Ter Um Grande Nome

Meditação do dia 14/02/2018

E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. (Gn 12.2)

Ter um grande nome – Um nome representa uma pessoa e o valor ou poder desse nome está no valor ou poder que tem essa pessoa. Alguns nomes só de ser pronunciados produzem reações imediatas nos ouvintes, quer positivas, quer negativas. As tradições judaicas-cristãs carregam em suas culturas o valor do significado dos nomes das pessoas e isso não é um aspecto só judaico-cristão; pois nas culturas mais antigas, todas elas valorizavam o nome com que uma criança era designada. O poder de uma promessa, de uma situação familiar ou até nacional, servia de base para marcar o caráter e a personalidade daquela criança. O poder de um nome, quer seja positivo ou negativo se reforça todos os dias e a cada vez que ela é chamada, o que gera influencia permanente. Observe todos os casos de nomes em personagens bíblicos que foram dados por revelação divina aos pais (Sansão = “Pequeno sol – como o sol – homem com força descomunal;” Josias = “O Senhor trás a salvação;” Jesus como foi dito a Maria na anunciação: E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados (Mt 1.21); ou nomes que foi mudado quando já adulta: Abrão/Abraão – Sarai/Sara – Jacó/Israel. Todos cheios de significados e tendo tudo a ver com suas vidas e ministérios com os quais estariam envolvidos. Modernamente, tal cultura perdeu-se completamente e os nomes são vazios de significados, quase sempre escolhidos pela sonoridade da pronuncia, ou homenagem a alguém admirado pelos pais e até inventados sem a mínima noção de valor e significado. Me permita viajar na maionese aqui, talvez sabendo disso é que aqueles que chegarem na eternidade após o arrebatamento, como vencedores, ganharão uma pedrinha com um novo nome, Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer darei eu a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe (Ap 2.17). Se Deus vai trocar esses nomes, deve haver uma razão e como tudo que ele faz dura eternamente, então não foi ele que inspirou, deu ou aprovou tais nomes; mas como nasceram de novo e agora são seus filhos, quando chegarem em casa, ele conserta as lambanças dos pais sem noção.  Ter um grande nome é uma das buscas da vaidade humana; querem deixar suas marcas e serem conhecidos por feitos e realizações e em muitos casos, chegam aos extremos e excessos para chegarem ao objetivo. Abrão ganhou logo de saída a promessa de Deus que lhe engrandeceria o nome e alguém tem alguma dúvida de que isso realmente aconteceu? Mas ele mesmo não estava correndo ou trabalhando para ter um grande nome, famoso, respeitado ou reverenciado. Isso não fazia e não fez parte dos seus sonhos. Provérbios, escrito em grande parte pelo rei Salomão, o mais sábio entre os humanos que por aqui passaram e ainda passarão, escreveu: Vale mais ter um bom nome do que muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a riqueza e o ouro (Pv 22.1). Um bom nome é preferível a um nome poderoso, famoso etc. Você sabe o significado do seu nome? Tem haver com sua vida e projeto de Deus? Se o recebeu quando seus pais não tinham conhecimento dessa importância, transforme-o por uma vida de consagração e caráter semelhante ao de Cristo e se faça respeitável e confiável para quem ouvir falar o seu nome e o associar a você. Há três formas de se ter um grande nome: Primeiro, por Nascimento; segundo, herança e terceiro, por seus próprios feitos. Alguns de nós temos poucas chances…. Jesus, ah! Ele é o cara, tem um grande nome pelos três motivos acima e ainda sobra. Esse nome tem poder!

Senhor Jesus, nome dos nomes e poderoso em qualquer lugar e dimensão desse ou de outros mundos, pois tudo foi criado por ti, para ti e em ti todo subsiste e será assim para sempre segundo a tua vontade. Obrigado, por nos dar o seu nome e a autoridade de invoca-lo para sermos salvos e ajudados em tempo oportuno. Teu nome é nossa riqueza, é nossa esperança e segurança. Obrigado, por esse nome me pertencer, amém.

 

Pr Jason

Ser Bênção e Ser Abençoado

Meditação do dia 13/02/2018

E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. (Gn 12.2)

