Retribuição

Meditação do dia 26/09/2016

Sl 116.12 “Que darei eu ao Senhor, por todos os benefícios que me tem feito?

 Retribuição – É uma pergunta interessante! Como podemos retribuir a Deus por todos os seus cuidados para conosco? No cântico proferido por Paulo na carta aos romanos, ele responde com outra pergunta: “Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém” (Rm 11.35,36). Como dar algo a quem tem tudo, literalmente, tudo! Claro que Deus não precisa de nada, pois Ele se basta a si mesmo; Nada lhe falta ou venha a precisar; quando pensamos na expressão auto suficiente, ela só se aplica na totalidade, à pessoa de Deus. Por outro lado, há um propósito para o qual fomos criados e somos preservados e mantidos em boas condições, que é glorificar o criador. Produzirmos louvor e honra ao seu santo nome. O homem foi criado para cultuar a Deus; isso está na nossa natureza, é vocação humana praticar adoração. Como todas as coisas na vida humana, o pecado estragou e desvirtuou todos os nossos sentidos e propósitos, houve uma corrupção generalizada na vida e na essência da pessoa e o passar dos tempos só agravou o quadro, pois o espírito de independência e a rebelião se fortaleceram ainda mais. Sendo criado para oferecer adoração, o homem pratica isso mesmo de forma involuntária, pois se ele não adora a Deus, irá adorar a outra coisa, e até a si mesmo. A idolatria é uma forma de resposta do ser humana à sua necessidade íntima de adoração, mas com o coração entenebrecido pelo pecado e a incapacidade espiritual de discernir o verdadeiro objeto da adoração, sobra então espaço para aquilo de que o coração já está cheio e inclinado. No caso do cristão, que já está na posição correta pelo novo nascimento, já está reconciliado e vivendo o propósito eterno para  o qual foi criado, dar algo a Deus se torna uma questão de reconhecimento da santidade e do caráter bondoso de Deus. Isso tem mais a ver com um relacionamento, do que com religião ou outra coisa. Em termos de recompensar a Deus por nos aceitar e nos salvar, não há nada que possamos e nem devemos tentar fazer. Somos salvos pela graça através da fé e isso não vem das obras é um dom, um presente de Deus (Ef 2.8,9). Agora, como filhos, adoramos porque Ele é digno de ser adorado e somos adoradores por natureza, então tudo se encaixa, fazemos o que devemos ao mesmo tempo que fazemos o que nos dá prazer e satisfação.

Senhor, tu és digno de inteira adoração de minha pessoa, por gratidão e reconhecimento que o Senhor é Deus em cima nos céus e em baixo na terra, como também na minha vida. Reconheço que sou obra de tuas mãos, criado para o louvor da  sua glória. Agradar a ti, me proporciona prazer e contentamento. Como teu filho, sou grato por tudo que tens para mim e por aquilo que se revela a cada dia. Graças dou por fazer parte de um propósito maior do eu e santo em todas as suas instancias. A Deus seja dada a honra e a glória em todo tempo. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

A Terra é Nossa

Meditação do dia 25/09/2016

Sl 115.6 “Os céus são os céus do Senhor; mas a terra a deu aos filhos dos homens.

 A terra é nossa – Não creio que seja errado ter o desejo de possuir certas coisas, entre elas, propriedades imobiliárias. Fomos criados inteligentes e com capacidades criativas, que permitem criar e desenvolver soluções para os problemas e as necessidades que aparecem constantemente. Quanto mais a sociedade se desenvolve e se organiza, mais oportunidades surgem devido justamente à demanda. Onde há uma demanda, aparece a oportunidade de soluções e isso se torna mercado, ou meio de trabalho e que por sua vez, gera receitas, que gera status que gera…. e por aí segue o curso da história. NO contexto bíblico, a sociedade começou com um casal apenas e depois seus filhos, que se tornaram famílias e foram se organizando segundo as necessidades. Os dois filhos de Adão e Eva já escolheram carreiras diferentes dos pais; um se tornou pecuarista e outro agricultor; consequentemente um tinha a tendência a ser nômade e o outro mais sedentário. Provavelmente enquanto eram poucos, todos tinham que fazer de tudo, mas depois, algumas coisas já podiam ser deixadas como responsabilidades de alguns e assim veio a especialização. Se alguém ficava em casa para fazer a comida e levar para quem cuidava do rebanho, certamente ela ficara mais capacitada nas atividades domésticas e de fazer comidas; enquanto outros ficavam melhor no manuseio do gado, tirar o leite e etc. depois alguém tinha que ficar cuidado das crianças e liberar os pais e os maiores para outras tarefas e assim alguém se tornou bom em cuidar de crianças e como elas aprendiam e se desenvolvia e isso chegou à pediatria, pedagogia, etc. dos cuidados rudimentares com o gado, chegou-se a alta tecnologia, melhoria genética e tudo que hoje o “agronegócio” exige, tanto para os antigos nômades pastoris, como os sedentários agricultores. Só que no meio de tudo isso, apareceu o tal pecado, o egoísmo e a violência, o desrespeito pela propriedade e à vida e tudo o que acabou gerando outros ramos, como da segurança, do seguros, marcas e patentes, direitos autorais, o próprio direito se tornou braço da justiça e vieram as leis e as regras e claro, as exceções… Uma palavra dita pelo rei Salomão sintetiza muito a coisa toda: “Eis aqui, o que tão-somente achei: que Deus fez ao homem reto, porém eles buscaram muitas astúcias” (Ec 7.29). Nos metemos em muitas encrencas e agora temos que lidar com isso e achar as soluções. Acontece que sem ajuda do criador, as soluções causam sempre efeitos colaterais, que exigem novas medidas e já conhecemos o significado da expressão: “vai se tornando uma bola de neve.” Fico muito feliz em saber que os céus, continuam sendo os céus do Senhor… lá existe ordem e as coisas funcionam; mas a redenção vai ajeitar as coisas aqui também, Se Deus deixasse por nossa conta, já estamos vendo e lidando com as consequências de nossas decisões. Não desista, Deus ainda está no controle.

