Senhor

Meditação do dia 19/02/2018

E apareceu o Senhor a Abrão, e disse: À tua descendência darei esta terra. E edificou ali um altar ao Senhor, que lhe aparecera. (Gn 12.7)

Um Altar ao Senhor – Nossas escolhas revelam nosso caráter e também as nossas motivações. Depois da minha adulta, até me tornar pastor desta igreja em Guararapes, eu mudei de endereço e cidades diversas vezes, pois após o seminário fui trabalhar como pastor auxiliar para aprender e ganhar experiência até assumir um pastorado “solo,” que veio a ser aqui na Monte das Oliveiras. E antes disso tudo, com minha família também mudávamos bastante; um dado curioso nisso, foi que meus pais moraram na mesma casa desde que casaram até quando nasci e antes de completar um ano mudamos e quando completei vinte anos (já estava morando fora de casa à 2 meses), como família havíamos completado exatas vinte mudanças. Sempre que alguém se muda para um novo lugar, algumas coisas se mostram muito diferentes de onde estávamos antes, algumas para melhor e outras nem tanto; às vezes gostamos e as vezes nos sentimos incomodados, frustrados e até querendo voltar. Mas as primeiras iniciativas podem revelar o que se tem no coração e na mente. Os filhos de Deus, por origem e por razões muito óbvias, buscam orientação e a bênção de Deus antes de fazerem mudanças em suas vidas, quer geográficas, quer morais, quer espirituais ou mesmo mudanças de posturas e atitudes. Afinal a nossa vida, não é nossa, mas de Deus, pois entregamos a ele todos os direitos e o constituímos como Senhor das nossas vidas e precisamos de permissão e orientação para movimentar. Abrão mudou-se de Harã e foi para Canaã em obediência a uma palavra e uma promessa de Deus; quando chegou lá, haviam moradores nativos daquela terra, os cananeus, mas Abrão não tinha que lidar com eles, mas foi recebido por uma aparição de Deus que lhe confirmou as promessas anteriores. Por atitude do coração agradecido por ter feito uma boa viagem, estar no lugar que Deus queria que estivesse, ele erigiu um altar ao Senhor. Altar, só faz, quem tem intenção de adorar. A primeira marca de Abrão na terra que lhe fora prometida, foi reafirmar a sua condição de adorador. Antes e acima ele estava ali como um adorador de Jeová, o seu Deus. As pessoas, os vizinhos, os empregados viram e ficaram sabendo que a prioridade da vida daquele homem, era adorar e servir a um Deus que se lhe revelara. Poderia ser diferente de tudo e de todos e até despertar suspeitas, incômodo e até alguém se sentir afrontado com o nosso vizinho, mas para Abrão, isso era de menos, a comunhão, era de mais. A primeira impressão é sempre marcante e ele não deixou dúvidas sobre que era e a que viera. Me impressiona o fato de Abrão em tempo alguém e em circunstancia alguma se colocou no centro das atenções ou quis marcar posição de quem ele era. Ele jamais deixou transparecer para aquelas pessoas ou quem quer que seja que “essa terra é minha” e mais cedo ou mais tarde vocês terão que sair porque foi Deus que me prometeu e vou tomar as devidas providencias. Abrão já vivia os princípios que só muitos anos mais tarde vieram a ser entendidos e descritos como ações de verdadeiros adoradores, como: Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa, retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu” (Hb 10.22,23).

 

Deus Abrão e meu Deus, graças te rendo por tuas promessas e fidelidade de caráter. Andamos por fé e nas mesmas pisadas do nosso patriarca. Que essas lições de vida e fé abençoem as nossas vidas nesses dias de lutas e conquistas por uma vida de mais intimidade e comunhão contigo. O Senhor é a nossa herança e o tudo de que precisamos e Cristo nos satisfaz plenamente. Em nome dele oramos, amém.

