As Primeiras Palavras

Meditação do dia 20/09/2017

Lc 1.64 – E logo a boca se lhe abriu, e a língua se lhe soltou; e falava, louvando a Deus.

 As Primeiras Palavras – Permitam-me interromper a sequencia de meditações com base na biografia de João Batista, mas o faço para escrever sobre alguém deveras importante no mesmo cenário, que o Zacarias, o seu pai. Nosso amado irmão, ficou mudou, por disciplina do Senhor, por aproximadamente 9 meses, desde o anúncio da promessa do filho, até que ela se concretizasse, disciplina com início e fim, já determinados. Serei breve, mas desejo aproveitar bem a idéia. Quais seriam as minhas primeiras palavras depois de um período tão grande de impossibilidade de falar? Qual seria o teor dessas palavras. Provavelmente, sendo um tanto calculista frio, eu reservaria algo que expressaria os meus sentimentos interiores, sufocados por todos esse tempo. Por outro lado, poderia deixar acontecer espontaneamente, favorecido pelo momento do destravamento da língua. Pois, bem, é provável que vocês também já estejam pensando em como seria contigo, estando na mesma situação. Mas ao olhar para a vida e as atitudes de pessoas espirituais e de bons exemplos nas Escrituras, percebo que as nossas escolhas invariavelmente revelam o nosso caráter. Jesus, algum tempo depois daqui, disse algo significativo até hoje: “Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca. O homem bom tira boas coisas do bom tesouro do seu coração, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más” (Mt 12.34,34). Podemos demonstrar algo diferente nas aparências, disfarçar, dissimular, agir diplomaticamente, ser politicamente correto e tudo mais, mas sempre será revelado o que estiver no baú interior. Gosto muito de pensar no que faria eu, estando numa situação semelhante a que esteve os discípulos do Senhor Jesus, porque admiro a decisão que eles tomaram estando expostos como estavam. E, soltos eles, foram para os seus, e contaram tudo o que lhes disseram os principais dos sacerdotes e os anciãos. E, ouvindo eles isto, unânimes levantaram a voz a Deus, e disseram: Senhor, tu és o Deus que fizeste o céu, e a terra, e o mar e tudo o que neles há… (At 4.23,24). Em meio a severa perseguição e risco de prisão e até morte, quanto soltos, foram diretos procurar os irmãos e juntos adorarem a Deus e reconhece-lo como soberano acima de tudo. Que escolha! Que caráter! Que prioridade na vida! O mesmo foi vista em Zacarias, cujas primeiras palavras foram de louvor e gratidão ao Senhor pelos seus planos e propósitos eternos e redentivos. A sequencia do texto afirma que Zacarias foi cheio do Espírito Santo e profetizou… eu paro aqui, para não incluir nada mais que essa essência de corações gratos e cheios de coisas que valem mesmo encher o coração e a vida, fecho com uma oração nas palavras de Davi: “Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, Senhor, Rocha minha e Redentor meu!” (Sl 19.14).

Pr Jason

Zacarias Junior

Meditação do dia 19/09/2017

Lc 1.59,60 – “E aconteceu que, ao oitavo dia, vieram circuncidar o menino, e lhe chamavam Zacarias, o nome de seu pai. E, respondendo sua mãe, disse: Não, porém será chamado João.”