Ser bênção e ser abençoado – Os cristãos gostam muito de bênçãos, gostam tanto que vão aos extremos afim de conseguirem uma bênção; e alguns nem sabem o que é, mas querem, e se vem de Deus, melhor ainda. Alguns grupos denominados cristãos promovem verdadeiras maratonas de corridas atrás de bênçãos. Para alguns colegas que convivem a mais tempo comigo já se familiarizaram com a expressão que utilizo bastante, que “de pires na mão,” isso vem da tradição mais antiga onde os pedintes e mendigos andavam com um pires ou prato na mão e tudo que caísse ali era lucro. Hoje temos cristãos, pastores, missionários, igrejas, missões e entidades que vivem como pires na mão, até quando não precisam, mas o hábito é muito forte. Pedem mais que filho de cego! (outro adágio antigo). Abençoar é um ato muito natural em Deus, que criou todas as coisas e todas foram sendo abençoadas assim que surgiam, incluindo o homem e a família. A cada pacto ou aliança, sempre vinham acompanhados de promessas e uma bênção. Mas com Abrão, isso tomou uma dimensão muito maior, porque os relatos do relacionamento entre Abrão e Deus, elevou muito o conceito de divindade e humanidade terem laços estreitos e uma teologia se mostrou no modo dos favores do Eterno se materializarem na vida do amigo e pai da fé. Uma evidencia boa que vemos no texto de hoje é que a chamada, as promessas e as bênçãos tudo foi iniciativa de Deus. Foi o Senhor que disse a Abrão: abençoar-te-ei. Isso aparece por diversas vezes em muitos textos diferentes; Abrão não estava correndo atrás de coisa alguma, nem estava fazendo campanha, corrente de oração e nem propósitos para em troco receber uma bênção. Ele estava vivendo a sua vida de fé, de obediência e de aprendizado. Deus falara para ele sair da sua terra e família, o que era uma grande zona de conforto humano, que garantia segurança, proteção e refúgio, mas tudo humano, natural e falível, passageiro. O seu chamado era para conhecer e experimentar coisas maiores e mais permanentes, até mesmo eternas. Abrão teria que confiar no seu Deus e não servi-lo por lucro ou comodidade. A bênção de Abrão o atingiria na vida pessoa, familiar e nos seus descendentes que naquele momento não existia e humanamente lhe era impossível ter. A vida espiritual, a vida social e a vida financeira dele seriam alcançadas pela bênção de Deus. Não foi e não seria uma bênção para um ou alguns aspectos da vida, mas uma autorização que o permitiria prosperar em tudo e em todo tempo. Apenderemos mais para frente que a bênção foi incorporada na Aliança celebrada por Deus com ele e seus descendentes e isso vale tanta para a descendência física e biológica (Judeus, israelenses) como para os descendentes espirituais (os da fé).

 

Obrigado Pai celeste, por ter chamado alguém tão simples e que se entregou tão sem reservas para andar contigo e aprender e ensinar o culto a Jeová, o Senhor único e criador de todas as coisas. Nosso pai na fé, foi fiel a ti e por isso hoje a salvação é uma realidade em Cristo Jesus e somos agora herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo. Graças te rendemos e expressamos a nossa confiança na tua Palavra e nas tuas promessas. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

As Promessas Para Uma Vida

Meditação do dia 12/02/2018

E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. (Gn 12.2)

As promessas para uma vida – O chamado trás consigo uma grande responsabilidade e ao mesmo tempo vem grandes privilégios. Mas abraçar uma visão de chamado não pode ser pelas razões de lucro mercantil ou razões egoísticas. Contaminar o ministério com tais atitudes é um péssimo testemunho da grandeza do Deus a quem nos propomos a servir. Mas acolher com gratidão suas promessas é viver a expectativa da generosidade daquele que cuida muito de todos que estão a seu serviço. Junto com o chamado de Abrão, veio algumas promessas e embora fossem bênçãos para ele e para seus futuros descendentes, era também o meio dele cumprir o chamado. A primeira dessas promessas era que à partir de Abrão Deus levantaria uma grande nação. Pensando somente com a nossa cabecinha ocidental, com conceitos bastante fragmentados, nem sempre dá para perceber a grandiosidade de tudo contido em tal promessa. No mundo da época de Abrão, havia ainda muito espaço físico e as terras eram vastas para serem colonizadas. O que eles poderiam chamar de grande cidade, para nós no máximo seria uma cidade de médio porte. As famílias eram fortemente patriarcais, ou seja, eram firmadas sobre a figura do pai, e assim quanto mais forte fosse aquela figura, mais influencia poderia gerar e também adquirir riquezas e bens e se perpetuar. Em alguma circunstancia da vida, alguns de nós precisamos de algo sobrenatural, além das nossas e ou das possibilidades humanas, e Abrão alcançou uma condição ímpar, pois teve a revelação de um Deus que se revelou a ele e se apresentou como o Todo-Poderoso e único Deus e exigiu dele fé para andar contra o sistema já estabelecido de idolatria, misticismo e deuses de todo tipo para todos os gostos e muitos deles ou todos eles era invencionice de alguém que lucrava com aquilo ou explorava a ignorância das pessoas. Podemos compreender o coração de Abrão, com tal revelação e os desdobramentos que isso traria para ele e seu futuro. Um homem razoavelmente bem sucedido, mas sem expectativa de futuro, por sua esposa era estéril e agora o seu Deus lhe fala sobre torna-lo uma grande nação. Só Deus mesmo poderia mudar aquele quadro, pois não havia disponibilidade de recursos contra a infertilidade nos seus dias e agora ele teria algo em que se agarrar. Abrão começou a aprender a andar pela fé, porque o Deus a quem ele iria servir, não se mostrava ou se revelava como os demais e nem aceitava ser retratado fisicamente em alguma figura. Era soberano e agia segundo sua vontade e não poderia ser manipulado. Ao olhar para si mesmo era inviável e muito limitado; mas ao olhar para o seu Deus tudo seria possível e agora havia promessas concretas. Andar com Deus é andar pela fé! Ainda hoje é assim. Os recursos humanos e tecnológicos se desenvolveram muito, mas ainda estão longe da capacidade divina. Como disse Davi: Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares. Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza (Sl 46.1-3). Deus continuará sendo que ele diz que é e nele nós podemos confiar.