Obrigado, Pai, por mais que sejam ruins as previsões sobre o que nos aguarda em nosso planeta, sabemos que as coisas ainda estão em tuas mãos e que tens o poder e a capacidade e também os recursos para colocar o teu plano em condições de se realizar. Sou grato pela obra perfeita de Cristo na cruz, que permite a salvação e a redenção de todos e de tudo que o pecado estragou. Confiou minha vida e minhas necessidades aos teus cuidados; em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Quando se Sai do Egito

Meditação do dia 24/09/2016

Sl 114.2 “Quando Israel saiu do Egito, e a casa de Jacó de um povo de língua estranha, Judá foi seu santuário, e Israel seu domínio.

 Quando se sai do Egito – Quanto mais conhecemos a Palavra de Deus, mais interessante ela se torna e os temas por ela abordados, tomam relevância cada vez maior em nossos estudos, devocionais e nas observações. Já notaram quantas vezes, é novamente citado para o povo de Deus a sua saída do Egito? Provavelmente todos os escritores sagrados tratam desse assunto de uma forma ou outra. Nos Salmos isso é muito recorrente. Mesmo nos dias dos peregrinos que saíram e por quarenta anos caminharam pelo deserto até chegarem na Terra Prometida, diariamente eles eram relembrados. Se tal fato acontece, é porque é significante e dentro dos propósitos eternos de Deus isso deve ser algo para não ser esquecido jamais. Desde a promessa feita à Abraão, centenas de anos antes mesmo da nação existir, essa operação de resgate já estava em Pauta. “Então disse a Abrão: Saibas, de certo, que peregrina será a tua descendência em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos, Mas também eu julgarei a nação, à qual ela tem de servir, e depois sairá com grande riqueza” (Gn 15.13,14). Essa previsão se cumpriu e eles se formaram nação dentro do Egito, o maior e mais poderoso império da época; e quando se fez necessário, a presença de Deus se revelou na história daquelas pessoas que sabiam por informação dessas promessas de Deus, mas a maioria delas não conhecia a Deus como seus patriarcas. Uma das razões da revelação de Deus, mais do que livrar alguém do sufoco, é permitir que conheça a que deve servir numa experiencia totalmente pessoal. “E disse o Senhor: Tenho visto atentamente a aflição do meu povo, que está no Egito, e tenho ouvido o seu clamor por causa dos seus exatores, porque conheci as suas dores. E agora, eis que o clamor dos filhos de Israel é vindo a mim, e também tenho visto a opressão com que os egípcios os oprimem. Vem agora, pois, e eu te enviarei a Faraó para que tires o meu povo (os filhos de Israel) do Egito” (Ex 3.7,9,10). Depois de complicadas negociações, idas e vindas, mandos e desmandos de faraó, finalmente a viagem foi iniciada, mas isso era apenas o início da jornada do resto da vida daquelas pessoas e o primeiro passo daquela nação. “Assim partiram de Sucote, e acamparam-se em Etã, à entrada do deserto. E o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os iluminar, para que caminhassem de dia e de noite” (Êx 13.20,21). Esta é também a minha história, e a sua e de todos os filhos de Deus. Todos, indistintamente fomos resgatados de um tipo de cativeiro que nos retinha e só por obra e graça de Deus, com mão forte mesmo, foi possível sairmos para a vida que efetivamente Deus tem para nós. Literalmente, o Egito foi é uma nação e um território político geográfico, mas espiritualmente, o Egito é uma condição de vida! Dadas estas verdades, NUNCA podemos esquecer de onde viemos e o preço que custou para sairmos de lá. Chamamos isso de “testemunho de vida.” Qualquer que seja a condição e o lugar que chegarmos, tudo começou em um lugar e em condição da qual não tínhamos como escapar por nós mesmos. Não é para lembrar os pecados e o cativeiro e seu sofrimento, mas é para celebrar o livramento, a salvação e nova vida, possível, graças a mão poderosa de Deus.