 

Pr Jason

Saíram e Chegaram

Meditação do dia 18/02/2018

E tomou Abrão a Sarai, sua mulher, e a Ló, filho de seu irmão, e todos os bens que haviam adquirido, e as almas que lhe acresceram em Harã; e saíram para irem à terra de Canaã; e chegaram à terra de Canaã. (Gn 12.5)

Saíram e Chegaram – Abrão estava andando em direção a uma promessa e seguindo uma convicção de chamada muito pessoal. Os paralelos disso com a nossa vida e com nossas experiências, tanto de vida de fé e relacionamento com Deus, como as lidas ministeriais ou profissionais de qualquer cristão, tendem a se espelhar na experiência de Abrão. Desde o dia que Deus falou com ele, sua vida não foi mais a mesma. Assim também conosco, pois é impossível ter um encontro com Deus e não sair transformado. As pessoas acham que suas vidas são suas mesmas, que eles detém o poder e o controle, fazem o destino e alteram os cursos quando bem entendem e alguns há que julgam ter até o direito de decidir se vive ou não. Isso tudo é uma clara demonstração de que Deus está fora dos planos e propósitos dessa vida. Fomos criados por Deus e não nascidos ou surgidos de algum lugar ou circunstancias e em algum momento a divindade aparece na história da pessoa. Deus nos fez para um propósito, uma finalidade e a principal delas e viver em sua presença e em estreita comunhão e afinidade. Toda pessoa deve descobrir ou procurar conhecer a razão de sua existência em Deus. Foi colocado aqui para realizar uma missão, qual? Quanto antes descobrir, melhor e mais tempo poderá dedicar a sua realização. Desde que percebemos a chamada de Deus, é tempo de envidar esforços para alcançar a realização dessa missão pois também é daí que virá a minha realização como pessoa. Abrão soube que a sua vida e a sua chamada tinha a ver com a terra de Canaã e ele saiu de Harã onde estava e foi para onde deveria ir, Canaã. É bom saber que Deus nunca nos dá uma revelação inteira para a vida toda de uma só vez. Ele passa uma visão geral e no dia a dia vamos experimentando os pormenores. Todas as coisas grandes, partem de pequenos começos e seguindo os processos corretos e dentro das fases certas, se chega ao clímax. Abrão recebeu a mensagem que ele seria uma homem abençoado, sua descendência seria abençoada e que através dele Deus abençoaria todas as famílias da terra. É algo muito grande, que levaria muito tempo e demandaria muitos recursos; certamente ele não saberia muita coisa, mas teria que ter paciência e ir vendo e experimentando dia a dia. Que tamanho é Canaã? Bem, é muito grande, em se tratando de geograficamente e com diversidade de micros regiões. Então para onde ir? Veja bem, esses pormenores serão contemplados depois que estiver lá, pois muita coisa do que Deus tem para mi e para você, está vinculado com as condições atuais da minha vida ou da sua, como foi com Abrão. Ele era criador de gado, ovelhas, camelos, bois, mulas e etc. Isso iria com ele, então teria que estar onde pudesse ser propício para atividades do seu agronegócio. Você, tem um trabalho profissional, ou estuda, ou seus filhos e esposa precisam de alguma particularidade específica; então o lugar onde o  seu chamado vai se realizar, contempla isso, a menos que Deus tenha um ordem específica contra isso ou aquilo. Tudo que Abrão tinha e o que adquiria em Hará, que não limitava ou contradizia sua chamada, ele levou consigo. Assim, tudo o que você e eu adquirimos ao longo da vida, em termos de conhecimento, habilidades, capacidades e potencial, será válido dentro do chamado. Isso tudo será dedicado e consagrado, separado para servir a Deus.

 

Ao Deus de amor e graça, que chama os seus filhos para uma vida de consagração e intimidade, receba o nosso louvor e gratidão, bem como a nossa obediência e disposição de agir. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Todas as Famílias é Muita Gente

Meditação do dia 17/02/2018

E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. (Gn 12.3)