 Zacarias Junior – Um outro nome sugestivo que eu poderia utilizar para nomear esse texto, seria INTERFERENCIAS mas temos que convir que não chamaria tanto a atenção. Talvez alguns de meus leitores, venham a pensar que não é muito espiritual o assunto, e talvez tenham razão; mas pela vossa generosidade, me deem uma oportunidade de expressar algo, que possa vir a servir em suas vidas. Zacarias e Isabel, receberam uma grande bênção divina, sendo contemplados com o nascimento de um filho, já numa fase da vida, em que isso já era praticamente inviável; mas aí é que está a graça, pois pelos caminhos naturais isso não aconteceu e não aconteceria; então era milagre de fato. Não seria apenas um filho, como um presente, um herdeiro, o que culturalmente já seria motivo de muita alegria para eles. Esse filho, seria alguém muito especial na história da nação; alguém muito importante para a história da humanidade, e não como um sábio, um cientista, um descobridor, inventor, estadista ou qualquer outro grau de importância. Seria o predecessor do Messias! Para nós, hoje, isso nem parece grande coisa; mas para eles, era muito especial. Por milênios, aquele povo, geração após geração viviam na expectativa de sinais que mostrassem a proximidade do cumprimento da profecia messiânica. De tempos em tempos surgiam novos indícios, nos escritos dos profetas, como bem conhecemos. As pessoas viviam em função disso; Zacarias era um sacerdote, e seu ministério estava diretamente ligado a ministrar às pessoas para se manterem esperançosas de Jeová, visitaria o seu povo com a vinda do Salvador. Quando teve a visão no templo, ele foi informado que seria o pai do homem que prepararia o caminho para o Redentor. Zacarias ficou tão surpreso, com o anjo, com a noticia de seria pai, e ainda mais de quem seria pai! No nosso modo de manifestar ele disse para o anjo: “Não acredito!” Mas não foi só força de expressão, era incredulidade mesmo, e o anjo lhe disse que ele ficaria mudo até o cumprimento da promessa, e ficou mesmo. Agora ele estava alegre, surpreso, desejo de falar como nunca, mas não falaria! Santa incredulidade! Imagina se cada vez que um cristão vacilasse diante da Palavra de Deus, ficasse mudo? Como as igrejas seriam silenciosas, e Libras seria uma linguagem universal. Quero dizer-lhes, que a nossa incredulidade ou dúvida, não anulam a fidelidade e nem a capacidade do Senhor cumprir a sua Palavra e suas promessas. Bom, quando o menino nasceu, e foram formalizar os procedimentos da fé e cultura, os parentes e amigos, vieram para a festa, já com o nome do menino bordado nos presentes e nos cartões…Zacarias Junior! Dona Isabel, protestou e disse não mesmo: Será João. E todos a confrontaram, como se fossem deles o direito e a autoridade de dar o nome ao menino. Alguém lá já estava estressado: “Que João que nada, não temos João na família e não será agora que iremos começar! É Zaca!” Na sua família, entre seus amigos, acontece isso? Interferirem e se acharem no direito de tomar decisões por você ou sua família? O que Deus havia dito para Isabel e Zacarias, sobre o nome do menino? O que Deus tem dito ou colocado no seu coração? Ceder às pressões e conveniências sócias e desobedecer as instruções de fé, não é nada bom. As promessas de Deus para você e a quem ele falou ou mostrou diretamente, são suas e é sua responsabilidade obedecer e agir. Não permita que ninguém, ninguém mesmo, te leve a violar sua intimidade com Deus e as instruções que ele te fez saber; nem a sua igreja, nem o seu pastor, nem o profeta ou profetisa, não a sogra ou aquela pessoa cheia das revelações. Se Deus falou e você ouviu e entendeu, então você pode continuar ouvindo e obedecendo, sem precisar de intérpretes profissionais. Abraão tento ajudar a Deus e fabricou um Ismael em substituição à Isaque e até hoje temos consequências. Cuidado com o “Zacarias Junior” ele não é que Deus disse; o Senhor falou, JOÃO, entendeu?

Senhor, de muito tempo temos aprendido que obedecer é melhor do que sacrificar, e o desejo do nosso coração é estar alinhado com a tua perfeita vontade. A instrução pode ser simples, mas se faz necessário sermos fiéis em tudo. Obrigado por cumprir cada uma das tuas promessas em nossas vidas e permitir que vejamos que tu és Deus acima de tudo e não escapa ao teu controle. Obrigado por tua fidelidade. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

O Corpo de João Batista

Meditação do dia 18/09/2017

Mt 14.12 – E chegaram os seus discípulos, e levaram o corpo, e o sepultaram; e foram anunciá-lo a Jesus.

  O corpo de João Batista – Sepultamentos, velórios e atos fúnebres, é fortemente determinado pelos hábitos culturais dos povos. Assim, cada povo e sua cultura, desenvolve hábitos e rituais, que tem à ver com suas crenças espirituais, sociais e até mesmo com misticismo fruto de miscigenação, ou o famoso caldeirão cultural. No interior do Brasil existia, (provavelmente as novas leis exterminaram), costumes de ao se levar o defunto para sepultar, acreditava-se que caso a pessoa fora má ou partira sem resolver certas coisas, fazia o caixão ficar muito pesado, então eles o levavam até certo árvore e quebravam galhos e davam uma surra no caixão, então seguia o corteja, agora mais leve. Em alguns países sul americanos, costumam passear com o defunto em lugares que ele gostava de frequentar. No México tem rituais e dia em que todos vão para o cemitério e fazem verdadeiros banquetes, fazem desfiles cavernosos em homenagem sei lá, se à morte, se aos mortos ou a ambos. Algumas culturas cremam os corpos, outros sepultam na terra, outros em jazigos de pedra outros o fazem de forma que ali seja uma morada eterna….etc. Nós, brasileiros, com o maior caldeirão de cultura e religiões de base, temos de tudo um pouco e um pouco de tudo. Mas o básico é sepultar em terra. A medicina moderna e seus avanços trouxe discussões éticas e morais que aliada á crenças religiosas ou filosóficas, provoca discussões sérias. Alguns acreditam que a promessa cristã de ressurreição e um novo corpo, é afetada pelos transplantes de órgãos, afinal, alguém ficou sem o seu órgão e alguém ficou com dois…, o mesmo se dá com a transfusão de sangue. Outros, por exemplo, tem dificuldade de lidar com corpos irrecuperáveis em situação de sinistros, como acidentes em massa, fragmentação em explosões, ou casos como de astronautas que se perderam em acidentes fora de nossa órbita. O nosso texto diz que os discípulos de João, sepultaram o seu corpo, mas particularmente não acredito que conseguiram recuperar a cabeça do profeta. Dificilmente Herodias, devolveria, desfazendo assim sua macabra vingança pessoa. Mas também não acredito que veremos na eternidade, João com sua cabeça decepada, andando lá com ela debaixo do braço. Nem acredito que isso ou essas hipóteses todos sejam de algum modo um problema que Deus não possa facilmente resolver. Sem nuances teológicas ou de outras ciências, acredito que “Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Co 15.42). Simples assim. Isso me basta, me consola, me conforta e deixa em paz, para agora e para a eternidade.

