A Palavra de Deus

Meditação do dia 28/07/2016

Sl 56.10 “Em Deus louvarei a sua palavra; no Senhor louvarei a sua palavra.

A Palavra de Deus – Mais do que uma literatura, a Bíblia, são as Sagradas Letras de Deus para mim. Escrever ou falar sobre a Palavra de Deus, é algo muito prazeroso, porque estarei falando de algo que faz parte da minha vida, das minhas melhores experiências e se tornou uma razão de ser existir. Já disse, que não consigo me disciplinar com afinco para atividades físicas como academia, corrida, caminhada, pedalada e etc. Não consigo encaixar bem essa rotina no meio dia e nas minhas atividades; mas consigo separar tempo para ler a Bíblia todos os dias e na possibilidade de estar em viagem ou com uma agenda diferenciada, em alguns dias, eu consigo me prevenir e até mesmo adiantar minhas leituras para não ficar em atraso e prejuízo. Ler a Bíblia ou estuda-la me traz profunda satisfação. Comecei a ler a Bíblia com o propósito de fazê-lo uma vez por ano, quando tinha uns 17 anos e agora estou nos 57, portanto quarenta anos depois, agora até o final do mês, eu chego em 129 vezes. Dentro desse período de tempo, trabalhei em muitos lugares ou apenas preguei ou ensinei para diversos públicos fora dos limites da igreja local onde pastoreio e sempre estou incentivando as pessoas a iniciarem essa jornada de leitura e estudo da Palavra de Deus. Consigo compreender muito bem a sensação de alegria e de louvor que brotava do coração de Davi, ao citar o seu prazer na Palavra de Deus, mesmo sendo ela tão parcial no seu tempo, em relação ao que temos hoje. Deus é eterno, portanto sua Palavra também o é, pois expressa o seu caráter e a sua vontade. Ela é profunda e penetrante no coração humano, porque é verdadeiramente espirito e vida; por ela todas as coisas foram criadas, e sabemos que Jesus está envolvido nisso, porque ele é a expressão exata do ser divino e também é a própria Palavra encarnada, como disse João: “O verbo se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1.14). É um instrumento tão poderoso que é capaz de produzir santidade na vida de um ser humano falho, corrompido e estragado pelo pecado; assim que ele se propõe arrepender-se e experimentar as soluções disponibilizadas por Deus, as coisas mudam completamente. “Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade” (Jo 17.17). Na oração, ela é tão eficiente, quando amada, vivida e adotada como a fonte da inspiração; orar a palavra, citando-a e recitando-a continuamente, fazendo com que os nossos pensamentos se alinhem com os pensamentos de Deus, tornando a vida produtiva, por ela não volta vazia, mas faz tudo o que agrada a Deus. “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor. Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos. Porque, assim como desce a chuva e a neve dos céus, e para lá não tornam, mas regam a terra, e a fazem produzir, e brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come, Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei” (Is 55.8-11). Leia para ser sábio, pratique para ser santo e creia para ser salvo.

Bendito seja o Senhor nosso Deus por sua Palavra sempre fiel, verdadeira e que permanece para sempre. Todas as coisas foram criadas por meio da palavra e por essa mesma palavra elas se sustem e permanecem até hoje. Ela é o alimento que satisfaz verdadeiramente o nosso ser; nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que procede de tua boca. Por ela e por sua sabedoria reina os reis e os sábios expõem coisas preciosas e profundas. Para sempre, ó Senhor, a tua Palavra permanece no céu. Louvado seja o Senhor e louvado seja a tua Palavra. Amém!

Pr Jason

Manteiga e Azeite

Meditação do dia 27/07/2016

Sl 55.21 “As palavras da sua boca eram mais macias do que a manteiga, mas havia guerra no seu coração: as suas palavras eram mais brandas do que o azeite; contudo, eram espadas desembainhadas.