Todas as famílias é muita gente – Sempre considero que as palavras são objetos muito exatos, precisos, especialmente quando se trata de palavra dita por Deus. É muito comum os homens dizerem uma coisa e depois explicarem que foram interpretados, na verdade eles queriam dizer outra coisa! Deus não tem esse problema! O que ele diz, tá dito e é isso aí para sempre, excetuando-se quando envolve o elemento humano e ele se arrepende, então uma sentença pode ser alterada. Tu, pois, filho do homem, dize aos filhos do teu povo: A justiça do justo não o livrará no dia da sua transgressão; e, quanto à impiedade do ímpio, não cairá por ela, no dia em que se converter da sua impiedade; nem o justo poderá viver pela sua justiça no dia em que pecar (Ez 33.12). Mas aqui desejo valer-me dessa precisão, para ponderar sobre a grandeza do projeto de Deus, que tem tudo à ver comigo, contigo e com nossas vidas e ministérios. Ele começou com Abrão, mas diz respeito a nós. As vezes alguém falando comigo diz algo como: “Todo mundo, Tudo, Nada, Nunca, Sempre, Jamais e etc.” eu replico: “Todo mundo é muita gente! Tudo, é muita coisa! Nada, é muito pouco! Nunca, Sempre e Jamais, é muito tempo! Na minha cabecinha limitada, em certos contextos um ser humano fazer uso de tais termos, só pode ser entendido como figura de linguagem, uma hipérbole por exemplo. Mas Deus não, ele pode usar tais termos sem problemas, afinal ele pode tudo, sabe tudo, estará eternamente no controle e tem os meios para fazer literalmente “qualquer” coisa. Então, quando ele se dirige a Abrão e afirma: “…em ti serão benditas todas as famílias da terra. Não é exagero, nem figura de linguagem; é isso aí mesmo que vocês ouviram. Todas as famílias da terra, convenhamos, é muita gente, mas o desejo do coração de Deus  não é abençoar apenas muita gente, mas todas; se dependesse dele e do seu amor, ninguém ficaria de fora; mas infelizmente o pecado fez um estrago e levou muita gente a optar pelo pior. Mas voltando ao texto, como um fazendeiro, criador de gado poderia influenciar tanta gente de tal forma que todas as famílias da terra pudessem sem abençoadas através dele? Outra vez, o que difícil para os homens necessariamente não o é para Deus! Um bom plano, confiado a pessoas fieis e comprometidas, e com a cooperação toda especial do Espírito Santo, o plano é plenamente aplicável. Abrão viveu um relacionamento de amizade e comunhão com Deus de tal forma que não aparece traços de religião, nem de obrigações pesadas e sacrificantes. A fé e a teologia de Abrão era extremamente simples e eficiente. Os sábios, escribas e os teólogos complicaram as coisas e conseguiram transformar relacionamento em religião e dela, muitas heresias e erros grotescos. Vou fechar aqui, com uma pergunta simples: É difícil servir e adorar um Deus de amor, graça, misericórdia, compaixão e que através de seu filho e do Espírito Santo fazem tudo por nós?

 

Senhor, obrigado por sua simplicidade e perdão pelas nossas complicações, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Via de Duas Mãos

Meditação do dia 16/02/2018

E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. (Gn 12.3)

Via de duas mãos – O bom de se aprender com a vida e a história de Abrão, é que Deus mesmo se encarregou de determinar e delimitar certas coisas, das quais ele não precisaria se preocupar ou ter que correr atrás. Sei que as pessoas dos tempos antigos e suas culturas entendiam melhor certos conceitos da vida, que também conseguiam transferir para suas relações de fé. Um exemplo disso são as alianças; em nossa cultura ocidental pasteurizada, é quase nulo o valor de alianças entre pessoas, governos ou até mesmo os cristãos que tem a Bíblia nas mãos. Não só não sabem o valor, nem o significado e não tem ou demonstram qualquer respeito por uma aliança. As relações humanas estão plenamente baseadas nas conveniências circunstanciais e momentâneas. O maior exemplo disso para nós brasileiros é visto na política. Se ler os estatutos de qualquer partido, ficamos impressionados de como é bom, positivos e construtivos e realmente tem alternativas, tudo fundamentado em ótimas ideologias que faz sentido. Mas o que vemos na prática? Fisiologismo puro! Se aliam com qualquer um e com qualquer coisa, desde que isso os leve ao poder. Essa mazela entrou para dentro até mesmo das igrejas e suas políticas denominacionais, onde algumas viraram carteis, com ditadores, opressores, praticam-se subornos, enganam, trapaceiam, trocam regras e estatutos e vão para a justiça comum e os partidos se multiplicam dentro das lideranças, enquanto a Bíblia diz exatamente o contrário: Nada façais por partidarismo ou vanglóriamas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo.(Fp 2.3). Abrão entrou em aliança com Deus, alianças essas, propostas pelo Senhor mesmo e ele entendeu tudo e viveu dentro dos limites das alianças e esses limites foram e são suficientes para prover tudo o que é necessário para o bem estar dele, de sua família e descendentes por gerações e gerações. Abrão não teve que correr atrás de proteção contra inveja, mau-olhado, olho gordo, zica ou qualquer outra coisa contra ele. Estando dentro da aliança, O Senhor mesmo se encarregava de abençoá-lo e a qualquer um que o abençoasse e se aliasse a ele; o mesmo valia para quem se opusesse e atentasse contra ele, os reis dos filisteus e até faraó que o digam e também aquela aliança de reis que invadiram as terras ali e levou o sobrinho dele em cativeiro. Certas coisas precisam ser deixadas com quem entende do assunto e em termos de abençoar ou amaldiçoar, isso fica melhor à critério de Deus. Nós vivemos nos auspícios da Nova Aliança, celebrada por Cristo e ele mesmo é o garantidor dos benefícios dela; a Ceia do Senhor é o memorial dela, para não deixarmos de vivenciá-la e tão poucos cristãos entendem a Ceia do Senhor e mesmo o valor que ele representa. Não nos admira muito os resultados e as condições espirituais da maioria dos nossos amados irmãos, igrejas e ministros. Não é por força, esforço, práticas demais e vida de menos, é apenas para viver a aliança e andar com Deus.