 

Senhor Deus de Abraão e meu Deus, obrigado por se revelar tão poderosamente aqueles que estão com corações sedentos de conhecer a ti. Graças a ti Espírito Santo que sondas e conheces o nosso interior e nos guia a toda verdade. Queremos andar em fé e na comunhão com o Deus Todo-Poderoso, Senhor das nossas vidas e de tudo que existe, pois ele foi o criador de tudo. Queremos conhecer-te mais e melhor e só com a tua graça e permissão alcançamos tal misericórdia, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

A Ordem é Sair

Meditação do dia 11/02/2018

Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. (Gn 12.1)

A Ordem é Sair – Uma idéia sobre chamado, ou vocação é a idéia de ação. Quem e chamado ou vocacionado o foi para agir em determinada função, para realizar algo. Sendo assim a vocação não é estática, afinal, quem é chamado para ficar onde está, fazendo o que sempre fez sem nenhum envolvimento com a dinâmica do aprendizado e de ser trabalhado em sua vida íntima e em desenvolver melhor o seu relacionamento com Deus? Não estou dizendo que não existe ou não pode ser. A razão da minha posição se fundamenta no fato de que em tais casos, a pessoa serve numa condição natural e assim sendo, ele já o faz por sabedoria, força, condição, recursos e também, aí embora útil, mas esse trabalho e natural. A vocação lida com o espiritual, o sobrenatural, em se envolver com algo maior do somos, acima de nossas capacidades, forças e limitações. Para acontecer, só mesmo por intervenção divina e sobrenatural. Sem a ajuda dos céus nada irá acontecer. É obra de Deus, movida pelo poder de Deus. Qual de nós, em nossa capacidade natural, já não teria levado todos os nossos familiares e amigos a uma conversão à Cristo? Quem de nós não mudaria o curso da história de uma pessoa que vemos claramente e que está em rota de colisão com o pecado e que a eternidade sem Deus está às portas? Quem de nós já não teria ajudado a nossa igreja local a atingir sua meta e já teríamos partido para outras etapas? Qualquer um de nós teríamos feito isso. Imagina se eu pudesse montar um currículo e um modelo de ensino e treinamento para liquidar a fatura em um ano, ou dois seja cinco; mas que todos ficassem habilitados, preparados e afiados para a obra do reino. Mas as atividades espirituais, pastorais se assemelha a pescaria de anzol e nem sempre com o melhor dos equipamentos e iscas. Pegamos um a um, alguns depois de pegos ainda escapam e fogem. Se a graça e a misericórdia do Senhor não operasse em nós, poucos permaneceriam na luta ministerial. Sabemos que seremos vistos aos olhos de Deus pela fidelidade e obediência de fazer o que foi ordenado e que não ganharemos prêmios por números e resultados. Deus tem outros critérios de avaliação e recompensa e também tem meios de julgar a autenticidade e fidelidade de cada servo. Eu gosto daquele texto que diz: porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade(Fp 2.13). Cria-se no nosso interior o deseja de fazer algo, parece que estamos sendo atraídos para determinado ponto ou atividade e então descobrimos que Deus está nos chamando para algo. Abrão parece que já tinha intenção de ir para Canaã, e até estava à caminho, quando em Harã após a morte do seu pai, Deus se revela a ele apresenta sua chamada. Ele precisaria sair, de casa, da família e ir para um lugar ainda não revelado. É fato que ele precisaria de fé, de disposição e obediência prática para agir para iniciar a sua jornada. Fé e obediência andam juntas, tal qual dúvida e incredulidade. Pode ser que você tenha que sair literalmente de casa, do emprego, da carreira, do estilo de vida, do tipo de sucesso, da situação cômoda, planejada e articulada. Pode ser que não; mas isso é Deus que determina. O primeiro passo é ouvir a voz de Deus. Voce consegue ouvir? Tem a prática de ouvir Deus? Ou isso é loucura, fanatismo, condição emocional e psicológica dos malucos da fé? Se Deus fala, então é natural que se ouça. Mas a questão não é se Ele fala, a questão é se você escuta!

 

Senhor Deus e pai, graças te damos por sabermos que tu és um Deus de graça e misericórdia, que comunicas perfeitamente bem e que podemos ouvir e responder à tua voz. Estamos aqui, disponíveis e desejosos de que fales conosco e confirme a chamada que já tem se mostrado em nossos corações. Fala, Senhor porque os teus servos ouvem e desejamos te obedecer e realizar a tua perfeita vontade. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

A Vocação de Abrão

Meditação do dia 10/02/2018

Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. (Gn 12.1)