Senhor, já sabemos que é impossível a salvação sem a ação do Salvador e somos muito agradecidos pelo que Jesus fez lá na cruz. Reconhecemos nosso cativeiro sob o pecado e destino de destruição previsível à nossa frente; mas a tua mão é poderosa e assim nos libertaste das garras do pecado e do mal e nos transportaste para o reino do filho do teu amor. Obrigado por tão grande salvação. Obrigado, Espírito Santo por nos convencer do pecado, da justiça e do juízo e nos guiar a toda a verdade. Hoje, somos filhos, somos livres e cidadãos de um reino eterno. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

O Nome

Meditação do dia 23/09/2016

Sl 113.2 “Seja bendito o nome do Senhor, desde agora para sempre.

 O Nome – Embora haja muitos escritos cristãos sobre o nome de Deus, de Jesus e das pessoas em relação a Deus e também dos anjos, vou me ater a uma palavra devocional, sobre o nome de Deus. Não vou entrar em profundidade teológica ou de outra natureza, mas simplesmente meditar com vocês. Há uma infinidade de citações bíblicas sobre o valor e o poder do nome de Deus e no Novo Testamento, Jesus assume também essa condição e para nós, é uma bênção sabermos e desfrutarmos do poderoso nome do nosso Senhor. Na prática, um nome vale por aquilo que ele é; alguém poderoso, o seu nome fica poderoso, alguém inexpressivo, tal também será o seu nome. Nesse caso, é a própria pessoa que faz o seu nome, ou o transforma, tanto para bem, quanto para o mal. Humanamente falando um pessoa pode chegar a um nome poderoso e importante de três maneiras: 1° – Por nascimento – 2º – Por herança e 3º Por conquista. No caso de Jesus, os três motivos estão presentes no poder do seu nome. Ele já nasceu com um nome poderoso, por ser filho de Deus em forma humana. Também ele era de sangue real, descendente direto do Rei Davi e até nascido na mesma cidade que seu ancestral. E o conjunto de sua obra, culminando com morte, ressurreição e ascensão ao céu, para voltar à sua glória eterna, lhe deu nome mais poderoso de todo o universo. “Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2.9-11). Nessa linha de pensamento, quando nos referimos a um nome, na verdade isso significa tudo o que está por detrás desse nome, como o caráter, a idoneidade, a responsabilidade, as habilidades a confiabilidade. Certos nomes assumem uma forma de paradigma; quando se fala aquele nome, ele representa uma imagem conhecida, estabelecida e respeitada como referencia naquele seguimento. O nome de Deus é exatamente assim, todo o poder, grandiosidade, criatividade e o paradigma último e imbatível. Sua perfeição e santidade é razão suficiente para ser louvado, temido e se fazer bendito por todos os homens. Como Ele é quem diz ser e disso não temos dúvidas, podemos invoca-lo a qualquer momento de qualquer lugar, tanto para socorro e livramento, quando para adoração e veneração. Na cultura hebraica, ficou até regulamentada nas Escrituras, reverenciar tanto esse nome, ao ponto de fazer todo o possível para não usá-lo em vão ou de forma leviana. Segundo alguns estudiosos, os escritores, as fazerem as transcrições da Palavra de Deus, a cada vez que se deparavam com essa palavra, paravam tudo, trocavam a tinta da pena, e tomavam banho integralmente; tudo isso, pelo zelo de não contaminar esse santo nome. Para os padrões imediatistas de nossos tempos e pela liberalidade de nossa cultura e pouca atenção ao divino e ao sagrado, achamos isso um “santo exagero,” mas por outro lado, foi por posturas tão rígidas e tão respeitosas, que hoje temos certeza de que temos em nossas mãos um livro realmente sagrado, com pureza de textos e digno de confiança. Esse nome, tinha muito sentido para aquelas pessoas! Santificado seja o seu santo nome!

Pai, só mesmo conhecendo a ti numa experiencia pessoal, é que se pode entender e compreender o poder e o valor do teu nome. Graças te damos, porque o nome de Jesus é muito poderoso e respeitado em qualquer mundo e universo, por tudo que sua pessoa representa e confirma pela autoridade do Pai. Santificado seja e bendito seja o teu santo nome, e permita que eu cresça a cada dia e conheça e tema reverentemente esse nome que é sobre todo nome, o nome de Jesus, amém.