 

Obrigado Senhor pelas promessas que estão dentro de um contexto de aliança celebrada por ti e garantida por Cristo. É o Espírito Santo que aplica e convence o homem de sua realidade e também da grandiosidade do teu amor e das tuas misericórdias. Senhor, queremos viver isso de forma pura e simples, a cada dia, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Ser Uma Bênção

Meditação do dia 15/02/2018

E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. (Gn 12.2)

Ser Uma Bênção – “Ser ou não ser, eis a questão!” Se perguntar para Deus, ele dirá: Seja, seja uma bênção! Tudo o que Deus faz tem propósitos. Ele, na sua economia administrativa não desperdiça absolutamente nada. Cada um de nós, estamos aqui para um propósito muito especial e específico, para cumprir um papel e realizar um plano que foi formatado exclusiva e pessoalmente para nós. As condições, os recursos e as habilidades e ferramentas foram cuidadosamente preparadas para que tenhamos as possibilidades de sermos bem sucedidos. Abrão tinha sua importância num projeto macro de Deus e foi chamado e preparado pacientemente para realizar a tarefa de revelar ao mundo a fé em um Deus grande, soberano e único. Podemos pensar que nos seus dias, estavam florescendo as idéias contrárias ao conhecimento original de Deus, que veio numa linhagem desde Adão e Eva no Éden. A sociedade antediluviana, só conheciam um Deus, o Criador. Embora parte da raça humana toda cresceu e desenvolveu-se alienado da comunhão com Deus pela escolha separatista de Caim, mas não havia outros deuses e cultos prevalecentes. Logo após o dilúvio, apareceram as manifestações de rejeição ao Deus criador e salvador conhecido por Noé e sua família e em poucas gerações eles já estavam mergulhados na rebeldia e oposição à vontade divina. Nos dias de Abrão em Ur dos caldeus e em Harã, já havia disseminado cultos e religiões de adoradores de deuses aos montões. Do que seria normal dizer que a maioria conhecia a Deus e uma minoria estaria afastada e descambando para a idolatria; deu-se o contrário, que a maioria já escolhera as trevas e a oposição ao conhecimento do Deus criador. Foi assim que Abrão se viu chamado para difundir a fé monoteista no Deus criador. Até parece que o mundo surgiu do caos e da ignorância e finalmente surgiu uma luz no fim do túnel, que seria Deus se revelar a um mundo que o desconhecia completamente; quando na verdade, os povos se afastaram tanto da verdade e da luz divina que em poucas gerações, NÃO conhecer a Deus parecia ser a regra e não a exceção. Deus chamou a Abrão para que fosse uma bênção para aquela geração, para aqueles povos e ensinasse as próximas gerações sobre ele. Como estão as coisas nos nossos dias? Por aqui, existe muita teoria sobre conhecer a Deus; muita religião, mas servir de verdade, ao verdadeiro Deus, ainda somos a minoria no meio da massa. Você e eu, nossas igrejas, o povo de Deus também fomos chamados para ser uma bênção. Sejamos uma bênção!

 

Obrigado Senhor, pelo meu lugar e meu papel a ser desempenhado e fazer alguma diferença onde estou. Obrigado pela ajuda do Espírito Santo para sermos o que o Senhor espera. No nome de Jesus, amém.

Pr Jason