A Vocação de Abrão – Vocação é o mesmo que chamado; Deus chamou a Abrão para algo que inicialmente ele não sabia o que era e nem para que. Isso tem a ver com os passos de fé que são necessário para se desenvolver um relacionamento com Deus. Tal qual os relacionamentos humanos, o andar com Deus trabalha com as mesmas bases e princípios, pois é preciso confiança (fé), também exige um conhecimento pessoal e à medida que se caminha juntos, vai se conhecendo melhor e os laços de amizade se estreitam, ou não. Com Deus as expectativas são sempre boas e crescentes porque ele conhece tudo de nós e em contrapartida ele vai se revelando passo a passo. Na verdade não se pode conhecer a Deus, a menos que ele se permita conhecer! Levando em consideração, que ter informações não é conhecer; saber algumas coisas sobre alguém não é necessariamente conhecer. Todas as coisas me foram entregues por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar (Mt 11.27). Uma revelação maravilhosa sobre a vocação de Abrão, é que a iniciativa sempre é do lado de Deus. Ele se manifesta e de algum forma apresenta a sua chamada a que devemos responder com uma atitude de consagração e dedicação, preferencialmente rápida e com alegria. Outra coisa muito boa de manter em mente é que somos chamados a nos dedicar e consagrar a Deus, ele no devido tempo e a seu modo nos colocará onde e nos termos que sua soberania entende ser o ideal. É um erro tentar fazer os termos da chamada da maneira que bem entendemos ou conforme as nossas comodidades, conveniências e preferencias. Há chamadas ou vocações bem específicas e outras bem generalizadas, mas todas igualmente santas e dignas, pois os propósitos divinos devem ser levados em consideração; Deus é que determina o que é importante e o que é relevante; afinal somos servos e servos existem para servir e cumprir a vontade e as ordens do Senhor e mestre. Certamente existe algo já acontecendo na vida da pessoa, que na verdade é uma preparação para aquilo que irá se desenvolver. Muitas vezes a pessoa já vem sendo preparada desde o seu nascimento. Todas as atividades, habilidades e capacidades vão sendo desenvolvidas e experimentadas e seu caráter, temperamento e outros aspectos sofrem influencias transformadoras, para que no momento certo, a pessoa esteja pronta para iniciar a fazer aquilo para a qual foi criada, salva e vocacionada. Cada cristão, olhando em retrospectiva em suas vidas, vão perceber que Deus já estava mexendo os palitos em suas vidas, bem antes do que de fato percebemos. Qual o seu chamado?

 

Senhor Jesus, graças te rendemos por tua vida ser colocada à disposição para redimir a vida de todos nós e agora podemos ser salvos, libertos e consagrados para algo específico, segundo a vontade do Pai. Tua vida é o melhor modelo para nos espelharmos e descansar na suficiência divina que nos chama e é capaz de cuidar de cada detalhe em todo tempo. Nesse nome poderoso é que oramos agradecidos. Amém.

 

Pr Jason

O Pai de Abrão

Meditação do dia 09/02/2018

E tomou Terá a Abrão seu filho, e a Ló, filho de Harã, filho de seu filho, e a Sarai sua nora, mulher de seu filho Abrão, e saiu com eles de Ur dos caldeus, para ir à terra de Canaã; e vieram até Harã, e habitaram ali. (Gn 11.31)

O Pai e Abrão – Nós gostamos de famílias e elas tem influencias fortes e poderosas na vida da sociedade como um todo. Ainda que seja um “ilustre desconhecido” a figura do pai e sempre importante. Podemos saber pouco ou quase nada sobre esse distinto senhor chamado Terá ou Tera, dependendo da versão da sua Bíblia; mas ele foi o pai de Abrão que veio a se tornar o patriarca da fé, um amigo de Deus e sobre a sua figura se sustenta os pilares das três maiores religiões do mundo atual. Iremos escrever vária meditações sobre a pessoa, a vida e o legado de Abrão; mas quero prestar minhas reverencias esse senhor, ainda que pouco sei sobre ele. Uma coisa que me chama a atenção sobre ele, é que ficou registrado que ele teve três filhos e um deles morreu ainda muito cedo, provavelmente casado de pouco tempo e deixou um filho pequeno que foi criado pelo avô. Muitas pessoas se identificam com essa situação, seja como sendo o avô que precisa assumir uma neto para criar ou alguém que foi criado pelos avós. De uma forma ou outra isso afeta e influencia a vida de ambas as pessoas e suas famílias. Outro detalhe que observo é que fica descrito a intenção dele de ir embora de sua terra natal, Ur dos caldeus (região onde está hoje o Iraque), e ir para Canaã (atual palestina, Israel, Líbano). Mas ele não conseguiu seu intento, pois acabou por fixar residência em Harã, ainda ali na região entre os dois pontos mencionados antes. No texto que narra a sua viagem de Ur dos caldeus, não cita a presença de seu outro filho, Naor, mas apenas Abrão e o neto Ló, filho do falecido filho Harã. Por conta e risco próprio, eu presumo que Naor já havia migrado para Harã; e daí o interesse do pai ir para Canaã e por alguma circunstancia parou em Harã e acabou ali se estabelecendo até os dias de sua morte. (Anos mais tarde quando Abraão busca uma esposa para seu filho Isaque, ele o faz enviando um servo para Harã, na casa de Naor onde encontra Rebeca (Gn 24).) O que provavelmente lhe ocorreu, foi estar em sua terra natal Ur, com apenas dois filhos e veio a perder um deles e “se” Abrão já tinha alguma intenção de ir para Canaã, ele se viu na iminência de ficar sozinho e preferiu acompanha-lo na viagem. Outra coisa que observo e que a intenção dele não se concretizou, ele não chegou a Canaã. Ele pode ter gostado de Harã e adotado o local para se estabelecer e de fato o fez e o registro é que Abraão foi chamado por Deus ali e saiu com um patrimônio considerável adquirido ali. Há pregadores que insistem que a chamada era de Abrão, e o pai estava indo de contra-peso, uma bagagem extra e Harã serviu de lugar de separação e quebra de vínculos desnecessários  para o crescimento da fé do relacionamento de Deus com Abrão. Pensando em vocação e consagração pode fazer sentido pois a vocação é sempre individual e personalizada, e nem sempre os parentes e familiares entendem ou cooperam para que os projetos de Deus aconteçam. Familiares estão sempre mais preocupados com o status, o bem estar e a prosperidade material mesmo que isso sacrifique a vida de fé. Ninguém gosta de ser identificado como parente ou familiar de um “fracassado” ou “fanático religioso” que largou tudo para ser um missionário ou…. Você conhece ou já iniciou uma caminhada em direção a uma visão e por alguma razão parou, desistiu, ficou inviável? Era um projeto de Deus no seu coração, ou um projeto do seu coração ou cabeça e forçou a barra para que acontecesse? Em termos de fé, Canaã é um alvo a ser atingido, alcançado e conquistado.