Pr Jason

O Homem Bem-aventurado 2

Meditação do dia 22/09/2016

Sl 112.10 “Louvai ao SENHOR. Bem-aventurado o homem que teme ao SENHOR, que em seus mandamentos tem grande prazer.

 O Homem Bem-aventurado 2 – O Salmo primeiro apresenta um homem bem-aventurado, e ali uma das causas dessa felicidade abundante é o prazer na Palavra de Deus e sua aplicação constante. Aqui, vem uma outra versão de homem bem-aventurado e também está diretamente ligado ao prazer nos mandamentos de Deus. Já vimos, que a Bíblia se vale de muitos títulos e nomes diferentes, que se aplicam a Palavra de Deus. Ela é realmente um conjunto de mandamentos, estatutos, preceitos, juízos, leis, ordenanças e alguns outros. Religiosamente, as pessoas reduziram o relacionamento com Deus à obediencia aos dez mandamentos, o que é um grande e absurdo erro, pois eles são apenas um resumo da lei moral dada ao povo de Deus. A nossa vida é bem mais complexa para ser abrangida e regulamentada por um código de dez itens, que ainda sofreu uma emenda inconstitucional de resumo do resumo, para apenas dois mandamentos e que em síntese, facilitaria o cumprimento. Mas a verdade é que não estamos servindo a Deus de forma espiritual, madura e familiar com uma cartela na mão e marcando um “X” nos íntens já completados, como fazemos com as listas de compras. Essa também não é a finalidade dos mandamentos dados a nós da parte de Deus. Somos mais que especialistas em burlar e manipular regras, e fazer do nosso jeito e ainda nos justificarmos alegando que estamos certinhos. Hoje quere encaminhar minha atenção para outro foco, a felicidade pessoal. Vejo nas mídias e também nas vidas ao meu redor, pessoas fazendo as coisas mais estúpidas e abomináveis em nome “da minha felicidade…” Famílias sendo separadas e destruídas em nome do prazer pessoal; depois de anos de casados, filhos grandes, se descobre que não era isso que se queria e agora eu vou lutar por aquilo que me faz feliz – e muitas dessas escolhas tem à ver com irresponsabilidade, imoralidade, infidelidade e auto-gratificação, mesmo que em razão da desgraça e infelicidade de tantos outros. Até mesmo evangélicos, ou religiosos embarcam nesse mesmo bonde e tem a cara de pau de dizer que “Deus se importa com o que sinto!” Sinto muito, mas o inferno vai estar cheio de “gente feliz!” Felicidade não é um FIM em si, ela é resultado natural de se viver de acordo com o MANUAL DO FABRICANTE. Observar as instruções de Deus em sua Palavra, leva a pessoa a se realizar como pessoa e ao mesmo tempo realizar a missão pela qual ele foi colocado aqui. O projeto de Deus é muito maior do que os projetos pessoais temporários de cada um; querer transformar a vida pessoal em projeto definitivo em substituição ao original, é um desastre desastroso. Preste atenção em como viveu, serviu e morreu as grandes pessoas que admiramos, tanto na Bíblia, como na história! Muitos deles viveram em fartura, riqueza, boas condições e muitos viveram em dificuldade, pobreza, sofrimentos e em tantos casos por escolha, para o bem da causa que eles acreditavam e por elas viverem e morreram, mas sua causa e seus nomes estão mais vivos do nunca e em memória eterna. Alguns deles só ficaram conhecidos ou famosos muito tempo depois dos seus dias. Esse salmo fala de alguém que constrói algo maior e mais permanente do que a si mesmo. Ele pensa na “sua semente – na sua geração – prosperidade e riquezas, justiças e bens permanentes – memória eterna…” Não leva em conta o seu momento, o seu prazer, o seu direito, suas reivindicações, como se ele fosse o centro e o fim de tudo. Como pessoas tão egoístas, mesquinhas e centralizadoras esperam viver dias felizes? É quando podemos contemplar “o conjunto da obra” é que podemos ver como a felicidade é real e verdadeira. Fazendo parte do projeto de Deus, eu me torno maior que a mim mesmo.

Não a nós, Senhor, mas ao teu nome seja a glória, como nas palavras do salmo 115; seja sempre bendito o teu nome, por tua sabedoria e capacidade de gerenciar muito mais do uma única vida; o Senhor pode todas as coisas e isso deve me ensinar a confiar e descansar nos teus propósitos que são santos e eternos. Perdoa a minha interferência as vezes indevida no teu trabalhar. Guia-me pelas veredas direitas que o Senhor mesmo traçou. Abra nossos olhos para vermos mais do que as aparências permitem ver, e assim andarmos pela fé em ti. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Bom Entendimento

Meditação do dia 21/09/2016

Sl 111.10 “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria; bom entendimento têm todos os que cumprem os seus mandamentos; o seu louvor permanece para sempre.