Manteiga e Azeite – Houve um tempo, não tão distante, mas no século passado, na década de 80, quando se cantava muito nas igrejas cânticos utilizando a letra literal dos textos bíblicos, digamos que “musicava” os versos e até salmos inteiros; um daqueles cânticos ficou muito bem gravado na minha mente e coração e quero fazer uso do verso aqui, para iniciar esse meditação de hoje. “Que as palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis diante de ti, oh! Senhor…” (Sl 19.14). Davi, ao escrever esse texto, um poema, uma música, ele fala de pessoas “infiltradas” na comunidade de fé, que iam aos cultos, nas celebrações, participava das festividades e serviam de companhia, e recebia respeito e confiança, mas que se revelaram verdadeiras “traíras” nos relacionamentos, cavando o mal e servindo de inimigos mesmos. A descrição é muito significativa na comparação feita, pois as palavras dessas pessoas eram macias como manteiga, suaves como azeite; isso demonstra que sabiam usar as palavras, as expressões, de forma que transmitiam coisas boas e confiáveis, produziam segurança e trazia restauração ao ânimo de alguém desanimado, desfalecente, verdadeiramente carente de afeição e atenção. Mas ele explica que no fundo dos seus corações havia outras motivações e em nada condizentes com o que aparentavam desejar. O coração estava em guerra, lábios macios e coração venenoso. Não é sem sentido que a sabedoria nos ensina que é possível enganar muita gente por muito tempo, mas não há como enganar todo mundo o tempo todo. Não havendo autenticidade, integridade, mais cedo ou mais tarde as máscaras caem. Uma pessoa justo, boa, pode em determinada situação e por certas circunstancias deixar de ser boa e justa e se tornar em algo diferente, ficando neutra, nula e até má, ao seguir erradamente instintos e emoções não levando em conta valores antes cultivados. Mas uma pessoa má, ardilosa, ainda que muito bem camuflada as suas ações e atitudes, uma hora era se revela de fato, pois o mal e o bem não podem conviver pacificamente dentro do mesmo coração. Luz e trevas não se misturam, como amor e ódio, um acaba por prevalecer e se revelar. Daí, o texto afirmar que aquelas pessoas tinham palavras macias como manteiga, mas no coração havia guerras, faz sentido! Embora a suavidade de suas falas fosse tal qual azeite, a verdade era que eram espadas nuas, afiadas, cortantes, penetrantes. O salmo diz que ele ficou admirado por isso vinha de onde ele mesmo esperaria, pois era “fogo amigo.” As grandes decepções normalmente vem de dentro do círculo confiável de amizade, amor, comunhão. Esperar o mal de alguém ímpio e mau é até normal; mas receber o mal de alguém infiltrado, gozando da confiança e apreço, pegando desprevenido, dói muito e faz um estrago terrível. Queridos, não estamos imunes e nem isentos disso acontecer conosco, só não pode acontecer partindo de nós! Uma boa recomendação bíblica nos foi deixada por Paulo: “Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm 12.18). Manteiga e azeite nos lábios e mel e bálsamo no coração, é uma boa combinação!

 

Senhor, que hoje isso verdadeiramente seja real para mim e para os teus filhos, permita que de fato, as palavras dos nossos lábios e o meditar do nosso coração sejam agradáveis diante de ti, por se assim acontecer, agradará e abençoará as pessoas ao nosso redor. Pedimos prudência para que o nosso coração não se torne azedo e nem ácido por causa das coisas ao nosso redor ou até contra nós; ao contrário, que respondamos com amor e ternura, compreensão e cura para sermos verdadeiros discípulos daquele que ensinou como perdoar e amar incondicionalmente. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Sacrifícios voluntários

Meditação do dia 26/07/2016

Sl 54.6 “Eu te oferecerei voluntariamente sacrifícios; louvarei o teu nome, ó Senhor, porque é bom,

Sacrifícios voluntários – Creio que seria bom pensar um pouco no que entendemos por cultuar a Deus com o oferecimento de ofertas e realização de cerimonias e rituais. Nós os evangélicos, especialmente os brasileiros, somos bastante informais, até por aspectos culturais. Nossos cultos são simples e despojados de rituais e cerimonialismo; até mesmo os paramentos com seus simbolismos, são substituídos por hábitos menos convencionais. O Senhor a quem servimos em nossa fé, é um Deus de ordem e descencia, que gosta de coisas bonitas, bem organizadas e precisas nas sus aplicações. Deus tem uma noção muito perfeita de economia e administração. Nada é sem propósito e nada se perde ou se desperdiça; há propósito para tudo em todo tempo e lugar. Desde as primeiras referencias sobre culto que temos na Bíblia, as pessoas construíam altares, uns fixos e permanentes e outros temporários, onde apresentavam ofertas a Deus. Poderia ser holocausto para remissão de pecados, quando um animal limpo e perfeito era sacrificado e totalmente queimado em substituição à vida do ofertante. Havia também as ofertas festivas, de gratidão e louvor, comemorativas e até mesmo festivais de grandes proporções em termos de participação. A Lei, da d a Israel, através de Moisés, regulamentou com precisão o culto e os rituais, o sacerdócio e suas funções, as vestes, os apetrechos e até gestos e formas de apresentarem-se diante de Deus. Na Nova Aliança, com a vinda de Cristo e seus ensinamentos, a tese da fé e do culto não alterou muito, mas a liturgia sim, porque Jesus Cristo consumou em si mesmo muitos daquelas práticas ritualísticas, que eram simbólicas e valiam até quando viesse o verdadeiro e se apresentasse em substituição definitiva, eterna e perfeita. O perdão dos pecados não é mais via holocausto de um animal, e sim através do sacrifício definitivo de Jesus na cruz; seu sangue derramado ali, tem validade eterna e purifica de vez a vida do arrependido e que põe sua fé nele. A salvação não é mais confirmada numa contínua prática religiosa de cumprir os rituais simbólicos. Pois Jesus resolveu isso definitivamente, sendo o salvador e a salvação para todo aquele que nele crê. “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida” (Jo 5.24). Os israelitas ofereciam seus dízimos e ofertas como reconhecimento do senhorio de Deus sobre todas as coisas; eles consideravam um tributo obrigatório de sua fé e gratidão pelas provisões constantes. Ainda faziam os rituais de culto, que incluíam holocausto, votos, cerimoniais de purificação, gratidão, consagrações, resgates e o provisionamentos sacerdotal para a tribo que respondia pelo cuidado espiritual do povo. Hoje, não havendo mais os rituais, o culto ficou empobrecido e o significado de ofertar sacrificialmente foi se modificando. Alguns espertalhões estão tirando proveito da ignorância e saqueando as pessoas, transformando tudo em cifras e números em nome de bênçãos de Deus ou de expansão da causa de Cristo e na verdade, grande parte disso vai para os bolsos dos líderes. Mas esse desvirtuamento, não anula os preceitos de culto e da fé. Cada um de nós, à luz das Escrituras precisamos reavaliar nossa comunhão e consagração de vida, para que a verdade sobre o que precisa ser feito, não caia por terra. Jesus foi muito preciso quando respondeu a questão entre o que é de Deus e o que é da vida cotidiana e social ou tributária. “E ele diz-lhes: De quem é esta efígie e esta inscrição? Dizem-lhe eles: De César. Então ele lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Mt 22.20,21). Para mim, as coisas são bem claras: Na moeda tinha a efígie e inscrição de Cesar, então o tributo devido a César deve ser entregue a César. Na Palavra de Deus está escrito e prescrito o que é tributo e culto a Deus e isso deve ser dado a Deus. Não há como fugir disso.