 

Pai celeste, graças te rendemos por vidas e famílias que saíram para realizar sonhos ou missões dadas por ti e chegaram, trabalharam e consolidaram a tua vontade como era a tua intenção. Obrigado por aqueles que não desistiram e nem abriram mão de servirem e serem fiéis ainda que sem a aprovação familiar, social e até mesmo da igreja onde serviam. Nosso compromisso primário é contigo e com tua Palavra, sob orientação do Espírito Santo. Somos enviados e seremos cuidados por ti e por tua graça. Em nome de Jesus. Amém.

 

Pr Jason

Sem aos Cem Anos

Meditação do dia 08/02/2018

Este é o registro da descendência de Sem: Dois anos depois do Dilúvio, aos cem anos de idade, Sem gerou Arfaxade.” (Gn 10.11)

Sem aos Cem anos – Esse simpático senhor, filho mais velho de Noé, tem pouca coisa descrita sobre si, mas não menos importe do que muitos outros. As vezes em um único versículo, ou parte de um, tem informação suficiente para fazer a história de alguém valer a pena. Nesse caso aqui, fica registrado que ele se tornou pai, aos cem anos de idade, exatamente dois anos após o dilúvio. Já sabíamos que toda a tripulação da arca eram exatas oito pessoas ou os quatro casais, Noé e seus três filhos e suas respectivas esposas. Outro detalhe que me chama a atenção, é o registro dos anos vividos pelas pessoas depois do dilúvio. Sem estava com noventa e oito anos quando aconteceu o dilúvio e depois na sequencia, registra que ele viveu mais quinhentos anos. Já é um registro considerável, visto que antes todos viviam uma longevidade muito maior. Aqui entra também as consequências e os resultados climáticos e atmosféricos que foram alterados para provocarem o dilúvio e então a vida pós diluviana não era mais a mesma de antes e diversos fatores contribuíram para isso. Podemos aprender com isso, pois em certas circunstancias das nossas vidas, algo acontece e muda definitivamente os rumos de tudo o que conhecíamos até então e nem sempre tem meios de se mudar o quadro. Quando não podemos mudar algo, a sabedoria nos ensina que devemos nos adaptar e aprender sobre a nova realidade. Como cristãos e filhos de Deus também somos afetados por mudanças que necessariamente não foram provocadas por nós ou por responsabilidade nossa. Crises provocam mudanças, empregos são perdidos, oportunidades passam, novas formas de se fazer e realizar tarefas surgem; tecnologias e enfim, o mundo ao nosso redor não está sob nosso controle. No Brasil em menos de cinquenta anos a população praticamente migrou do interior e da vida rural para as cidades e capitais de estados que ficaram cada vez maiores e com isso vieram todos os problemas de infraestrutura e tudo mais que vemos no nosso dia a dia. A maioria de nós temos nossas raízes, de pais e avós, vindos da vida pacata do campo, para a agitação das metrópoles. Nos últimos vinte anos as tecnologias se popularizaram e universalizaram em grandíssimas proporções; muitas pessoas ainda não se adaptaram e alguns resistem bravamente. Os cristãos de mais tempo de conversões estão se sentindo perdidos com os novos tempos e tendências na fé e nas igrejas. Parece, que o primogênito de Noé também teve que passar por experiências semelhantes e viver em tempo de transição não é nada fácil, mas podemos aprender e colher o melhor dos dois tempos. Provavelmente Arfaxade ouviu do pai histórias que pareciam meio mirabolantes, mas ele já nascera num época diferente da do pai. Como nossos filhos e netos na presente geração que ficam imaginando como era a vida sem um celular, sem net, sem shoppings, sem computadores, energia elétrica, leite de caixinha, comidas congeladas e tantas novidades para eles a cada dia, imagina para os pais e avós? Mas a igreja do Senhor também sempre experimentou tempos de transição e sempre prevaleceu. Ânimo!