 Bom entendimento – “Manda quem pode, obedece quem tem juízo!” Se isso é válido para o mundo dos negócios e de chefia, imagina o quanto isso não deveria ser levado à sério em nosso relacionamento com Deus! Se bem que o relacionamento humano com
Deus, acontece em nível diferente dos relacionamentos humanos com outros humanos. Cá entre nós, está baseado em afinidade, autoridade, dependência e necessidades. Já o relacionamento com Deus se baseia na condição da pessoa diante dele; Todos são suas criaturas e assim ele tem um cuidado preservador e sustentador, que se faz disponível a tudo e a todos indistintamente. Quando a pessoa se coloca na condição de filho pela adoção proposta em Cristo Jesus na redenção, isso então torna essa relação mais próxima e deriva da comunhão. Os filhos tem acesso direto não só à sala do trono, como à presença do Senhor, sem intermediários. Pela natureza de quem Deus é, Temê-lo é absolutamente necessário e imprescindível, devido a natureza e condição humana. Não utilizo temer, no sentido de ter medo, de forma negativa; mas um respeito reverente e piedoso, próprio e devido unicamente a Deus. Essa reverencia santa é profundamente didática e educativa, disciplinadora; ela conduzi a pessoa a uma condição de adquirir uma sabedoria que nem mesmo é essa sabedoria corriqueira e presente na vida de tantas pessoas. Tiago fala sobre isso de uma forma muito interessante, atrativa para nós: “Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia” (Tg 3.17). Leia novamente esse versículo e preste atenção nas qualidades dessa sabedoria; temos que convir que não encontramos usualmente muitas pessoas com tais características em uso no dia a dia. Outra informação preciosa no texto de hoje é que quem obedece os mandamentos de Deus revelam bom entendimento. Não somos muito dados a obediencia e nem mesmo gostamos desse termo; ele passa uma idéia de que só inferiores e subalternos obedecem; bom mesmo é estar por cima, dar as cartas e mostrar quem é que pode! Mesmo tendo em vista os mandamentos de Deus, o ser humano não quer levar isso como positivo para sua vida. Mas quem adquiriu a sabedoria espiritual no seu relacionamento reverente e piedoso, sabe que obedecer é melhor do que sacrificar. Ao invés de limitar, os preceitos de Deus protege e produzem segurança interior e oportunidade de bem utilizar a capacidade criativa de cada um. Obedecer a Deus não é fraqueza e nem falta de opção, ao contrário, é uma boa opção, é o exercício livre da nossa vontade com finalidades salutares.

Graças te damos Senhor, por tua presença majestosa e transformadora, disponível a todos os que se aproximam de ti e com disposição de temor e humildade. Obrigado  por se revelar grandioso e ao mesmo tempo acessível a nós, pecadores e limitados. Obrigado pelo perdão e misericórdia para com nossas fraquezas. Que hoje seja um dia de temer ao Senhor e aprender com a sabedoria dos céus. Em nome de Jesus, amém!

Pr Jason

O Senhor do Meu Senhor

Meditação do dia 20/09/2016

Sl 110.1 “Disse o SENHOR ao meu Senhor: Assenta-te à minha mão direita, até que ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés.

 O Senhor do meu Senhor – As Palavras utilizadas aqui para “Senhor” são respectivamente Yahweh e Adonai – Utilizamos em português as traduções de “Jeová” e “Senhor.” Este é um salmo profético messiânico, pois literalmente essas expressões jamais ocorreriam na literatura hebraica. Ao pé da letra, estaria dito que “Deus disse para Davi…” Essa palavra todavia só era utilizada para “Senhor, como Deus,” Não um homem e posição de autoridade, ainda que Rei, como seria o caso de Davi. Profeticamente por inspiração do Espírito Santo, Davi reconhece a divindade de Cristo, como filho de Deus. A teologia hebraica da Antiga Aliança, não reconheceria Deus como sendo uma Trindade em Triunidade como entendemos e se revela nas páginas do Novo Testamento. Para um israelita, mesmo como Davi, a expressão que Deus era único, se aplicava literalmente. Nenhum outro ser, receberia tal atribuição divina. Hoje, cremos que o Pai, o Filho e o Espírito Santo, são igualmente Deus em perfeita unidade e natureza, se relacionando com a criação e operando juntos na obra da redenção e da restauração de todas as coisas. Um dos pais da igreja, disse que tentar compreender Deus como trindade por meios racionais não é conveniente e fez uso de uma frase que ficou notória: “Aceitar isso racionalmente, perderás a cabeça; se rejeitar, perderás a alma!” Jesus executou toda a obra necessária para a redenção ficar consumada e disponível aos pecadores e à criação; então retornou aos céus, onde se encontra assentado à direita de Deus Pai, até que todo esse processo se desenvolva completamente. Antes de voltar à casa do Pai, ele disse aos seus discípulos: “E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra” (Mt 28.18). Isso confere perfeitamente com os ensinos posteriores apostólicos, como citado por Pedro, nos primeiros dias da igreja em Jerusalém: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (At 4.12). Também descrito na carta aos Filipenses: “Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2.9-11). Ao final, já está escrito que Jesus retornará o poder e a autoridade ao Pai. “Depois virá o fim, quando tiver entregado o reino a Deus, ao Pai, e quando houver aniquilado todo o império, e toda a potestade e força. E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o mesmo Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos” (I Co 15.24,28). Amém, no céu e na Eternidade existe ordem e submissão perfeitas, sem imposições e reivindicações de status e grandeza. O Deus Trino a quem adoramos e servimos é o mais perfeito e melhor modelo de comunidade que pode existir. É daí que vem o princípio da unidade do corpo de Cristo e da comunhão dos santos. Precisamos trabalhar por isso, aqui, literalmente as palavras de João Batista precisam fazer sentido em nossas vidas diariamente: “Importa que Ele cresça e que diminua eu!” (Jo 3.30).