 

Ao Senhor pertence os céus e a terra e tudo o que neles se contém; somos estrangeiros e peregrinos nela, até chegarmos na nossa verdadeira pátria. Pai, o nosso culto deve ser tributo voluntário, de gratidão e reconhecimento de quão grande é o nosso Deus e como tens cuidado de nós de forma tão especial. Receba, ó Pai, a nossa oração de gratidão e consagração daquilo que somos por tua própria graça e misericórdia. Que nossos dízimos e ofertas sejam culto a Deus e não uma obrigação religiosa. Pedimos entendimento e visão espiritual sobre como manter a nossa vida como um toda no teu altar, como oferta e sacrifício agradável. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

A Visão de Deus

Meditação do dia 25/07/2016

Sl 53.2 “Deus olhou desde os céus para os filhos dos homens, para ver se havia algum que tivesse entendimento e buscasse a Deus.

A visão de Deus – Ainda bem que nada surpreende ao Senhor nosso Deus! Por      que do ponto de vista humano, foi desanimador o que Deus viu. Espero que vocês que estão lendo isto, lembrem-se de não estou fazendo um tratado teológico sobre doutrinas da pessoa de pessoa de Deus e seus atributos; mas trabalhando de forma simples e devocional um texto, sem se ater muito aos pormenores da teologia. Porque a idéia de que “de repente Deus olhou e viu algo” passaria a uma interminável discussão, sobre sua onisciência; ou seja, Ele não vê tudo sempre? Sim, claro, Deus vê tudo, sabe tudo, pode tudo, sem dúvida alguma. O escritor sagrado, estava falando de algo eterno, que é o projeto de redenção, usando uma linguagem humana; já que os homens é que se perderam, o redentor teria que ser um representante da mesma raça; então seria plausível que Deus procurasse entre os próprios homens um que estivesse em condições de executar esta parte do seu plano. Mas o que Deus viu, foi um mundo corrompido pelo pecado e todos, sem exceção alguma, estavam em tal estado de degeneração, que nenhum estava apto para ser útil. Todos se extraviaram, se desviaram dos caminhos corretos e não podiam ajudar nem a si mesmos. Isso é um fato! Permita-me dizer que de lá para cá, a coisa não mudou muito e não melhorou em nada a condição humana em termos de disposição de buscar a Deus e viver em retidão. A expressão paulina para tal condição se resume no seguinte: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23). Esta condição não é boa e nem favorável, pois nos coloca em confronto direto com a santidade e a justiça divina, o que fatalmente conduziria a condenação, pois o pecado causa separação entre o Criador e a criatura. “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.” (Rm 6.23). O ponto de vista de Deus revela a verdadeira condição humana de rebeldia e desobediência contumaz e nós, precisamos aceitar essa verdade, concordando com Ele; Deus está certo, o homem está errado. O pecado causou ruptura no relacionamento e somos nós os ofensores. A boa notícia porém, é que Deus mesmo tomou a iniciativa de buscar a reconciliação e prover os meios para tal, uma vez que da parte humana, isso seria impossível e nem mesmo disposição havia para reparar as relações quebradas. É o amor de Deus de busca a reaproximação e oferece os meios e os recursos. “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8). Jesus é a oferta de paz da parte do Pai, podendo Cristo ser um mediador perfeito, pois ele é 100% humano, sabendo todas as nossas fraquezas e necessidades e ao mesmo tempo ele também é 100% Deus, reconhecendo a justiça exigida e se colocando como mediador e fiador pelos seus irmãos. “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo” (I Tm 2.5,6). Graças a Deus, por seu grande amor e um plano perfeito e completo, que agora em Cristo a visão de Deus é diferente, por causa dos que se arrependeram e mudaram de vida, pela graça e bondade de Cristo, através do Evangelho.