 

Obrigado, senhor pelos desafios de cada dia e de cada geração, mas que bom que temos a tua promessa e a tua companhia conosco. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Ninrode, Qualquer Semelhança Não é Mera Coincidencia

Meditação do dia 07/02/2018

Des­sa terra ele partiu para a Assíria, onde fundou ­Nínive, Reobote-Ir, Calá” (Gn 10.11)

Ninrode, Qualquer Semelhança Não é Mera Coincidencia – Salomão disse que não há nada novo debaixo do céu… O que foi tornará a ser, o que foi feito se fará novamente; não há nada novo debaixo do sol (Ec 1.9). Vejamos a continuidade das páginas do livro de Abraão de Almeida, Babilônia, Ontem e Hoje: O Natal era celebrado em honra  do nascimento  do  filho  de  Semíramis  e  muitos  dos  costumes praticados  por  nós  neste  dia  seguem  em  linha  direta  aos dias  de  Babilônia.  Páscoa (em inglês: Easter),  era  uma festa  em  honra  da  deusa  Isthar;  a  sexta-feira  da  paixão, era  o  dia  de  lamentação  e  choro  pela  morte  do  filho,  que  diziam  ter  si do  martirizado.  Foram os mesmos idólatras que choraram  por  Tammuz,  uma  das grandes  abominações  cometidas  pelas  mulheres  judaicas nos  dias  de  Ezequiel. Então ele me levou para a entrada da porta norte da casa do Senhor. Lá eu vi mulheres sentadas, chorando por Tamuz (Ez 8.14). O dia  da  nossa  senhora,  em  25  de março,  era  celebrado  em  honra  do  nascimento  de Semíramis,  e  o  dia  8  de  setembro  em memória  da  sua  assunção.  Todo o sistema  religioso do  nosso  tempo,  bem  como  a  religião  do  Tibet  são praticamente o mesmo como o antigo sistema babilônico. O sacerdócio, o  celibato,  a  vestimenta  dos frades  e  freiras,  os  mosteiros  e  conventos,  a   confissão auricular,  a  missa,  o  purgatório, tudo foi instituído em Babilônia por essa mulher. O povo comum de Babilônia  era  feito  membro desta  igreja  prostituída  e  admitido  como  herdeiro  do  céu  pelo  batismo  na  sua  infância,  e  essa  falsa doutrina a cerca do novo  nascimento  por intermédio do batismo passou depois às igrejas chamadas cristãs, mas apóstatas. Mais tarde, e pela confirmação, essas crianças eram iniciadas nos mistérios da  religião babilónica, e cada candidato comia parte dum  bolo e jurava fidelidade à Rainha do Céu.” E as mulheres acrescentaram: “Quando queimávamos incenso à Rainha dos Céus e derramávamos ofertas de bebidas para ela, será que era sem o consentimento de nossos maridos que fazíamos bolos na forma da imagem dela e derramávamos as ofertas de bebidas?” (Jr 44.19). Vários pesquisadores das religiões  antigas foram surpreendidos pelas flagrantes  semelhanças existentes entre aquelas práticas e as que hoje se  observam no  catolicismo  romano.  Dão como  exemplo  os  conventos  e  as  monjas  existentes  muitos  séculos  antes de  Cristo,  em  Babilônia,  no  Tibet,  na  Índia  e   no  Japão.  As sacerdotisas de  Freya,  na  Escandinávia,  faziam  voto  de  virgindade  perpétua  e  viviam  como monjas.  Em Roma, a deusa Vesta,  chamada  de  Virgem Imaculada, possuía suas sacerdotisas, que também faziam voto  de  virgindade perpétua,  mas que eram,  na  realidade, muito pouco virgens…  No Peru, durante o  famoso  Império dos Incas,  idêntico costume  prevalecia  com  as  santas  virgens.  Prescott refere-se a estas monjas:  “Outra  singular  analogia  com  as instituições  católicas  romanas  podemos  ver  nas  Virgens do  Sol,  conhecidas  pelo  nome  de  eleitas.  Eram  donzelas dedicadas  ao   serviço  das  deidades,  as  quais,  desde  a infância,  se  separavam  de  suas  famílias  e  se  introduziam em  conventos,  onde  eram  colocadas  sob  os  cuidados  de  velhas matronas, chamadas – mamáconas.  Era seu dever guardar  o  fogo  sagrado  na   festa  Raymi.  Ao   entrar  para  o convento,  as  recolhidas  e am  obrigadas  a  uma  rigorosa clausura,  chegando  a  ser  privadas  de  toda  e  qualquer comunicação,  mesmo  com  as  pessoas  de  sua  família.  A desgraçada que fosse surpreendida na inobservância dessa disciplina,  segundo  a  lei  dos  Incas,  deveria  ser  queimada viva. É  maravilhosa a íntima semelhança que existe entre as  instituições  do  índio  americano,  do  antigo  povo romano e do moderno Romanismo,” da  sua  autoridade  espiritual.  Assim como a estátua de Júpiter é agora  adorada em Roma como a verdadeira  imagem  de  São Pedro,  assim  se tem crido que as chaves de Jano e Cibele representam  as  chaves  do  mesmo  apóstolo.” Ainda  segundo  as  doutrinas pagãs,  Tammuz  foi morto  por  um  javali,  e  por  isso se  observavam quarenta dias de jejum e pranto  (quaresma), até à festa de Isthar (páscoa). Findando a quaresma, Tammuz  “ressuscitou”  e esta “ressureição” passou a ser comemorada com frangos, ovos e coelhos. Em homenagem à Rainha do Céu faziam-se bolos com um  “T”, de Tammuz. Desta  antiga  prática vieram as hóstias. O politeísmo babilônico, caracterizado pelo culto de demônios  e  deuses-animáis,  era  cheio  de  mistérios.  “As grandes  orações  têm  sido  sempre  o  traço   distintivo das grandes religiões, mas na Babilônia e  na  Assíria  a  prece, em  sua  maior  parte, mal transpôs  o encantamento  e  a adivinhação.  Quando as coisas iam mal, a encantação era utilizada para remendá-las. Se havia temor da aproximação do mal, recorria-se às artes divinatórias a fim de afastá-lo. Nenhuma outra religião revelou tão grande desenvolvimento das artes divinatórias. Acreditava-se na predição de quase tudo, mediante o exame do volume, da forma, das marcas e peculiaridades do fígado de um animal sacrificado, pois havia a certeza de que nesta víscera se localizavam a  inteligência e as emoções… A astrologia adquiriu tal desenvolvimento, ao ponto de criar a idéia popular de contribuir aquela prática para a principal feição da religião…”