Senhor, tu és a ressurreição e a vida, e isso é tudo o que importa. Por mais que firmemos teorias, mais angústias conseguimos produzir ao coração. Só tu tens a paz que precisamos agora e no porvir. Não há nada que não esteja sob os teus cuidados. Então posso descansar, e descanso, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

A Cabeça de João Batista

Meditação do dia 17/09/2017

Mt 14.10,11 – E mandou degolar João no cárcere. E a sua cabeça foi trazida num prato, e dada à jovem, e ela a levou a sua mãe.

  A cabeça de João Batista – É uma cena que já foi contada milhares de vezes, mas acostumar ouvi-la não significa, acostumar com a cena. Posso afirmar que a maioria de nós lemos essa passagem e passamos em frente como uma narrativa comum à qualquer outra. Isso diz respeito à falta de identificação com os verdadeiros fatos e a assimilação emocional e do impacto que ela produz na numa pessoa. Deparar-se com uma cena de crime violento, com vítimas barbarizadas e despedaçadas, provoca reações muito fortes nas pessoas e alguns não suportam ver e em muitos casos, até parentes ou pessoas próximas afetivamente das vítimas preferem nem verem, para ficarem com uma lembrança melhor da última imagem da pessoa. Outras, forçadas a ver ou presenciar, traumatizam-se e precisam de ajuda e acompanhamento profissional por longos períodos para recuperarem ou superar as marcas, quando não, é irreversível os danos e tem que conviver com isso o resto da vida. Os cristãos pela convivência com as narrativas bíblicas, em muitos casos às veem apenas como narrativas, e não se envolvem emocional e espiritualmente com o texto e os fatos. Não defendo entrar em pânico e estresse toda vez que ler um texto tal qual esse; me refiro a aprender com a veracidade dos fatos e a identificar-se com a cena, pois é daí que vem o aprendizado emocional e afetivo, que cria compaixão e piedade, arrependimento e sensatez para evitar o mal e ter coragem de tomar posição ao lado do certo e do bem. Deixe-me propor uma exercício: Imagine-se numa festa de aniversário de alguém muito importante em termos de autoridade; o ambiente festivo, muita alegria, comes e bebes, apresentações contratadas para alegrar a festa; convidados se voluntariando para demonstrar seus dotes artísticos em homenagem ao dono da festa. Alguém, vai lá e arrasa com uma apresentação maravilhosa, que arranca aplausos e a admiração de todos os presentes; então o aniversariante vai abraça-la e cumprimenta-la pelo talento artístico e pela homenagem, e lhe oferece um presente à livre escolha. Se trata de uma adolescente graciosa, sorridente e de família nobre e educada; pela surpresa da proposta e a imaturidade ela vai e sussurra com a mãe, qual seria um bom pedido e volta,  apresenta o seu desejo: “Quero a cabeça de fulano de tal, numa bandeja agora mesmo!” A princípio todos riem e acham que é uma brincadeira, macabra, mas brincadeira, mas depois percebe-se que não e ela insiste para que a promessa seja honrada. A ordem é dada e em poucos minutos entra um copeiro com uma bandeja, com uma cabeça humana decapitada, ainda jorrando sangue e é apresentada à jovem, que a recebe com naturalidade e vai e entrega à mãe como algo que lhe agrada! Fim do exercício! Como você agiria dali em diante na festa? Como sairia dali? Como seria suas reações ao chegar em casa? E nos próximos dias? No ano que vem aceitará o convite para outra festa do amigo? Isso impactaria sua vida? O que você imagina que levou aquela mulher a induzir a filha a tal pedido? O que aquele homem representava de tão ameaçador que valia sua cabeça como premio? A verdadeira meditação aqui e a  lição nossa hoje, é extrair uma verdade: O que a cabeça de João Batista de fato representava? Ache uma resposta que traga paz ao seu coração e consolo ao seu espírito e ajude a entender aquela imagem do copeiro passando na sua frente e você viu aquela cabeça, aqueles olhos…. aquela fisionomia que transparecia…. depois da festa, você dormiu bem? E hoje, como seria? Estou procurando essas respostas também….