 

Senhor, obrigado por nos amar tanto, de tal maneira que deste o teu único filho, e hoje somos milhares de milhares, remidos pelo sacrifício feito na cruz. Somos agradecidos pela filiação nos ofertada em Cristo, e também pela obra maravilhosa do Espírito Santo em nos convencer dos nossos pecados e da nossa vil condição diante de ti. Pai, eu concordo, o Senhor tem toda a razão, a nossa condição sem Jesus não é boa, não é segura e nem agradável a Ti. Cremos na obra ofertada de Cristo e nos arrependemos da nossa maneira errada de viver; Pedimos perdão e a reconciliação com o eterno. Perdoa-nos e lava-nos completamente das nossas transgressões. Implanta em nós uma nova vida, que Deus pode dará. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Oliveira Verde

Meditação do dia 24/07/2016

Sl 52.8 “Mas eu sou como a oliveira verde na casa de Deus; confio na misericórdia de Deus para sempre, eternamente.

Oliveira verde – O Brasil tem esse nome devido a uma árvore, encontrada aqui pelos descobridores e por ela ser de uma cor vermelha bem intenso que lhes lembrava brasas, então deram-lhe o nome de “Pau brasil,” que veio a se tornar o nome da nossa nação. Muitos outros povos também tem sua história ligada a uma árvore ou tipo de madeira; como o Canadá, que ostenta a folha de Cedro em sua bandeira; O Líbano, que tem o próprio cedro como seu símbolo, também postado na bandeira. Israel tem a oliveira muito ligado à sua história, tal qual a videira. Algo dessa natureza, é um comparativo que tem um simbolismo muito forte, enraizado na história e na cultura, a tal ponto de poder ser utilizado na linguagem e literatura, que qualquer nativo compreenda a sua importância e o seu significado. Ao ler esse verso, hoje, me veio logo a pergunta: Se para o salmista ele se comparava a uma oliveira verde na casa de Deus; qual seria um símbolo que se aplicaria bem a mim e a minha experiencia de comunhão com Deus? A oliveira é uma árvore frutífera de grande valor na vida das pessoas daquelas terras; muitos tiravam o seu sustento e até sua riqueza daquela produção. Ela é a base para a cozinha, a medicina, a cosmética, o comércio, no culto e seus rituais, na geração de emprego e renda, pode se dizer que ela é vital para as pessoas e a nação. Então ser comparado a tal árvore, é muito bom, é elogioso. Jesus, utilizou a videira como aplicação a sua vida e ao seu ministério. “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (Jo 15.1,5). O apóstolo São Paulo, fez uma comparação entre o Israel do Antigo Testamento e a igreja, como povo de Deus no Novo Testamento, fazendo uso de um processo de enxerto de um galho de uma planta de frutos não tão bons, numa árvore de boa qualidade, para que viesse a produzir frutos como a da árvore principal. “E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado em lugar deles, e feito participante da raiz e da seiva da oliveira, Não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti” (Rm 11.17,18). Mas na experiencia do salmista e na nossa, estão em pauta, o prazer de servir a Deus e ser útil a Deus e ao próximo. Fazer parte de uma comunidade de fé, é elemento essencial da própria fé. Nos associamos a um grupo, porque a nossa fé só pode ser bem expressa em comunidade, em atividades que geram comunhão e compartilhamento. O Evangelho é uma boa notícia a ser compartilhada, sobre o amor de Deus e os seus planos de salvação, comunhão, serviço e cooperação, em grupos, em família, em sociedade. Não tem como seguir o evangelho sozinho, isolado e solitário. Sendo assim, as qualidades de cada um de nós precisam evidenciar em benefício dos outros, é aí que entra a pergunta: Que tipo de árvore eu sou nessa cooperação e produtividade comunitária? Meus frutos são apreciáveis? Eles agregam valores? As pessoas se beneficiam deles? Eu quero descobrir isso, creio que me tornará mais produtivo e poderei investir em melhorias e assim abençoar mais vidas. Que árvore você acha que eu sou?

 

Pai celeste, que bom que podemos servir e abençoar pessoas na comunhão e no serviço ao Senhor. Tudo que criaste tem utilidade, embeleza e enriquece a nossa vida e a torna mais significativa. Que a minha vida venha a somar e assim abençoar aos irmãos que também tem sido bênçãos e dado sabor e cor a minha vida. Desejo que os dons e as habilidades que colocaste em mim, produza de forma abundante e supra o que o corpo de Cristo ao meu redor necessita. Graças pelo que tenho desfrutado através do ministério e das vidas maravilhosas que cercam-me e torna bem mais agradável a caminhada. Que sejamos produtivos, em frutos do Espírito do Senhor. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

O Caminho da Reconciliação

Meditação do dia 23/07/2016

Sl 51.12 “Torna a dar-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário.