Senhor meu e Deus meu, a ti pertence a honra e a glória, o domínio e o poder para todo sempre, de eternidade em eternidade; porque antes que as coisas existissem, tu sempre eras e as criastes para tua honra. Somos teus filhos, comprados com o precioso sangue de Jesus, ter filho, a quem adoramos e reconhecemos como o Rei dos reis e Senhor dos Senhores! Só tu és Deus. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

 

Ninrode, o Desenvolvimento do Paganismo

Meditação do dia 06/02/2018

Des­sa terra ele partiu para a Assíria, onde fundou ­Nínive, Reobote-Ir, Calá” (Gn 10.11)

Ninrode, O Desenvolvimento do Paganismo – Estaremos continuando a transcrever a história de como chegamos ao grande desenvolvimento de um paganismo tão baixo, que de moderno e novo não tem absolutamente nada. Da união Ninrode-Semíramis, nasceu  Tammuz,  mas com  um  detalhe  significativo:  a  deusa   permanecera “virgem”.  Aqui está, talvez, a primeira tentativa satânica de dar um falso cumprimento à profecia bíblica relativa ao nascimento  de  Jesus  de  uma  virgem anunciada  uns setecentos anos antes de Cristo. Na Bíblia do padre Mattos Soares, traduzida da Vulgata Latina, registrou-se a versão grega de Tammuz, que é Adonis. Tammuz é o tipo do deus que morre e ressuscita, personificando as forças  vivas  da   natureza.  Morre com os calores estivais e ressuscita com a primavera.  Era conhecido em Sumer, segundo alguns, cerca de três mil anos antes de Cristo, mas consta, todavia, como filho do casal fundador de  Babilônia,  logo após o  dilúvio.  Penetrou posteriormente em outras nações e até mesmo no  recinto do templo  em  Jerusalém:  Então ele me levou para a entrada da porta norte da casa do Senhor. Lá eu vi mulheres sentadas, chorando por Tamuz. Ele me disse: “Você vê isso, filho do homem? Você verá práticas ainda mais repugnantes do que esta”.  Ele então me levou para dentro do pátio interno da casa do Senhor, e ali, à entrada do templo, entre o pórtico e o altar, havia uns vinte e cinco homens. Com as costas para o templo do Senhor e o rosto voltado para o oriente, eles se prostravam na direção do Sol. Ele me disse: “Você viu isso, filho do homem? Será que essas práticas repugnantes são corriqueiras para a nação de Judá? Deverão também encher a terra de violência e continuamente me provocar a ira? Veja! Eles estão pondo o ramo perto do nariz! Por isso com ira eu os tratarei; não olha­rei com piedade para eles nem os pouparei. Mesmo que gritem aos meus ouvidos, não os ouvirei”. (Ez 8.14-18). Semíramis, esposa de Ninrode, era filha da deusa-peixe Derceto e de  um jovem sírio. Após o trágico assassinato de seu marido, a “virgem” Semíramis deu à luz à Tammuz, em quem,  segundo  ela,   seu  esposo  havia  reencarnado.  Desses ensinamentos  procede  o  culto  da  virgem-mãe  e  do menino-deus.  Semíramis  proclamou  que  o  marido  era divino  e  que ela  era  a  esposa de  Deus,  a  rainha do  céu e  que,  sendo  o   seu  filho  estimado  o  próprio  pai reencarnado,  era  ela  a  mãae  de  Deus!  E  mais:  disse  que seu  filho  Tammuz  foi  destinado  a  ser  o  libertador da Humanidade do jugo tirânico do Criador. A  arqueologia  moderna  descobriu  nas  ruínas  de Babilônia as  mais  antigas  imagens  do  culto  pagão,  algumas  delas  de  dois  mil  anos  antes  de  Cristo:  a  mãe com um menino ao regaço. No Tibet e na China ainda hoje  se  encontram   imagens  a ídolos  representando  a  mãe e  o  filho,  que  eram  adorados  séculos  antes  da  era cristã.  Estas  imagens  têm  uma   perfeita  semelhança  com as  adoradas  na  Igreja  Romana.  Os  antepassados  romanos adoraram, entre outros deuses, a virgem e o filho na forma de Vênus e Cupido. Nas  notas  de  sua  tradução  da  Bíblia  Sagrada,   Sábado Dinotos vê  em  Tamar a  origem  de  Semíramis.  Ele afirma  que  Sêmele  (Tamar,  no   hebraico)  declina  de  Meri, que  é  amora  ou  tamarindo,  raiz  do   grego  Muriki.  Este nome  era  Tomyris  para  os  Massagetas,  e  para  os  assírios Semíramis. “A lenda  tebana  fazia-a  mãe   de   Baco,  quando,  em realidade,  foi  amante  e  nora.  Era, outrossim,  chamada  a Mãe  Terra  pelos  povos  do  Turquestão  russo…  Num relevo de Ara Pacis ela aparece com seus dois gêmeos ao colo, que foram  Perseu  e  Orion.”  Em  artigo  assinado  numa importante revista  portuguesa, E. W. Moser afirma que “o jejum  anual  e  as  festas  inauguradas  pelos  fundadores  de  Babilônia  foram os  seguintes:  Quaresma,  Páscoa,   Natal etc.