Senhor Jesus, ele era teu primo, um grande homem diante de Deus, o maior entre os nascidos aqui, foi o que dissestes dele. João trabalhava para ti e preparava o caminho dos corações humanos para arrependimento e fé e morreu pela dureza e impiedade de corações que foram impactados pela sua mensagem. Servir ao Senhor pode implicar em correr riscos, obrigado pela vida e pelo significado dela, e eu preciso de coragem para viver a minha de maneira tal que justifique o teu investimento. Para viver ou para morrer, sou do Senhor e é preciso coragem para não amarelar na hora das provações e dificuldades. Sustenta-me, Senhor, por amor do teu nome, amém.

Pr Jason

João na Prisão

Meditação do dia 15/09/2017

Mt 4.12 – Jesus, porém, ouvindo que João estava preso, voltou para a Galiléia.

João na prisão – Vivemos num sistema quase democrático de governo, e também chamado de “estado de direito,” que na prática não é lá aquela Brastemp, mas serve. Em tese, prisão é para criminosos que oferecem periculosidade para a segurança pública. Não é tão comum nos nossos dias alguém ser preso só por capricho do governador, prefeito ou outras autoridades. O quase sagrado direito de defesa e presunção de inocência até que se prove o contrário, serve bem de proteção. Mas nos tempos bíblicos, a lei era a palavra do rei, do governador ou de seus prepostos. Um desagrado pessoal ou sugestão de um apadrinhado era suficiente para se prender qualquer pessoa, por mais boa índole e bons antecedentes que tivesse. Foi por isso que João, o Batista foi preso. Ele tinha um compromisso com seu ministério, e a alma do seu trabalho era chamar os pecadores ao arrependimento e à conversão, para se prepararem para receber o Messias, que vinha logo em seguida. Entre esses muitos pecadores atingidos por sua mensagem, estava o rei Herodes, filho do outro Herodes, o grande (aquele que matar as criancinhas de Belém). A mensagem de João acertou o alvo em cheio, na mosca; pois o rei sentiu-se incomodado dos dois lados da sua vida: reconhecia sua práticas erradas e embora não evidenciasse mudança, mas estava sensível; por outro lado reconhecia a autoridade espiritual e profética de João e tinha disposição de ouvi-lo. Mas o pecado falou mais alto ao seu coração. A prisão de João não o intimidou, nem limitou seu rendimento e foi fiel até o fim, como se espera de alguém que tem uma mensagem divina para entregar. Hoje, nem eu, nem você sofre limitação física e restritiva da justiça por proclamar a Palavra de Deus. Muito embora, ações organizadas e orquestradas pelo mundo pressiona via legislação para delimitar parâmetros cada vez mais apertados por ideologias, pseudos-conceitos que compõem uma nova ordem (in)moral. Mas desde que  o mundo é mundo, o bem sofre pressão do mal; a luz é assediada pelas trevas e a justiça é pressionada pela injustiça. Como cristãos, sabemos de cor e salteado que jamais seremos favorecidos pelo mundo, e nem precisamos; pois Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo (I Jo 4.4). Nosso desafio é permanecer fiéis! Cada época tem o seu desafio, o seu Herodes! João foi decapitado, mas o trabalho dele ficou intacto e cumpriu seu papel para o tempo e a eternidade. Sabemos tudo, e ainda saberemos mais sobre o ministério de João; e o que sabemos sobre Herodes? Que importância ele teve e o que deixou de legado para a posteridade? Olhando para a vida e ministério desse profeta, entendemos como nunca a veracidade das palavras de Jesus: “Porque qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas, qualquer que perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, esse a salvará” (Mc 8.35). Esqueça longevidade, concentre-se em fidelidade ao propósito divino para sua existencia!