O caminho da reconciliação – Em termos de relacionamento com Deus, vida espiritual, a história da humanidade pode ser contada com três palavras: Geração – Degeneração – Regeneração. O conceito de Reino de Deus, tinha uma ótica própria para os israelitas, até mesmo no tempo de Jesus aqui na terra. Já a igreja, o cristianismo tem uma ótica diferente daquela antiga, um tanto mais abrangente, inclusiva, mas não menos seletiva. O conceito de céu, ou ir para o céu é muito mais atraente no cristianismo do que era no judaísmo e a idéia de perder a oportunidade de entrar no céu é apavorante para o cristão. Quando se trata de salvação, é uma preciosidade que sabemos ser alcançada pela fé em Cristo, por meio da graça de Deus, entendemos que a perseverança na fé e nos valores eternos é muito importante. O grande mistério da fé, sempre foi o ato de reconciliação entre Deus, o criador e as suas criaturas. Em algum lugar da história a humanidade se perdeu da trilha original e voltar ao caminho é a busca mais significativa da existência humana. Através das Escrituras, Deus revelou um plano, um projeto eterno, grande e abrangente o suficiente para trazer de volta cada alma e para tal Deus assumiu a condição de mediar a aproximação e prover os meios que sua justiça exigia para reparar os estragos causados pela atitude de rebelião da raça toda. Cristo é o único mediador entre Deus e os homens, por ser ele Deus e entender a demanda da justiça divina, e ao mesmo tempo ele é humano por opção de se esvaziar e assumir a condição humana de fraqueza, para ser um intercessor qualificado. “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo” (I Tm 2.5,6). Davi teve uma experiencia terrível de pecar contra Deus, violando sua consciência e produzindo uma sequencia de fatos ruins e de maus exemplos. Quando a alegria sumiu do coração, a paz interior foi substituída por conflitos e angústias e ele não conseguiu remendar com paliativos humanos e religiosos, não foi possível acalmar a consciência com razoabilidade política e argumentação… ele descobriu que a vida espiritual é mais importante do que ele imaginava e que a verdade de Deus é bem maior do que as verdades da engenhosidade humana. Esse salmo foi escrito nesse período de penitencia e busca do favor de Deus para uma reconciliação plena. Isso só foi possível, e ainda hoje segue o mesmo padrão, quando o arrependimento é verdadeiro e alcança o ser total da pessoa. Intelecto, emoções e vontade. Não basta saber que é pecador, não basta sentir vontade de mudar e acertar as coisas, como também não é suficiente tomar atitudes sem que os elementos anteriores não estejam engajados na conversão. É preciso intelectualmente, saber que o pecado é ruim, ofende a Deus e degrada a pessoa e que ele não deve ter guarida no coração e na vida; é preciso sentir nojo do pecado e das atitudes erradas, sentir falta da santidade e da retidão e desejar muito, ansiosamente se livrar dessas práticas; é preciso decidir mudar de atitude, largar o mal e intencionalmente abraçar a verdade e o bem. Como um todo dar razão a Deus e aceitar a sua disciplina e também a sua oferta de perdão e purificação, porque só o sangue de Jesus é capaz e suficiente para limpar e remover de fato os efeitos e fazer a restauração efetiva. “…Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). “Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça” (I Jo 1.7,9). Viver plenamente reconciliado é possível em Cristo Jesus, pela fé e obediencia a verdade revelada pelo Evangelho. A salvação é preciosa demais para ser subvalorizada e a comunhão com Deus é o maior privilégio que um ser humano pode ter e esperar na vida, nessa e na eternidade.

 

Pai de amor, graças te rendo pela vida de Jesus Cristo, derramada na cruz para possibilitar a minha reconciliação com o meu criador. Reconheço os meus pecados e também a graça do Senhor em providenciar uma tão grande salvação, capaz de cobrir e perdoar todos os meus pecados e me trazer de volta à comunhão com o Senhor. Lava-me no precioso sangue de Jesus, a divina provisão para nós pecadores, e torna o meu coração limpo, reto e íntegro diante de ti. Que a tua justiça se satisfaça com a oferta de Cristo, o mais perfeito sacrifício feito uma vez e com validade eterna. Eu creio, eu recebo e agradeço, no nome do meu Redentor forte. Amém!

 

Pr Jason

O Sacrifício que agrada a Deus

Meditação do dia 22/07/2016

Sl 50.14 “Oferece a Deus sacrifício de louvor, e paga ao Altíssimo os teus votos.