O que diz o Senhor ao teu servo? Fala, Senhor, que o teu servo ouve! Preciso disso, para o conforto da minha alma e o alimento do meu espírito. Senhor Jesus, reafirmo diante de ti a minha entrega e consagração do que sou e do que tenho, para estar plenamente debaixo do teu senhorio. Ao Pai, toda honra, glória e louvor pelos seus grandes feitos e tão grande salvação dada a nós na pessoa de seu amado filho. Querido Espírito Santo, sempre bem-vindo a minha vida e aceito a sua direção sábia e amorosa. Inspira-nos todos os dias a vivermos de tal forma que o nosso Deus seja sempre honrado. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

O Poder das Escolhas

Meditação do dia 19/09/2016

Sl 109.17 “Visto que amou a maldição, ela lhe sobrevenha, e assim como não desejou a bênção, ela se afaste dele.

 O Poder das Escolhas – Certamente já lemos as palavras desse texto mais de uma vez e nos pomos a pensar sobre as consequências na vida de uma pessoa em semelhante situação. Somos instruídos o tempo todo a agir pela fé em Deus e nas suas promessas de cuidar de tudo o que diz respeito a nós. Andar pela fé, certamente nos coloca em situações em que agiremos sem os auxílios sensoriais da visão, da audição, do tato, olfato ou até das percepções do coração. É uma questão de escolha! Decidimos confiar em Deus e na sua palavra e agiremos mesmo quando essas ações contrariem a nossa racional capacidade. Escolher amar o bem, indiferente às circunstancias fará com que tenhamos de construir relacionamentos e sustenta-los, onde a lógica nos indica que deveria haver rompimentos e separações. Sempre que esmagamos uma rosa ou uma flor, ficará perfume em nos e ao redor; o mesmo se pode dizer, ao esmagarmos algo ruim, mal cheiroso ou estragado. Afeta a nós e ao ambiente em volta. Amar a bênção nos levará a compartilhar, doar e ceder, e a visão primária é que todos os demais estão sendo beneficiados, enquanto estamos apenas “pagando a conta!” Mas não fazemos essa escolha por ser a mais fácil, a mais lucrativa ou de menor esforço. Fazemos o certo, porque é certo, e porque é isso que se espera de nós, ao menos, nós mesmos esperamos isso. A paz interior de Cristo sempre será o árbitro em nossos corações. Ao refletir sobre o texto, pensamos: “Será que alguém em sã consciência ama a maldição e rejeita a bênção?” Sim, embora não pareça fazer sentido mas é possível sim! Infelizmente. Quando a amargura, o ressentimento, o desejo de vingança, ou até mesmo a negligencia assume o controle da situação, muita coisa ruim é livremente adicionada à rotina da vida e só quanto o estrago já for muito grande é que se percebe. Alguém já disse que o sentimento de ódio e vingança se assemelha a alguém beber veneno pensando que isso vai matar o seu inimigo. A escolha de amar a bênção, por si só, já encaminha para o perdão e a reconciliação. Não só a literatura e a história nos mostra que ações do mal contra os outros, sempre se reverte em destruição dos malfeitores também. Ao escrever o belíssimo capitulo 13 da primeira carta aos Coríntios, Paulo descrevendo o verdadeiro amor, afirma que “…O amor nunca falha!” (I Co 13.8). Afinal, Deus é amor, Deus e eterno, portanto, o amor é eterno e isso significa que ele vai prevalecer! Escolher o caminho do amor e do bem, é escolher por antecipação ficar do lado vencedor. Ame a bênção, rejeite a maldição e tudo que induz a ela.