Pai, segundo a tua palavra, todos os nossos dias foram contatos e estão todos diante de ti; assim, é sábio ser fiel e produtivo no espaço de tempo que passamos aqui cumprindo um propósito. Obrigado pelo privilégio de fazer parte de algo imensamente maior do somos e mais importante do que nossa mera existência. Obrigado porque a nossa vida não se restringe a essa fase material e temporária atual. Fomos criados para a eternidade  e o Senhor é infinitamente sábio em tudo o que fazes. Eis nos aqui, para servir enquanto o servirmos. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Homem de Deus

Meditação do dia 14/09/2017

Jo 1.6 – Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João.

Homem de Deus – Bons pregadores normalmente são craques em sermões ou estudos com três pontos, além da introdução e conclusão. Como não sou desse nível, fico no raso para não aventurar em águas mais profundas e correr riscos desnecessários. Mas é muito significativo pensar e concluir assertivamente que a obra de Deus aqui na terra sempre foi feita por homens, e não podia ser diferente. Talvez tirando a intromissão da jumenta de Balaão, os corvos que levavam alimento para Elias e o peixe que teve Jonas como seu lanche mais indigesto, no mais é só da “nóis na fita!” (Não vou considerar a serpente, porque ela estava servindo na oposição). Esse planeta terra, foi concebido para ser o lar dos humanos e o pedaço aqui é nosso, então as responsabilidades e privilégios, também o são. “Sois benditos do Senhor, que fez os céus e a terra. Os céus são os céus do Senhor; mas a terra a deu aos filhos dos homens” (Sl 115.15,16). No momento crucial do projeto de redenção, novamente aparece a figura humana –  um homem, e como todos os demais tem uma história tão peculiar como qualquer outro de nós. João era filho de sacerdote, família piedosa e adoradora de Deus, que aguardava fielmente a vinda do prometido Messias. Nascido sob promessa, uma vez que os pais naturalmente já haviam esgotado as chances de terem filhos; mas uma visitação divina, revelou ao seu Zacarias, que não só teria um filho, como seria o homem que precederia como arauto ao Messias de Israel. Mesmo para grandes tarefas, Deus ainda mantém sua fidelidade e chama homens para compor seu quadro de serviço. Mesmo hoje, com tanta modernidade, tecnologia e comunicação em massa e em tempo real, inteligência artificial e outras coisitas mais… você e eu ainda estamos na agenda do Senhor para sermos instrumentos pelos quais ele vai alcançar outros homens que conseguem se identificar com nossas condições, fraquezas e limitações. Para isso, além de ser homem, ou humano, precisa ser enviado de Deus. O serviço de Deus, feito da maneira de Deus, sempre contará com os recursos de Deus. Tal qual em outras épocas, há pessoas que se oferecem para servirem em áreas para as quais não foi chamado por Deus e nem recebeu ou receberá autoridade ministerial. Uma necessidade, não constitui uma chamada. Como servos, sempre devemos estar disponíveis para servir e ajudar, facilitando de todas as formas o bom andamento do Reino de Deus; mas esse servir, não pode ser confundido com vocação ministerial. Se meter onde não foi chamado e invocar prerrogativas e capacitação humana e secular como desculpa, não valida em nada, o divino direito e senhorio de Deus em colocar quem ele quer, onde e por quanto tempo entender necessário. Nem por ser um bom pregador, ensinador ou administrador, que justifica se tornar pastor, bispo, apóstolo, vice-deus e outras posições no seio da igreja. Seja eficiente e abençoador, mas na vocação em que foste chamado. Hebreus orienta no seguinte sentido: “E ninguém toma para si esta honra, senão o que é chamado por Deus, como Arão”  (Hb 5.4). Outro fator, é que esse homem, enviado por Deus, tinha nome – JOÃO. O nome deve refletir o caráter e destino da pessoa. Ao citar um nome de uma pessoa, isso deve levar qualquer um a ligar esse nome a uma imagem, preferencialmente positiva, construtiva e digna. As culturas antigas entendiam a importância da escolha de um nome para uma criança, e isso a acompanharia por toda a sua vida, como uma marca. Observe na Bíblia, as pessoas que tiveram seus nomes escolhidos ou indicados divinamente, na notificação de seu nascimento. Todos com sentidos fortes, definidos e comprometidos com uma missão tão específica quanto á pessoa. O que significa seu nome? Ou que significado ele passou a ter devido as marcas que você imprimiu na vida? Qual a reação das pessoas quando ouvem o seu nome? Para o tempo atual, esse versículo deve ser contextualizado sem prejuízo algum da seguinte forma: Houve uma pessoa enviada de Deus, cujo nome era ….. (Jason, Wellington, Kezia…)

Senhor da Seara, eis nos aqui, no nosso tempo e para ser da tua maneira e no poder do teu Espírito Santo, amém.

Pr Jason

João Batiza Jesus

Meditação do dia 13/09/2017

Mt 3.13 – Então veio Jesus da Galiléia ter com João, junto do Jordão, para ser batizado por ele.