O sacrifício que agrada a Deus – O culto é um serviço que prestamos a Deus. Só Deus pode ser cultuado, recebendo orações e adoração, segundo o conceito cristão de fé. Quando Jesus Cristo foi tentado pelo maligno naqueles dias de Jejum, no preparo para início de seu ministério terreno, uma das propostas foi que ele se prostrasse diante do Diabo e o adorasse, recebendo em troca o mundo todo, pelo qual ele viera para salvar. Mas Jesus recusou de pronto e disse que está escrito que só Deus pode ser adorado. O Diabo não é Deus, por isso estava cobrando para ser adorado, dava uma coisa para receber outra, isso é coisa própria de Diabo mesmo. Deus é adorado porque é Deus, e não porque nos dá coisas ou nos faz favores. Adoramos a Deus pelo que Ele é, somos-lhe gratos, por todas as bênçãos, favores, livramentos e nos quais Ele age em benefício de seus filhos; então, adoramos pelo que Deus é, e o louvamos e agradecemos pelo que ele faz. Tudo isso tem que estar sendo realizado em nível de fé, pois “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11.6). O povo de Deus da Antiga Aliança, servia a Deus desta mesma forma, ou seja, pela fé. É errado pensar que naquele tempo, tudo que a pessoa tinha que fazer para cultuar era apenas levar um animal, um bolo ou alguma oferta de cereais e entregar ao sacerdote e estava tudo resolvido. Era necessário um processo de identificação do adorador com a sua situação diante de Deus, era esperado o arrependimento e a contrição de coração. Quando se oferecia um sacrifício pelos pecados, a pessoa impunha as mãos sobre a cabeça do animal que seria imolado, confessando ali seus atos e pecados e quando o animal era então sacrificado, o pecador tinha que sentir aquele estremecimento e angústia de morte pela qual o animal substitutivo estava passando, o que o identificava e assim pela fé a culpa era transferida pra a vítima. O mesmo se faz necessário na nova Aliança, pois se o pecador não se identificar com Cristo em sua morte na cruz, nada acontece. A morte de Cristo na cruz como Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, não é apenas um fato histórico, com data e local no tempo e espaço. Os benefícios daquele sacrifício não é automático apenas porque Cristo já morreu. A validade é individual e disponível no momento em que o pecador crê e se apropria pela fé. Hoje, como adoradores e sacerdotes da Nova Aliança, também ministramos a Deus, não mais com sacrifícios de animais, mas apresentando sacrifícios vivos, numa expressão da vida nova recebida por Cristo e do novo tipo de sacerdócio e modelo de relacionamento que temos. “Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo” (I Pe 2.5). “Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome” (Hb 13.15).

Jesus disse que a boca, fala daquilo que o coração está cheio, então, o nosso coração estão pleno da graça e da bondade do Senhor, nossos lábios expressarão isso, de forma reverente e piedosa, reconhecendo tudo o que Deus é e tudo o que faz para conosco. Vale a pena fazer isso.

 

Senhor, não nada e ninguém como o Senhor, poderoso em feitos, grande em obras e perfeito em tudo que fazes. Tenho alegria no meu coração de declarar com os meus lábios aquilo que creio no meu coração, que o Senhor é o meu Deus em todo tempo e eternamente. Sou grato pelas bênçãos e favores que tenho recebido e sei que não mereço, mas a graça de Cristo me torna participante de tudo isso. Consagro a ti o que sou e o que tenho para ser disponível segundo o teu querer. Obrigado por ser o meu Deus, o que me salva das minhas angústias e livra-me constantemente das dores e me protege em lugar forte. Bendito seja Deus, que não me rejeita a oração, que me acolhe e sustenta. Digno és de receber a honra e a glória pois só tu és Deus, o meu Deus, como foste para Abraão, Isaque e Jacó e para os santos profetas e apóstolos que viveram e andaram nas mesmas pisadas da fé. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

O Preço da Redenção

Meditação do dia 21/07/2016

Sl 49.7 “Nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão, ou dar a Deus o resgate dele.