Obrigado, Pai, por tudo que o amor de Cristo fez por mim e pelos meus. A minha vida teve um novo sentido e um significado muito maior, desde que ele se tornou o centro e a motivação do meu coração. Que a bênção do Senhor esteja sobre a minha vida nesse dia e os teus caminhos me conduzam as veredas da justiça, por amor do teu nome. Escolho, prefiro andar na luz do Senhor e assim rejeitar as sendas do pecado e do mal. Livra-me a cada dia e mantenha-me junto a ti, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Em Deus Faremos Proezas

Meditação do dia 18/09/2016

Sl 108.13 “Em Deus faremos proezas, pois ele calcará aos pés os nossos inimigos.

 Em Deus faremos proezas – Fazer proezas tem a idéia de realizar coisas grandes e marcantes, fora do comum. Uma proeza é alguma coisa inacreditável do ponto de vista natural. Alguém de pouca força, realizar uma grande tarefa. No esporte, uma equipe pequena e sem muita expressão superar uma equipe potencialmente superior. O que Davi fez ao derrotar o gigante Golias, foi uma proeza, afinal, o ele era um adolescente, sem idade militar, contra um guerreiro experiente e bem equipado, num duelo homem a homem. Todos os dias nos deparamos com desafios na vida, e alguns deles sempre são maiores do que a nossa capacidade, e como a vida não é uma roda gigante, que simplesmente podemos mandar parar e descer, então temos que continuar na luta, mesmo quando as chances são poucas. Nossa fé é a razão da nossa determinação! Sabemos que não lutamos por nós mesmos e muito menos com nossas próprias forças. Deus fez promessas a quem lhe é fiel e andaria conosco e supriria nossas necessidades e nos daria vitória contra nossos adversários. No ocidente, onde vivemos, e especialmente no Brasil, como cristãos, não enfrentamos grande desafios de sobrevivência, tanto a nível pessoal, ou mesmo em termos de convicção de fé. O estado de direito e às leis protegem bem e as garantias individuais, em sua normalidade, nos coloca numa situação muito confortável. Não se pode dizer o mesmo, dos nossos irmãos no Oriente Médio, no Leste Europeu e Ásia, e até mesmo na Europa, já há muitas restrições veladas em nome de benefícios ao direito individual. Mas mesmo em nossa realidade, os perigos e desafios espirituais existem e a luta do bem contra o mal, a sedução do mundo e seu sistema, tenta atrair o cristão para um estilo de vida de comodidade e inoperância espiritual que acaba afetando o testemunho e o mover de Deus na vida da igreja. As pessoas são induzidas a fazerem parte de uma igreja, um movimento, mas não de uma fé cristã comprometida e vigorosa. O que é apregoado nos púlpitos é mais um evangelho adocicado de bênçãos e direitos, de um Deus disposto a encher sua vida de bens materiais, como se o acúmulo de bens fizesse prosperar o reino de Deus. Nesse caso, ser um cristão ortodoxo, apegado às raízes da fé genuinamente cristã, só mesmo com ajuda de Deus, aí sim, faremos proezas. Não podemos entender a expressão, “em Deus, ou em Cristo…” como sendo sinônimo de “indo a um templo, sendo gospel, ou fazendo uma campanha!” A idéia é a da unidade, aliança, vida de comunhão e poder andar junto, a ponto de Deus reconhecer a autoridade de utilizarmos o seu nome, em nossa vida e ministério.

Senhor, está escrito que tu és a videira e nós os ramos dessa planta, e que sem estarmos ligados em ti, nada poderemos por nós mesmos. A qualidade da nossa vida e dos nossos frutos, está na conexão contigo. Desligado de ti, não há comunhão de vida e de resultados. Ensina-nos a ver a vida do teu ponto de vista e assim aliados ao Senhor, realizarmos feitos grandes e que glorificam o teu santo nome. Em teu nome, amém.

 

Pr Jason

As Fontes de Calamidades

Meditação do dia 17/09/2016

Sl 107.33,34 “Ele converte os rios em um deserto, e as fontes em terra sedenta; A terra frutífera em estéril, pela maldade dos que nela habitam.