João batiza Jesus – Deve ter sido um encontro memorável. Embora hoje, com o conhecimento que temos da grandeza e importância do ministério de ambos, faz desse encontro algo tão singular. Para quem estava ali, ao vivo e à cores, tiveram a oportunidade de presenciarem a história acontecendo diante de seus olhos e que posteriormente isso tomou significado muito especial. João, já tinha alguns seguidores, ou discípulos, mas não era essa a sua missão, pois estava focado em preparar os corações daquelas pessoas para receberem ao Messias que apareceria logo. Não é de ignorar que João tinha certo conhecimento dos futuros acontecimentos, afinal ele era primo de Jesus e sua mãe deve ter compartilhado com ele os eventos maravilhosos que cercaram o nascimento de ambos. Isabel, era estéril e já não contava com a possibilidade de ter filhos, até que foi notificada que seria e de alguém com um ministério muito específico. “Mas o anjo lhe disse: Zacarias, não temas, porque a tua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, dará à luz um filho, e lhe porás o nome de João. E terás prazer e alegria, e muitos se alegrarão no seu nascimento, porque será grande diante do Senhor, e não beberá vinho, nem bebida forte, e será cheio do Espírito Santo, já desde o ventre de sua mãe. E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus, e irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de preparar ao Senhor um povo bem disposto” (Lc 1.13-17). João já nasceu com vocação para realizar um grande trabalho. Eu, como você, que hoje aguardamos a volta de Jesus, para o arrebatamento da igreja, nutrimos uma expectativa santa de sermos surpreendidos com essa bendita esperança, onde as mais gloriosas promessas de Deus em todos os tempos se materializarão para nós. Aqueles piedosos adoradores, como eram os pais de João, alimentavam uma esperança do surgimento do Messias prometido e que produziria a restauração da nação e dos propósitos eternos para os filhos de Abraão. Certamente eles não tinham noção precisa de detalhes, mas seus corações aspiravam por isso. A notícia vinda por meio de uma revelação angelical, no momento de culto e ofertório ministrado pelo sacerdote Zacarias, feito por Gabriel, não deixa de ser espantoso para eles. Agora não era mais expectativa, mas uma realidade. Depois, seria então a vez dos “meninos” entrarem em cena e justificarem todo o investimento divino em tantas gerações; e aqui estavam eles, face a face, lado a lado, servo e Senhor, criatura e Criador com seus caminhos se cruzando mudarem definitivamente a história dos homens. João agiu como homem, humilde, submisso, disposto a dar a primazia a quem realmente a teria por direito; Jesus, ah! Jesus agiu perfeitamente como se esperaria dele, disposto a dar cada passo do processo de humilhação na encarnação e cumprir o que a justiça exigia para ser o parente remidor de todos nós. Assim faz sentido as palavras de Paulo: “Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Co 5.21).

Pai, graças de rendo por seu tão perfeito em tudo o que fazes! Obrigado pela disponibilidade de enviar Jesus para nos resgatar dos nossos pecados. Todo o processo de redenção foi se materializando diante de pessoas piedosas que amavam a tua graça e esperavam na tua providencia e não decepcionados. Hoje, temos uma nova história, por aquilo que muitos servos se disponibilizaram a ti e aos teus propósitos. Agora é a minha vez, a nossa vez! Eu digo sim, para a tua vontade, em nome de Jesus! Amém.

Pr Jason

João o Batista

Meditação do dia 12/09/2017

Mt 3.1,2 – E, naqueles dias, apareceu João o Batista pregando no deserto da Judéia, E dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.

 João, o Batista – João, o Batista, é uma pessoa muito significativa na Bíblia. Veio com um propósito de vida e ministério muito especifico e cumpriu fielmente seu trabalho. Era parente próximo de Jesus, primos na verdade e tudo indica que suas mães eram ótimas amigas. Com uma diferença de meses apenas de idade, Jesus e João, ao que tudo indica não se relacionaram de maneira mais próxima no tempo de suas vidas infantis e ou mais tarde, antes de entrarem para seus respectivos ministérios. Na verdade, tudo leva-nos a crer que se viram pela primeira vez por ocasião do batismo de Jesus, e que João precisou de uma ajuda divina revelando quem seria o homem que ele batizaria e daria continuidade ao programa de apresentação do reino de Deus entre os homens. “E eu não o conhecia, mas o que me mandou a batizar com água, esse me disse: Sobre aquele que vires descer o Espírito, e sobre ele repousar, esse é o que batiza com o Espírito Santo. E eu vi, e tenho testificado que este é o Filho de Deus” (Jo 1.33,34). O ministério de João, era marcado pelo desafio de preparar o coração das pessoas para receberem o reino de Deus, que seria logo em seguida apresentado por Jesus, a quem ele servia, mas sem o conhecer pessoalmente. Para os padrões de hoje, João também não seria muito popular, pois era incisivo contra as práticas pecaminosas das pessoas e isso incluía também a elite governante. Para João, o reino de Deus era para todos e igualmente a necessidade de arrependimento e conversão aos caminhos de Deus, com o abandono dos pecados e da injustiça. O coração do homem é continuamente suscetível de corrupção e maldade, e a tendência natural é contextualizar e admitir que tudo o que socialmente é aceito, também o é em termos espirituais. O conceito de que Deus não interfere nem intervem nas vidas humanas, permite que eles então se auto determinem, estabelecendo os conceitos do certo e errado, bom e mau e suas devidas escalas de valores. Seguindo assim, ações ruins são plenamente compensáveis com uma ou outra boa ação, que não só alivia a consciência, como adquire méritos religiosos e aplausos aos seus pares em ações beneméritas, que na verdade são meios de promoção pessoal e expor-se a visibilidade como alguém que faz o bem e tem um grande coração. João o Batista, não engolia isso e nem tampouco aliviava para os pervertidos e imorais dos seus dias. Era um homem cheio do Espírito Santo e o poder de Deus estava com e sobre ele, o que sustentava. Quando se trata de ministério para Deus, não importa se naturalmente a pessoa é ousada, corajosa e destemida para dizer as verdades mais duras e sustentar isso diante de tantas adversidades e correntes contrárias. Se trata de ter a unção e autoridade ministerial, disposição de obedecer a Deus e ser fiel á mensagem recebida, decodificada e entregue no poder do Espírita Santo. O que é a marca do seu ministério?

Senhor, levanta em nossos dias mais homens e obreiros corajosos no Senhor, para pregarem a tua Palavra no poder do teu Espírito Santo, sem estarem comprometidos com a ética e moral dos nossos dias e os conceitos humanos do que é a verdade. A tua igreja, tem uma história e faz a história acontecer dia a dia, proclamando o evangelho que o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê. Eis-nos aqui, para ser os arautos desses dias difíceis, mas promissores, por causa da tua graça. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

O Nazareno

Meditação do dia 11/09/2017

Mt 2.23 – E chegou, e habitou numa cidade chamada Nazaré, para que se cumprisse o que fora dito pelos profetas: Ele será chamado Nazareno.

 O Nazareno – Eu moro numa cidade pequena, e gosto disso; mesmo com as vantagens que as grandes cidades oferecem, alguns aspectos da vida no interior e em cidades pequenas torna a vida bem mais simplificada e desfrutamos de coisas que é inviável nos grandes centros. Os projetos de Deus sempre foram levados à efeito sem que a grandiosidade ou pequenez produzisse diferença nos resultados finais. Isso me faz lembrar os argumentos de um autor sobre a experiência de Moisés com a sarça que ardia e não se consumia; pois na verdade, era Deus que sustentava aquelas chamas e não o arbusto, sendo assim, qualquer arbusto serve. Isso é plenamente aplicável em nossas vidas, pois Deus pode utilizar uma pessoa preparada como era o caso de Moisés, ou não, ele pode lançar mão de um faraó e através dele acolher uma família e depois tirar dali uma nação. Deus tirou Davi de após o rebanho para apascentar o seu povo Israel. Daniel foi um estadista de muito prestígio e preparo para servir o povo de Deus enquanto administrava no maior império de seus dias. Neemias era apenas o copeiro do rei e foi um grande líder na reconstrução da nação. Ester era até então apenas uma moça bonita, se tornou rainha e coluna de sustentação dos propósitos divinos para uma nação inteira. Jesus era descendente de Davi e foi nascer na mesma cidade do grande rei, mas teve que ser criado numa pequena cidade da Galiléia, porque as profecias diriam que ele seria conhecido domo Nazareno. O que para muitos dos seus dias, seria um motivo de desprezo, para Deus, era apenas o meio de fazer as coisas acontecerem da sua maneira, sem a intervenção da influencia dos poderosos e do que os homens consideram importantes. “Disse-lhe Natanael: Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? Disse-lhe Filipe: Vem, e vê” (Jo 1.46). Você não é o mais bem preparado? Sua igreja não é a maior da cidade? Sua classe de ensino não é a mais frequentada? Seu ministério não tem sido o mais impactante? Não se aflija, contanto que esteja sendo fiel e dinâmico, obediente ao que Deus determinou. Barulho não é poder, e sonoridade não é espiritualidade. Fomos chamados para servir a Deus e ele determina onde, quanto e até quando. Para quem se mantém firme nos caminhos, é muito firme a verdade de que é Deus fecha e abre portas, não os homens, as autoridades, igrejas e líderes. O Deus das coisas grandes, poderosas, portentosas, também é o Deus das coisas pequenas, humildes e simples, mas sempre com o padrão de qualidade do amor e da graça. Hoje, quando se diz: “Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno….” tremem-se os céus e a terra e quem conhece o poder desse título, treme também!