O preço da redenção – Existem decisões na vida que não dão margem para dúvidas e uma dessas questões tem a ver com o destino eterno, final e definitivo da pessoa. Salvação – Perdição é algo muito sério para se deixar para depois ou deixar como está para ver como é que fica. Nesse caso, a Bíblia é radical, extremamente radical e a fé cristã ortodoxa é igualmente radical. Só há dois caminhos rumo à eternidade e só duas portas de acesso; um caminho é estreito e uma porta apertada e levam a salvação, à vida eterna ao lado de Deus, o céu, o paraíso, o que há de melhor prometido por Deus aos que seguem. O outro caminho é largo e a outra porta é espaçosa e conduzem à perdição, o inferno, o beleléu mesmo, definitivo. “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem” (Mt 7.13,14). O salmo 49 aborda esse tema com muita propriedade, pois ela enfatiza a postura de pessoas que pensam estar em boas condições espirituais baseado meramente na sua condição financeira e social. Confiam que seus bens, riquezas e valores materiais são suficientes para assegurar-lhes um lugar bom na outra vida, tal qual eles conseguem aqui na terra, através de impressionar para conseguir favores e lugares especiais. No Salmo está evidente que algumas pessoas estão tão seguras de que as mesmas condições materiais e sociais aqui prevalecem na eternidade, a tal ponto deles nem mesmo cogitarem a idéia de morte, interrupção da existência física aqui; alguns exageram tanto, ao ponto de dar às suas propriedades e terras o seu próprio nome, como se eles fossem eternos e não tivessem que prestar contas de nada. Uma pessoa é extremamente valiosa, por causa  da imagem e semelhança de Deus, o criador que está nela e é isso que lhe confere valor e dignidade. Não existe no mundo todo e seus tesouros, recursos suficientes para a compra de uma única vida, uma só alma. O preço da redenção de uma pessoa é altíssima e esgotaria os recursos de qualquer um que tentasse; se bem que nem daria para comprar a si mesmo. “Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? Ou, que daria o homem pelo resgate da sua alma?” (Mc 36,37). O único meio de redimir, ou comprar uma vida para não perecer é através de outra vida, e é assim que Jesus se torna a única opção disponível ao nosso alcance, pois ele deu a sua própria vida em lugar da nossa e assim podemos ser salvos, redimidos e a maneira certa de receber essa graça é pela fé, isto, acreditar na oferta que Deus faz, oferecendo seu filho. Qualquer outra tentativa não será válida e mesmo que seja religiosamente perfeita e muito cara, ainda assim não será aceita. Deus, o dono tanto do sacrifício quando das nossas vidas, só aceita através dos meios que ele providenciou. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9). Você precisa pensar sobre esse tema, pois não temos muitas garantias de quanto tempo nos resta e porquanto ainda estaremos aqui. A vida eterna, é uma decisão pessoal, que individualmente cada um de nós tem que decidir. Não escolher decidir, já é uma decisão de não escolher. O amor e a graça de Deus estão disponíveis a nós para salvação, e o tempo na verdade corre contra nós. Jesus já morreu e ressuscitou por voce e sua salvação. Cuide de sua alma, ela é preciosa demais para se perder.

 

Pai, todas as coisas maravilhosas que estão disponíveis a nós, nada delas se compara a experiencia de ser salvos por tua graça e ter o nome escrito no livro da vida. Somos pecadores e sem Jesus não tem nenhuma chance de melhoria, mas ele veio não apenas para abençoar, proteger e cuidar, ele veio para dar vida e vida com abundancia. Ele sacrificou-se por mim, porque foram os meus pecados que o levaram a cruz e a morte. Eu me arrependo e confesso as minhas cultas diante de ti; reconheço o teu amor e o sacrifício de Cristo como suficiente para perdoar os meus pecados e me comprar de volta para ti. Confesso a Jesus Cristo, como aquele que ressuscitou da morte para dar vida aos que nele creem. Eu creio, eu aceito, eu recebo e agradeço, porque não conseguiria por mim mesmo ou com ajuda de outros. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

O Meu Deus é Grande

Meditação do dia 20/07/2016

Sl 48.1 “Grande é o SENHOR e mui digno de louvor, na cidade do nosso Deus, no seu monte santo.

O meu Deus é grande – Sei com plena convicção que ao chegar na eternidade, na presença de Deus, como costumamos dizer, vamos nos surpreender muito com a grandeza de Deus! Por que todos sabemos que Ele é grande, que maior do que a nossa capacidade de imaginar e calcular; mas isso ainda não mostra o que realmente é essa grandeza. Ficamos impactados com a grandeza do mar, com a grandiosidade de um navio de cruzeiros; as pessoas que já tiveram a oportunidade de ir a Dubai, falam entusiasticamente sobre o que viram lá; que já esteve no Grande Canyon americano, diz que é muito colossal, e as Cataratas do Iguaçu, do Niágara; e as muralhas da China e outras coisinhas mais… Mas a terra toda diante de outras peças da criação é minúscula. A capacidade divina de governar e administrar todo esse universo, quem conhecemos bem a nossa própria vizinhança orbital. Isso me fascina e me maravilha, e como já está escrito… “Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam” (I Co 2.9). Então não vou nem ficar queimando fosfato tentando imaginar, descrever ou calcular as “coisas…” Quanto mais o Deus faz essas coisas! O sentimento que entendo ser adequado é o da humildade; devemos nos curvar mesmo diante daquele que realmente é grande e põe grande nisso. Por outro lado, vem a meditação prática nessa grandeza que afirmamos reconhecer no Senhor. Falo, porque há uma enorme distancia entre o Deus da teologia, e o Deus que experimentamos na comunhão do dia-a-dia. Podemos crer num Deus que pode tudo…”menos resolver meu problema, abrir uma porta para mim ou ser capaz de cuidar e prover para mim, sem que eu tenha que fabricar  resultados!” Posso até ter o Salmo 23.1 lindamente numa paisagem com moldura exposto na sala, mas o coração está apertado, se esse mês, vamos conseguir sobreviver. E a experiencia não confere com a teologia, alguma está errada e com certeza não é a Bíblia e nem seus ensinamentos. Não sugiro que usemos a imaginação para concluirmos quão grande é Deus, sugiro, sim, usarmos a aproximação piedosa da oração, da comunhão e da confiança naquilo que a infalível Palavra de Deus, diz sobre Ele mesmo. Sou favorável a despojar-nos dos nossos pensamentos criteriosos e racionais e adotemos os pensamentos inspirados de Deus que produzem fé e confiança. Grande é o SENHOR e mui digno de louvor, na cidade do nosso Deus, no seu monte santo.