As fontes de calamidades – Costumo dizer que “tudo que é demais, passa!” E isso é válido para aplicação nos estudos da vida e as percepções que ela proporciona. Algumas coisas inseridas nos textos sagrados, são dignas de cuidadosa observação, onde podem ser aplicadas. Uma dessas citações esparsas, é sobre pessoas sábias e experimentadas em conhecer os tempos. “E dos filhos de Issacar, duzentos de seus chefes, destros na ciência dos tempos, para saberem o que Israel devia fazer, e todos os seus irmãos seguiam suas ordens” (I Cr 12.32). Duzentos homens especializados em estudar e interpretar o tempo e suas observações eram levadas a sério pela população e autoridades ao tomarem decisões. Eram levados mais à sério do que levamos as previsões do tempo nos nossos telejornais. Quando lemos a Bíblia, vemos história de pessoas e situações que foram afetadas por crises de secas ou escassez de chuvas e apontadas como causadas pelos pecados e desobediência dos povos. Os pecados e as maldades deles refletiam num situação de calamidade para todos. Nos dias atuais, deixamos as explicações todas para o campo da natureza e de suas reações normais ao meio ambiente e fatores meteorológicos. Sempre que acontece uma tragédia, algo que produz comoção social, todos se põe à perguntar: “O quê?, Por quê? Como Pode? É justo?” Nosso autor, nesse salmo, convida as pessoas a reconhecerem a bondade de Deus e seus múltiplos livramentos constantes em suas vidas. Sempre que estão em aperto, os homens apelam para Deus e sempre são socorridos e logo em seguida, suas vidas voltam aos mesmos padrões de antes. Ao concluir o seu poema ele mostra que Deus é capaz e faz o que temos visto ao longo da história, transformando lugares maravilhosos e produtivos em regiões completamente estéreis e improdutivas; onde havia abundantes águas, com fontes e nascentes, se tornam em desertos e áridos locais impróprios para a vida; e tudo isso por causa das maldades dos seus habitantes. Nos tempos do profeta Oséias, ele e sua família foram dados como exemplo de como a nação estava agindo diante de Deus e numa declaração mais do que clara O Senhor disse: “Ela, pois, não reconhece que eu lhe dei o grão, e o mosto, e o azeite, e que lhe multipliquei a prata e o ouro, que eles usaram para Baal. Portanto tornarei a tirar o meu grão a seu tempo e o meu mosto no seu tempo determinado; e arrebatarei a minha lã e o meu linho, com que cobriam a sua nudez (Os 2.8,9). Entendemos que Deus é Senhor e dono de todas as coisas, incluindo nossas capacidades individuais, coletivas e nacionais; a prosperidade em todos os sentidos é fruto da bênção do Senhor, para outras finalidades sejam alcançadas e quando as pessoas e as nações se apropriam de tais bênçãos e usurpam para si mesmas e desviam para se autoglorificarem ou mesmo atribuir à ídolos e deuses falsos esses bons resultados, aquele que tudo pode exerce o seu direito de senhorio e fecha as torneiras e muda o tempos e as estações e em questões de dias todo o cenário é modificado. Você pode ver isso acontecendo no Brasil? No mundo? Assim também acontece com indivíduos e famílias. Quero fechar com o texto mais conhecido e utilizado na hora que a coisa tá feia: “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” (2 Cr 7.14). Quem disse isso, foi Deus, dizendo diretamente ao Rei Salomão, para a nação de Israel. Para Deus sarar a terra, o povo de Deus, tem que se arrepender dos seus pecados e abandonar os seus maus caminhos, aí, Deus ouve dos céus e sara a nossa terra. A igreja está diretamente envolvida nos pecados a serem confessados e abandonados e na intercessão para cura e restauração da terra.

Senhor, Tu tens razão, e a tua Palavra é a verdade, somos culpados diante de ti, por tantos pecados abomináveis, como idolatria religiosa, artística, esportiva, de entretenimento; somos amantes de nós mesmos e egoístas em extremos; nossos pecados sociais de abandonar, crianças, jovens e idosos em situações de miséria e escravidão; nossos príncipes são corruptos e nossos governantes, aproveitadores e desviam os recursos e os meios em que os menos favorecidos seriam atendidos e socorridos. Nossas leis são claramente feitas para acobertar o mal e perpetuar a injustiça. Não é só simbólica, mas literalmente nossa justiça é cega de propósito e de intenção. Os teus ministros não tem se mantido isentos e santos, mas muitos se deram ao mercantilismo e a exploração da boa fé dos desiludidos e desesperançados. Ensinam por dinheiro e os ditos ministros do teu louvor se enriquecem apresentando cânticos vazios e mensagens ocas de significado. Nossos pecados são muitos, mas estamos aqui, para admitir e confessar e pedir o perdão e a purificação no sangue de Jesus. Nos propomos ser povo diferente, igreja diferente, para participarmos de um reino diferente. Purifique, Senhor o meu coração e me conceda a graça de andar em novidade de vida e nos valores da tua Palavra. Concede aos teus justos uma unção especial para prevalecermos nesses dias difíceis e dissimulados. Em nome de Jesus, o justo juiz que irá nos pedir contas e julgar com justiça! Amém.

Pr Jason