Obrigado, Pai, por fazer coisas grandes através de instrumentos pequenos e até insignificantes aos olhos humanos. Sementes são pequenas e produzem aos milhares; um pequeno gesto pode mudar uma grande situação, como uma pequena fagulha pode produzir um grande incêndio. Uma palavra tua, pode mudar uma história inteira. Obrigado por Jesus ser o tudo de que precisamos hoje e todos os dias. Amém.

Pr Jason

Jesus na África

Meditação do dia 10/09/2017

Mt 2.13 – E, tendo eles se retirado, eis que o anjo do Senhor apareceu a José num sonho, dizendo: Levanta-te, e toma o menino e sua mãe, e foge para o Egito, e demora-te lá até que eu te diga; porque Herodes há de procurar o menino para o matar.

 Jesus na África – A história da humanidade tem o seu berço nas terras do Oriente, nos arredores do que conhecemos hoje como Oriente Médio. Todos os patriarcas e a nação de Israel tem suas origens e histórias ligadas a esse pedaço de terra. Cristo, descendente de Davi, a família real que ganhou a promessa de governo eterno, nasceu em Belém da Judéia, na Palestina atual; sua vida e ministério esteve centralizada por ali mesmo. Mas por um espaço de tempo, Jesus viveu em outro continente, e isso causa um sentimento de alegria muito grande nos cristãos africanos, porque este é o único outro continente, citado nas Escrituras, que recebeu a pessoa de Jesus nos seus dias aqui na terra. Ainda mais, que ali esteve, no Egito, na condição de refugiado, para escapar da perseguição insana do rei Herodes, o Grande, que como sabemos, não era israelita, mas Indumeu, ou descendente de Edom, ou Esaú; Ele chegou ao trono israelita, via arranjos de casamento, com a Mariane, filha de um Sumo Sacerdote, que durante a dispersão e resistência, tomaram o poder para livrar a nação do domínio gentílico. Também é significativo, que profeticamente, a existência da própria nação israelita esteve ligada na sua origem ao Egito, que todos conhecemos, pela história de José, filho de Jacó, que se tornou primeiro Ministro de Faraó, e com isso permitiu-se que a terra dos faraós servisse como berço para a formação da futura nação de Israel. Assim, um fato passado, tinha forte simbolismo com o futuro e com a eternidade. “Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei a meu filho” (Os 11.1). Esta profecia, foi citada por Mateus na sequencia do nosso texto de hoje. “E, levantando-se ele, tomou o menino e sua mãe, de noite, e foi para o Egito. E esteve lá, até à morte de Herodes, para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz: Do Egito chamei o meu Filho” (Mt 2.14,15). Ao olharmos a nossa África de hoje, ficamos imaginando como um berço de civilização tão desenvolvido, próspero e importante no cenário mundial, como já foi, está hoje nessas condições. Entre razões e respostas sociais, políticas e outras mais, sabemos que o na verdade, o pecado é o opróbrio dos povos. Existem responsabilidades dos líderes, mas também da igreja, mas o principal para a minha modesta opinião, é que Deus ainda está no controle, ainda há alguém sentado no trono e a redenção completa, o que inclui a regeneração humana dos seus pecados e das mazelas causados por ele, também haverá resgate para a terra e os seus sistemas. Deus prometeu aos filhos que herdariam a terra; os justos herdarão a terra, e sem dúvida, não receberíamos de Deus uma herança deteriorada, inadequada e imprópria para a vida e o progresso do potencial que ele mesmo  colocou dentro de nós. Eu descanso naquela palavra: “E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis” (Ap 21.5).

Pai amado, graças de rendemos, pelos teus caminhos planos e veredas direitas que propusestes diante dos homens, mas escolheram seus próprios caminhos, que terminaram em ruína e destruição; mas em Cristo o Senhor, estamos tendo uma nova história sendo reescrita, com o sangue derramado na cruz, para perdoar os nossos pecados e nos dar acesso a sala do trono, onde tem alguém assentado, e ele tem todo o poder no céu e na terra, e fará novas todas coisas. Obrigado por nos alcançar com tão grande amor e nos acolher em tua família. A Jesus, seja a glória, a honra e o poder para todo sempre, amém!

Pr Jason