Pai celestial, oramos por sabedoria e discernimento verdadeiro do teu Espírito Santo para que a nossa fé seja pura, simples e fervorosa para ti, como Deus único e verdadeiro. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Ninrode, o Início dos Mistérios da Babilônia

Meditação do dia 05/02/2018

No início o seu reino abran­gia Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinear. (Gn 10.10)

Ninrode, o O início dos Mistérios da Babilônia – Para não degenerar em idéias pessoas ou devaneios, vou transcrever lpis litteris o conteúdo extraído do livro de Abraão de Almeida, da editora CPAD, entitulado Babilonia, Ontem e Hoje. Que é vasto e rico instrutivamente. “Enquanto mantinha amizade e comunhão  com  o  Criador,  o  ser  humano  não   conhecia  outro  deus. Mas  veio  a  queda  e  a  separação  entre  Deus  e  o  homem.  E este, longe de Deus e não sabendo como encontrá-lo , voltou-se para a s forças vivas da natureza  e  divinizou-as. O sexo, por  ser  um  meio  de  reprodução  da  vida ,  desempenhou importantíssimo  papel  religioso,  particularmente  em Babilônia.  A  liturgia  nada  mais  era  do  que  a  descrição  de relações  sexuais  entre  o s  deuses,  mediante  as  quais, segundo os babilônios, todas as coisas vieram à existência. Dentro  do  sistema  babilônio,  o   sol,  a  lua ,  os  demais astros e a chuva recebiam culto. Também os fundadores de cidades  foram  por  estas  divinizados,  como  Assur,  pai  dos assírios,  e  Ninrode,  de  Babilônia.  Para  que  o s  deuses parecessem  reais,  faziam-lhes  imagens  que  os representassem, vindo depois as próprias imagens a serem adoradas  como  deuses.   É  o  que  registrou  Paulo  aos romanos:  “E  mudaram  a  glória  do  Deus  incorruptível  em semelhança  da  imagem  de  homem  corruptível,  bem  como de  aves,  quadrúpedes  e  répteis”  (Rm 1.23.  Deste  modo  o  homem precipitou-se  do  monoteísmo  original  nu m  abismo  de inumeráveis  cultos  idólatras  politeísticos,  alguns  deles indescritivelmente  vis  e  abomináveis,  como  a  prática nefanda de queimar vivos inocentes bebês. Em Israel,  o  Baal  introduzido  por  Acabe,  nos  dias  do   profeta Elias, foi o Melkart, da cidade fenícia de  Tiro. Marduque,  Melkart,  Kemosh  (deus  de   Moabe)  seriam apenas  algumas  das  várias  representações  pagãs  de  Ninrode.  Afirma-se  que  o  centauro,  deus grego  –  um  cavalo  com  uma  cabeça  de  homem  e  com  uma  arca  na  mão  –  era  adorado  e m  memória  de  Ninrode, que  foi  o  primeiro  caçador  e  o  primeiro  homem  a  usar  o  cavalo  para  a  caça  e  a  guerra.  O  famoso  rei de Babilônia, segundo a religião desta ímpia cidade, casou-se com Semíramis, a mesma As tarte, Astorete, Ísis, Isthar, Afrodite,  Vênus,  Diana  etc.  A  imagem  desta  última,  em Éfeso,  com  sua  coroa  de  torres  na  cabeça,  representava  a mesma mulher e era adorada como a deusa da fortificação, por ter sido ela a primeira a fortificar Babilônia com muros e torres. “Astarte é   a  Isthar  de  Babilônia,  a  deusa  da  estrela matutina,  a  Vênus  da  guerra  e  do   a mor.  Deusa  do  amor, Astarte patrocinava a volúpia e a  fecundidade. Foi dotada de  uma  personalidade  tão  rica  que  muitas  outras  deusas acabaram fundindo-se nela, de tal modo que pode a Bíblia falar  de   Astartes  no  plural  para  designar  todas  as divindades  femininas  locais.  Contudo,  a  Escritura  não desconhece  que  Astarte  foi  a  deusa-tipo,  a  rainha  do  céu, exercendo  em  todos  os  tempos  seu  poder  sedutor sobre o temperamento feminino.” Na Bíblia, ela é citada em diversas passagens. (Is 47; Jz 2.13; 10.6; I Sm 7.3,4; 12.10; 31:10; II Rs 23.13).

Senhor Meu Deus, único e soberano sobre tudo e todos , a ti o meu louvor e reconhecimento para todo sempre e sempre.

Pr Jason