 

Pai, o Senhor é o tudo de que preciso hoje! Quando me aproximo de ti em oração, eu só preciso crer na tua graça infinita e bondosa que está disponível a mim e a cada de todos os teus filhos. Nosso entendimento não vai alcançar por enquanto a compreensão sobre a tua grandeza e majestade, então permita que na nossa simplicidade, mas com sinceridade e verdade, digamos de coração, que tu és o nosso grande Deus. Tal qual a criancinha não imagina ninguém maior ou mais forte que seu pai, nossa alma também pode descansar nessa simplicidade sobre o Senhor. Obrigado por dispensar amor e cuidado para comigo e os meus, de forma que a cada dia seja mais significativo andar com o Senhor. Em nome de Jesus. Amém!

 

Pr Jason

É Para Aplaudir de Pé!

Meditação do dia 19/07/2016

Sl 47.1 “Batei palmas, todos os povos; aclamai a Deus com voz de triunfo.

É para aplaudir de pé – Algumas manifestações de emoções ou de expressões humanas, são universais. Uma delas é aplaudir – com exceção da ironia, todas as palmas são bem-vindas e elas expressam aprovação, contentamento, entusiasmo, alegria, euforia, boas expectativas e muitas outras coisas boas. Aqui recebemos um convite para aplaudir a Deus juntamente com todos os povos; isso é muita gente! E com certeza Deus mais do que merece ser aplaudido de pé e por muito tempo, longo tempo de aclamação, pois ele é quem ele é, e isso é mais do que suficiente. Todos os povos, em todos os cantos do mundo e em todas as época tem motivos de sobra para serem gratos a Deus, e isso deveria leva-los ao reconhecimento do louvor e adoração a Ele devido. Ninguém está nessa terra por acaso, ou por acidente de percurso; mas por obra e graça do Criador que planejou a vida e a existência de cada pessoa individualmente, mas também da expressões coletivas, como família, clã, tribo, povos e nações. Todas a gerações foram idealizadas com propósitos muitos especiais e cumprem funções e destinos importantes. Quando Davi nos chama para aclamar a Deus com voz de triunfo, me sinto privilegiado! Por que não aclamamos qualquer pessoa, ou não é rotineiro aclamar alguém; isso está dentro de um contexto de algum feito, que produza algum merecimento e então os beneficiados demonstram sua satisfação e agradecimento fazendo aclamações à quem de direito. Mas aqui, o convite é para aclamar o nosso Deus, com quem mantemos um estreito relacionamento de família, como adoradores, herdeiros, participantes de sua vida e natureza! Entre os motivos da nossa aclamação, podemos nomear a nossa criação, preservação, salvação, favores, graças, bênçãos e promessas fiéis e firmes que nem sabemos direito. Todos os dias, temos uma nova oportunidade de começar a vida, ser úteis, desenvolver-nos e abençoar outras vidas e ser abençoados por tantos irmãos, que fazem parte da nossa caminhada de fé. “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade” (Lm 3.22,23). Eu tenho muito motivos para dizer que Deus merece os meus aplausos, a minha aclamação, e sei que voces também concordam comigo, por isso devem pensar também nos seus motivos pelos quais voce ficaria, ficará e aplaudirá ao Senhor de pé e com as mãos bem levantadas, com muito entusiasmo; mas muito mesmo, mais do que quando seu time do coração faz gol ou vence uma partida importante; mais do quando o política da sua ideologia faz um bom discurso ou apresenta algo relevante; muito mais, bem mais….

 

Graças te rendemos, Senhor, a ti levantamos as nossas mãos e te aplaudimos, com corações cheios de alegria e gratidão. O Senhor é inigualável, incomparável e não há nada, semelhante a ti. O nosso louvor e a nossa adoração é para ti somente. Reconhecemos e declaramos que o Senhor é Deus, e o único digno de receber e que recebe a nossa adoração, o nosso louvor por tudo aquilo que eras, que és e que hás de ser, para sempre e eternamente. Receba, Pai, Filho e Espírito Santo as nossas palmas, o nosso aplauso de rendição e aclamação de tua grandeza, majestade e soberania. Tu és o tudo de que precisamos, em ti somos plenamente satisfeitos, a tua graça é suficiente para alimentar a nossa fé e a nossa devoção. Em Nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason